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  • Corsário Vermelho

    Corsário Vermelho

    James Fenimore Cooper

    6,00 

    Corsário Vermelho de James Fenimore Cooper.
    Amigos do Livros. Lisboa, 1970, 424 págs. E. Il.

    Publicado originalmente em Paris, em 1827, O Corsário Vermelho é uma das grandes aventuras marítimas de James Fenimore Cooper. A bordo, cruzam-se o marinheiro Dick Fid, o liberto Cipião Africano e o oficial James Wilder, em rota com o enigmático pirata que dá nome ao romance. Com o mar como cenário e alma, Cooper combina ação, mistério e humanidade, oferecendo também um dos primeiros retratos profundos de personagens negros na literatura americana.

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  • Condottiera de C. Virgil Gheorghiu

    Condottiera, A

    C. Virgil Gheorghiu

    6,00 

    Condottiera de C. Virgil Gheorghiu
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 273 págs. B.

    LA CONDOTTIERA começa como um romance policial. Um enigma que manterá o leitor atento até à última página. Mas o verdadeiro assunto do romance é a condição humana numa república popular, vista de um dado ângulo, obstinado, arguto, em certa medida, cruel. Apesar do todo-poderoso Mavid Zeng, apesar de Zid Caracal, apesar da dor da readaptação a novos esquemas de vida.

    📝 Assinatura de posse.

  • Cabra Cega de Roger Vailland

    Cabra Cega

    Roger Vailland

    6,00 

    Cabra Cega de Roger Vailland.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1959, 269 págs. B.

    «Uma das mais marcantes leituras do final da minha adolescência. Outros tempos na nossa Terra que o romance, apaixonante, de Roger Vailland, de alguma forma evocava. A valentia, a dignidade, a coragem, o desejo, a traição, num turbilhão de empolgante leitura. Um livro que é também um retrato de Vailland, intelectual, libertino, resistente, militante clandestino nos anos de brasa da ocupação alemã. Um homem que mesmo na fase em que foi comunista nunca deixou de pensar pela sua cabeça e de ser um homem de liberdade. Uma leitura que recomendo muito vivamente.» –  João Barroso Soares

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  • Braço Esquerdo de Deus de Paul Hoffman

    Braço Esquerdo de Deus, O

    Paul Hoffman

    7,50 

    Braço Esquerdo de Deus de Paul Hoffman.
    Porto Editora. Porto, 2010, 395 págs. B.

    “Escutem. O Santuário dos Redentores, em Shotover Scarp, é uma mentira infame, pois lá ninguém encontra santuário e muito menos redenção.”

    O Santuário dos Redentores é um lugar vasto e isolado – um lugar sem alegria e esperança. A maior parte dos seus ocupantes foi levada para lá ainda em criança e submetida durante anos ao brutal regime dos Redentores, cuja crueldade e violência têm apenas um objetivo – servir a Única e Verdadeira Fé.

    Num dos lúgubres e labirínticos corredores do Santuário, um jovem acólito ousa violar as regras e espreitar por uma janela. Terá talvez uns catorze ou quinze anos, não sabe ao certo, ninguém sabe, e há muito que esqueceu o seu nome verdadeiro — agora chamam-lhe Cale.

    É um rapaz estranho e reservado, engenhoso e fascinante. Está tão habituado à crueldade que parece imune a ela, até ao dia em que abre a porta errada na altura errada e testemunha um acto tão terrível que a única solução possível é a fuga.

    Mas os Redentores querem Cale a qualquer preço… não por causa do segredo que ele sabe mas por outro de que ele nem sequer desconfia.

    Com O Braço Esquerdo de Deus, primeiro volume de uma trilogia, Paul Hoffman confirma-se como uma das novas grandes vozes da literatura de Fantasia.

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  • Bola de Sebo de Guy de Maupassant

    Bola de Sebo

    Guy de Maupassant

    6,00 

    Bola de Sebo de Guy de Maupassant
    Estúdios Cor. Lisboa, 1963, 428 págs. B.

