• Primeiro Livro de Urizen de William Blake

    Primeiro Livro de Urizen

    William Blake

    6,00 

    Primeiro Livro de Urizen de William Blake.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1983, 67 págs. B.
    Colecção: Gato Maltês | 5

    William Blake escreveu Os Livros de Urizen por volta de 1790, evocando a turbulência intelectual e espiritual das revoluções americana e francesa. Em 1794, foi originalmente publicada, sob o nome de Primeiro Livro de Urizen, uma série de escritos que expressavam a cosmogonia idiossincrática de Blake.

    Primeiro Livro de Urizen, edição bilingue, com tradução e apresentação de João Almeida Flor, é um texto fundamental em que Blake se anuncia como precursor do romantismo.

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  • Pecados de Mãe

    Pecados de Mãe

    Danielle Steel

    6,00 

    Pecados de Mãe de Danielle Steel.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2017, 341 págs. B.

    Todas as mulheres fazem escolhas, e as de Olivia Grayson são verdadeiramente difíceis. Esta mulher bem-sucedida perdeu grande parte da vida dos filhos enquanto construía o seu lendário império no campo da decoração de interiores. Olivia vê-se agora obrigada a enfrentar o passado, a tentar equilibrar o presente e a corrigir os seus erros na medida do possível, não deixando contudo de gerir o seu negócio. A viagem de sonho em família num luxuoso iate pelo Mediterrâneo é organizada com a intenção de recompensar os filhos pelas suas ausências.

    Mas reunir filhos, noras, genros e netos traz sempre surpresas, por mais encantadoras que sejam as férias. As dinâmicas familiares são complexas e as coisas acabam por não correr conforme o esperado…

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  • Odisseia

    Odisseia

    Homero

    6,00 

    Odisseia de Homero.
    Editores Independentes. Lisboa, 2008, 399 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Independente | 38
    👨🏻‍🎨 Tradução Frederico Lourenço

    A Odisseia não é apenas um dos grandes épicos da literatura grega; é também um dos pilares do cânone ocidental, um poema de rara e extraordinária beleza – e o livro que mais influência exerceu, ao longo dos tempos, no imaginário ocidental.

    Este grande trabalho de tradução confirma Frederico Lourenço como o grande tradutor moderno do poema grego.

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  • Número Dez de Sue Townsend

    Número Dez

    Sue Townsend

    7,00 

    Número Dez de Sue Townsend.
    DIFEL. Lisboa, 2003, 266 págs. B.

    O Primeiro Ministro Edward Clare e a sua mulher Adele Floret-Clare (que foi votada como a mulher mais inteligente da Europa e é autora do livro Deus é uma Lésbica) vivem no Número 10 de Downing Street. Jack Sprat é o polícia que está à porta. Há cinco anos, Edward Clare foi eleito Primeiro Ministro com uma vitória esmagadora. Mas agora as coisas estão a começar a correr mal. O amor desapareceu. As pessoas estão a mudar. Ou seja, é um problema muito real. Edward está preocupado.
    Terá conseguido realizar alguma coisa? A única coisa que quer é que as pessoas da Inglaterra de Clare gostem dele e sejam felizes. Como é que ele pode descobrir o que elas realmente pensam? Com a ajuda de Jack Sprat, viajam incógnitos pelo país, até chegarem à casa onde Jack passou a infância. A sua mãe vive em Leicester, também num número 10, mas as semelhanças acabam por aí…

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  • O Nome da Rosa de Umberto Eco

    Nome da Rosa, O

    Umberto Eco

    8,00 

    O Nome da Rosa de Umberto Eco.
    DIFEL. Lisboa, 2005, 493 págs. B.

