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  • Piedosas de Federico Andahazi

    Piedosas

    Federico Andahazi

    6,00 

    Piedosas de Federico Andahazi.
    Editorial Presença. Lisboa, 1999, 140 págs. B.

    Lord Byron sempre adorara humilhar o seu secretário privado John Polidori, um jovem tímido e e medianamente inteligente. Profundamente magoado, mas em silêncio, Polidori sentia crescer, no entanto, o seu desejo de vingança. O Verão de 1816, viria a apresentar-se como a altura ideal para finalmente o concretizar. O contexto não poderia ser mais adequado: Villa Diodatti, Suíça, local onde Byron decide reunir uma série de escritores ilustres lançando-lhes um provocador desafio – escrever a mais assustadora narrativa de toda a história da literatura. Atormentado por fortes sentimentos de inferioridade, Polidori rumina em vão a forma de surpreender com o conto ideal. É então que alguém lhe propõe um estranho pacto. Um pacto que lhe suga o «líquido da vida» em troca da obra literária perfeita. Por trás dele encontra-se afinal a irmã secreta das belas e voluptuosas gémeas Legrand, uma mulher cuja hedionda fealdade é directamente proporcional à sua inteligência acutilante e ao seu supremo talento. Fascinado, Polidori, aceita o diabólico trato e «produz» um dos mais famosos contos do século XIX. É então que descobre que não fora o único alvo daquela peculiar aproximação…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Passos Perdidos de Alejo Carpentier

    Passos Perdidos

    Alejo Carpentier

    6,00 

    Passos Perdidos de Alejo Carpentier.
    Edições 70. Lisboa, 1991, 227 págs. B.

    Representativo daquilo a que o próprio Alejo Carpentier chamou “o real maravilhoso americano”, este romance constitui uma busca das origens, a procura de uma Idade de Ouro perdida. A personagem central dispõe-se a subir o rio Orenoco, na Venezuela, em busca de um tempo primordial, tentando assim alcançar as raízes da vida. Desfilam nesta obra os mineiros dos campos de petróleo, os padres missionários, os vaqueiros, os astrólogos, as prostitutas em busca do El Dorado, os índios dos lugares visitados, os espíritos, os rituais, as histórias e os mitos de um tempo em que o homem branco ainda não pisara o continente americano.

    Para Carpentier, a América é o repto de um “novo mundo” apressadamente entrevisto por viajantes e poetas, poucas vezes correctamente apreendido. Um livro estimulante, quase mítico.

    📝 Assinatura de posse.

  • Livro Inacabado de Dickens de Matthew Pearl

    Livro Inacabado de Dickens

    Matthew Pearl

    7,00 

    Livro Inacabado de Dickens de Matthew Pearl.
    Planeta Editora. Lisboa, 2010, 383 págs. B.

    Boston, 1870. A notícia da morte de Charles Dickens chega ao editor americano.

    James R. Osgood esperava ansioso a última parte do derradeiro trabalho de Charles Dickens, O Mistério de Edwin Drood, que deveria chegar em breve.

    Chegando-lhe aos ouvidos que o autor teria morrido de forma estranha, Osgood suspeita que alguma coisa não está bem e envia o seu homem de confiança, Daniel Sand, para esperar o navio que em princípio deveria trazer o manuscrito.

    Mas quando o corpo de Daniel é encontrado nas docas a verdadeira causa da sua morte assim como o manuscrito que desapareceu constituem um mistério. Osgood decide embarcar para a Índia para tentar descobrir o manuscrito de Dikens. Perigo e intriga é que irá descobrir juntamente com Rebecca, irmã de Daniel e guarda-livros de Osgood que deseja limpar o nome do irmão.

    No regresso à Grã-Bretanha, os nossos heróis visitam a casa de Dickens, em Kent, onde uma pista os conduz dizendo que o manuscrito afinal está prestes a ser vendido. Perseguidos por assaltantes e apanhados num jogo sinistro em que a trama e o mistério chocam com a vida real. O Livro Inacabado de Dickens é um romance baseado em factos verídicos da vida de Charles Dickens em que se focam questões de vida e morte e, a chave escondida que tem o poder de parar um génio assassino.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hotel New Hampshire

    Hotel New Hampshire

    John Irving

    6,00 

    Hotel New Hampshire de John Irving.
    Distri Editora. Lisboa, 1984, 423 págs. B.

    Com “O ESTRANHO MUNDO DE GARP”, John Irving surpreendeu-nos, mais, sensibilizou-nos.

    Agora, com a edição de “O HOTEL NEW HAMPSHIRE”, romance também contemplado com adaptação cinematográfica, o autor confirma toda a expectativa nele depositada.

    Obra repleta de força, ritmo, sensibilidade e génio, “O HOTEL NEW HAMPSHIRE” conta-nos a saga da família Berry, com o humor e o realismo jå evidentes em “O ESTRANHO MUNDO DE GARP”.

    Romance inolvidável, que consagra definitivamente John Irving.

