• Formação Económica do Pensamento de Marx de Ernest Mandel

    Formação Económica do Pensamento de Marx

    Ernest Mandel

    5,00 

    Formação Económica do Pensamento de Marx de Ernest Mandel
    Centelha. Coimbra, 1978, 302 págs. B.
    Colecção: Temas / Nosso Tempo Economia | 5

    “A Formação do Pensamento Económico de Karl Marx” (1967) de Ernest Mandel analisa a evolução de Marx da filosofia para a economia política. Destaca a importância dos Grundrisse, introduz uma versão não dogmática do marxismo e examina a transição do pensamento de Marx, focando no tempo de trabalho e na crítica ao capitalismo

    📝 Assinatura de posse.

  • Antologia dos Economistas Portugueses (Século XVII) de António Sérgio

    Antologia dos Economistas Portugueses (Século XVII)

    António Sérgio

    6,00 

    Antologia dos Economistas Portugueses (Século XVII) de António Sérgio.
    Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa, 1974, 266 págs. B.

    Diálogos do Sítio de Lisboa por Luís Mendes de Vasconcelos;

    Dos Remédios para a Falta de Gente por Manuel Severim de Faria;

    Sobre a Introdução das Artes por Duarte Ribeiro de Macedo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Taking Care of EBusiness de Thomas M. Siebel

    Taking Care of EBusiness

    Thomas M. Siebel

    10,00 

    Taking Care of EBusiness de Thomas M. Siebel.
    Doubleday. New York, 2001, 257 págs. E.

    In Taking Care of eBusiness, Siebel System’s founder, chairman, and CEO, Tom Siebel shows how these and other market leaders are applying information and communication technology to better understand and satisfy their customers. Thanks to today’s eBusiness technology, organizations can conduct business in any way their customers want; anytime, anywhere, in any language and currency, and through any channel. In today’s competitive climate, that ability, says Siebel, is no longer just an option; it is a matter of business survival.

    The age of eBusiness is in truth the age of the customer. Today’s empowered customers are able to switch to the competition with unprecedented ease and speed. Nothing is more critical for business success, therefore, than delivering the highest levels of customer satisfaction.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Previsões e Premissas de Alvin Toffler

    Previsões e Premissas

    Alvin Toffler

    6,00 

    Previsões e Premissas de Alvin Toffler.
    Edição Livros do Brasil. Lisboa, 1987, 245 págs. B.

    Com admirável lucidez, expõe os problemas da crise actual que se manifesta tanto no âmbito da economia como no social e até individual. E foca, com notável clarividência, o surto do «dinheiro eletrónico», do feminismo, dos computadores portáteis e da engenharia genética, expondo, ainda, a crescente competição industrial japonesa, a evolução do Terceiro Mundo, a exploração do Espaço, e a mutação que todos estes fenómenos impõem à nossa vida quotidiana e futura.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Vida e a Morte dos Nossos Bancos de Helena Garrido

    Vida e a Morte dos Nossos Bancos, A

    Helena Garrido

    7,00 

    A Vida e a Morte dos Nossos Bancos: como os banqueiros usaram o nosso dinheiro e ele desapareceu de Helena Garrido.
    Contraponto.  Lisboa, 2016, 215 págs. B.

    Há década e meia, banqueiros, empresários e políticos envolvem-se numa «grande farra» de dívida. Crédito a rodos: a mais básica e antiga atividade dos bancos torna-se a mãe de todos os males da banca portuguesa. Com esse crédito fabricaram-se banqueiros, empresários de sucesso, milionários e poderosos, e até políticos. Quando chegou a conta, os cofres estavam vazios, o capital nunca tinha existido, e os «bons negócios» (feitos por «bons rapazes») tinham produzido pouco mais do que falências em cadeia, dívidas acumuladas e a tentação de aprisionar o país nas malhas de uma nova oligarquia da finança e da política. Em sete anos morreram quatro bancos em Portugal, um deles nas mãos de uma família centenária de banqueiros.