    Um estudioso descobre casualmente a tradução francesa de um manuscrito do século XIV: o autor é um monge beneditino alemão, Adso de Melk, que narra, já em idade avançada, uma perturbante aventura da sua adolescência, vivida ao lado de um franciscano inglês, Guilherme de Baskerville.
    Estamos em 1327. Numa abadia beneditina reúnem-se os teólogos de João XXII e os do Imperador. O objecto da discussão é a pregação dos Franciscanos, que chamam a igreja à pobreza evangélica e, implicitamente, à renúncia ao poder temporal.
    Guilherme de Baskerville, tendo chegado com Adso pouco antes das duas delegações, encontra-se subitamente envolvido numa verdadeira história policial. Um monge morreu misteriosamente, mas este é apenas o primeiro dos sete cadáveres que irão transtornar a comunidade durante sete dias. Guilherme recebe o encargo de investigar esses prováveis crimes. O encontro entre os teólogos fracassa, mas não a investigação do nosso Sherlock Holmes da Idade Média, atento decifrador de sinais, que através de uma série de descobertas extraordinárias, conseguira no final encontrar o culpado nos labirintos da Biblioteca.

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  • A Morte Melancolólica do Rapaz Ostra & Outras Histórias de Tim Burton

    Morte Melancolólica do Rapaz Ostra & Outras Histórias, A

    Tim Burton

    7,50 

    A Morte Melancolólica do Rapaz Ostra & Outras Histórias de Tim Burton.
    Antígona Editores. Lisboa, 2007, 119 págs. B. Il.

    Depois do sucesso no cinema, o realizador Tim Burton apresenta-nos A Morte Melancólica do Rapaz Ostra, que reúne 23 histórias para miúdos e graúdos, em que as personagens são heróis especiais, sem super- -poderes, meros sobreviventes num mundo sem amor. Construídas com um humor sinistro, estas histórias são profusamente ilustradas por belíssimas gravuras que retratam de forma exempla

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  • Os Miseráveis de Victor Hugo

    Miseráveis, Os

    Victor Hugo

    7,50 

    Os Miseráveis de Victor Hugo.
    Porto Editora. Porto, 2005, 55 págs. E. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Gérard Dubois.

    Numa noite de Outubro de 1815, um homem exausto e esfomeado entra a pé na cidade de Digne. Expulso das estalagens, e tendo já perdido todas as esperanças de encontrar uma cama para passar a noite, Jean Valjean bate à porta de uma casa. Ao entrar, anuncia: «Anciãos, fiquem a saber que eu sou um condenado! Passei dezanove anos nos trabalhos forçados em Toulon».

    Ao ouvir estas palavras, o seu anfitrião, Monsenhor Myriel, manda acrescentar um talher na mesa e vai buscar dois belos candelabros de prata. De manhã, o condenado foge depois de roubar o seu benfeitor.

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  • Odisseia de Homero

    Odisseia

    Homero

    6,00 

    Odisseia de Homero.
    Editores Independentes. Lisboa, 2008, 399 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Independente | 38
    👨🏻‍🎨 Tradução Frederico Lourenço

    A Odisseia não é apenas um dos grandes épicos da literatura grega; é também um dos pilares do cânone ocidental, um poema de rara e extraordinária beleza – e o livro que mais influência exerceu, ao longo dos tempos, no imaginário ocidental.

    Este grande trabalho de tradução confirma Frederico Lourenço como o grande tradutor moderno do poema grego.

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  • Norte e Sul de Elizabeth Gaskell

    Norte e Sul

    Elizabeth Gaskell

    10,00 

    Norte e Sul de Elizabeth Gaskell.
    Relógio d’ Àgua Editores. Lisboa, 2016, 450 págs. B.

    A acção de Norte e Sul decorre em meados do séc. XIX, narrando o percurso da protagonista desde o ambiente tranquilo mas decadente de uma Inglaterra sulista, até um norte vigoroso mas turbulento.
    Neste romance, Elizabeth Gaskell mostra como a vida pessoal e pública se entrelaçavam numa sociedade recentemente industrializada.

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  • Lísis

    Lísis

    Platão

    7,00 

    Lísis de Platão.
    Instituto Nacional de Investigação Científica. Coimbra, 1990, 116 págs. B.