    📝 Assinatura de posse.

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  • Herói das Mansardas de Mansard

    Herói das Mansardas de Mansard

    Álvaro Pombo

    6,00 

    Herói das Mansardas de Mansard de Álvaro Pombo.
    Editorial Afrontamento. Porto, 1989, 205 págs. B.

    Trata-se de uma excelente novela, que se lê de um fôlego, bela e esplendidamente escrita, inteligente, quase mágica. As mansardas entendidas como a marginalidade das casas, para onde eram atiradas as marginalidades das grandes famílias: os servos, as crianças, os adolescentes e os adultos pouco integrados.

    E, neste caso, como cenário da transformação de uma criança em adolescente, da sua descoberta do mundo erótico (solidão, cumplicidades, amor, sexo, homossexualidade) através de personagens marginais, excêntricas mas vivendo vidas comuns.

    📝 Assinatura de posse.

    E, neste caso, como cenário da transformação de uma criança em adolescente, da sua descoberta do mundo erótico (solidão, cumplicidades, amor, sexo, homossexualidade) através de personagens marginais, excêntricas mas vivendo vidas comuns.

  • A Esperança de André Malrau

    Esperança, A

    André Malraux

    7,00 

    A Esperança de André Malraux.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 477 págs. B.

    Os fascistas de Franco apertam o cerco a Madrid. Vindos de diferentes pontos do mundo, homens aventureiros e apaixonados juntam-se aos republicanos em brigadas internacionais que crescem na luta pela defesa dos valores democráticos. Entre eles está André Malraux, e é com base na sua experiência como chefe de esquadrilha na frente republicana da Guerra Civil de Espanha que publica, em 1937, A Esperança. Romance que toma partido, este é um livro amargo, relato de dor e derrota, mas também um testemunho inigualável de coragem, de companheirismo, de debate político e de um combate incansável pela liberdade. Uma das maiores obras jamais escritas sobre o drama espanhol de 1936-1939, a par de Por Quem os Sinos Dobram, de Ernest Hemingway, ou Homenagem à Catalunha, de George Orwell, A Esperança seria adaptada ao cinema pelo próprio Malraux e premiada em 1945 com o Louis-Delluc, «o Goncourt do cinema».

    📝 Assinatura de posse.

  • O Processo de Franz Kafka

    Processo, O

    Franz Kafka

    4,00 

    Um belo dia a existência pacata de Joseph K., um bem-sucedido gerente bancário, vê-se abalada quando três homens entram no quarto da pensão onde reside para o prenderem. Não sabe quem o mandou prender nem muito menos do que o acusam — sabe apenas que está envolvido num processo obscuro e absurdo que o leva…

  • Nevermore de Marie Redonnet

    Nevermore

    Marie Redonnet

    3,00 

    Nevermore de Marie Redonnet.
    Edições ASA. Porto, 1998, 127 págs. B.

    Quando Willy Bost chega à misteriosa cidade fronteiriça de San Rosa, está longe de imaginar o “inferno” com que terá de confrontar-se… Parece o início de um romance policial, ou, mais correctamente, de um romance negro. Mas não foi Jorge Luis Borges quem afirmou, citando “O Processo” de Kafka e o “Santuário” de Faulkner, que todos os grandes romances do século XX eram “policiais” na sua essência? Nevermore é na verdade a história de uma investigação: uma investigação sobre a realidade inquietante e ameaçadora de San Rosa e do seu governador, o presidente Hardley, bem como sobre a memória perdida de Santa Flor, do outro lado da fronteira. É a história de um amor entre Willy Bost e Cassy Mac Key. E é também a história daqueles que, como Lizzie Malik, lutam para inventar um presente liberto das maldições do passado e reconstruir, de outra forma, as suas próprias vidas. Parábola feroz sobre o mundo contemporâneo, Nevermore vem revelar ao leitor português uma das vozes mais poderosas e originais da nova literatura francesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mulher Dele

    Mulher Dele, A

    Emmanuèle Bernheim

    3,00 

    A Mulher Dele de Emmanuèle Bernheim.
    Edições ASA. Porto, 1995, 91 págs. B.
    Colecção: Pequenos Prazeres

    Claire é médica, ama Thomas, um homem casado, e ama também os traços que ele deixa à sua passagem. Com fetichismo, guarda nas suas gavetas um pequeno museu imaginário desse bomem-objecto: doze rosas secas, pacotes de açúcar, um misturador de bebida de plástico, uma cassete do atendedor automático com uma mensagem dele e as embalagens douradas dos sessenta e um preservativos por ele utilizados. Ele nunca fica em casa dela mais do que uma bora e um quarto. E, na sua ausência, ela inventa-lhe uma vida, imaginando os gestos e os comportamentos da “mulber dele”…. Um romance minimalista, de precisão cirúrgica, que ao mesmo tempo gela e fascina, ao qual foi atribuido em 1993 o Prémio Médicis, um dos mais prestigiados galardões literários franceses.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Morreu o Senhor Presidente de Raoul Solar

    Morreu o Senhor Presidente

    Raoul Solar

    4,00 

    Sábado, 22 horas. No primeiro andar do Eliseu, por detrás dos reposteiros corridos, num apartamento quase deserto, o presidente da República é fulminado por uma embolia pulmonar. Os Franceses dormem já. Nesse momento, nesta doce noite de Primavera, começa uma batalha cuja finalidade é o Poder.


