• Focus de Arthur Miller

    Focus

    Arthur Miller

    5,00 

    Focus de Arthur Miller.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1957, 324 págs. B.

    Um reticente gerente de pessoal que vive com sua mãe, Newman compartilha preconceitos de seu tempo e de seus vizinhos – e nem uma mulher hispânica abusada do lado de fora de sua janela nem a perseguição ao dono da loja judeu de quem ele compra seu jornal são da sua conta. Até que Newman começa a usar óculos e outros começam a confundi-lo com um judeu.

    📝 Assinatura de posse.

  • Fim da Aventura de Graham Greene

    Fim da Aventura

    Graham Greene

    5,00 

    Fim da Aventura de Graham Greene.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1958, 288 págs. B.

    A ligação amorosa do romancista Maurice Bendrix com Sarah começara em Londres, durante o Blitz.
    Um dia, inexplicavelmente e sem aviso, Sarah interrompeu a relação.
    Parecia impossível que houvesse um rival no coração de Sarah. Mesmo assim, dois anos depois, levado por um ciúme e uma dor obsessivos, Bendrix contrata Parkis, um detective privado, para seguir Sarah e descobrir a verdade.

    Este misterioso relato de uma aventura de amor e do seu místico fim, narrado por Greene de forma magistral, foi levado ao cinema por Neil Jordan, com Ralph Fiennes, Julianne Moore e Stephen Rea nos principais papéis.

    📝 Assinatura de posse.

  • Estranho no meu Jardim de Sara Alexi

    Estranho no meu Jardim, Um

    Sara Alexi

    7,00 

    Um Estranho no meu Jardim de Sara Alexi.
    Edições ASA. Porto, 2016, 302 págs. B.

    Numa remota aldeia da Grécia, há uma casinha em ruínas. É aí que JULIET se prepara para começar uma nova vida, longe do frenesim dos seus dias em Inglaterra. Está só, é verdade, mas acredita não precisar de mais ninguém. Está na hora de pensar em si.
    Mas o seu novo jardim encontra-se num estado deplorável. À volta da velha oliveira, sob um denso manto de ervas daninhas, acumulam-se os despojos de vidas passadas. Contrariada, Juliet rende-se às evidências: vai mesmo precisar de ajuda…

    AAMAN não queria estar na Grécia. Queria estar no seu país, o Paquistão, junto dos seus. Mas foi para os ajudar que decidiu partir em busca de uma vida melhor. Queria ser um herói. Porém, dormir ao relento e passar os dias à procura de biscates, à mercê da hostilidade de todos, nada tem de heróico. E tão-pouco conseguiu amealhar dinheiro. Nem sequer sabe quando comerá a próxima refeição.

    Quando Juliet contrata Aaman, não lhe passa pela cabeça que tenham algo em comum. Aos olhos do mundo, são dois estranhos, separados pela cor da pele, a tradição e as crenças. Mas, apesar das enormes diferenças culturais, há algo de universal a uni-los. Intimamente, partilham sonhos, receios e afetos. Porém, há muito que os olhos do mundo traçaram barreiras, e estas são muito mais poderosas do que eles poderiam imaginar.
    Um romance inesquecível, que aborda dois temas fundamentais: o dos “indesejados” imigrantes ilegais, mas também o da universal capacidade humana de amar o próximo

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estepe de Anton Tchekov

    Estepe, A

    Anton Tchekov

    5,00 

    A Estepe de Anton Tchekov
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 221 págs. B.
    Colecção: 50 Obras-Primas da Literatura Universal | 1
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Álvaro Duarte de Almeida

    Uma das obras-primas de Anton Tchekoff que, ao mesmo tempo, é umas das obras-primas da novelística de todos os tempos, nela sobressaem as extraordinárias faculdades de paisagista, de narrador, de intérprete dos profundos estados de alma e de dialogador inexcedível.