    Em “Lísis” de Platão, a profunda questão “O que é a Amizade?” permanece sem resposta, refletindo a natureza evasiva da temperança explorada em “Carmides”. Este diálogo captura a vivacidade da vida grega ao retratar a juventude e a beleza, ao mesmo tempo em que investiga a intrincada relação entre conhecimento, virtude e o bem—ecoando temas encontrados em “Laques”. Apresentando Sócrates como o sábio ancião que guia os jovens Lísis e Menexeno, “Lísis” convida os leitores a contemplar as complexidades da amizade e a busca por compreensão em um rico contexto histórico.

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  • História de um Canalha de Julia Navarro

    História de um Canalha

    Julia Navarro

    7,00 

    História de um Canalha de Julia Navarro
    Bertrand Editora. Lisboa, 2016, 812 págs. B.

    Menti, enganei e manipulei à vontade, sem me importar com as consequências. Destruí sonhos e reputações, traí os que me foram leais, causei dor àqueles que me quiseram ajudar. Brinquei com as esperanças dos que pensaram que poderiam mudar quem eu sou. Thomas Spencer sabe como conseguir tudo o que quer. A saúde delicada é o preço que teve de pagar pelo seu estilo de vida, embora não se arrependa. No entanto, desde o seu último episódio cardíaco apoderou-se dele um sentimento estranho e, na solidão do seu luxuoso apartamento em Brooklyn, sucedem-se as noites em que não pode deixar de se perguntar como seria a vida que conscientemente optou por não viver.

    A memória dos momentos que o levaram a ter sucesso como consultor de relações-públicas e imagem, entre Londres e Nova Iorque nos anos oitenta e noventa, revela os mecanismos dúbios que os centros de poder por vezes empregam para alcançar os seus fins. Um mundo hostil governado por homens, onde as mulheres resistem a ter um papel secundário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Herdeiros da Terra, Os

    Herdeiros da Terra, Os

    Ildefonso Falcones

    10,00 

    Os Herdeiros da Terra de Ildefonso Falcones.
    Suma de Letras. Lisboa, 2017, 880 págs. B.

    Dez anos depois de A Catedral do Mar, Ildefonso Falcones regressa com OS HERDEIROS DA TERRA, a continuação da história que apaixonou milhões de leitores em todo o mundo. Um romance histórico impressionante que volta a situar-nos na Barcelona do século XIV, três anos depois do fim de A Catedral do Mar, e que combina o rigor histórico com a mestria da trama.

    OS HERDEIROS DA TERRA recupera a trama e o cenário do maior sucesso de Ildefonso Falcones, que neste livro volta a presentear-nos com o seu melhor: aventura trepidante, amor e vingança, paixões universais e um herói lutador que desafia o destino. Todos os ingredientes para uma história que enredará o leitor página após página.

    BARCELONA, 1387. Os sinos da igreja de Santa Maria do Mar ainda soam para todos os moradores do bairro de La Ribera, mas há um que ouve o carrilhão com especial atenção… Hugo Llor, filho de um marinheiro já falecido, com doze anos, trabalha nos estaleiros, graças à generosidade de um dos notáveis mais apreciados da cidade: Arnau Estanyol. Mas os seus sonhos juvenis de se tornar construtor naval serão destruídos pela dura e implacável realidade quando a família Puig, inimiga ferrenha do seu mentor, aproveita a sua posição diante do novo rei para executar uma vingança que vem arquitetando há anos.

    Um romance magistral que recria na perfeição a efervescente sociedade feudal, submissa a uma aristocracia volúvel e corrupta, ao mesmo tempo que narra a luta de um homem para sobreviver sem sacrificar a sua dignidade.

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  • Flagelo dos Céus de Ursula K. Le Guin

    Flagelo dos Céus, O

    Ursula K. Le Guin

    4,00 

    O Flagelo dos Céus de Ursula K. Le Guin.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 139 págs. B.
    Ficção Científica | 61

    George Orr é um homem moderado e pouco notável que constata que o mundo é bem menos do que prazeroso para se viver: sete biliões de pessoas apertam-se em busca de comida e espaço para sobreviver. Mas os sonhos que George sonha de facto mudam a realidade – e ele não possui meios para controlar esse poder extraordinário. Dr. William Haber, um psiquiatra, resolve então oferecer ajuda. Em um primeiro momento posicionando-se cepticamente em relação aos poderes de George, aos poucos começa a maravilhar-se e a acreditar. Porém, quando ele permitir que a ambição sobreponha a ética, é George quem se encontrará encurralado em uma situação de perigo aterrador.