    O primeiro-ministro fecha à pressa o seu «dossier» das negociações europeias de Wurtzbourg. O presidente do Senado, preve- nido em Carcassona, regressa a Paris em avião especial. O ministro do Interior põe de pé o dispositivo «Olympe».


    As paixões esquecidas explodem. Vê-se apa- recer um general demasiadamente integro, uma bela jornalista demasiado ávida, um conselheiro técnico demasiado manhoso. Em Washington, a Casa Branca está vigilante. De Itália e da Suiça, um leader» extremista no exilio ameaça o Governo e organiza re- des clandestinas. Algures no Sudoeste, um coronel fanático prepara-se para lançar so- bre Paris uma esquadrilha de «caças de reacção equipados com armas nucleares.

  • Enquanto Existir o Mundo

    Enquanto Existir o Mundo

    Henri Troyat

    5,00 

    Enquanto Existir o Mundo de Henri Troyat.
    Livraria Clássica Editora. Porto, 1974, 2 vols. B.

    Armavir, na estepe caucasiana: Miguel Danoff, de 12 anos, deve abandonar a sua cidade natal – o pai envia-o para Moscovo. Um primo de Ekaterinodar, Volodia Burine, acompanha-o. Enquanto Miguel é grave e lento, Volodia é brilhante e frivolo. Uma profunda amizade une estes rapazes tão diferentes. Os anos passam. Miguel continua a sonhar com cavalgadas e com a vida ao ar livre; o outro pensa unicamente nas conquistas femininas.

    De regresso a Ekaterinodar, Volodia caminha de éxito em êxito. Todavia, Tânia Arapoff recusará o seu pedido de casamento. Volodia reage de tal maneira que Miguel, tendo tomado o partido de Tânia, acaba por desposá-la. Volodia segue-os até Armavir…

    E, entretanto, os frémitos antecipados da Revolução fazem-se já sentir nesta Rússia faustosa e violenta do princípio do século até onde nos leva Henri Troyat.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Desprezo de Alberto Moravi

    Desprezo, O

    Alberto Moravia

    5,00 

    Num casamento aparentemente perfeito, o olhar crítico começa a induzir uma distância que acabará por se degradar e tornar-se desprezo, a ponto de destruir o amor que até ali existia. Situado em Roma e Capri, este romance de um dos maiores escritores italianos do séc. XX, e que Jean-Luc Godard tão brilhantemente adaptou ao cinema,…

  • Contagem até Zero de Agatha Christie

    Contagem até Zero

    Agatha Christie

    3,00 

    Em Contagem Até Zero o superintendente Battle trava uma espinhosa batalha con- tra o inverosimil; em Morrer Não é o Fim, foi o Egipto es- colhido para cenário de uma aventura maravilhosa com um originalíssimo tema policiário.

  • Poesies (1878-1893) de Gabriele D' Annunzio

    Poesies (1878-1893)

    Gabriele D' Annunzio

    15,00 

    Poesies (1878-1893) de Gabriele D’ Annunzio. Calmann-Lévy Editeus. Paris, s.d., 442 págs. E.

    Gabriele D’Annunzio (Pescara, 12 de março de 1863 – Gardone Riviera, 1 de março de 1938) foi um poeta e dramaturgo italiano, símbolo do decadentismo e herói de guerra.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pescadores de Homens de Maxence Van Der Meersch

    Pescadores de Homens

    Maxence Van Der Meersch

    7,50 

    Pescadores de Homens de Maxence Van Der Meersch.
    Editora Educação Nacional. Porto, s.d., 306 págs. E.

    Uma surpreendente aventura desenrola-se, há mais de trinta anos, entre os jovens católicos operários, uma aventura onde se exaltam as paixões mais nobres: tornaram-se “pescadores de homens”. É esta aventura, a das suas esperanças, a dos seus combates, que evoca o impressionante romance de Maxence van der Meersch.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Europa das Línguas, AEuropa das Línguas

    Europa das Línguas, A

    Miguel Singuán

    7,00 

    A Europa das Línguas de Miguel Singuán.
    Terramar Editores. Lisboa, 1996, 270 págs. B.

    O livro do Prof. Miquel Siguan surge como um precioso instrumento de trabalho, mostrando-nos as raízes históricas e as consequências políticas da diversidade linguística da Europa. Mas não só: também as formas de vida nas sociedades em que convivem línguas diferentes, a influência do desenvolvimento técnico sobre a evolução dessas mesmas sociedades e a tendência para fazer de determinadas línguas um veículo de comunicação entre comunidades diferentes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.