• Ninfomaníacas e Outros de Irving Wallace

    Ninfomaníacas e Outros

    Irving Wallace

    5,00 

    Ninfomaníacas e Outros de Irving Wallace
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 620 págs. B.
    Colecção: Contemporânea | 125

    Com o seu raro poder de narrativa que tem fascinado milhões de leitores em todo o mundo (os seus livros foram publicados em 27 países), o autor relata-nos as histórias verídicas de umas dezenas de mulheres que desafiaram as regras sociais da sua época, do ponto de vista sexual, político e intelectual. Este livro pode ser considerado um magnifico tour de force, um livro que ultrapassa largamente a descrição das inacreditáveis aventuras  das mais ousadas personalidades femininas que a História conheceu para nos desvendar algumas aspectos muito curiosos da vida, do amor e do casamento e da mentalidade feminina em geral.

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  • Navio Dentro da Cidade de André Kedros

    Navio Dentro da Cidade

    André Kedros

    5,00 

    Navio Dentro da Cidade de André Kedros
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1969, 200 págs. E.
    Colecção: Biblioteca Europa-América | 6

    Num tempo suspenso entre a opressão e o despertar, um navio misterioso ancora onde não deveria: no coração de uma cidade.
    A partir deste cenário improvável, desenrola-se uma narrativa densa, onde os silêncios dizem tanto quanto as palavras e os gestos simples carregam o peso da resistência. Com uma escrita contida e poderosa, André Kedros oferece-nos um retrato inquietante de vidas marcadas pela espera, pelo medo e pela esperança.
    O Navio Dentro da Cidade não é apenas uma metáfora — é um convite à reflexão sobre o que permanece imóvel enquanto tudo à volta ameaça ruir.

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  • Música de Praia de Pat Conroy

    Música de Praia

    Pat Conroy

    6,00 

    Música de Praia de Pat Conroy.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1996, 585 págs. B.

    Da placidez eterna de Roma às areias cálidas da Carolina do Sul, o passado e o presente de um homem que ateima em procurar na memória a verdade crua e derradeiramente libertadora.

    Música de Praia é uma narrativa empolgante, sensível, profunda e poderosa, uma viagem inesquecível e reveladora dos mais recônditos segredos do coração humano.

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  • Mulherzinhas de Louisa May Alcott

    Mulherzinhas

    Louisa May Alcott

    6,00 

    Mulherzinhas de Louisa May Alcott.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1995, 284 págs. B.
    Colecção: Clássicos | 29

    As irmãs Meg, Jo, Beth e Amy conhecem algumas dificuldades depois da partida do seu pai para a guerra e dos problemas económicos que a família enfrenta. Mas o espírito lutador e de união que reinam naquele lar ajudam-nas a seguir em frente.

    Quer em casa quer nas relações com os amigos e vizinhos, elas conseguem surpreender e continuar e ser fiéis aos seus sonhos, vivendo cada dia com esperança e boa-disposição.

    Uma história em que o amor e a coragem se revelam mais fortes do que todas as dificuldades que estas quatro raparigas, juntamente com a sua mãe, têm de enfrentar.

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  • Mulheres do Coro de Chilbury de Jennifer Ryan

    Mulheres do Coro de Chilbury

    Jennifer Ryan

    7,50 

    Mulheres do Coro de Chilbury de Jennifer Ryan.
    Editorial Presença. Queluz de Baixo, 2019, 405 págs. B.

    Kent, 1940. Chilbury, uma idílica povoação inglesa, vê os seus homens – maridos, filhos, irmãos – partirem para a guerra. Entregues a si próprias, as mulheres da aldeia confrontam-se com uma outra batalha: salvar o coro local que o pároco decidiu encerrar, para, através do canto, desafiarem o grande conflito que se trava na Europa. e com esse objetivo juntam-se à carismática Miss Primrose Trent, professora de música recém-chegada a Chilbury.

    Entre elas, destacam-se Mrs. Tilling, uma viúva tímida; Venetia, a sedutora da aldeia; Silvie, a jovem refugiada judia; Edwina, uma parteira pouco escrupulosa que procura fugir de um passado sórdido. Bisbilhotices, ciúmes, medos, angústias, amores secretos marcam este romance inspirador e profundamente comovente que explora o modo como uma pequena comunidade consegue enfrentar as vicissitudes e os horrores de uma guerra violenta e destruidora.

