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  • Colosso

    Colosso

    Hubert Von Breisky

    5,00 

    Colosso de Hubert Von Breisky.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 428 págs. B.

    “Hubert Von Breisky, escritor alemão radicado em Portugal e autor do romance ‘O COLOSSO’, acolhido com vivo interesse tanto pela crítica como pelo público mais exigente, presenteia-nos com este novo livro que decorre, desta vez, em Angola – terra de sangue e de dor, terra de mistério insondável também, cujo fascínio o autor soube transmitir-nos admiravelmente.

    De facto, em ‘A GRANDE CALEMA’ (‘calema’ é termo indígena, significando ondulação tranquila), é com talento singular e habilidade masgistral que o autor vai tecendo uma intriga cuja estrutura complexa e desfecho trágico traduzem dielmente uma certa visão da realidade africana. Assistimos ao embate de raças profundamente diversas através de caracteres temperalmente opostos, delineados com um vigor psicológico, uma lucidez e um sabor realístico (…)”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cenas da Vida Diplomática de Lawrence Durrell

    Cenas da Vida Diplomática

    Lawrence Durrell

    5,00 

    “Cenas da Vida Diplomática”, que Lawrence Durrell dedicou a Richard Aldington desta forma: “A Richard Aldington que me animou a escrever estas tolices”, e tem como já referimos Antrobus como herói, possui uma edição inglesa com magníficos “cartoons” dos diversos personagens e reunindo a totalidade dos contos publicados originalmente em “Stiff Upper Lip”, ” Esprit…

  • Vice-Cônsul, OVice Consul Verso

    Vice-Cônsul, O

    Marguerite Duras

    6,00 

    O Vice-Cônsul de Marguerite Duras.
    DIFEL. Lisboa, 1984, 143 págs. B.

    “Ela caminha, escreve Peter Morgan”.

    Assim começa O Vice-Cônsul: com a inserção, no corpo desta história, de uma outra história – a da mendiga – que, através de uma aparente diferença e autonomia, esconde a função especular que as une.

    Na longa marcha que empreende entre Battambang – terra natal – e Calcutá – onde fica – a mendiga perde progressivamente toda a memória e identidade, tornando-se vacuidade pura, uma morta viva: “a morte numa vida em curso”.

    E de todo o seu passado perdido, esquecido, resta-lhe uma palavra – Battambang – e a melodia infantil que ela canta.

    Do mesmo modo na história que lhe serve de moldura Anne-Marie Stretter e o vice-cônsul de Lahore, executando percursos similares ao da mendiga, sofrem igualmente ao longo deles uma mesma perda de memória e de identidade.

    E, tal como a mendiga, do seu passado perdido, o vice-cônsul guardará apenas uma melodia que assobia: Indiana’s Song: e Anne-Marie Stretter a sua música de Veneza – terra natal -, que faz ouvir ao piano nas noites de Calcutá.

    🖊️ Dedicatória de oferta

     

  • Labirinto de Panos KarnezisLabirinto

    Labirinto

    Panos Karnezis

    7,00 

    Labirinto de Panos Karnezis.
    Cavalo de Ferro Editores. Lisboa, 2005, 313 págs. B.

    Anatólia, 1922. Uma pequena cidade, tem escapado incólume à guerra que dura há anos, os seus habitantes tentam sobreviver o melhor que podem. Uma brigada grega perdeu-se no meio da guerra. É perseguida pelo exército turco que procura vingar três anos de ocupação. A sua única esperança é que o velho brigadeiro Nestor, cuja paixão pela mitologia clássica só é igualada pelo vício em morfina, consiga fazê-los chegar ao mediterrâneo sem se cruzarem com o inimigo. Pelo meio há um agitador comunista que apela à deserção, um capelão sem fé nos seus fiéis e um aviador louco… A brigada chega um dia à pequena cidade. Depois disso nada será jamais como de antes…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Filhas RebeldesFilhas Rebeldes Verso

    Filhas Rebeldes

    Manju Kapur

    6,00 

    Filhas Rebeldes de Manju Kapur.
    Editorial Presença. Lisboa, 2005, 295 págs. B.