    Uma diligência atravessa a Normandia ocupada pelas vitoriosas tropas prussianas, no século XIX. Na carruagem segue uma jovem, Élisabeth Rousset, conhecida por Bola de Sebo, e mais nove pessoas: um casal de comerciantes, dois casais da burguesia e da nobreza, duas freiras, uma democrata. Da jovem, sabe-se que é de vida fácil e virtude pouco recomendável. Olham-na com desconfiança, indignação e curiosidade.

    Na carruagem em fuga, aconchegam-se ou torpedeiam-se dez personagens inesquecíveis, e sobretudo a inesquecível personagem feminina, centro inocente e torpe desta novela.

    Bola de Sebo é, por ínvios caminhos – pela carne e espírito de uma mulher, a galante Élisabeth – uma apologia da dignidade humana e a expressão do revoltado sentimento de Maupassant perante a injustiça, a torpe ingratidão e o avassalador egoísmo da boa sociedade.

    Com pinceladas rápidas e crítica mordaz, Maupassant faz-nos um retrato de uma humanidade que tanto pode ser amável e generosa, como cínica e cruel.

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    𓂃🖊 Prefácio de José Saramago.

  • Armance

    Armance

    Stendhal

    6,00 

    Armance de Stendhal.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 249 págs. B.

    Stendhal, autor de Vermelho e Negro e de A Cartuxa de Parma, não obteve qualquer sucesso quando publicou Armance em 1827. Mas, sendo o seu primeiro romance, Armance marca desde logo a superioridade literária do escritor na medida em que, ao invés de optar por soluções fáceis de escrita, Stendhal inclina-se para o leitor dado a certos esforços de reflexão. Percursor do Romantismo, com os seus personagens Octávio de Malivert e Armance de Zohiloff a prosseguirem para um destino trágico e fatal — tendo, no entanto, todas as condições para alcançarem a felicidade —, Stendhal evidencia a distância que o homem tem vindo a interpor entre a alma e a felicidade.

    📖 Exemplar por abrir

  • Anjo de Miss Garnet, O

    Anjo de Miss Garnet, O

    Salley Vickers

    7,00 

    Anjo de Miss Garnet de Salley Vickers.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2001, 312 págs. E.

    Após a morte da amiga Harriet, Miss Julia Garnet, professora reformada, instala-se por seis meses em Veneza. A beleza da cidade transforma a sua reserva inglesa: apaixona-se por Carlo, conhece o jovem Nicco e dois gémeos que restauram a Capela da Peste. Ao descobrir painéis sobre Tobias e o Anjo, Julia refaz a sua própria história de perda e redenção, enquanto um anjo pintado — e um dos gémeos — desaparecem misteriosamente. Nada é exactamente o que parece.

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  • Ana Cristina de Eugene O’Neill

    Ana Cristina

    Eugene O’Neill

    6,00 

    Ana Cristina de Eugene O’Neill.
    Livraria Popular Francisco Franco. Lisboa, 1944, 139 págs. B.

    Anna Christie, filha de um velho capitão de barcaça chamada Chris, viveu separada do pai desde criança e passou por uma vida difícil, que inclui prostituição. Quando Anna aceita juntar-se ao pai no seu barco, conhece Mat, um marinheiro com quem inicialmente se desentende, mas acaba por se apaixonar. Anna decide revelar o seu passado turbulento, enfrenta o julgamento de Mat e do pai, e procura redimir-se. No final, o amor e a reconciliação triunfam: Anna abandona a prostituição e é aceite para casar com Mat, enquanto Chris dá o seu apoio à união.

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  • Agentes da Inocência

    Agentes da Inocência

    David Ignatius

    7,00 

    Agentes da Inocência de David Ignatius
    Bertrand Editora. Lisboa, 2008, 479 págs. B.

    Num universo de falsas alianças, traições e morte, onde tudo se conjuga para a perpetuação do terrorismo, Tom Rogers, um agente da CIA, infiltrase numa força de elite palestiniana, estabelecendo um acordo secreto com um jovem agente dos serviços secretos da Fatah.

