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  • Nascimento de Venus de Sarah Dunant

    Nascimento de Venus

    Sarah Dunant

    6,00 
  • Até Onde Se Pode Ir de David Lodge

    Até Onde Se Pode Ir

    David Lodge

    6,00 

    Até Onde Se Pode Ir de David Lodge.
    Edições ASA. Porto, 2006, 266 págs. B.

    Os encontros e desencontros de um grupo de católicos ingleses, desde os seus tempos de universidade, no início da década de 50, até ao final dos anos 70, servem de cenário a esta sátira – simultaneamente divertida e amarga – que consegue a proeza de descrever as questões morais vividas pela grande maioria dos cristãos.

    Dennis, Michael, Ruth, Polly, entre outros, são confrontados com as inevitáveis atribulações da vida: do casamento ao adultério, passando pela doença e a perda, e, como uma sombra, o Concílio Vaticano II e a encíclica papal Humanae Vitae contra a concepção. Ou seja, de um lado, a tradicionalista Igreja Católica, e, no extremo oposto, o canto da sereia da sociedade permissiva. E com a invenção da pílula e a extinção do Inferno, será difícil a este grupo de amigos manter intacta a sua virgindade espiritual e não desapontar Cristo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Virgens Suicidas

    Virgens Suicidas

    Jeffrey Eugenides

    7,00 

    As Virgens Suicidas de Jeffrey Eugenides.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2003, 245 págs. B.

    Adaptado ao cinema por Sofia Coppola, com Kirsten Dunst num dos principais papéis, esta é a história assombrosa e terna das breves vidas das cinco irmãs Lisbon – belas, excêntricas e obsessivamente vigiadas por todo o bairro -, que se suicidam uma a uma no espaço de um ano.

    Este suicídio marca para sempre os jovens rapazes da vizinhança, que viveram e sofreram com elas… à distância. Vinte anos mais tarde, tentam reconstituir os acontecimentos, reféns ainda da fascinação e da obsessão provocadas pelas misteriosas irmãs: Therese, a intelectual; Mary, a coquete; Bonnie, a asceta; Lux, a libertina; e a pálida e mística Cecilia.

    Justapondo o comum e o gótico, o humor negro e a tragédia, Jeffrey Eugenides cria um vívido e comovente retrato das emoções da juventude e da perda da inocência. Aclamado de imediato pela crítica e pelo público, As Virgens Suicidas é uma terna e perversa história de amor e terror, sexo e suicídio, memória e imaginação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Uma Noite no Cinema de Robert Coover

    Noite no Cinema, Uma

    Robert Coover

    5,00 

    “Uma Noite no Cinema é uma colectânea, por vezes fantástica, de pedaços de ficção que se serve da linguagem do cinema. Coover não é apenas um escritor importante mas também excelente, com um profundo amor pelo som e a imagem”.

  • Diário da Madrasta

    Diário da Madrasta

    Fay Weldon

    5,00 

    Diário da Madrasta de Fay Weldon.
    Edições ASA. Porto, 2011, 226 págs. B.

    No outro dia, li os diários da minha filha. E deixem-me partilhar uma coisa convosco. Podem pensar que sabem o que se passa na vossa família. Mas, acreditem em mim, estão enganados.

    Sappho está apaixonada. O dia do seu casamento com Gavin marca o início de uma nova vida, na qual tudo parece finalmente fazer sentido. Mas a feliz noiva não tinha contado com Isobel, a filha de Gavin…

    Aos olhos de todos, Isobel é uma rapariga encantadora que acolhe a sua nova madrasta de braços abertos. Porém, há algo que as alegres fotografias de família e a fachada impecável da sua casa não revelam. Algo com consequências imprevisíveis.

    A madrasta malvada é uma figura clássica da literatura. De Cinderela a Hamlet, ela é retratada como uma manipuladora maquiavélica decidida a anular os filhos do marido. Mas a realidade nunca é assim tão simples.

    Com a ternura e a perspicácia que fizeram de Fay Weldon uma das mais queridas autoras do público inglês, O Diário da Madrasta é um romance perturbador e notável sobre a vida familiar contemporânea.

