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  • Incisões Oblíquas de António Ramos Rosa

    Incisões Oblíquas

    António Ramos Rosa

    10,00 

    Incisões Oblíquas: Estudos sobre a Poesia Portuguesa Contemporânea de António Ramos Rosa.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1987, 181 págs. B.
    Colecção: Universidade | 23

    Estudos sobre poesia portuguesa contemporânea
    Ensaios sobre: José Gomes Ferreira, Sophia de Mello Breyner Andresen, Eugénio de Andrade Mário Cesariny de Vasconcelos, Alexandre O’Neill, Alberto de Lacerda Egito Gonçalves, João Rui de Sousa, Ruy Belo, Herberto Helder, Pedro Tamen, Fernando Guimarães, José Augusto Seabra, Fernando Echevarria, Albano Martins, Maria Teresa Horta, Luiza Neto Jorge, Casimiro de Brito Fiama Hasse Pais Brandão, Gastão Cruz, Angela Varela, António Franco Alexandre, José Agostinho Baptista, Laureano Silveira, Rui Magalhães, António Magalhães.

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  • Teoria da Literatura de Vitor Manuel de Aguiar e Silva

    Teoria da Literatura

    Vitor Manuel de Aguiar e Silva

    20,00 

    Teoria da Literatura de Vitor Manuel de Aguiar e Silva. Livraria Almedina. Coimbra, 1974, 769 págs. B.

    Um livro científico-didáctico que não se renove, com o espírito de rigor que deve caracterizar a docência e a investigação universitárias, é um livro condenado a morte breve. Assim, naturalmente, reescrevemos de novo, na sua maior parte, esta nossa obra, cuja primeira edição foi publicada em 1961.

    Na última década, a Teoria da Literatura, em particular no seu interface com outras disciplinas, conheceu profundas modificações. Nesta edição, procurámos informar o leitor sobre tais modificações, expondo e analisando novos conceitos, novas orientações metodológicas e novas construções teóricas.

    O conhecimento científico progride e consolida-se através da elaboração, da discussão e da eventual convalidação de novas teorias — não por idolatria da novidade, mas por uma exigência inderrogável da própria racionalidade científica. A consciência de que, no âmbito das ciências empíricas, não existem teorias definitivas, teorias imutavelmente “verdadeiras”, deveria ser o pressuposto epistemológico fundamental de todo o ensino universitário. A racionalidade cientifica, todavia, se é incoadunável com o fixismo teorético, é incompatível também com qualquer espécie de cepticismo ou de relativismo gnoseológicos que impliquem a corrosão dos próprios fundamentos dessa racionalidade e gerem a confusão anarquizante de conceitos, métodos, etc.

    Estes problemas revestem-se da maior relevância na transmissão escolar do conhecimento científico, porque está em causa nesse processo não só a natureza e a qualidade dos conteúdos cognitivos comunicados, mas também uma “lição”, implícita senão explícita, sobre a lógica e a axiologia desse mesmo conhecimento. Um livro científico-didáctico não deve ser nem um formulário reducionista, nem um manual dogmatizante, nem um repositório heterogéneo e caótico de informações, destituído de coerência teorética. Não deve escamotear os problemas e as dificuldades, não deve impor ou insinuar soluções ideologizantes, não deve desorientar, confundir ou ludibriar intelectualmente o seu leitor-aluno. Um livro científico-didáctico, em suma, não deve ser ”oportunista” sob nenhum aspecto: nem pela ostentação da novidade pela novidade, nem pelo enfileiramento em qualquer corrente ideológica, nem pela busca do êxito comercial.

    Estas breves reflexões, na sua essencialidade, exprimem um ideal universitário que sempre nos orientou e que se foi fortalecendo e depurando com o decurso dos anos. Um ideal que deflui de uma atitude mental, que se funda numa filosofia do conhecimento, que deriva de uma determinada concepção da Universidade, mas que se enraíza, antes de tudo, numa ética do conhecimento e numa ética do exercício da docência universitária. Uma ética aceite e praticada independentemente das circunstâncias do tempo e da fortuna e, muitas vezes, contra as circunstâncias do tempo e da fortuna.

