Tattoo vive rodeada de adultos e alimenta o desejo de conhecer outras crianças. Ela tem um plano para fazer amigos, mas só pode ser posto em prática durante a noite, durante um sonho. E se o sonho acabar em pesadelo? E se acordar a ira dos deuses?
Dez Dedos de Conversa de António Torrado. Edições O Jornal. Lisboa, 1987, 48 págs. B.
Publicado originalmente em 1987 e agora reeditado com novo formato e novas ilustrações, este título reúne um conjunto de 10 pequenas histórias que têm como ponto de partida um escritor que, tamborilando com os dedos na secretária à espera de inspiração, se vê de repente confrontado com as queixas dos ditos dedos.
Um poderoso (e divertido) exercício de imaginação que nos transporta para o surpreendente mundo dos dedos, onde não falta animação, um pouco de agitação e, até, alguma discussão!
As ilustrações de Maria do Carmo Albuquerque espelham magistralmente a riqueza do texto, surpreendendo pela sua capacidade de reproduzir em imagens as difíceis situações de uma narrativa confinada aos dez dedos de uma mão.
Esta é a primeira de uma série de Aventuras e Desventuras dos Deuses, Gigantes e Heróis que desde sempre povoaram a imaginação dos homens. Ela nos conta a história de um jovem chamado Zeus que cresceu entre pastores e um dia ouviu uma voz misteriosa, saída do mar, que lhe revela quem ele é na…
O PAGEM NÃO SE CALA DE ANTÓNIO TORRADO Livros Horizonte. Lisboa, 1981. 63 págs. B. 👨🏻🎨 Ilustrações de Madalena Raimundo
Continuação imaginária do conto de Hans Christian Andersen sobre o rei que desfilou despido perante o povo enganado por dois alfaiates aldrabões. António Torrado retoma a história no ponto exacto onde Andersen a deixou, no momento em que o menino gritou a verdade, e desenvolve o que aconteceu a seguir, mantendo o tom crítico e irreverente do original.
────────────────── Características do Exemplar 📕 1ª Edição.
✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 90g
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Contos de embalar para ler à hora de deitar, numa selecção extremamente diversificada de contos, em prosa e em verso, desenhados por excelentes ilustradores ingleses.
Pedro, Anica, Frederico, Guida e o misterioso fantasma da ORDEM estão imparáveis! O 1.º volume, que mereceu o Grande Prémio Verbo/Semanário já vai na 11.ª edição, e ao todo, já são centenas de milhares de exemplares vendidos!O sucesso da colecção explica-se pela talentosa combinação entre aventuras cheias de imaginação que prendem o leitor, com a qualidade literária que leva os professores a divulgar a sua leitura entre os jovens.
O teatro infantil foi minha primeira preocupação teatral, meu primeiro contato com o público. Talvez pela facilidade de colocação das peças depois de escritas, talvez pela naturalidade de comunicação que estabeleci com as crianças ou pelo treinamento que representavam os originais infantis, comecei por um caminho que, apesar de acessível, não é o mais fácil….
Neste livro, pequenas mensagens do Papa Francisco facilmente compreendidas pelas crianças são acompanhadas por histórias da Bíblia e ilustrações apelativas que realçam o seu significado.
Quando os navegadores portugueses descobriram que era possível navegar para sul do cabo Bojador, a maior parte dos homens ainda tinha dúvidas sobre a forma da terra. Seria plana ou redonda? Quando mergulharam nessa época, Orlando teve o cuidado de lembrar ao João que não podia dar informações aos homens do passado. Mas ele acabou…
Orlando, o velho cientista das gargalhadas roucas, transporta João e a Ana na sua máquina ao tempo em que o rei D. Dinis percorria o país de lés a lés levando a corte atrás de si. Primeiro em Coimbra, depois em Leiria, têm oportunidade de assistir a uma caçada com falcões e uma grande festa…
Eu Bem Vi Nascer o Sol de Alice Vieira. Círculo de Leitores. Lisboa, 1994, 160 págs. E.
Estamos perante uma selecta de poemas da tradição oral destinada aos mais pequenos. Razão por que a escolha privilegia o folclore rimado infantil, não deixando, porém, de incluir romances tradicionais (como “A Nau Catrineta”, “O Conde Torres”, “O Conde Nilo” e “A Condessinha”), canções e outras poesias de origem popular sem destinatário específico. Selecção ampla que procurou abranger uma considerável diversidade de géneros e que foi efectuada com base num razoável número de recolhas de estudiosos da nossa literatura popular, as quais aparecem referenciadas no final.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. 👨🏻🎨 Ilustrações de Catarina da Fonseca.
Uma Mão Cheia de Nada Outra Coisa Nenhuma de Irene Lisboa. Figueirinhas. Porto, 1980, 155. B.
«Uma Mão Cheia de Nada Outra de Coisa Nenhuma» insere-se na reedição, levada a cabo pela Editorial Presença, das «Obras de Irene Lisboa», de que estão neste momento disponíveis dez volumes; o outro volume para crianças e jovens «Queres Ouvir? Eu Conto» (1993) está também disponível na colecção «À descoberta». O prefácio pretende traçar sumariamente as principais linhas temáticas e condutoras desenvolvidas nestas histórias, quer articulando-as com os restantes livros de Irene Lisboa, quer apontando os seus processos literários, originais ou herdados de um imaginário tradicional. Com o seu lugar próprio nas «Obras de Irene Lisboa», este livro é mais um elo na cadeia de reactivação do nome desta autora, assim posta mais perto de leitores maiores e mais pequenos.
«Quando a viagem terminou, despedi-me do velhote e regressei a casa, satisfeita com a ideia que tivera de ir visitar o elevador. Pelo caminho vim pensando que, apesar de tudo, o elevador da Glória não foi de má memória.»
Salústio tem a obrigação de não deixar que os pardais pousem na horta para não comerem as plantinhas que estão a nascer na horta. Agita os braços, a roupa badala com o vento, os pardalitos assustam-se e voam para longe. Salústio fica triste: gostava que eles voassem à volta dele, pousassem nele, chilreassem, cantassem. A…
Arte em Portugal de Flórido Vasconcelos. Verbo Juvenil. Lisboa, 1981, 2 vols. E.
Índice
Volume I – Da Pré-História ao Fim do Império Romano; A Arte Pré-Românica; A Arte Românica; A Arte Gótica; A Arte Manuelina
Volume II – Renascimento e Maneirismo; Barroco e Rococó; Do Neoclassicismo ao Século XX; A Primeira Metade do Século XX; Gloossário.
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