• Retrato de uma Senhora de Henry James

    Retrato de uma Senhora

    Henry James

    7,50 

    Retrato de uma Senhora de Henry James.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1980, 452 págs. E.

    Henry James revela magistralmente nesta obra a subtil tragédia da inocência perdida e dos sonhos desfeitos. O autor constrói sua história como um jogo em que cada coisa se converte no seu oposto: liberdade em destino, afeto em traição, pureza em astúcia e vice versa.

    Isabel Archer é uma jovem independente que renuncia ao casamento para experimentar tudo o que a vida tem para lhe oferecer. No entanto, acaba por se casar com com um homem cujas manipulações quase lhe destroem a vida e o espírito de Isabel. A sua esperança é escapar se antes que seja tarde demais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Príncipe, O

    Príncipe, O

    Maquiavel

    6,00 

    O Príncipe de Maquiavel
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2008, 251 págs. E.
    Clássicos da Política

    Um polémico e universal tratado filosófico que encerra o segredo para a arte de bem governar.

    Considerada a primeira reflexão moderna sobre a natureza do poder, O Príncipe é uma obra intemporal que hoje, volvidos cinco séculos após a sua idealização, continua a suscitar polémica e a despertar o interesse de milhões de leitores em todo o mundo. Imprescindível em qualquer biblioteca, este é um texto que revolucionou o pensamento filosófico, político e ético, tendo marcado mais de quatro séculos de História mundial.

     

    Traduzida a partir do texto original, esta edição conta com uma introdução da autoria de José António Barreiros, em que se apresenta Nicolau Maquiavel e a sua obra inseridos num contexto multidimensional, procurando ir além das interpretações maniqueístas que ora maldizem ora exaltam o autor ao longo dos tempos. Longe de se poder classificar à luz de conceitos simplistas, O Príncipe resulta de uma profunda meditação sobre o comportamento humano, e não há nada mais atual e necessário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Ponte de Mandred Gregor.

    Ponte, A

    Manfred Gregor.

    6,00 

    A Ponte de Manfred Gregor.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1961, 252 págs. B.
    Século XX | 38

    A Ponte narra a história de sete adolescentes que em maio de 1945, quando Hitler utilizava como último recurso velhos e crianças, são encarregues de defender uma ponte ameaçada pelos Americanos. Entregando-se à tarefa como a um jogo de criança, com a entusiasmo ingénuo de um heroísmo romântico ateado pela sua imaginação de adolescentes, acabam por cair inutilmente um após outro profundamente desiludidos, depois de lutarem não só contra o comando alemão que vem dinamitar a sua ponte.

    📝 Assinatura de posse.

  • Poemas Saturninos e Outros de Paul Verlaine

    Poemas Saturninos e Outros

    Paul Verlaine

    10,00 

    Poemas Saturninos e Outros de Paul Verlaine.
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1994, 189 págs. B.
    Documenta Poética | 25

    Publicaram-se entre nós estes Poemas Saturnianos cento e muitos anos depois do nascimento de Verlaine. Fernando Pinto do Amaral com o mesmo talento com que traduziu As Flores do Mal de Baudelaire, verteu, anotou e cuidou desta edição bilingue.

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  • Morte aos Feios de Boris Vian

    Morte aos Feios

    Boris Vian

    7,50 

    Morte aos Feios de Boris Vian.
    Relógio d’Água. Lisboa, 2002, 195 págs. B.

    Acordar completamente nu, deitado num quarto desconhecido onde uma bela mulher quer à viva força fazer amor… A aventura é um tanto
    insólita. Sobretudo tratando-se de Rocky Bailey, que quer permanecer virgem até aos vinte anos e tem um físico de desportista. Enfim, o género de situações que não nos ensinam a resolver na universidade.
    Além disso, o quarto é numa clínica e há um homem assassinado numa cabine telefónica, fotos de terríveis operações cirúrgicas, perseguições, lutas e, para desespero de Rocky, raparigas por todo o lado.
    Tais são os ingredientes deste policial de Boris Vian, escrito sob o pseudónimo de Vernon Sullivan, angustiante e irónico como outros livros do autor de «A Espuma dos Dias». E o menos que pode dizer-se
    é que esta clínica, onde o Dr. Schutz selecciona
    reprodutores humanos e manipula embriões, adquire uma estranha actualidade nos dias que correm.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mataram a Cotovia de Harper Lee

    Mataram a Cotovia

    Harper Lee

    8,00 

    Mataram a Cotovia de Harper Lee.
    Relógio d’Água. Lisboa, 2012, 340 págs. B.