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  • É a Hora

    É a Hora

    Paulo Borges

    7,50 

    É a Hora: a mensagem da Mensagem de Fernando Pessoa de Paulo Borges.
    Temas e Debates. Lisboa, 2013, 363 págs. B.

    “Esta obra é fruto da leitura e do convívio assíduo, desde há quase 32 anos, com a Mensagem, o único livro publicado por Fernando Pessoa em vida em língua portuguesa. Oferecemos uma interpretação e um comentário, poema a poema, da composição pessoana, integrando-os ao mesmo tempo numa interpretação e comentário globais, com o objectivo de decifrar a mensagem da Mensagem, tecida na trama das suas personagens, figuras e temas, explicitar os múltiplos sentidos e níveis de sentido do que a obra tem a dizer a todos os seus leitores e a intencionalidade com que o faz: o espírito desta obra visa que, ao lê-la e compreendê-la, sejamos movidos para fazer alguma coisa de essencial, sermos agentes de uma transformação profunda, de nós mesmos, de Portugal e do mundo”

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  • Clássicos, Os

    Clássicos, Os

    Eduarda Dionísio

    6,00 

    Os Clássicos de Eduarda Dionísio [et al.]
    Armazém das Letras. Lisboa, 1980, 382 págs. B.
    Colecção: Texos em Situação | 2

    Os Clássicos é o segundo volume de uma série de cinco antologias de textos literários portugueses do século XII ao século XX.

    Os volumes são organizados segundo critérios lógicos e cronológicos. Textos característicos das diversas épocas são seguidos de exemplos de análise de texto. Cada época literária é introduzida por documentos históricos e historiográficos que situam os textos e enriquecem a leitura que podemos fazer deles.

    Esta série de volumes é acima de tudo um instrumento de trabalho para estudantes e professores. Poderá ser também ponto de partida para os que queiram aproximar-se dos textos da literatura portuguesa.

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  • Surrealismo na Poesia Portuguesa de Natália Correia

    Surrealismo na Poesia Portuguesa

    Natália Correia

    40,00 

    Surrealismo na Poesia Portuguesa de Natália Correia.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1973, 418 págs. B.
    Colecção Estudos e Documentos | 81

    Obra que reúne uma ampla seleção de textos poéticos que ilustram a presença e evolução do surrealismo na literatura portuguesa, desde os seus antecedentes medievais até às manifestações mais radicais do século XX. O livro percorre vozes poéticas que influenciaram ou integraram o movimento surrealista, incluindo nomes como Fernando Pessoa, Mário de Sá-Carneiro, António Maria Lisboa, Mário Cesariny, Herberto Helder, Luiza Neto Jorge, entre muitos outros.
    A antologia não se limita aos autores canónicos do surrealismo, mas também inclui poetas que, embora não formalmente ligados ao movimento, partilham da sua estética e inquietação.

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  • Riso o Sorriso e a Paródia na Literatura Portuguesa de Quatrocentos de Mário Martins

    Riso o Sorriso e a Paródia na Literatura Portuguesa de Quatrocentos

    Mário Martins

    6,00 

    Riso o Sorriso e a Paródia na Literatura Portuguesa de Quatrocentos de Mário Martins.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1978, 117 págs. B.

    A sátira na literatura portuguesa do século XV, através das formas múltiplas em que se representa e que vão desde o amor risonho à invectiva obscena, é ainda um reflexo da Idade Média católica, heróica e de língua muitas vezes desbragada.

    Mas nela se exprime também, de certa maneira, a tensão dum povo que se lançava então em força numa acção de ampla envergadura histórica.

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  • Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen de Silvina Rodrigues Lopes

    Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Silvina Rodrigues Lopes

    6,00 

    Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen de Silvina Rodrigues Lopes.
    Editorial Comunicação. Lisboa, 1990, 111 págs. B.

    «Poesia, mistério repassado de claridade» (Eduardo Lourença), «um dos testemunhos mais belos da consciência exigente de um artista que assume corajosamente a sua missão de poeta» (Maria de Lourdes Belchior).