    Anton Tchekoff (1860-1904) é uma das grandes figuras da literatura russa, digno de ombrear com um Tolstoi e um Dostoiewski.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Eleito de Thomas Mann

    Eleito, O

    Thomas Mann

    6,00 

    O Eleito de Thomas Mann.
    Vega. Lisboa, 2017, 218 págs. B.

    Refundição da lenda de São Gregório, o Édipo cristão, outrora fixada por Hartmann von Aue numa epopeia medieval. Nascido do incesto, recai no pecado como no vício, e após longa penitência chega a Papa. Esta fábula, cujo herói é o santo, denuncia a necessidade perversa do pecado no círculo cristão. Todo o homem, nascido do pecado original, entre as fezes e as urinas (Santo Agostinho), e do âmnio terrivelmente carnal, tem a possibilidade e o dever de se redimir e de se elevar espiritualmente ao divino, consagrando o estatuto de semi-deidade que lhe é competido neste mundo. Thomas Mann, um dos maiores escritores do nosso tempo, distinguido com o Prémio Nobel em 1929, revela aqui uma acutilante penetração da ideologia cristã e dos mais profundos mitos humanos, evidentemente traumáticos e pujantes.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Corações em Silêncio de Nicholas Sparks

    Corações em Silêncio

    Nicholas Sparks

    7,00 

    Corações em Silêncio de Nicholas Sparks.
    Edições ASA. Alfragide, 2016, 365 págs. B.

    Taylor McAden é bombeiro voluntário e está habituado a enfrentar o perigo. Perante incêndios devastadores e acidentes fatais, não hesita em arriscar a vida para salvar o próximo. É apenas na intimidade que ele não assume riscos. As suas relações amorosas são intensas mas passageiras. Por isso, quando o carro de Denise Holton se despista e Taylor a salva, os dados estão lançados para mais uma breve paixão.
    Mas a terrível dimensão do acidente só é revelada quando Denise recupera e pergunta pelo filho. Afinal, ela não seguia sozinha no carro. Kyle, de quatro anos e com dificuldades de aprendizagem, desapareceu.

    As buscas pelo menino começam de imediato, numa operação que se revelará diferente de todas as outras. Por uma vez, Taylor terá de dar mais do que a sua força física. Terá de ganhar o único tipo de coragem que nunca teve, a coragem de amar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Confissões de Santo Agostinho

    Confissões

    Santo Agostinho

    5,00 

    Confissões de Santo Agostinho.
    Público. Porto, 2010, 446 págs. B.   

    «Talvez que a mais profunda actualidade de Agostinho resida, justamente, no seu fantástico e sublime anacronismo. Queremos dizer, na sua incompatibilidade profunda – ao menos na aparência – com a pulsão cultural que domina hoje não apenas o Ocidente mas o mundo inteiro.» – Eduardo Lourenço

    📘 Plastificado de origem

  • Cisnes Selvagens

    Cisnes Selvagens

    Jung Chang

    7,50 

    Cisnes Selvagens de Jung Chang.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2007, 517 págs. B. Il.

    Jung Chang decidiu escrever a história da sua família como parte da história da própria China. Começou com a avó, Yu Fang, que aos 15 anos de idade, em 1924, foi obrigada por seu pai a casar-se com um general que já tinha três outras mulheres. Esse era um tempo em que as mulheres ainda eram obrigadas a esmagar e manter amarradas as articulações dos pés, para que seu andar fosse tão gracioso como o movimento dos cisnes nas águas de um lago tranquilo. O resultado é Cisnes Selvagens, um romance fascinante e poderoso, que atravessa três gerações de mulheres de uma família que viveu o entusiasmo, a repressão, a violência e a degradação do regime chinês e do maoísmo. Tendo vendido mais de 80 000 exemplares em Portugal, a Quetzal orgulha-se de relançar esta obra fundamental para compreender a Revolução Cultural chinesa e o regime violento e opressivo que não sobreviveu a Mao Tse Tung, de que Jung Chang também escreveu uma biografia inovadora e polémica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cem Anos de Solidão

    Cem Anos de Solidão

    Gabriel García Marquez

    6,00 

    Cem Anos de Solidão de Gabriel García Marquez.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1988, 328 págs. B.