    O país aproximou-se da bancarrota. E, afinal, para onde foram todos aqueles milhões que financiaram dívidas, partidos, vaidades e falências? É a esta questão – a questão de vários milhares de milhões de euros – que o livro de Helena Garrido, resultado de várias conversas com banqueiros e economistas, responde, abrindo as portas de reuniões secretas, revelando operações financeiras no fio da navalha e mostrando aquilo que os poderosos apanhados na rede não querem admitir: eles sabiam que o edifício estava a ruir, mas, mesmo assim, insistiram em fazer desaparecer o nosso dinheiro. Desde as privatizações até aos nossos dias, ganância, ambição, poder e incompetência orquestraram negócios ruinosos com os depósitos dos clientes. Este é o livro que explica todo o processo de destruição da banca portuguesa – que, aliás, ainda está em curso.

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  • Pequeno Curso de Economia de Fernando Sequeira

    Pequeno Curso de Economia

    Fernando Sequeira

    6,00 

    Pequeno Curso de Economia de Fernando Sequeira [et al.]
    Edições Avante. Lisboa, 2010, 240 págs. B.

    Só discutida por quem a faz a Economia poderá deixar se ser uma ciência de gabinete, inexpugnável para o não especialista, enigmática para o cidadão comum; só assim poderá tornar-se numa ciência que alargue o conhecimento e possibilite uma intervenção consciente no processo de transformação da sociedade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • História das Doutrinas Econômicas de Academia de Ciências Sociais de URSS

    História das Doutrinas Econômicas

    Academia de Ciências Sociais de URSS

    7,00 

    História das Doutrinas Econômicas de Academia de Ciências Sociais de URSS.
    Zahar Editores. Brasil, 1967, 437 págs. B.
    Biblioteca de Ciências Sociais

    O presente livro, preparado por um grupo de candidatos à Cátedra de Ciências Economicas da Academia de Ciências Sociais da URSS, foi publicado em Moscou em 1965, e é, sem dúvida, a mais recente história do desenvolvimento da Economia Política marxista-leninista.

    Ao mesmo tempo, o livro é uma crítica às teorias econômicas capitalistas, feita à luz das últimas posições assumidas pela economia soviética.

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  • Capitalismo Contra Capitalismo de Michel Albert

    Capitalismo Contra Capitalismo

    Michel Albert

    6,00 

    Capitalismo Contra Capitalismo de Michel Albert.
    Livros do Brasil. Lisboa, 1992, 311 págs. B.

    Após a derrocada do comunismo – aliás consequência natural da ineficácia da sua teoria económica na prática o capitalismo ficou sozinho em campo, livre de qualquer concorrência.
    Mas, alcançada a hegemonia, voltou a tornar-se perigoso e o nosso futuro oscila doravante entre esta vitória e este perigo. Como? É O grande debate Capitalismo contra Capitalismo que, para já decorre na Europa, na América e no Japão mas que, em breve, interessará também os países de Leste.
    Este debate opõe dois modelos de capitalismo: O modelo «neo-americano», assente no sucesso individual e no lucro financeiro a curto prazo, e o modelo «renano», praticado na Alemanha, na Suíça, no Benelux, na Europa do Norte e, com variantes, no Japão, privilegiando o sucesso colectivo, o consenso e o longo prazo.
    A rivalidade entre os dois modelos faz-se já sentir e reflecte-se fortemente em todo o nosso futuro.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Grupo Estado, O

    Grupo Estado, O

    M. Belmira Martins

    6,00 

    O Grupo Estado: Análise e Listagem Completa das Sociedades do Sector Público Empresarial de M. Belmira Martins e J. Chaves da Rosa.
    Jornal Expresso. Lisboa, 1979, 174 págs. B.

    Em 24 números do “Diário do Governo” nacionalizaram-se duzentas e quarenta e quatro empresas. Corresponde, em termos históricos, ao desencadear de um processo que, tendo como pretexto próximo os acontecimentos do 11 de Março de 1975, inverteu, pela submissão do poder económico ao poder político, toda a estrutura e tecido económico-financeiro do País.

    E o que é hoje o Sector Público em Portugal?

    Conhece-se muito pouco, pois pouco ou quase nada encontramos divulgado, com um mínimo de sistematização ou enquadramento.

    Que empresas foram nacionalizadas, de que sectores, quando, o que significavam, a quem pertenciam, o que detinham?

    Que sociedades, que empresas, de que sectores, passaram por arrastamento, a ser controladas pelo Estado?

