“Vinte arcas de moedas de ouro espanholas num galeão afundado: foi este o terrível engodo que levou Renn Lundigan a uma minúscula ilha do Barrier Reef, com o sinistro e violento Manny Mannix na sua peugada. Então, uma linda rapariga, encontrada inconsciente na praia, levou o amor à vida de Renn, enquanto este lutava contra o tempo para descobrir o tesouro que constituía a fabulosa carga do navio.”
No livro Morris West relata como é o funcionamento de uma casa onde um padre cuida das crianças de rua com bondade e cita as dificuldades de emigração para lugares como os EUA ou o Reino Unido.
Em 1963, na cidade de Saigão, devastada pela guerra, as vidas não tinham qualquer significado diante da procura desenfreada do poder absoluto. Maxwell Amberley, dedicado embaixador dos Estados Unidos, discípulo da antiga sabedoria oriental, é o homem enviado por Washington para resolver o enigma de uma guerra interminável.
Subitamente apanhado entre fanáticos e assassinos, forçado a utilizar as regras da sobrevivência no jogo da diplomacia, Amberley acaba por ter de fazer uma escolha de dimensões trágicas: ou protege o governo vietnamita, ou apoia um golpe de Estado sangrento.
Este notável romance transporta-nos às altas esferas do poder e da corrupção e dá-nos a conhecer a vida de um embaixador, um homem atormentado pela sua consciência porque sabe que só a sua decisão poderá determinar a paz ou desencadear a guerra que destruirá a humanidade.
Bichinho de Conta de Rocha Martins. Inquerito. Lisboa, 1942, 274 págs. E.
Francisco José da Rocha Martins (Lisboa, 1879 — Sintra, 1952), mais conhecido por Rocha Martins, foi um jornalista, historiador e activista político, um dos mais prolíficos escritores da primeira metade do século XX, publicando uma vasta obra de divulgação histórica. Foi também autor de um notável conjunto de biografias e ainda de algumas novelas e romances históricos. Jornalista profissional, trabalhou em diversos jornais de Lisboa.
📕 1ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
L’ Abbé Constantin de Ludovic Havély. Calmann Levy. Paris, 1886 págs. Dura.
Ludovic Halévy, né le 1er janvier 1834 à Paris et mort à Paris 1er le 7 mai 19081, est un dramaturge, librettiste d’opérettes et d’opéras, et romancier français. Il a notamment coécrit avec Henri Meilhac le livret de Carmen.
Pharmacopoeia Colleggi Regalis de Georgius Baker. Laurentium Vasilim. 1784, 242 págs. E.
«Perfacile est, ajunt, Medicamina scribere cuivis. Esto; sed haud facile est scribere Chiliada. Qui mihi non credit, faciat, licet, ipse periclum : Mox disset, studiis æquior esse meis.»
Pharmacopeia Extemporanea de Thomam Fuller. Joseph Orlandelli. 1790, 264 págs. E.
Neste volume encontram-se ainda reunidas as obras:
FRAUNDORFF, Tabula Smaragdina medico-pharmaceutica, Venise, Joseph Orlandelli, 1790 – Thesaurus ludovicianus sive compendium materiae med. selectum ex. B. Ludovici pharmacia, sd, sl.
JACKSON, Enchiridion medicum practicum sive tractatus de morborum praxi, Venise, Josephum Orlandelli, 1790.
🟡 Encadernação da época em pele danificada no canto inferior direito do verso. Com assinatura de posse. Última página de texto com corte no canto superior direito. Falha na última folha de guarda.
Curso Prático de Portuguez de José Portugal. Antiga Casa Bertrand. Lisboa, 1899. E.
Neste volume ainda estão incluídos as obras:
Exercicios de Portuguezes para Leitura e Analyse e para Versão em Línguas Estrangeiras Extrahidos de Bons Auctores Modernos de A. H. Roeder. Livraria Ferreira. 1888.
Ensaios de Analyse Syntactica de Emílio Vidigal Salgado. Imprensa de Lucas Evangelista Torres. 1892.
Synopses e Apontamentos Grammaticaes para Facilitar a Analyse das Orações Aos Alumnos do Segundo Grau de Instrucção Primária e aos do Primeiro Anno de Portuguez. Impnresa Nacional. 1870.
Figuras de Syntaxe de Prosa e Verso para Uso dos Alumnos de Portuguez Classico. Typographia Universal. 1868.
Noções Populares de Litteratura Portugueza de António Peixoto do Amaral. Livraria Portuense de Clavel. 1884.
❗ Com carimbo da “Avelar Machado” no canto inferior direito da folha de rosto.
Gisela: Condessa do Império de Eugenia Marlitt. Livraria Globo. Brasil, 1930, 367 págs. E.
Gisela é considerada a obra ideologicamente mais interessante de Eugenia Marlitt. Contém tudo o que se pode esperar de um romance – grande amor, crime e finais felizes – mas também críticas à política corrupta e à nobreza arrogante. Através de seu amor por um estranho misterioso, a jovem condessa Gisela aprende gradualmente a abandonar a sua classe e torna-se numa pessoa compassiva.
