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  • Brumas de Avalon: Rainha SupremaRainha Suprema

    Brumas de Avalon: Rainha Suprema

    Marion Zimmler Bradley

    6,00 

    Brumas de Avalon: Rainha Suprema de Marion Zimmler Bradley.
    DIFEL. Lisboa, 1991, 315 págs. B.

    O clássico As Brumas de Avalon regressa ao mercado português para dar a conhecer a uma nova geração esta história mágica e intemporal centrada nas mulheres que, por detrás do trono de Camelot, foram as verdadeiras detentoras do poder. A misteriosa Morgaine é meia-irmã de Artur e grã-sacerdotisa da brumosa Avalon, terra encantada onde o verdadeiro conhecimento é preservado para os vindouros. Para Morgaine existe um objetivo fundamental: afastar a Bretanha da nova religião que vê a mulher como portadora do pecado original. A bela rainha Gwenhwyfar jurou fidelidade ao rei Artur, o Rei Supremo, mas não consegue esquecer a paixão que sente por Lancelot, exímio cavaleiro e melhor amigo de Artur. Quando o seu dever de concebe um herdeiro para o trono falha, Gwenhwyfar convence-se de que é vítima de um castigo divino e entrega-se de corpo e alma à religião de Cristo. As hostilidades aumentam inevitavelmente entre ambas as mulheres que detém o poder em Avalon e Camelot. Conseguirá Artur conciliar dois mundos antagonistas sob os estandartes reais e resistir aos Saxões? Se Morgaine tudo fará para proteger a sua herança matriarcal e desafiar a nova religião que cresce, já Gwenhwyfar não hesitará em persuadir Artur a trair os seus juramentos?

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  • Filhas da Princesa Sultana, As

    Filhas da Princesa Sultana, As

    Jean Sasson

    5,00 

    Filhas da Princesa Sultana de Jean Sasson.
    Edições ASA. Porto, 1997, 263 págs. B.

    Ao revelar a sua história em “Sultana – A vida de uma princesa árabe”, aquela que é uma das dez filhas da família real saudita desmascarou perante o mundo a realidade da vida quotidiana das mulheres do seu país.

    Agora, neste novo livro, “Sultana” fala-nos das suas duas filhas: uma que se atreveu a ter uma relação proibida, com outra mulher; a segunda que se tornou uma religiosa fanática, disposta a destruir tudo aquilo por que a mãe lutou.

    Como pano de fundo, a terrível realidade das mulheres que a cercam – sujeitas à circuncisão feminina, vendidas como concubinas, forçadas a casamentos combinados ainda na puberdade, e legalmente violadas ou mesmo assassinadas pelos maridos.

    “As filhas da Princesa Sultana” constitui assim um documento pungente sobre um mundo que lamentavelmente ainda existe, não muito longe de nós, neste final do séc. XX.

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  • Fabíola

    Fabíola

    Cardeal Wiseman

    5,00 

    Fabíola de Cardeal Wiseman.
    Romano Torres. Lisboa, 1954, 362 págs. B.

    O romance “Fabiola”, também conhecido como “Fabiola ou a Igreja das Catacumbas”, foi escrito pelo Cardeal Nicholas Patrick Wiseman e publicado pela primeira vez em 1854. Trata-se de um romance histórico e cristão, passado na Roma no século IV, durante o período das perseguições aos cristãos pelo Império Romano.

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  • Fiora e Luís XI, Rei de França: A Florentina 4

    Fiora e Luís XI, Rei de França: A Florentina 4

    Juliette Benzoni

    6,00 

    Fiora e Luís XI, Rei de França: A Florentina 4 de Juliette Benzoni.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2003, 323 págs. B.

    O quarto e último livro da tetralogia A Florentina tem como pano de fundo as cidades de Florença e Paris.

    Após ter sido aprisionada em Roma, Fiora consegue fugir aos seus captores e avisar Lourenço, o Magnifico da conspiração, comandada pelo Papa, que visa o extermínio da casa de Médicis. Em sinal de gratidão Lourenço oferece-lhe protecção e instala-a em Florença. Tendo de viver escondida dos perseguidores do Papa e do Rei de França, a nossa heroína acaba por se render aos encantos do Magnifico.

    Com a chegada do embaixador de França, que se desloca a Florença levando a Lourenço o apoio de Luís XI, que despreza o Papa, os acontecimentos precipitam-se. Fiora descobre que tem de voltar a França, não só porque o Rei o exige, mas também pela noticia inacreditável de que o embaixador é portador: o seu marido não morreu no cadafalso!