    Entre risos e lágrimas, e inspirando-se nas prodigiosas histórias que lhe contava a avó, que viveu no período da 2ª Guerra Mundial, numa pequena aldeia de Kent, Jennifer Ryan explora as almas deste coro que nenhum leitor jamais irá esquecer.

    Um pequeno tesouro, inteligente e com um humor tipicamente britânico.

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  • Menina de Kiev de Luca Crippa

    Menina de Kiev, A

    Luca Crippa

    7,50 

    A Menina de Kiev de Luca Crippa e Maurizio Onnis.
    Editorial Presença. Lisboa, 2022, 223 págs. B.

    Passada no coração da guerra na Ucrânia, esta história lembra-nos de que a esperança só existe, verdadeiramente, quando há também coragem.

    Alisa é uma menina de dez anos que mora com o pai, Semyon, e a mãe, Polina, num prédio nos arredores de Kiev. Nos telejornais, as notícias pioram a cada dia, mas ninguém quer acreditar que os russos vão mesmo atacar a capital. Nem Olexandr, o avô de Alisa. Sim, ele não quer acreditar, porque tem idade suficiente para se lembrar das histórias da Segunda Guerra Mundial, e não entende como pode essa tragédia repetir-se no coração da Europa. É sobre isto que a família de Alisa conversa na noite de 23 de fevereiro. Até ao momento em que um enorme barulho inunda o céu, as ruas e as casas de Kiev, e a noite parece partir-se em mil pedaços.

    Alisa acorda de repente, tomada por um terror brutal, sem saber o que pensar ou sentir. Que está a acontecer? Terá a guerra chegado finalmente à cidade que a viu crescer? Estará o horror ali, à porta de casa, a espreitar pela janela do seu quarto?

    Baseada em factos reais, esta é a comovente história de uma menina, Alisa, e da sua família, no seio do conflito russo-ucraniano; uma história que representa a de milhares de famílias. Aqui, o medo, a fuga e os piores momentos são a antecâmara da história de resiliência, coragem, esperança e amor verdadeiros, que Alisa simboliza para todos nós. Como ela, queremos a paz, de todo o coração, e continuamos a querer acreditar na bondade do ser humano – uma e outra vez, sempre.

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  • Lua é um Romance de Fatoumata Kebe

    Lua é um Romance, A

    Fatoumata Kebe

    6,00 

    A Lua é um Romance: Histórias, mitos e lendas de Fatoumata Kebe
    Guerra e Paz. Lisboa, 2021, 143 págs. B.

    Todos os segredos e todas as faces escondidas da Lua

    O mais antigo calendário lunar foi pintado há 18 mil anos, pelos primeiros artistas do Paleolítico, nas cavernas de Lascaux. Até onde a memória escrita do Homem nos permite conhecer, a Lua esteve sempre presente.

    Uma cientista, a astrónoma francesa Fatoumata Kebe, tão apaixonada pela Lua que espera a sua vez de integrar uma viagem espacial, revisita todos os mitos e narrativas e mostra-nos como a Lua continua a acompanhar a Humanidade, a Lua muda de forma, de cor, faz subir o oceano, crescer as plantas e dançar os diabretes.

    Deusa ou deus, desde sempre que a veneramos e escutamos. A Lua fala. Ela dita o tempo. O tempo que passa, o tempo que faz. Ela ritma e conduz a vida da humanidade.

    Neste livro, com ajuda da ciência, a Lua ganha ainda mais em beleza, esplendor e lenda. A Lua é mesmo um romance.
    Ou de como, falando da Lua, também se fala de tartarugas bebés, das marés, do nosso corpo e do nosso espírito.

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  • Louca por Compras de Sophie Kinsella

    Louca por Compras

    Sophie Kinsella

    7,00 

    Louca por Compras de Sophie Kinsella.
    Livros d’ Hoje. Alfragide, 2009, 351 págs. B.

    Quando as coisas se descontrolam – os descontrolados vão às compras. Rebecca Bloomwood é louca por compras, está enterrada de dívidas até aos ossos e passa o tempo a tentar escapar ao seu gerente de conta. A sua única esperança é tentar ganhar mais e gastar menos. O seu único consolo é comprar alguma coisa – só mais uma coisinha…

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  • Lobo das Estepes de Herman Hesse

    Lobo das Estepes, O

    Herman Hesse

    7,50 

    Lobo das Estepes de Herman Hesse.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2023, 266 págs. B.