    Só muito raramente nos é dado apreciar nas páginas de um primeiro romance a mesma luminosidade e o mesmo fulgor da escrita que Manju Kapur nos oferece em “Filhas Rebeldes”, a obra que assinala a sua estreia literária. O halo poético que envolve a narrativa contrasta de forma agreste com o cenário sangrento e trágico em que ele se desenrola – O Punjab da década de 40 do último século, em plena época do movimento pela Independência e da Partição. A Índia está plenamente empenhada na luta pela liberdade e pela autonomia em relação ao domínio britânico é uma, é uma nação em busca da sua própria identidade. Virmati é uma jovem do Punjab que, à semelhança do seu próprio país, trava a mesma luta – pela emancipação relativamente a uma família tradicional e austera que não consegue imaginar outro futuro para a sua filha mais velha que não seja um casamento vantajoso. Mas Virmati aspira a uma vida livre, e rebela-se contra o seu destino. Apaixona-se ilicitamente por um homem casado, decide viver esse amor e condena, assim, toda a sua família à vergonha pública. O que Kapur nos traça neste livro belíssimo é o retrato poderoso e enternecedor de um país e de uma mulher à procura do seu lugar no mundo, e das vicissitudes e sofrimentos que acompanham, inevitavelmente, o grito pela liberdade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dívida de SangueDívida de Sangue Verso

    Dívida de Sangue

    Charlaine Harris

    6,00 

    Dívida de Sangue de Charlaine Harris.
    Edições Saída de Emergência. Parede, 2009, 253 págs. B.

    Sookie Stackhouse está numa maré de azar: primeiro o seu colega de trabalho é morto e ninguém se parece preocupar; depois, é atacada por uma criatura que a infecta com um veneno doloroso e mortal. Tudo se complica quando Bill nada consegue fazer e pede a ajuda de Eric para lhe salvar a vida. A questão é que agora ela está em dívida para com Eric – um vampiro deslumbrante mas tão belo quanto perigoso. E quando ele lhe pede um favor em troca, ela tem que aceder.

    De repente, Sookie está em Dallas a usar os seus poderes telepáticos para encontrar um vampiro. A sua condição é que os humanos não devem ser magoados. Mas a promessa de os vampiros se manterem na ordem é mais fácil de dizer do que de cumprir. Basta uma bela rapariga e um pequeno deslize para que tudo comece a correr mal…

    Entretanto, também Eric tem os seus próprios segredos…

    📝 Assinatura de posse.

  • Romeu e Julieta de William Shakespeare

    Romeu e Julieta

    William Shakespeare

    2,50 

    Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.

  • Pierrette de Honore de Balzac

    Pierrette

    Honore de Balzac

    4,00 

    Unibolso, 116 Balzac, o demiurgo, o grande criador, o mágico capaz de animar figuras e figuras, em que palpita, intensamente, toda a tragédia humana, Balzac, um dos maiores romancistas de todos os tempos, atingiu, com «Pierrette», um dos pontos mais altos da sua obra. E, diga-se de passagem, trata-se de um dos seus livros mais…

  • O Homem Invisível de H. G. Wells

    Homem Invisível, O

    H. G. Wells

    3,00 

    Em O Homem Invisível, H. G. Wells narra a transformação de um homem até a um estado de brutalidade, causado pelo seu fascínio pela ciência. Griffin — um homem com o rosto coberto por ligaduras, olhos ocultos por detrás de uns óculos escuros e mãos cobertas — é o novo hóspede em The Coach and…

  • O Espião de Máximo Gorki

    Espião, O

    Máximo Gorki

    4,00 

    Colecção Unibolso, 76 Gorky começou a escrever esta obra em 1907, menos de dois anos depois da mal sucedida rebelião armada no Domingo Sangrento russo, na qual tinha estado intimamente envolvido. Frágil, maltratado e órfão, Yevsey Kimkov rasteja pela vegetação rasteira da vida; a sua inteligência permanece atenta, mas a sua vontade é intimidada e…

  • Ema de Jane Austen

    Ema

    Jane Austen

    5,00 

    «O romance conta a jornada de uma jovem de vinte anos para o autoconhecimento e maturidade intelectual e sentimental, através de discussões instrutivas, da (circunscrita) variedade das relações pessoais e experiências vividas.»