    «Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.» Com estas palavras – tão célebres já como as palavras iniciais do Dom Quixote ou de À Procura do Tempo Perdido – começam estes Cem Anos de Solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Marquez como um dos maiores escritores do nosso tempo. A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Baudolino de Umberto Eco

    Baudolino

    Umberto Eco

    10,00 

    Baudolino de Umberto Eco.
    DIFEL. Lisboa, 2007, 470 págs. B.

    Na zona do baixo Piemonte onde, anos depois, virá a surgir Alexandria, Baudolino, um pequeno camponês fantasioso e aldrabão, conquista o imperador Frederico Barbarroxa e torna-se seu filho adoptivo. Baudolino vai fabulando e inventando mas, quase por milagre, tudo o que imagina produz História. Assim, entre outras coisas, constrói a mítica epístola do Prestes João, que prometia ao Ocidente um reino fabuloso, no longínquo Oriente, governado por um rei cristão, que abalou a fantasia de muitos viajantes sucessivos, incluindo Marco Polo…
    …A história de um crime impossível, um conto fantástico, teatro de invenções linguísticas hilariantes, este livro celebra a força do mito e da utopia…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bairro de Lata de John Steinbeck

    Bairro de Lata

    John Steinbeck

    5,00 

    Bairro de Lata de John Steinbeck
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1958, 225 págs. B.
    Colecção: Sucessos Literários | 7

    Cannery Row, em Monterey, na Califórnia, é um pobre bairro costeiro, de poucos quarteirões, onde se acumulam fábricas de enlatar sardinhas, restaurantes de má qualidade, bordéis e mercearias atravancadas. Os seus habitantes, dependendo da frincha pela qual se espreita, são prostitutas e batoteiros, mártires e homens bons, cujas histórias encerram lições de sobrevivência. É entre eles que se encontra o jovem biólogo marinho que todos tratam por Doutor, que aí conjuga o trabalho de recolha e análise dos animais da baía com o melancólico acompanhamento das almas infelizes – e que inesperadamente acabará por encontrar a verdadeira felicidade. Publicado pela primeira vez em 1945 e inspirado pelos habitantes reais de Monterey, Bairro da Lata é um romance onde John Steinbeck recupera o cenário do seu primeiro grande êxito, O Milagre de São Francisco, escrevendo com um misto de humor e comoção sobre a aceitação da vida como ela é, no seu jogo entre um sentido de comunidade e a solidão da existência, entre a tragédia e a generosidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Amor na Cornualha de Liz Fenwick

    Amor na Cornualha

    Liz Fenwick

    7,00 

    Amor na Cornualha de Liz Fenwick.
    Quinta Essência. Alfragide, 2014, 316 págs. B.

    Fugir no dia do próprio casamento nunca parece bem.
    Quando a pressão do futuro casamento se torna demasiada, Jude foge da igreja, deixando um bom homem no altar, a sua mãe furiosa e os convidados com mexericos suficiente para durar um ano.
    Culpada e envergonhada, Jude foge para Pengarrock, uma mansão em ruínas na Cornualha, no cimo de uma falésia, onde aceita um emprego a catalogar a extensa biblioteca da família Trevillion. A casa é um refúgio bem-vindo para Jude, cheia de história e segredos, mas quando seu novo proprietário chega, torna-se claro que Pengarrock não é amada por todos.
    Quando Jude sucumbe ao feitiço da casa, descobre um enigma familiar decorrente de uma terrível tragédia que teve lugar séculos antes: ao que parece, há algures um tesouro perdido. E quando Pengarrock é posta à venda, parece que o tempo está a esgotar-se para a casa e para Jude…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Além Bem e do Mal de Friedrich Nietzsche

    Além Bem e do Mal 

    Friedrich Nietzsche

    5,00 

    Além Bem e do Mal de Friedrich Nietzsche.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1990, 207 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 531

    «Supondo ser a verdade uma mulher…»

    Do prefácio às últimas páginas, «Além do Bem e do Mal é Incendiado por uma palxão que se exprime numa linguagem de metáfora poética.