    Sophia é uma voz incontornável da nossa contemporaneidade.

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  • Poética y Realidad en el Cancioneiro Peninsular de la Edad Media de Eugenio Asensio

    Poética y Realidad en el Cancioneiro Peninsular de la Edad Media

    Eugenio Asensio

    10,00 

    Poética y Realidad en el Cancioneiro Peninsular de la Edad Media de Eugenio Asensio.
    Editorial Gredos. Espanha, 1957, 288 págs. B.

    Poética y realidad en las cantigas de amigo;
    Los temas de las cantigas de amigo;
    El influjo de la lírica provenzal;
    Gil Vicente y las cantigas paralelísticas “restauradas”. Folclore o poesia orignal?
    Los cantares paralelísticos castellanos. Tradición y originalidad;
    Cosaute y cantigas paralelísticas;
    Fonte frida o encuentro del romance con la canción de mayo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Poesia de Carlos Queiroz de Jorge de Sampaio

    Poesia de Carlos Queiroz

    Jorge de Sampaio

    10,00 

    Poesia de Carlos Queiroz de Jorge de Sampaio. Edições Panorama. Lisboa, 1966, 128 págs. B.

    Ora é sob o duplo ponto de vista artístico e humano que vamos considerar a obra de Carlos Queiroz, esforçando-nos por determinar até que ponto ele se realizou. Claro que o nosso objectivo não é primacialmente o de uma classificação dos factos estéticos e dos fenómenos que granjearam para a poesia do «Desaparecido uma já apreciável, se bem que diminuta, audiência. No entanto, sendo essa poesia um instrumento de fuga à realidade e, ao mesmo tempo, de identificação com ela; um torvelinho de imagens em que rodopia todo o inconforme dramatismo do homem e do esteta, forçoso nos é aliar à interpretação dessa mesma poesia, de inalienável conteúdo humano, a forma em que se extravasou, de modo a podermos chegar a uma conclusão aceitável ou, pelo menos, plausível, na qual os laços entre o objectivo e o subjectivo nos dêem uma imagem, tanto quanto possível fiel, do mundo em que o poeta gravitou.

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  • Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista de Eduardo Lourenço

    Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Sentido e Forma da Poesia Neo-Realista de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2007, 255 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 16

    «O neo-realismo de que nos ocupamos é, antes de tudo, um fenómeno cultural, ideológico e literário, português. Quer dizer, encontra-se inserto como actor e sujeito de drama num contexto preciso que é o da nossa específica história desde 1936 até aos dias de hoje. Este dado é mais relevante que a referência, mesmo a menos abstracta e eivada de ilusões, a uma superestrutura ideológica condicionante. Para os autores neo-realistas (e não só para eles) essa casa habitável nunca existiu nem pôde existir senão como sonho recusado ou mito encarnado algures, sobre o qual a sua pessoal experiência de portugueses não tinha apoio algum.»

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  • Poesia e Metafísica de Eduardo Lourenço

    Poesia e Metafísica

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Poesia e Metafísica de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2002, 251 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 7

    O que não somos como filósofos sê-lo-emos como poetas? Se assim é, ninguém como Camões, Antero e Pessoa teria ilustrado tão bela e convincentemente esta fatalidade cultural que nos faz preferir Orfeu à musa mais severa de Parménides. Acrescentemos à tríade abordada nestas páginas de há vinte anos o nome de Pascoaes e o panorama ficará completo. Que os leitores o façam por sua conta e risco.

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  • Pessoa Revisitado de Eduardo Lourenço

    Pessoa Revisitado

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Pessoa Revisitado: Leitura Estruturante do Drama em Gente de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2000, 213 págs. B.
    Obras de Eduardo Lourenço | 4

    Livro-chave na bibliografia crítica de Fernando Pessoa, Pessoa Revisitado de Eduardo Lourenço, publicado pela primeira vez em 1973, veio abrir novos caminhos para a leitura crítica da poesia daquele que, nas suas palavras «foi uma espécie de aparição fulgurante descida de brumas culturais alheias ao nosso desterro azul, para nele inscrever em portuguesa língua o mais insubornável poema jamais erguido à condição exilada dos homens na sua própria pátria, o universo inteiro».