  • A Dama das Camélias de Alexandre Dumas (Filho)

    Dama das Camélias, A

    Alexandre Dumas (Filho)

    3,50 

    A narrativa da jovem e atraente cortesã parisiense Marguerite Gautier é contada por Alexandre Dumas naquela que é uma das maiores obras-primas românticas da história literária do mundo. Em meados do século XIX em França, Marguerite, apelidada como A dama das camélias pela sua adoração à flor, vive uma vida glamorosa e abastada de festas…

  • Rua Principal de Sinclair Lewis

    Rua Principal

    Sinclair Lewis

    6,00 

    Rua Principal de Sinclair Lewis.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 458 págs. B.

    O nome de Sinclair Lewis e uma das suas obras mais importantes já são familiares ao leitor da colecção Dois Mundos na qual se encontra publicado um dos seus romances mais celebrados: o famoso Dr. Arrowsmith. Agora, volta Sinclair Lewis a surgir nesta colecção com outro livro que não contribuiu menos para lhe granjear admiração em todo o mundo. Rua Principal é um romance forte e dramático, centrado na vida quotidiana em uma cidadezinha americana, com a sua mesquinhez e a sua pequena grandeza, o seu tédio e a retórica que o mascara, com a sua ternura e o seu amor. E, contra esse pano de fundo admirávelmente evocado, ergue-se, num protesto incansável, uma figura inesquecível na sua singular humanidade: a figura de Carol, uma das personagens mais puras e verdadeiras entre todas as que foram criadas pela palavra inspirada de Sinclair Lewis.

    📝 Assinatura de posse.

  • Idolo, O

    Idolo, O

    Robert Merle

    7,00 

    Ìdolo de Robert Merle.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1990, 361 págs. B.

    Itália, Século XVI. Um lugar resplandecente, intrigante, púdico e hipócrita, onde os homens têm o direito de vida ou morte sobre as suas mulheres. Os massacres são oficialmente festejados nas ruas com fogueiras; o punhal e o veneno usados sem escrúpulos. Os grandes senhores, achando-se em apuros financeiros, não hesitam em tornar-se salteadores. O povo, que se diz tão católico, grita com facilidade “Morte ao Papa!”. Os confessores vendem as confissões ao que pagar melhor. Que as vende depois ao Cardeal. Que as destila ao Papa. Os espiões são espiados. As punhaladas sobram. A traição torna-se uma medida de segurança.

    No meio de tudo isto, Vittoria, o ídolo. A pequeno-burguesa demasiado bela, transformada em princesa por um casamento contra a sua vontade. Mas, por virtude ou frieza, ternura ou falta de imaginação, fiel.

    Acusada de adultério e assassínio, sequestrada para proteger a sua virtude, enclausurada num castelo por um Papa austero e moralista que, porém, confessa não ser possível vê-la sem amá-la ou ouvi-la sem adorá-la, a sua história – que já antes fascinara Stendhal e Webster – é-nos narrada pelos actores que participaram no seu drama.

    Escravas, bandidos, embaixadores, joalheiros e grandes damas, todos falarão, excepto Vittoria, que continuará a guardar o seu mistério de mulher amada e odiada, de ídolo e vítima, num tempo em que visita frequente da morte dava tempero à vida e o perigo um delicioso sabor ao pecado.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Vida Amorosa de Moll Flanders de Daniel Defo

    Vida Amorosa de Moll Flanders, A

    Daniel Defoe

    4,00 

    A vida escandalosa da mais famosa cortesã, ladra e aventureira de todos os tempos. O que é uma vida, quando vista à distância? Duas datas, um nome e alguns adjectivos. É assim com Moll Flanders: mulher dissoluta, ladra, incestuosa e, por fim, penitente. A sua vida é feita de eternos recomeços que a transformam num…

  • A Roda da Fortuna de Roger Vailland

    Roda da Fortuna, A

    Roger Vailland

    4,00 

    Numa casa isolada, no Jura, Milan, um decorador parisiense, e a sua esposa Roberte, antes tão libertinos e soberanos, agora odeiam-se por se terem amado demais. Os seus excessos acorrentaram-nos. Entre o álcool e as visitas de Hélène, a jovem professora da aldeia, os dias arrastam-se como veneno. Roberte tenta perverter Hélène; Hélène apaixona-se por Milan; Milan não quer mais amar. Ele matou a paixão dentro de si e deseja renascer, sozinho e grandioso.