    David Ignatius, ex-correspondente do Wall Street Journal no Médio Oriente, escreve com toda a ferocidade acerca deste assunto, exímio conhecedor da sua complexidade. O ritmo que impõe, o enredo e a profundidade que surge em cada personagem criam um romance de espionagem de enorme poder. O livro que o consagrou como um dos mestres da literatura de espionagem da actualidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vingança Perfeita de Holly JacksonVingança Perfeita de Holly Jackson

    Vingança Perfeita

    Holly Jackson

    7,50 

    Vingança Perfeita de Holly Jackson.
    Editorial Presença. Lisboa, 2022, 415 págs. B.

    A muito aguardada conclusão de O Homicídio Perfeito. Preparem-se para um final surpreendente.
    Está na altura de Pip ir para a universidade, mas o desfecho daquela investigação não lhe sai da cabeça. Sim, ela está habituada a receber ameaças de morte online desde que o seu podcast de true crime se tornou viral, mas há uma pessoa em concreto, anónima, na qual ela repara, pois não para de lhe perguntar: Quem te vai procurar quando fores tu a desaparecer?

    As ameaças aumentam e Pip percebe que tem mesmo alguém a segui-la. E depois começa a encontrar semelhanças entre o seu perseguidor e um assassino em série que foi apanhado naquela mesma zona, há seis anos. Será que prenderam o homem certo? Não estará ele, afinal, solto e… a persegui-la?

    Para variar, a polícia não quer fazer nada. Pip só tem uma saída: tem de ser ela a encontrar o suspeito, antes que ele a transforme na sua próxima vítima. É um jogo de vida ou de morte, o que Pip inicia, e tudo começa a fazer sentido, mas… se ela não conseguir encontrar todas as respostas a tempo, adivinhem quem vai, desta vez, desaparecer…

    Quando terminarem esta trilogia, lembrem-se: as boas raparigas nem sempre são… bem, nem sempre são o que pensamos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vagabundos de Maxim GorkiVagabundos

    Vagabundos, Os

    Maxim Gorki

    10,00 

    Vagabundos de Maxim Gorki.
    Editorial Inova. Porto, s.d., 2 vols. B.

    «Os vagabundos» ocupa, na obra de Gorki, uma posição explicativa: Gorki, criou, literariamente, o vagabundo. Não se pode associar aos nomes de Hansum, ou de Dickens, ou de Vítor Hugo. O vagabundo de Gorki é um tipo à parte: o bossiak, um equivalente eslavo do clochard francês. Foi o exotismo do tipo que primeiro chamou a atenção para o jovem autor. Introduzia-se, na literatura, um novo mundo, uma nova visão das coisas. O que é, afinal, um bossiak? Uma rápida consulta à Rússia medieval, a qual se prolongaria até 1817, denunciaria o quadro social do grande país euroasiático. De um lado, uma nobreza de importação, cópia barata e servil de outras nobrezas, uma corte que parodiava Versalhes, uma administração que via, nos administrados, tão-somente, um cadastro de pagadores de impostos. Do outro, o camponês, o mujique, o povo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Terceira Visão de Lobsang Rampa

    Terceira Visão, A

    Lobsang Rampa

    6,00 

    Terceira Visão de Lobsang Rampa.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., 243 págs. E.

    A Terceira Visão narra as vivências de T. Lobsang Rampa, lama médico acompanhante e porta-voz do XIII Dalai Lama tibetano. Ainda menino, Rampa fora enviado para o Lamastério Chakpori, templo da medicina tibetana, onde iniciou o domínio das faculdades psíquicas e espirituais desenvolvidas pelos lamas. O livro descreve rituais sagrados, a superação dos limites do corpo físico e experiências de projecção astral. Numa cerimónia secreta, também detalhada no livro, Rampa foi submetido a uma cirurgia de abertura da terceira visão, que possibilitou a expansão da sua capacidade psíquica a ponto de permiti-lo enxergar a aura de qualquer pessoa, identificar as suas encarnações passadas e futuras, os seus pensamentos e desejos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Sétima Praga de James RollinsSétima Praga

    Sétima Praga

    James Rollins

    7,50 

    Sétima Praga de James Rollins.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2017, 503 págs. B.

