E o Vento Levou de Margaret Mitchell Irmãos Pongetti. 1951, 670 págs. E.
E Tudo o Vento Levou tem como pano de fundo a Guerra Civil Americana, que opôs o Norte industrializado ao Sul das grandes propriedades de trabalho escravo negro.
A bela e caprichosa Scarlett O’Hara vive em Tara, no estado sulista da Geórgia, numa plantação de algodão. Estamos em 1861. Os seus amigos e, em geral, todos os jovens aguardam com entusiasmo a entrada na guerra, esperando uma vitória rápida.
A exceção é o aventureiro Rhett Butler, que se sente atraído por Scarlett. Mas esta está apaixonada por Ashley Wilkes, que se prepara para casar com Melanie Hamilton. Depois da guerra, Scarlett procura reconstruir a propriedade familiar para onde regressa, recorrendo à obstinação, astúcia e mesmo a um casamento de conveniência.
Guia Histórico do Viajante em Coimbra e Arredores de Augusto Mendes Simões de Castro. Imprensa da Universidade. Coimbra, 1867, 254 págs. E
Encadernação cansada e com uma falhas como é possível ver nas fotografias. Pequenos sublinhados a lápis. Encadernação com lombada em pele com gravada ferros a ouro. Ilustrado em separado com 5 gravuras. Primeira edição.
Curioso e raro guia turístico da região de Coimbra, ilustrado com 5 estampas à parte. Descreve Condeixa, Lorvão, Mealhada, Luso, Bussaco, Montemor-o-Velho e Figueira.
Pássaros do Brasil de Eurico Santos
J. Briguiet & Cia. Brasil, 1960, 281 págs. E. Colecção | Nº: Zoologia Brasílica | V
Uma monografia clássica sobre a zoologia alada brasileira — um verdadeiro tratado sobre a diversidade de pássaros do Brasil. O autor explora os diferentes hábitos e vidas destas aves, dividindo-as de forma original e cativante: os pássaros que gritam e os que cantam, e descrevendo cada família com atenção às suas características, do bico à cauda. A obra inclui ilustrações a cores e a preto e branco que realçam as diferentes espécies.
Ernesto Belo Redondo (12 de abril de 1900 – Lisboa, 9 de abril de 1957), foi um escritor e jornalista português. Fez parte, com Artur Portela e Julião Quintinha, da última direção do Sindicato dos Profissionais de Imprensa de Lisboa, até à sua dissolução pelo regime corporativo do Estado Novo (1933) que, em seu lugar, criou o Sindicato Nacional dos Jornalistas (1934), presidido por António Ferro, simultaneamente diretor do Secretariado da Propaganda Nacional, órgão que funcionava sob a alçada direta de Salazar. Na sua qualidade de dirigente sindical dos jornalistas, Belo Redondo subscreveu em 1932, com os seus colegas da direção, um protesto contra a censura endereçado ao governo.
Sequeira: na arte do seu tempo de Armando Lucena. Academia Nacional de Belsa-Artes. Lisboa, 1966, 66 págs. E. Il
Um estudo essencial para compreender Domingos Sequeira no contexto artístico europeu do final do século XVIII e início do XIX. Publicado no segundo centenário do pintor, este livro mostra como Sequeira, profundamente ligado à tradição académica portuguesa, dialogou com as grandes correntes estéticas internacionais — com especial destaque para o desenho, área onde foi absolutamente excepcional.
Ilustrado com mais de cinquenta estampas extra-texto.
Tiragem de 1.000 exemplares.
Delictos da Mocidade de Camilo Castelo Branco. Livraria Civilização. Porto, 1889, 269 págs. Dura.
Trata-se da primeira edição deste interessante livro que inclui os primeiros escritos de Camilo: «Os Pundonores desagravados», «Communicado», «Principios para uma consequencia», «Algumas flores para um triumpho», etc. Prefácio de Freitas Fortuna. Edição cuidada, impressa em papel de escolhida qualidade.
📕 1ª Edição. ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados. ❗ Edição original. Muito rara. Sem capas
O Meu Menino de Samuel Maia. Bertrand Editora. Lisboa, s.d., 422 págs. E.
COMO O HEI-DE GERAR, CRIAR E TRATAR SE ADOECER. Como hei-de gerar o meu menino. O meu menino não vem. O meu menino está gerado. O meu menino vai nascer. O meu menino já nasceu. Como o meu menino é. Como hei-de criar o meu manino. O meu menino chora. O leite. Sua composição. Diferença nas espécies animais. O desmame. Os dentinhos. Assim o hei-de vestir. Banho e lavagens. Quando o menino sai à rua. A vacina. Como cresce o meu menino. Educação do menino. Cuidados a ter com o meu menino. As doenças. Memorial do meu menino.