    Situado em Maycomb, uma pequena cidade imaginária do Alabama, durante a Grande Depressão, o romance de Harper Lee, vencedor do Prémio Pulitzer, em 1961, fala-nos do crescimento de uma rapariga numa sociedade racista.
    Scout, a protagonista rebelde e irónica, é criada com o irmão, Jem, pelo seu pai viúvo, Atticus Finch. Ele é um advogado que lhes fala como se fossem capazes de entender as suas ideias, encorajando- -os a refletirem, em vez de se deixarem arrastar pela ignorância e o preconceito.
    Atticus vive de acordo com as suas convicções. É então que uma acusação de violação de uma jovem branca é lançada contra Tom Robinson, um dos habitantes negros da cidade. Atticus concorda em defendê-lo, oferecendo uma interpretação plausível das provas e preparando-se para resistir à intimidação dos que desejam resolver o caso através do linchamento. Quando a histeria aumenta, Tom é condenado e Bob Ewell, o acusador, tenta punir o advogado de um modo brutal.
    Entretanto, os seus dois filhos e um amigo encenam em miniatura o seu próprio drama de medos, centrado em Boo Radley, uma lenda local que vive em reclusão numa casa vizinha.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Madame Bovary de Flaubert

    Madame Bovary

    Flaubert

    7,50 

    Madame Bovary de Flaubert.
    Lello & Irmão. Porto, s.d., 308 págs. E.

    Se há tragédia em que podemos atribuir a culpa à literatura é a da Madame Bovary. Menina-mulher iludida pelos romances que devorou, luta pelo sonho e pela felicidade, quebrando todas as convenções sociais da sua época.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Limite de Maurice Sandoz

    Limite, O

    Maurice Sandoz

    10,00 

    O Limite de Maurice Sandoz
    Editorial Organizações. Lisboa, 1957, 135 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Salvador Dali.

    Maurice Sandoz, cientista, compositor e nome cimeiro da literatura fantástica suíça, foi uma das mais fascinantes figuras de meados do século XX.

     

    Mercê de amigos médicos, pude andar de manicómio em manicómio, de «casa de repouso» em «casa de repouso», e foi assim que tive a possibilidade de reunir as histórias vividas aqui relatadas.

     

    “Não as comentarei. Isso é da competência dos psiquiatras. Prefiro deixar ao leitor o cuidado de seguir o fio de Ariana, que o ajudará a sair deste labirinto, o mais enigmático de todos, que tão claramente representado está nas circunvoluções do cérebro.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera

    Insustentável Leveza do Ser, A

    Milan Kundera

    7,00 

    A Insustentável Leveza do Ser de Milan Kundera.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2008, 364 págs. B.

    A Insustentável Leveza do Ser é seguramente um dos romances míticos do século XX, uma daquelas obras raras que alteram o modo como toda uma geração encara o mundo que a rodeia.
    Adaptado ao cinema por Philip Kaufmann, este é um livro onde se olha, com um olhar umas vezes melancólico e conformado, outras amargo e revoltado, para o destino de um país, para o destino de um continente, para o destino de uma civilização.