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  • Fiora e Lourenço o Magnífico: A Florentina 1

    Fiora e Lourenço o Magnífico: A Florentina 1

    Juliette Benzoni

    6,00 

    Fiora e Lourenço o Magnífico: A Florentina 1 de Juliette Benzoni.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2002, 300 págs. B

    Esta nova tetralogia de Juliette Benzoni, tem como palco o esplendor Eda época quatrocentista. A personagem principal a jovem Fiora tem como objectivo o reconhecimento da sua legitimidade, como herdeira de uma poderosa casa da nobreza francesa. Contudo não é tarefa fácil e a jovem vê-se ao longo dos quatro volumes envolta em lutas e dissabores.

    Uma longa e violenta aventura fá-la-á defrontar Carlos, o Temerário, o Papa Sisto IV e o Rei de França, Luís XI.

    A sua história começa em 1457, quando Francesco Beltrami, rico mercador florentino, faz uma paragem em Dijon. A cidade inteira está reunida em redor de um cadafalso, onde o carrasco vai decapitar dois jovens, Marie e Jean de Brévailles, irmã e irmão, condenados por incesto e adultério. Marie é muito bela e o florentino apaixona-se. Não a pode salvar, mas acolhe a bebé que ela acaba de dar à luz na prisão. Leva-a para casa e faz dela sua filha adoptiva: doravante ela será Fiora Beltrami…

    Os anos passam… Educada no brilho humanista e próxima de Lourenço de Médicis, o Magnífico, Fiora é bela, rica e cobiçada. Demasiado, talvez… quando conhece Philippe de Selongey, embaixador do duque da Borgonha, Carlos, o Temerário. Ele traz-lhe o amor, mas também a ruína de tudo o que representa a sua vida. O borgonhês descobre, com efeito, o segredo do nascimento de Fiora e exerce chantagem sobre Beltrami, da qual a jovem se torna cúmplice involuntária. Beltrami é assassinado e Fiora vê-se confrontada com a Inquisição e com uma cidade que vê nela apenas uma feiticeira. Terá de fugir, levando no peito uma terrível sede de vingança e o destroçar de todos os sonhos juvenis.

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  • Feminino Singular de Sveva Casati Modignani.

    Feminino Singular

    Sveva Casati Modignani

    7,50 

    Feminino Singular de Sveva Casati Modignani.
    Porto Editora. Porto, 2008, 400 págs. B.

    Martina é uma mulher singular. Amada por uns e criticada por outros, toda a sua vida esteve sob o olhar inquisidor das gentes de Vertova, incluindo o das próprias filhas.

    No decurso da sua vida, através das mais complicadas vicissitudes, ela tentará encontrar o caminho para atingir a sua autêntica vocação de mulher – gerar vida. A sua morte súbita, nas vésperas de Natal, provocará um tremendo choque no seio familiar, e será Vienna, a sua mãe, a desvendar os mais íntimos segredos dessa mulher tão enigmática. Através do seu relato, descobriremos que afinal elas têm mais em comum do que pensavam: todas elas são mulheres atraentes e independentes, que amaram e se deixaram amar e que decidiram, sobretudo, enfrentar os cânones sociais em prol de um bem maior – a maternidade.

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  • Quatro Últimas Coisas de Paul HoffmanQuatro Últimas Coisas

    Quatro Últimas Coisas, As

    Paul Hoffman

    7,50 

    Quatro Últimas Coisas de Paul Hoffman.
    Porto Editora. Lisboa, 2011, 359 págs. B.

    Morte, Juízo, Paraíso e Inferno. As Quatro Últimas Coisas que nos reserva o Destino.
    Agora há uma Quinta.
    O Seu Nome é Thomas Cale.

    De regresso ao Santuário dos Redentores, Thomas Cale parece aceitar o papel que lhe é atribuído: o destino escolheu-o como o Braço Esquerdo de Deus, o Anjo da Morte. O poder absoluto está agora ao seu alcance; o terrível zelo e domínio militar dos Redentores é uma arma nas suas mãos e ele está pronto para cumprir o objetivo supremo da Única e Verdadeira Fé – a destruição da Humanidade.

    Mas talvez o sombrio poder dos Redentores sobre Cale não seja suficiente – ele vai do amor ao ódio num abrir e fechar de olhos, da bondade à mais brutal violência num segundo. A aniquilação que os Redentores procuram pode estar nas mãos de Cale – mas a sua alma é muito mais estranha do que alguma vez poderão imaginar…

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  • Princesa do Corpo de Emílio MirandaPrincesa do Corpo

    Princesa do Corpo

    Emílio Miranda

    6,00 

    Princesa do Corpo de Emílio Miranda.
    Planeta Editora. Lisboa, 2009, 668 págs. B.

    El-Rei Dom Dinis, redige a 04 de Janeiro de 1289 aquele que haveria de ser o primeiro passo para a criação da nova póvoa, assente agora sobre um cabeço ou outeiro, onde o Corgo e o Cabril se encontram.