    Originalmente publicado em 1929, O Lobo das Estepes continua a marcar a nossa alma como um clássico da literatura moderna.
    Harry Haller é o lobo das estepes: selvagem, estranho, tímido e alienado da sociedade.
    O seu desespero e desejo pela morte atraem-no para um submundo encantado e sombrio. Através de uma série de encontros obscuros – alternadamente românticos, bizarros e selvagens – o misantropo Haller começa gradualmente a redescobrir os sonhos perdidos da sua juventude.
    Este retrato acelerado de um homem que se sente ele próprio meiohumano, meio-lobo tornou-se a bíblia da contracultura da década de 1960, capturando o humor de uma geração descontente e continua, até hoje, a ser uma história de alienação e redenção humana.

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  • Livraria em Tempos de Guerra de Alan Hlad

    Livraria em Tempos de Guerra

    Alan Hlad

    8,00 

    Livraria em Tempos de Guerra de Alan Hlad.
    Planeta Editora. Lisboa, 2023, 398 págs. B.

    Inspirado em histórias verídicas de bibliotecários espiões na Segunda Guerra Mundial, o novo livro do autor de Um Longo Caminho para Casa – um best-seller internacional – transporta os leitores da Biblioteca Pública de Nova Iorque para uma livraria em Lisboa, numa história extraordinária e apaixonante.

    1942. Com o resultado da guerra em suspenso, Maria, especialista em microfilmes da Biblioteca Pública de Nova Iorque, com treino em espionagem, é enviada para Lisboa, capital de um país declarado neutro. A sua missão: fotografar livros, manuais técnicos e todas as publicações alemãs, de forma a reunir e enviar para Londres informações sobre a localização das tropas e armamento e sobre os planos militares dos alemães.

    Cada pedaço de informação pode ser crucial. Maria conta com a ajuda de Tiago Soares, um corajoso e honrado dono de uma livraria em Lisboa, com a sua própria missão secreta: fornecer passaportes e vistos falsos a refugiados judeus para que possam escapar dos nazis.

    É na livraria de Tiago que Maria encontra um livro grosso, encadernado em couro, que se vai revelar crucial: A Herança Industrial da Alemanha. À medida que Maria e Tiago se aproximam, qualquer futuro entre os dois é posto em causa, quando os superiores de Maria lhe pedem para se fazer passar por agente dupla, e fornecer informações erradas a Lars Steiger, um rico banqueiro suíço e simpatizante nazi que faz a lavagem do ouro de Hitler.

    Ganhar a confiança de Lars levará Maria ao coração do círculo íntimo do Führer e dar-lhe-á a oportunidade de mudar o curso da guerra. Isto, se ela estiver disposta a correr riscos tão grandes, como as possíveis recompensas…

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  • Júlio César de William Shakespeare

    Júlio César

    William Shakespeare

    6,00 

    Júlio César de William Shakespeare.
    Lello & Irmão Editores. Porto, 1988, 207 págs. B.

    Júlio César quer o poder numa Cidade que sabe estar minada pela podridão, pela intriga, pela alienação. A Tragédia de Júlio César, título com que a peça nos aparece na sua primeira edição, é a tragédia de quem assume o poder sabendo que não pode ser justo quem governa um mundo injusto, e assim se condena à morte. Por ambição, como dizem os honestos? Não importa. Quem quiser reinar num mundo injusto terá de ser tirano. E por ser tirano será abatido. E sendo abatido dará lugar a nova tirania, mais injusta do que a sua, numa Cidade que o terá abatido menos para se purificar que para esconjurar uma culpa que é incapaz de reconhecer. Mais do que a tragédia de um homem ou a tragédia do poder, A Tragédia de Júlio César é a tragédia da própria Cidade, da própria vida política de todos os seus cidadãos. Júlio César é a tragédia de Roma. E Roma é a Cidade, é a vida em comum dos homens.

    📖 Exemplar por abrir

    Peso: 220

  • Irresistível Big Buick

    Irresistível Big Buick

    Erskine Caldwell

    5,00 

    Irresistível Big Buick de Erskine Caldwell
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 244 págs. B.
    Colecção: Antologia Inquérito | 3

    Antologia de contos de Erskine Caldwell onde o autor “faz ressaltar as virtudes e os defeitos dos americanos do Sul, desenhando-os a claro-escuro sobre um fundo o mais das vezes tenebroso. A decadência, a degradação económica, a patologia dos conflitos de raça e de calsses nessas terras limítrofes da grande democracia americana são a sua matéria-prima” in Prefácio de João Gaspar Simoes.