    E poucas vezes se terá tão magistralmente representado a ligação existente entre a aventura individual e a colectiva… Justapondo lugares distantes geograficamente, reflexões brilhantes e uma variedade de estilos, este magnífico romance representa o auge daquele que é, verdadeiramente, um dos maiores escritores de sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Correspondente de Guerra

    Correspondente de Guerra

    John Steinbeck

    6,00 

    Correspondente de Guerra de John Steinbeck.
    Livro do Brasil. Lisboa, s.d., 259 págs. B.
    Dois Mundos | 96

    Escritos por John Steinbeck para o jornal New York Herald Tribune entre junho e dezembro de 1943, a partir de diferentes campos de batalha da Segunda Guerra Mundial, os textos aqui reunidos foram pela primeira vez publicados em livro em 1958. Dos navios de tropas em Inglaterra ao blitz de Londres, das lutas no Norte de África ao desembarque nas praias italianas, estes são relatos de um repórter com os pés e o coração no palco da ação, que come e bebe com os soldados atrás das linhas inimigas, que conversa com eles, que se lhes junta quando a luta eclode. «Os artigos de que este volume se compõe foram escritos sob tensão», comentou o autor quinze anos após a sua escrita, na introdução deste volume. «Ao relê-los, o meu primeiro impulso foi corrigir, adoçar as frases mais ásperas e suprimir as repetições, mas cheguei à conclusão de que essa aspereza teria de manter-se. Suprimi-la equivaleria a roubar-lhes o seu carácter de urgência. Estes artigos são tão reais como a má feiticeira e a boa fada, tão verdadeiros, autenticados e feitos para circular como qualquer outro mito.» E lê-los é, ainda hoje, uma lição de humanidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Cemitério de Praga de Umberto Eco

    Cemitério de Praga, O

    Umberto Eco

    10,00 

    O Cemitério de Praga de Umberto Eco.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2011, 555 págs. B. Il.

    Durante o século XIX, entre Turim, Palermo e Paris, encontramos uma satanista histérica, um abade que morre duas vezes, alguns cadáveres num esgoto parisiense, um garibaldino que se chamava Ippolito Nievo, desaparecido no mar nas proximidades do Stromboli, o falso bordereau de Dreyfus para a embaixada alemã, a disseminação gradual daquela falsificação conhecida como Os Protocolos dos Sábios de Sião (que inspirará a Hitler os campos de extermínio), jesuítas que tramam contra maçonsmaçons, carbonários e mazzinianos que estrangulam padres com as suas próprias tripas, um Garibaldi artrítico com as pernas tortas, os planos dos serviços secretos piemonteses, franceses, prussianos e russos, os massacres numa Paris da Comuna em que se comem os ratos, golpes de punhal, horrendas e fétidas reuniões por parte de criminosos que entre os vapores do absinto planeiam explosões e revoltas de rua, barbas falsas, falsos notários, testamentos enganosos, irmandades diabólicas e missas negras.

    Óptimo material para um romance-folhetim de estilo oitocentista, para mais, ilustrado com os feuilletons daquela época. Há aqui do que contentar o pior dos leitores. Salvo um pormenor. Excepto o protagonista, todos os outros personagens deste romance existiram realmente e fizeram aquilo que fizeram. E até o protagonista faz coisas que foram verdadeiramente feitas, salvo que faz muitas que provavelmente tiveram autores diferentes. Mas quando alguém se movimenta entre serviços secretos, agentes duplos, oficiais traidores e eclesiásticos pecadores, tudo pode acontecer. Até o único personagem inventado desta história ser o mais verdadeiro de todos, e se assemelhar muitíssimo a outros que estão ainda entre nós.

    Um romance fantástico, de um autor que uma vez mais mostra saber como nenhum outro combinar erudição, humor e reflexão.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Casa da Rússia, A

    Casa da Rússia, A

    John le Carré

    6,00 

    A Casa da Rússia de John le Carré.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., E.

    John le Carré ganhou prestígio mundial com extraordinários romances como A Casa da Rússia, um clássico inequívoco. Conduzindo os leitores através dos sombrios meandros da espionagem internacional com o conhecimento crítico obtido durante os anos que trabalhou nos Serviços Secretos Britânicos, le Carré segue o percurso obscuro e devastador de um documento que poderá alterar profundamente o curso dos acontecimentos mundiais. Em Moscovo, um manuscrito que contém segredos militares muda de mãos. Se conseguir chegar ao seu destino, e se o seu significado for entendido, as consequências poderão ser devastadoras. Entretanto, ao longo do caminho, tem um impacto explosivo na vida de três pessoas: um físico soviético sobrecarregado de segredos; uma bela jovem russa a quem os papéis são confiados; e Barley Blair, um editor inglês em declínio, que se vê pressionado pelos Serviços Secretos a expor a fonte do documento.