    Um verdadeiro conto de fadas dos tempos modernos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Música Aprisionada

    Música Aprisionada

    Francis King

    5,00 

    Música Aprisionada de Francis King.
    Publicações Dom Quixoste. Lisboa, 1997, 122 págs. B.

    Vinte anos após terem abandonado a Índia, Rupert, o seu pai, Philip, e Kirsti, a jovem mulher deste último, regressam a esse país para se reconciliarem com o passado e visitarem o túmulo da mãe de Rupert, que ali morrera quando muito nova.

    A medida, porém, que o carro que os conduz atravessa misérrimas cidades que i nenhum deles reconhece já, o calor e a poeira, a pobreza dos camponeses e a hostilidade dos comerciantes vão criando no pequeno grupo um mal-estar que agrava a sensação de perda partilhada por pai e filho. E uma outra fonte de tensão ainda mais grave decorre do modo como Rupert mistura, com a incomodidade que lhe causam as circunstâncias que rodearam a morte da mãe, a crescente atracção sexual que sente pela madrasta…

    Através do estreito e obsessivo ponto de vista de Rupert, vislumbra- -se a figura do pai como um ser fisicamente débil e incapaz de paixão, até que surgem, de forma gradual e subtil, algumas revelações acerca do passado e do presente, e se descobre, no surpreendente e arrebatador final da narrativa, o verdadeiro rosto de Philip.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Grande Mal, O

    Grande Mal, O

    Serge Filippini

    5,00 

    Grande Mal de Serge Filippini.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1995, 126 págs. B.

    Joseph Brentano queria ser escritor, mas tem que se contentar com o ofício de caixeiro viajante.

    Durante a morna errância a que se reduz a sua existência quotidiana, conhece Angéle, uma empregada de restaurante diplomada em psicologia, atraída pelos mistérios do amor físico.

    Para além do corpo, Angéle oferece ao seu amante a descrição de alguns episódios da sua vida amorosa e introdu-lo numa estranha sociedade, onde o desejo, a morte e a loucura parecem andar de mãos dadas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Festa de Ralph de Lisa Jewell

    Festa de Ralph

    Lisa Jewell

    5,00 

    Final dos anos 90. O nº 31 de Almanac Road serve de cenário a uma história romântica e absorvente entre os inquilinos de um prédio do sul de Londres. Cheri, a “femme fatale” do último andar, não descansa enquanto não desfizer o harmonioso lar de Kark e Siobhan, os vizinhos de baixo. Enquanto isso, Ralph…

  • Coração Selvagem

    Coração Selvagem

    Barry Gidford

    5,00 

    Coração Selvagem de Barry Gidford.
    Quetzal Editores. Lisboa, 1991, 183 págs. B.

    Coração Selvagem – A História de Sailor e Lula — não podia ser senão um romance americano. É a história de uma errância de New Orleans a Big Tuna, no Texas, por auto-estradas a perder de vista, de noites passadas em hotéis baratos de pequenas cidades fronteiriças, de um amor ainda adolescente ao som duro do rock.

    Uma história de amor em que a linguagem é directa, crua e ao mesmo tempo singularmente terna e o sexo a única maneira de transmitir os sentimentos.

    📝 Assinatura de posse

  • Napoleão de Ernesto Ferrero

    Napoleão

    Ernesto Ferrero

    6,00 

    Napoleão de Ernesto Ferrero.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2002, 292. E.

    Prémio Strega (o mais importante dos prémios literários italianos) em 2000, este livro relata os dez meses que Napoleão Bonaparte passou na ilha de Elba até ao seu regresso a França, onde os Bourbons haviam chegado ao poder.

    Napoleão, idolatrado por uns, odiado por outros. Amado e seguido por centenas de milhar de franceses que por ele, e com ele, dariam a vida. Pela liberdade. Pela igualdade. Pela fraternidade. Pela França.