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  • Um Homem Só de Roger Vailland

    Homem Só, Um

    Roger Vailland

    5,00 

    Um Homem Só de Roger Vailland.
    Editorial Minerva. Lisboa, 1960, 244 págs. B.

    Antigo combatente da Resistência e um dos mais notáveis nomes das letras francesas contemporâneas, começou a escrever tarde, depois da Segunda Guerra Mundial, mas o seu primeiro romance, Drôle de Seu, valeu-lhe o Prix Interallié, em 1945, e a consagração quase instantânea. Um Homem Só, embora integrado na série de romances de guerra – ou antes, é o romance da guerra aberta de um homem com a sua solidão e o ambiente em que definha e sufoca. Afastado do pavo, sua origem, pelas tendências burguesas dos pais, não aceita a burguesia e não é aceite pelo povo. Isola-se, tenta viver à parte e alhear-se dos conflitos dos homens, mas os acontecimentos forçam-no a uma tomada de consciência e a aceitação dá-se através de um acto de coragem. Um Homem Só é, antes de mais nada, um hino ao povo francês – a todos os povos de todos os países, afinal -, a exaltação do seu patriotismo, do seu espírito de sacrifício e do seu exemplo.

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  • Histórias Maravilhosas de Selma Largerlof

    Histórias Maravilhosas

    Selma Largerlof

    6,00 

    Histórias Maravilhosas de Selma Largerlof.
    Editorial Minerva. Lisboa, s.d., 257 págs. B.

    Selma Lagerlöf nasceu a 20 de novembro de 1858, em Mårbacka, na província sueca de Värmland, e aí viria a falecer a 16 de março de 1940. Com uma obra profundamente inspirada nas histórias de encantar e lendas populares do seu país, tornou-se, em 1909, a primeira mulher a ser galardoada com o Prémio Nobel da Literatura e em 1914 foi nomeada membro da Academia Sueca.

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  • História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar de Luís Sepúlveda

    História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar

    Luís Sepúlveda

    5,00 

    História de uma Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar de Luís Sepúlveda.
    Porto Editora. Porto, 2012, 137 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Sabine Wilharm

    Esta é a história de Zorbas, um gato grande, preto e gordo. Um dia, uma formosa gaivota apanhada por uma maré negra de petróleo deixa ao cuidado dele, momentos antes de morrer, o ovo que acabara de pôr.

    Zorbas, que é um gato de palavra, cumprirá as duas promessas que nesse momento dramático lhe é obrigado a fazer: não só criará a pequena gaivota, como também a ensinará a voar. Tudo isto com a ajuda dos seus amigos Secretário, Sabetudo, Barlavento e Colonello, dado que, como se verá, a tarefa não é fácil, sobretudo para um bando de gatos mais habituados a fazer frente à vida dura de um porto como o de Hamburgo do que a fazer de pais de uma cria de gaivota…

    Com a graça de uma fábula e a força de uma parábola, Luis Sepúlveda oferece-nos neste seu livro já clássico uma mensagem de esperança de altíssimo valor literário e poético.

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  • História de um Idiota Contada por Ele Mesmo de Félix de Azúa

    História de um Idiota Contada por Ele Mesmo

    Félix de Azúa

    6,00 

    História de um Idiota Contada por Ele Mesmo ou O Conteúdo da Feliciade de Félix de Azúa.
    Editorial Querco. Lisboa, 1988, 115 págs. B.

    Alguns historiadores qualificam o século XIX de século idiota». Isto é um erro. «Século estúpidos, sem dúvida; dúvida; «século bobos, talvez. A categoria de «idiota» deve, porém, reservar-se para o século XX. Ο protagonista desta novela é um idiota do século XX. Da segunda metade do século XX, para sermos mais exactos; o que implica um grau superior e mais concentrado de idiotia. Vítima da insensatez zoológica do após II Guerra Mundial, o nosso personagem empenha-se numa afanosa investigação da felicidade, que o leva inexoravelmente à ruína. Já ninguém ousa negar que a causa eficiente da actual acefalia planetária tenha sido a esmagadora oferta de felicidade surgida ao longo dos últimos quarenta anos. Em meio século, houve mercado para a felicidade que daria para dez ou doze mil anos. O protagonista deste relato pode ser considerado como um perfeito contemporâneo, precisamente nesse sentido. É um homem monotemático: só a felicidade lhe interessa.

    🖊️ Dedicatória de oferta