    Recriando um mundo, a partir do granito de que são feitas as encostas do outeiro, onde a cidade assenta, e daquele que provem das ruínas que jazem em torno do Santuário de Panóias de antiga grandiosidade em toda a Península, o autor leva-nos a um tempo esquecido, pleno de mistérios e enigmas. É esse tempo, que nos retrata com maestria, um mundo tão real ou irreal que será possível reconhecer nele se não personagens com que nos cruzamos na vida, pelo menos algumas que nos povoam os sonhos… ou os pesadelos: Simão da Cruz, um jovem pedreiro, fugido por um crime cometido em Guimarães, Maria da Conceição que na companhia do pai e dos irmãos, abandona pela calada da noite, a terra incógnita e ingrata onde nasceu, para buscarem nestas terras recônditas de Trás-os-Montes uma vida melhor. Ou ainda Manuel Mestre-de-Obras que constrói os muros da vila, Zacarias o prestamista, a quem muitos devem e de quem poucos gostam, e Adosinda, a Bruxa do Corgo vista pela maioria com desconfiança, e tantos outros, todos vigiados pelo tolo de nome Robalo, personagem mais do que todas enigmática e que nos surpreende a cada página. A história de um fidalgo que tudo faz para que a cidade não vingue, em oposição ao esforço de um povo que luta pela sua edificação.

    No final, o desenlace surpreendente das tramas que a vida tece… e que, até a nós leitores, apanha desprevenidos. Este livro belo e cheio de sabedoria está repleto de verdades escondidas. Um romance histórico fascinante como há muito não aparecia nos escaparates nacionais.

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  • Poética

    Poética

    Aristóteles

    8,00 

    Poética de Aristóteles.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1992, 316 págs. B.

    Com a edição de Poética, de Aristóteles, traduzida por Eudoro de Sousa pretende-se «que a Arte Poética, outrora lida e relida entre nós, no texto grego original e nas famosas paráfrases latinas e italianas do Renascimento, como códice da mais perfeita técnica da epopeia e da tragédia, voltasse agora a ser lida e relida, em texto português, como a grande obra de ciência e de erudição que na verdade é.»

    Através do prefácio, da introdução, dos apêndices e do comentário de Eudoro de Sousa cumpre-se um outro objetivo da edição: acompanhar o leitor na reflexão, que a leitura deste eterno clássico da cultura universal inerentemente proporcionará.

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  • Parque Gorky de Martin Cruz Smith

    Parque Gorky

    Martin Cruz Smith

    6,00 

    Parque Gorky de Martin Cruz Smith.
    Edições Moraes. Lisboa, 1982, 415 págs. B.

    Um triplo homicídio tem lugar num parque de Moscovo: três cadáveres são encontrados congelados sob um manto de neve, sem rosto nem dedos. Arkady Renko, o investigador chefe da brigada de homicídios, encarregado do caso, é brilhante, sensível, íntegro e cínico acerca de tudo, excepto no que à sua profissão diz respeito.
    E enfrenta agora o maior desafio da sua carreira: descobrir a verdade sobre um crime que ninguém parece interessado em desvendar, o que o força a desafiar o KGB, o FBI, a polícia nova-iorquina… e as poucas probabilidades de sair com vida de uma situação que ultrapassa o âmbito criminal.

    Obra emblemática da literatura policial produzida durante a Guerra Fria, Parque Gorki é, antes de mais, um retrato fiel das idiossincrasias de uma União Soviética decadente, a braços com uma elite corrupta. O romance foi adaptado ao cinema, em 1983, por Michael Apted, tendo William Hurt como protagonista.

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  • Papel Prateado de Robert Ludlum

    Papel Prateado, O

    Robert Ludlum

    5,00 

    Papel Prateado de Robert Ludlum.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1986, 285 págs. B.

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  • Olho de DeusOlho de Deus

    Olho de Deus

    James Rollins

    7,50 

    Olho de Deus de James Rollins.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2014, 439 págs. B.

    A visão apocalíptica de um futuro anunciado por um passado remoto.
    Numa área remota da Mongólia, despenhou-se um satélite de investigação, desencadeando uma busca frenética pela sua carga valiosa: o projeto de um físico ligado ao estudo da energia negra – e uma imagem chocante de destruição da Costa Leste dos EUA.
    Ao Vaticano, chega uma encomenda contendo dois estranhos objetos: uma caveira com gravações em aramaico antigo e um livro encadernado com pele humana. Os testes de ADN revelam que pertenceram ao mesmo corpo: o rei mongol Gengis Khan.
    O comandante Gray Pierce e a Força Sigma preparam-se para descobrir uma verdade ligada à decadência do Império Romano e a um mistério que remonta ao início da Cristandade, assim como a uma arma escondida há séculos e que encerra em si o futuro da humanidade.