Jesus-Christo Vida da Alma de Columba Marmion União Gráfica. Lisboa, 1926, 446 págs. E.
As conferencias de que se compõe a presente obra são o fructo de muitos annos de reflexão e de oração. Foram feitas em cir cumstancias muito varias; o autor, porém, não tencionando publical-as, nunca as redigira por escrito. Alguns dos ouvintes, julgando que ellas poderiam fazer bem às almas, tinham tomado abundantes notas e pe diram ao autor licença para as imprimir. Taes quaes foram pronuncia das, com todas as imperfeições de uma improvisação feita numa lingua que não era a lingua materna do autor (1), não podiam ser entregues á publicidade.
Les Castrophes Contemporaines de J. Bournichon. Tours. França, 1885, 333 págs. E.
La plupart des lecteurs aiment les émotions violentes. C’est pour flatter ce goût, que presque tous les écrivains modernes cherchent à intéresser au moyen de récits étranges et fantastiques, tout à fait en dehors de la vie réelle, où le faux le plus souvent le dispute à l’absurde.
La religion et la morale, hélas! ont toujours à souffrir quelque atteinte dans ces récits.
Sans sortir de la réalité des faits, sans blesser la morale et sans outrager Dieu, n’y aurait-il pas moyen d’offrir aux lecteurs quelques-unes de ces émotions qu’ils désirent et qu’ils aiment tant.
Nous nous sommes efforcés d’atteindre ce résultat dans le présent ouvrage.
L’Ecole Des Peres Et Des Meres, Part 1: Ou Les Trois Infortunees de Antoine Sabatier de Castres. J. DE HANSY. França, 1769, 141 págs. E.
Le Public se voit aujourd’hui, plus que jamais, accablé de Romans. Des caractères bizarres, des événemens incroyables, des situations forcées, des cataftrophes monstrueuses, des dénouemens dénués de vraisemblance; voilà ce qui fait le mérite le plus ordinaire de ces fortes de productions. Avec cela cependant, on amuse, on met ses Ouvrages en vogue, & on trouve le moyen de se faire lire par des Lecteurs qui, à la vérité, ne liroient rien, si on ne leur présentoit que des productions solides & faites pour fixer & intéresser le véritable esprit (…) in Preface.
🟡 Encadernação em pele completa com gravação a ouro na lombada.
In Illo Tempore de Trindade Coelho. Portugália Editora. Lisboa, 1943, 398 págs. E.
Muito se tem escrito acerca da vida académica de Coimbra, tão chela de lenda e de mocidade, mas de tudo quanto se publicou pode dizer-se que só uma obra conserva plena frescura, o célebre In Illo Tempore, de Trindade Coelho. Embora escrita de maneira despreocupada, ao sabor da memória, esta obra tem uma frescura e uma riqueza de por menores anedóticos sem par em qualquer trabalho congénere. O facto de o autor ter passado por Coimbra numa das épocas mais vivas e irrequietas da Academia, muito concorre também para que In Illo Tempore seja um depoimento tão excepcional. Nesta obra perpassam, nos seus anos juvenis, algumas das figuras mais notáveis das letras, da política, da ciência e do ensino nacionais. A paisagem, as tradições, as lendas, os monumentos, a poesia e todos os mil encantos de Coimbra vivem nesta obra incomparável. Mas uma das suas maiores seduções é, sem dúvida, a graça esfuziante que a atravessa do princípio ao fim, tornando-a uma das mais belas obras humorísticas da nossa literatura.
Histoire de la Littérature Française de D. Nisard Socièté Belge de Libraire. 1837, 244 págs. E.
Lombada em pele. Restante área do livro em sintético. Com gravação a ouro na lombada. Lombada com nervuras.
Uma assinatura de posse com a seguinte indicação: Angra do Heroismo, 26 de Março de 1853 – Bettencourt.
Este livro revela o denso clima humano em que se processa o choque do colono com o nacionalista argelino nas diferentes etapas da guerra. Como um documentário político, engloba toda uma sequência de questões complexas, desde a conferência de Bandung até à consolidação militar da F.L.N. e às razões da resistência aos recentes acordos de Evian por parte da O.A.S.
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