    Considerado um dos mais notáveis exemplos do ensaísmo de Eduardo Lourenço, Pessoa Revisitado é uma entrada privilegiada no universo pessoano por um dos ensaístas portugueses que mais e melhor o leu e sobre o qual tanto escreveu.

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  • Fernando Pessoa, Rei da Nossa Baviera

    Fernando Pessoa, Rei da Nossa Baviera

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Fernando Pessoa, Rei da Nossa Baviera de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2008, 201 págs. B.
    Obras Eduardo Lourenço | 17

    «Quem sonhou todas estas ficções foi o passeante da Rua dos Douradores, um homem triste por não existir como se sonhava, irmão gémeo por dentro de Luís da Baviera, prisioneiro como ele de idênticos fantasmas. Enquanto se inventava poeta e nos sonhava mais angustiados do que somos, mais perdidos do que ele se sentia, mais tristes do que ele era, ia escrevendo como quem transcreve o sonho que o está sonhando, o livro do seu Desassossego. Não há na nossa literatura prosa mais luminosamente suicidária. Aí se despe da sua própria ficção, oferecendo-se sem resguardas como órfão de tudo, excluído voluntário dos outros e da vida, sonhador de todos os sonhos, sobretudo dos improváveis.»

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  • O Canto do Signo: Existência e Literatura (1957-1993) de Eduardo Lourenço

    Canto do Signo: Existência e Literatura (1957-1993), O

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    O Canto do Signo: Existência e Literatura (1957-1993) de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2017, 490 págs. B.
    Obra Completa de Eduardo Lourenço | 25

    “Entre Crítica e Literatura não há nem concorrência, nem oposição, nem convergência. Há comparticipação na mesma liturgia do ‘Imaginário’ que ambas celebram, uma criando-a, a outra lendo-o e recriando-o numa espécie de infelicidade sublime a meio caminho entre o eco e a metáfora.”
    Esta passagem de «O Canto do Signo» é emblemática do pensamento que constitui o fio condutor ao longo de todas as páginas deste volume. Aqui se reúnem artigos e ensaios que se encontravam dispersos, escritos entre os anos 50 e 90. As três grandes partes ocupam-se, a primeira, da crítica literária e da sua relação com o texto; a segunda, constituída por textos mais propriamente “críticos”, analisa obras de importantes autores portugueses, de Eça a Vergílio Ferreira, de Camilo a Agustina e a Jorge de Sena, entre vários outros; a terceira parte faz um balanço sobre a literatura portuguesa, nomeadamente a partir dos anos 40, situando-a em relação a novas (e inovadoras) formas de pensar os problemas da criação literária.

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  • Antero ou a Noite Intacta de Eduardo Lourenço

    Antero ou a Noite Intacta

    Eduardo Lourenço

    7,50 

    Antero ou a Noite Intacta de Eduardo Lourenço.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2007, 162 págs. B.

    «Não há na nossa literatura, nem mesmo Camões, poeta tão naturalmente universal como Antero de Quental, dada a natureza ideal e intemporal da sua inspiração e o conflito que a alimenta, pura interpretação do espírito por si mesmo no meio de um mundo incompreensível. Nenhum objecto empírico, natural ou histórico, é, ao menos nos Sonetos, matéria determinante da sua poesia. Os Açores como qualquer outro. É como se estivesse só no Universo, ilha pura, sem qualquer arquipélago.»

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  • Páginas de Cultura e ArtePáginas de Cultura e Arte de Fernando Galhano

    Páginas de Cultura e Arte

    Fernando Galhano

    7,50 

    Páginas de Cultura e Arte de Fernando Galhano.
    Caixotim Edições. Porto, 2005, 121 págs. E.

    “Páginas de Cultura e Arte” é o título do volume que reúne textos dispersos (e algumas ilustrações) publicados por Fernando Galhano nas páginas de O Comercio do Porto. O livro tem prefácio do Professor Pedro Prista e inclui, no final, uma breve resenha biográfica sobre o Autor.

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