    “Este ‘N – Napoleão’ é um dos melhores livros do ano.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Gosto Amargo da Traição de Saskia Noort

    Gosto Amargo da Traição

    Saskia Noort

    5,00 

    Quando o marido de uma das suas amigas morre num incêndio, Karen van de Made, pouco convencida com a teoria de suicídio unanimemente aceite, começa a aperceber-se de que no seu círculo de amigos impera um complexo enredo de segredos e mentiras e que todos estão dispostos a manter as aparências a qualquer custo. Envolvendo-se cada vez mais, é obrigada a confrontar-se com a verdade por detrás do estilo de vida luxuoso que todos ostentam – e com o facto de que também ela poderá constituir um alvo. Com um estilo ágil e vigoroso, Saskia Noort oferece-nos um retrato irrepreensível da alta sociedade holandesa num romance repleto de suspense e sensualidade.

  • Caffé Amore

    Caffé Amore

    Nicky Peallegrino

    6,00 

    Caffé Amore de Nicky Peallegrino.
    Editorial ASA. Porto, 2009, 341 págs. B.

    Itália, 1964. Maria Domenica é a filha mais velha de Pepina e Erminio Carrozza, uma família de agricultores da pequena aldeia de San Giulio. Aos dezasseis anos, a vida de Maria está limitada à cozinha da sua mãe e ao Caffe Angeli, um local de convívio, de café intenso e do famoso ricotta sfolgliatelle.

    Os pais de Maria têm grandes expectativas para a sua bela primogénita, mas ela tem outros planos… entre eles, uma fuga para Roma. Um ano depois, Maria está grávida de oito meses e vê-se obrigada a regressar a San Giulio, onde a espera um casamento de fachada. Mas Maria não desiste de procurar uma nova vida para si e para a sua filha, Chiara, mesmo que isso signifique ir contra as convenções e tradições, e rapidamente volta a fugir, desta vez para a Grã-Bretanha. Muitos anos mais tarde, vai ser Chiara a regressar a San Giulio, onde descobre que a vida simples que procura não é tão simples como parece – principalmente no que diz respeito ao passado.

    📝 Assinatura de posse.

  • As Raparigas Bonitas de António Sanches

    Raparigas Bonitas

    António Sanches

    5,00 

    As Raparigas Bonitas levantam-se tarde, as Outras apanham o Metro ao quarto para as Nove de António Sanches.
    Papiro Editora. Porto, 132 págs. B.

    O autor inicia o livro com dez pequenos contos que espelham as suas viagens matinais no metro de Lisboa. As pessoas, os hábitos, as conversas são os tópicos desenvolvidos pelo autor, e nos quais podemos ver retratados uma realidade tão lisboeta, tão perto de nós. O livro tem também contos que traduzem de uma forma simplesmente rica e harmoniosa os pequenos detalhes da vida, do quotidiano do mais comum dos mortais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Ponte para a Eternidade de Richard Bach.

    Ponte para a Eternidade, A

    Richard Bach

    6,00 

    «Se te sentes só, num mundo de estranhos, e anseias por alguém que ainda não conheces… Se as nuvens onde voas, num céu azul de esperança, em cinzento se tornam e te sentes cair… Se sentes, mesmo assim, que queres abrir as tuas asas e recuperar o voo que, para ti, é tudo…» Em A…

  • O Lugar Morto de Stephen Booth

    Lugar Morto, O

    Stephen Booth

    7,50 

    «A elevação frontal da casa não era muito imponente. Tinha sido construída com blocos de pedra calcária e cantos e lintéis de arenito no estilo da região. Os pinázios do século dezoito eram a sua característica mais atraente, mas uma confusão de empenas esquisitas, ameias fingidas e alterações do século dezanove tinham destruído qualquer simetria que pudesse ter tido em tempos.»

  • O Elogio da Mulher Madura de Stephen Vizinczey

    Elogio da Mulher Madura, O

    Stephen Vizinczey

    7,00 

    “Este livro”, escreve o autor, “é dedicado a mulheres mais velhas e dirigido a homens jovens – e a conexão entre os dois é minha proposta.” Inspirando-se em Ben Franklin, que também preferia o amor de mulheres mais velhas, Stephen Vizinczey narra os amores e as aventuras de seu jovem herói num romance picaresco sobre o amor que é ao mesmo tempo engraçado e verdadeiro, uma pequena obra-prima de comédia séria que lembrará os leitores de Nabokov e Stendhal.