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  • Nómada de Stephenie Mayer

    Nómada

    Stephenie Mayer

    7,00 

    Nómada de Stephenie Mayer.
    Edições Gailivro. Alfragide, 2009, 836 págs. B.

    Melanie Stryder recusa-se a desaparecer.
    O nosso Mundo foi invadido por um inimigo invisível. Os Humanos estão a ser transformados em hospedeiros destes invasores, com as suas mentes expurgadas, enquanto o corpo permanece igual e a vida prossegue sem qualquer mudança aparente. A maior parte da Humanidade não consegue resistir.
    Quando Melanie, um dos poucos Humanos «indomáveis», é capturada, ela tem a certeza de que chegou o fim. Nómada, a Alma invasora a quem o corpo de Melanie é entregue, foi avisada sobre o desafio de viver no interior de um humano: emoções avassaladoras, excesso de sentidos, recordações demasiado presentes. Mas existe uma dificuldade com que Nómada não conta: o anterior dono do corpo combate a posse da sua mente.
    Nómada esquadrinha os pensamentos de Melanie, na esperança de descobrir o paradeiro da resistência humana. Melanie inunda-lhe a mente com visões do homem por quem está apaixonada – Jared, um sobrevivente humano que vive na clandestinidade. Incapaz de se libertar dos desejos do seu corpo, Nómada começa a sentir-se atraída pelo homem que tem por missão delatar. No momento em que um inimigo comum transforma Nómada e Melanie em aliadas involuntárias, as duas lançam-se numa busca perigosa e desconhecida do homem que amam.

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  • Mulheres da Casa do Tigre de Marion Zimmer BradleyMulheres da Casa do Tigre

    Mulheres da Casa do Tigre, As

    Marion Zimmer Bradley

    7,00 

    Mulheres da Casa do Tigre de Marion Zimmer Bradley [et al.]
    DIFEL. Lisboa, 1996, 546 págs. B.

    Merina é uma próspera cidade onde reinam as mulheres da Casa do Tigre. De linhagem antiga, mantêm o equilíbrio na cidade, conciliando os interesses económicos e mantendo vivo o culto da Deusa, cuja relíquia, o Coração, se encontra no Grande Templo.
    Mas uma forte ameaça paira sobre a cidade. O imperador Balthasar aproxima-se com o seu poderoso exército e Merina não tem qualquer possibilidade de lhe fazer frente. Com ele vem também o mago Apolon, um servidor das Trevas que busca apoderar-se da relíquia e de todo o seu poder.
    É nestas circunstâncias que as mulheres da Casa do Tigre planeiam a defesa da cidade. Apenas a sua coragem se interpõe no caminho do imperador e do seu triunfo: a rainha-mãe, Adele, fará uso dos poderes espirituais e mágicos de que dispõe; Lydana, a rainha reinante, organizará a resistência armada; e a princesa herdeira, Shelyra, será os «olhos e os ouvidos» da resistência fazendo valer uma antiga aliança com os ciganos.

    Em As Mulheres da Casa do Tigre, Marion Zimmer Bradley abre aos leitores as portas de um reino de maravilhas e horrores, de conquista brutal, magia e transformações milagrosas.

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  • Excertos dos Diários de Adão e Eva

    Excertos dos Diários de Adão e Eva

    Mark Twain

    7,00 

    Excertos dos Diários de Adão e Eva de Mark Twain.
    Cavalo de Ferro. Lisboa, 2004, 73 págs. B.

    Publicados entre 1904 e 1906 estes Diários, “traduzidos do manuscrito original”, causaram sensação à época, tendo mesmo sido banidos das bibliotecas de alguns estados americanos. O humor de Mark Twain subverte e recria, em ambiente de guerra dos sexos, a história bíblica.

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  • Escolhida

    Escolhida

    P. C. Cast

    5,00 

    Escolhida de P. C. Cast.
    Saida de Emergência. Lisboa, 2009, 281 págs. B.

    Forças tenebrosas dominam a Casa da Noite, onde as aventuras de Zoey Redbird tomam um caminho inesperado. Aqueles que aparentam ser amigos afinal revelam-se inimigos. E estranhamente, inimigos oferecem-lhe amizade. Assim inicia-se o terceiro volume desta série viciante onde a força de Zoey será testada como nunca antes. A suamelhor amiga, Stevie Ray, julgada morta, esforça-se por manter a sua humanidade. Zoey não sabe como ajudá-la, mas sabe que tudo o que fizer tem que ser mantido secreto na Casa da Noite. Como se não bastasse, Zoey encontra-se na rara e difícil posição de ter três namorados. E quando julgava que a sua vida não podia ser mais caótica, vampyros são encontrados mortos. Realmente mortos. Aparentemente, o Povo da Fé cansou-se de viver lado a lado com vampyros. Mas, como Zoey e os seus amigos irão descobrir, as aparências raramente reflectem a verdade…

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