Histoire des Livres de l’ Ancien Testamet de L. Dennefeld. Libraire Bloud & Gay. França, 1929, 176 págs. E.
L ‘objet de cette étude n’est pas l’histoire de la littérature de l’Ancien Testament. Elle n’a pas pour but d’examiner un à un dans leur suite chronologique les livres sacrés des Juifs pour en faire connaître les auteurs, en dégager le contenu, en préciser l’intention et le genre litté raire, mais bien d’étudier l’histoire de ces écrits en tant qu’ils forment l’ensemble des documents inspirés et renferment la révélation accordée par Dieu aux hommes avant l’avénement du Christ. En face de ces Ecritures prises ainsi dans leur totalité, deux questions se posent. Premièrement celle de savoir quels sont exactement ces écrits. Le concile de Trente les a fixés au nombre de quarante-cinq. Cependant la Bible hébraïque actuelle n’en contient que trente-neuf et les Juifs ainsi que, à leur suite, les protestants rejettent comme « apocryphes » ceux qui ne s’y trouvent pas. Pour s’expliquer l’origine de cette différence et voir quelle est la liste exacte des livres inspirés, il faut se rendre compte des circonstances dans lesquelles le recueil des Saintes Ecritures s’est constitué et conservé.
De Amor Louco… Todos Sofremos um Pouco de Hélder Travado. Ed. Autor. Lisboa, 1999, 197 págs. E.
E porquê, também, o Amor como tema fulcral deste livrinho despretencioso? Porque acredito muito sinceramente, como o escrevo num poema desta Colectânea, que esse profundo sentir, “essa febre alta” do desejo, em que tantas vezes se envolve a Amizade, esse sim, o mais puro e inestimável sentimento da condição humana, é de facto a força motora que move a humanidade. Amor, esclareça-se, sublimado de muitas maneiras, por bem ou por mal, para o melhor ou para o pior, muitas vezes imperceptíveis, outras profundamente contraditórias. Se em tal não acreditasse, estes versos que aqui vos deixo, não teriam razão para ver a luz do dia. E essas páginas do meu passado ficariam, para sempre, em branco…
Histoire de Charles XII de Mr de Voltaire. Christophe Revis. França, 1773, 227 págs. E.
Histoire de Charles XII, roi de Suède est un ouvrage historique de Voltaire paru en janvier 1731 qu’il modifiera et augmentera à plusieurs reprises (2e éd., 3e éd. et 4e éd. en 1732 ; 5e éd. en 1733 ; 6e éd. en 1734 ; 7e éd. en 1737N 1 ; 9e éd. en 1738 ; 10e éd. en 1748 ; 11e éd. en 1750) et dont la dernière version modifiée du vivant de Voltaire paraît en 1768 (appelée : « édition de Genève »). Il est aujourd’hui encore le seul ouvrage consacré au roi Charles XII avec l’Histoire de Charles XII de Nordberg (publié en 1742).
Les Aventures de Télémaque Fils D’ Ulyse de F. Salignac. Renault. Paris, 1845, 336 págs. Dura.
En un temps où peintres, sculpteurs et musiciens trouvaient leur inspiration dans l’antiquité païenne autant que dans la bible, fénelon, dans les aventures de telemaque, peignait en tableaux enchanteurs ce qu’on appelait la fable, les dieux de la mythologie et les héros homériques. Loin de contredire le christianisme dévot et la spiritualité du pur amour de l’archevêque de cambrai, l’antique était, comme elle avait été chez poussin et comme elle était chez couperin, le moyen d’exprimer les inévitables questions sur lesquelles butaient les religions et les théologies : le désir, la culpabilité et la mort, la paternité et la filiation, la fragilité des cultures et la cruauté de l’histoire. Parce qu’elles étaient leurs questions, des générations de lecteurs, par-delà les modes et les goûts, se sont laissés séduire par cette fable, écrite pour le petit-fils de louis xiv, à la fois ancienne et moderne, une des rares qu’on ait créées depuis l’antiquité avec un aussi durable succès.
Carne para Canhão de James Jones. Bertrand. Lisboa, s.d., 503 págs. Dura.
Carne para Canhão, no original americano THE THIN RED LINE. é um romance brutal e realista, uma narrativa implacável, um documentário justissimo e uma das mais poéticas análises da condição e essência humanas jamais conseguidas pela moderna ficção ocidental. Numa linguagem precisa e apaixonada, James Jones, integra-nos numa companhia de atiradores americanos, conhecida pelo nome de C-de-Charlie e empenhada na campanha de Guadalcanal. Depois, perante so nossos olhos maravilhados de espectadores, começa a desenrolar-se o destino daqueles homens unidos pelo medo e pela coragem, a sua tentativa para tornar quotidianos acontecimentos tão excepcionais como o matar o primeiro inimigo, o assistir ao estertor terrível de um companheiro despedaçado por uma granada, o avançar através de uma selva que, como um casulo, os envolve, a todos, na mesma promessa de morte. Dá-se então um crescendo de tensão paralelo a uma diminuição das belas e habituais qualidades sociais que se aprende e ama no sossego da paz; e surge o animal humano, puro nos seus atos suas palavras, virtuoso na rudeza da sua situação, banal na realização do seu sacrifício.
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