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  • A Filha do Barqueiro de Dilly Court

    Filha do Barqueiro, A

    Dilly Court

    7,00 

    A Filha do Barqueiro de Dilly Court.
    Quinta Essência. Alfragide, 2019, 407 págs. B.

    Essie Chapman tem vinte anos e vive com o pai nas miseráveis docas de Londres, onde trabalha como barqueira. O pai não pode trabalhar e a subsistência de ambos recai inteiramente sobre ela.
    Estamos em 1854 e o mundo é cruel para uma jovem como Essie. O trabalho é duro, a recompensa é quase nula e o perigo é constante. Espera-a um futuro tão sombrio e insípido quanto as águas do rio que ela tão bem conhece. Até à noite em que transporta um homem envolto em mistério…

    Ela sabe apenas que ele se chama Raven. Mas quando descobre que o pai lhe arrendou um quarto em sua casa, Essie fica curiosa e segue-o. A jovem está longe de imaginar as dramáticas consequências da sua decisão. Pois de repente, dá por si num navio rumo às colónias penais da Austrália.
    Regressará ela alguma vez à terra que a viu nascer?
    E se regressar, será a mesma pessoa?

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  • Espuma dos Dias, A

    Espuma dos Dias, A

    Boris Vian

    6,00 

    A Espuma dos Dias de Boris Vian.
    Ulisseia Editores. Lisboa, 1983, 222 págs. B.
    Clássicos do Romance Contemporâneo | 23

    «Chamaram-lhe, alguns, a obra-prima do autor. E num prefácio que andou durante muito tempo colado ao seu Arranca-corações, Raymond Queneau não hesitava perante um rótulo hierarquizante e audacioso: “o mais pungente dos romances de amor contemporâneos”. Nos anos sessenta, A Espuma dos Dias circulou com estas difíceis responsabilidades.
    Enfrentou-as mostrando a singularidade de um universo ainda não conhecido com tanto talento na literatura; que se comprazia a impor aos homens e aos objectos leis novas, interdependentes. De facto, os objectos que lá existiam tinham um comportamento emotivo e implacavelmente ligado aos estados de alma de quem os utilizava. O que já antes parecia sugerido por Edgar Allan Poe em A Queda da Casa Usher, assumia ali uma evidência despudorada que corria em dois sentidos, de sol e sombra, e nos informava muito mais sobre o interior das personagens do que qualquer alusão directa que o texto chegasse a fazer.»

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  • Catedral do. Mar de Ildefonso Falcones

    Catedral do Mar

    Ildefonso Falcones

    10,00 

    Catedral do Mar de Ildefonso Falcones.
    Suma de Letras. Lisboa, 2017, 731 págs. B.

    Século XIV. A cidade de Barcelona encontra-se no auge da prosperidade; cresceu até ao humilde bairro dos pescadores, cujos habitantes decidem construir, com o dinheiro de uns e o esforço de outros, o maior templo mariano conhecido: Santa Maria do Mar. Uma construção paralela à desditosa história de Arnau, um servo da terra que foge dos abusos do seu senhor feudal e que se refugia em Barcelona. Daqui se torna cidadão e, assim, num homem livre. O jovem Arnau trabalha como estivador, palafreneiro, soldado e cambista. Uma vida extenuante, sempre à sombra da Catedral do Mar, que o tirará da condição miserável de fugitivo para lhe dar nobreza e riqueza. Mas com esta posição privilegiada chega também a inveja dos seus pares, que tramam uma sórdida conspiração que põe a sua vida nas mãos da Inquisição… Lealdade e vingança, traição e amor, guerra e peste, num mundo marcado pela intolerância religiosa, a ambição material e a segregação social. Um romance absorvente, mas também uma fascinante e ambiciosa recreação das luzes e sombras do mundo feudal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.