    Dois anos depois de desaparecer no deserto do Sudão, o professor Harold McCabe aparece a cambalear saído das areias do deserto, mas morre antes de contar o que aconteceu. A autópsia revela que alguém tinha começado a mumificar o professor em vida. Não tarda que todos os médicos envolvidos na autópsia adoeçam e morram, e uma estranha doença arrasa o Cairo. Painter Crowe, diretor da Força Sigma, é chamado a agir. O professor McCabe desapareceu enquanto procurava vestígios das dez pragas de Moisés. Será que as pragas estão a ganhar vida de novo? A filha do arqueólogo, Jane McCabe, ajudará a desvendar o mistério que remonta a milénios atrás. A Força Sigma terá de enfrentar uma ameaça do passado tornada possível pela ciência moderna, e que poderá causar uma vaga de pragas que pode matar todos os seres humanos.

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  • Sepulcro de Kate MosseSepulcro

    Sepulcro

    Kate Mosse

    7,50 

    Sepulcro de Kate Mosse.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 654 págs. B.

    Meredith Martin chega a Domaine de la Cade para fazer uma pesquisa para a biografia de Claude Debussy. Mas tem o desejo de descobrir as origens da sua família, que remontam à região. As únicas chaves que tem são a velha partitura de piano, as fotos antigas que a sua mãe lhe deixou e as cartas em que nunca acreditou. De imediato é cativada pela trágica história da casa, que se diz ser assombrada, e pelo destino de Léonie Vernier – uma jovem que em 1981 rumou a Domaine de la Cade com o seu irmão e que em 1987, no dia de Todos-os-Santos, desaparece sem deixar vestígios. Nessa mesma noite, numa pequena aldeia do vale, um sacerdote idoso e recluso é brutalmente assassinado. As únicas ligações entre os dois acontecimentos são a música fantasmagórica que paira no ar nos antigos bosques da montanha e a carta de tarot colocada na mão do morto: a carta XV, O Diabo. Os assassinos nunca foram julgados e o corpo de Léonie nunca apareceu. Quando Meredith vê um antigo túmulo escondido dentro do recinto e ouve a música fantasmagórica que ecoa durante a noite, percebe que a história das cartas está longe de estar morta e enterrada. Contra a sua vontade, vê-se numa corrida contra o tempo, tanto para encontrar o tarot de Vernier como para solucionar o antigo mistério do desaparecimento de Léonie, sem se tornar ela própria a mais recente vítima.

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  • Salvo-Conduto de Boris Pasternak

    Salvo-Conduto

    Boris Pasternak

    5,00 

    Salvo-Conduto Boris Pasternak.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 212 págs. B.

    Apesar de ter tido uma longa e proveitosa carreira como poeta futurista – ‘A minha irmã, a vida’, ou ‘O Segundo Nascimento’ -, Boris Pasternak (1880-1960) será recordado pelo seu censurado romance ‘Dr. Jivago’, uma epopeia sobre o fim da Rússia czarista e o triunfo e posterior desencanto da Revolução bolchevique. Condenado ao silêncio pelos organismos públicos soviéticos, dedicou-se a traduzir Goethe, Shakespeare e os poetas georgianos. A sua situação agravou-se quando lhe foi outorgado o Prémio Nobel de Literatura, ao qual as autoridades soviéticas o obrigaram a renunciar.

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  • Rapariga Que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um FósforoRapariga Que Sonhava de Stieg Larsson

    Rapariga Que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo

    Stieg Larsson

    7,50 

    Rapariga Que Sonhava com uma Lata de Gasolina e um Fósforo de Stieg Larsson.
    Oceanos. Lisboa, 2012, 611 págs. B.

    Neste segundo volume da trilogia Millennium, Lisbeth Salander é assumidamente a personagem central da história ao tornar-se a principal suspeita de dois homicídios. A saga desenvolve-se em dois planos que se complementam e só a solução do primeiro mistério trará luz ao segundo:  Há que encontrar os responsáveis pelo tráfico de mulheres para exploração sexual para se descobrir por que razão Lisbeth Salander é perseguida não só pela polícia, mas por um gigante loiro de quem pouco se sabe.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.