    John le Carré arrasta-nos, uma vez mais, para o seu mundo secreto, e faz dele o nosso. Em Moscovo, Leninegrado, Londres e Lisboa, numa ilha da costa do Maine que pertence à CIA, e no coração do próprio Barley, le Carré desenvolve não apenas uma história de espionagem, mas uma alegoria do amor individual confrontado com atitudes colectivas de beligerância. Uma magnífica história de amor, traição e coragem, que captura a História no acto.

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  • As Benevolentes de Jonathan Littell

    Benevolentes, As

    Jonathan Littell

    10,00 

    As Benevolentes de Jonathan Littell.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2009, 893 págs. B.

    As Benevolentes é uma epopeia de um ser arrastado pelo seu próprio percurso e pela História.

    As Benevolentes são as memórias de Maximilien Aue, um ex-oficial nazi, alemão de origens francesas que participa em momentos sombrios da recente história mundial: a execução dos judeus, as batalhas na frente de Estalinegrado, a organização dos campos de concentração, até a derrocada final da Alemanha. Uma confissão sem arrependimento das desumanidades cometidas durante a Segunda Guerra Mundial, que provoca uma reflexão original e desafiadora das razões que levam o homem a cometer o mal.
    Este romance vai buscar o título à mitologia grega – as Erínias, deusas perseguidoras, vingadoras e secretas, também conhecidas por Eumênides ou Benevolentes.

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  • Até ao Fim dos Tempos de Danielle Steel

    Até ao Fim dos Tempos

    Danielle Steel

    6,00 

    Até ao Fim dos Tempos de Danielle Steel.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2017, 300 págs. B.

    Bill Sweet sempre se sentiu ligado a Deus. A fortuna da família nunca lhe trouxe felicidade. Só quando encontra Jenny, e com ela reconstrói a sua vida numa zona rural como sacerdote, sente ter encontrado o seu destino. Numa outra cidade, mais de três décadas depois, nasce outra história de amor – entre uma mulher amish e o editor nova-iorquino que se apaixona pelo livro que ela escreveu secretamente. Entre dois registos temporais, os anos 70 e o presente, Danielle Steel constrói uma teia de emoções que leva o leitor entre tempos, pondo em causa barreiras temporais e perguntando um amor, quando é verdadeiro, pode de facto tornar-se… eterno.

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  • Princesa e o Presidente de Valéry Giscard d' Estaing

    Princesa e o Presidente, A

    Valéry Giscard d' Estaing

    6,00 

    Princesa e o Presidente de Valéry Giscard d’ Estaing.
    Guerra e Paz Editores. Lisboa, 2010, 183 págs. B.

    A Princesa e o Presidente conta a história entre Jacques-Henri Lambertye, Presidente de França, e Patrícia, a Princesa de Cardiff. Nestas páginas, o leitor assiste aos seus primeiros encontros e ao nascimento de um amor que, rapidamente, se tornará o centro das suas vidas agitadas. Tendo como pano de fundo os palácios da república francesa e da monarquia britânica, a aproximação entre ficção e realidade é evidente, fazendo-nos crer que, até hoje, ninguém saberia a verdadeira história de amor daquela que o autor apelida de Princesa de Cardiff.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Porteiro da Noite de Stephen Schneck

    Porteiro da Noite

    Stephen Schneck

    7,00 

    Porteiro da Noite de Stephen Schneck.
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 312 págs. Dura.

    Neste seu livro, onde vigorosas metáforas se misturam a máximas já gastas, a chocarrice à ironia, Schneck afasta, como uma gargalhada, as pretensões dos convencionalismos, oferecendo-nos uma ultrajante paródia dia «vida em liberdade ociosa» que se toma a sério a si própria.

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