    E, no entanto, é filosofia. E, como tal, é uma das obras mais bem sucedidas de Nietzsche. Cobre praticamente toda a gama dos seus interesses filosóficos e desmente a sua estrutura aforística com um sistema brilhantemente Idiossincrático de lógica e ligações linguísticas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Vigésima Quinta Hora de V. Gheorghiu

    Vigésima Quinta Hora

    V. Gheorghiu

    7,50 

    A Vigésima Quinta Hora de V. Gheorghiu.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 420 págs. E.
    𓂃🖊 Tradução de Vitorino Nemésio

    Escrito durante o cativeiro do autor — preso pelas tropas americanas no fim da Segunda Guerra Mundial —, “A 25ª hora” conta a história de Iohann Moritz, um camponês romeno que é equivocadamente denunciado como judeu por um polícia que lhe cobiça a esposa. Moritz cai nas garras dos nazis, iniciando um périplo por diversos campos de concentração da Europa. Ao fugir com outros presos para a Hungria, país “onde a vida é menos dura para os judeus”, acaba detido como espião romeno e é torturado. Deportado para a Alemanha, na condição de “trabalhador húngaro voluntário”, é examinado por um médico nazi que o considera um espécime excepcional da linhagem ariana. Ambientado num cenário irrespirável, “A 25ª a hora” revela-se uma condenação não só do nazismo, como de todo tipo de totalitarismo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Véu Pintado, O

    Véu Pintado, O

    W. Somerset Maugham

    7,50 

    O Véu Pintado de W. Somerset Maugham.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 224 págs. E.

    Kitty sente-se prisioneira de um casamento infeliz e de um estilo de vida que está longe de ser aquele que sonhou para si. Sem que tivesse obtido a notoriedade social que desejava e afastada do seu país e da família devido à profissão do marido – bacteriologista destacado para Hong Kong -, a jovem acaba por encontrar algum consolo numa relação extraconjugal. Mas a traição acaba por ser descoberta pelo marido, que leva a cabo uma estranha e terrível vingança…

    Através do despertar espiritual da adorável e fútil Kitty, Somerset Maugham pinta um retrato vívido da presença britânica na China e apresenta-nos uma galeria de personagens inesquecíveis.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Último dos Padrinhos de Mário Puzo

    Último dos Padrinhos, O

    Mário Puzo

    6,00 

    O Último dos Padrinhos de Mário Puzo.
    Quetzal Editores. Lisboa, 1996, 476 págs. B.

    Don Domenico Clericuzio, um padrinho da Máfia está a ficar velho. Antes de morrer, pretende legitimar os negócios da sua Família e fazê-la integrar-se na sociedade americana. Vinte e cinco anos mais tarde, o seu neto Dante e o sobrinho-neto Cross, assumem a liderança e o velho Clericuzio, agora com oitenta anos, está afastado das lides. Cross, que detém um casino em Las Vegas, é tido como o homem forte da família. Porém, quando se recusa a compactuar com o homicídio de um velho amigo, é afastado pelo seu primo Dante, um homem ambicioso e sem escrúpulos, que não olhará a meios para alcançar o poder absoluto.
    O único obstáculo para se tornar tão forte como o velho Clericuzio é Cross, que rapidamente se torna um alvo a abater. Contudo, este antecipa-se ao primo e mata-o. Disposto a aceitar a vingança do velho padrinho pelo assassinato do seu neto, Cross fica bastante surpreendido quando percebe que Clericuzio decidiu poupar-lhe a vida…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.