    Quais as destas dependentes, quais aquelas em que indirectamente passaram a existir interesses?

    A que se dedicam, o que produzem, o que significam?

    A que deram origem, o que são hoje, como está arrumado este enorme tabuleiro com peças e fichas na mão de um único banqueiro quando um dia foi dito “ALTO!” aos que atiravam os dados, aos que sentados à mesa, com ou sem parceiros, cumprindo as regras ou ignorando-as, jogavam a seu belo prazer o “monopólio”, a “bolsa”, o “petróleo”, o “assalto” e a “glória”? Tudo começou em 14 de Março de 1975… (in, introdução desta obra)

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Nôvo Estado Industrial de John Kenneth Galbraith

    Nôvo Estado Industrial, O

    John Kenneth Galbraith

    6,00 

    O Nôvo Estado Industrial de John Kenneth Galbraith.
    Civilização Brasileira. Brasil, 1969, 456 págs. B.

    Ο Novo Estado Industrial é um livro antimitológico por excelência, destinado a suscitar construtivos debates, a espanar noções arraigadas que, ora à esquerda, ora à direita, deformam a realidade, imobilizam no espaço e no tempo o ângulo de visão com que se deveria apreciar fenômeno essencialmente dinâmico, qual seja a estrutura de poder e de comando da moderna sociedade capitalista.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Multinacionais em Portugal de Maria Belmira Martins

    Multinacionais em Portugal, As

    Maria Belmira Martins

    5,00 

    Multinacionais em Portugal de Maria Belmira Martins.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1976, 62 págs. B.

    Muitas das maiores multinacionais encontram-se implan tadas em Portugal, nomeadamente, General Motors. Exxon, Ford. Royal-Dutch Shell, General Electric, Mobil Oil, Uni-lever. ITT, British Petroleum, Philips, Volkswagen, Westing-house, Siemens, ICI, Hoechst, Bayer e Basf. O estudo de tal implantação é objecto deste pequeno trabalho.

    Os capítulos que constituem este livro procuram dar resposta a quatro perguntas sobre as multinacionais em Portugal:
    Porque vieram
    Onde se instalaram
    Quais se implantaram
    O que trouxeram

    📝 Assinatura de posse.

  • Economia Portuguesa desde 1960 de José da Silva Lopes

    Economia Portuguesa desde 1960, A

    José da Silva Lopes

    6,00 

    Economia Portuguesa desde 1960 de José da Silva Lopes.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 1997, 331 págs. B.

    As três décadas e meia que decorreram desde 1960 até à actualidade correspondem ao período de desenvolvimento mais rápido e de transformações estruturais mais profundas em toda a história da economia portuguesa. A capitação do produto nacional aumentou quase quatro vezes e a situação social modificou-se radicalmente.
    A evolução não foi, todavia, uniforme nem isenta de dificuldades. A partir de 1990, designadamente, a necessidade de combater mais decisivamente a alta dos preços, a maior abertura ao exterior imposta pela participação na Comunidade Europeia e os efeitos da mundialização económica empurraram a economia para um período de fraco crescimento e elevado desemprego. O presente trabalho analisa esta evolução, abordando-a, no primeiro capítulo, numa perspectiva cronológica e, nos seguintes, com base em enfoques relativos às principais variáveis e políticas económicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dicionário de Gestão

    Dicionário de Gestão

    Henri Tezenas du Montciel

    5,00 

    Dicionário de Gestão de Henri Tezenas du Montciel.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1973, 301 págs. Mole.

    Este DICIONARIO DE GESTÃO é um guia prático feito para os gestores responsáveis pelos diversos departamentos técnico-administrativos da actividade empresarial; e também para os estudantes da matéria, aos quais proporciona um contacto com as questões mais práticas que terão de vir a resolver. Não há gestão sem matemática, sem estatística, sem economia, direito, psicossociologia, finanças, contabilidade e outras. mais ciências. Nenhuma delas exerce domínio absoluto, antes todas se conjugam para formar o sistema global da empresa. Este carácter pluridisciplinar e o constante aperfeiçoamento dos métodos determinam uma crescente complexidade da ciência e da linguagem da gestão: todos os profissionais verificam a importância de palavras novas cujo uso é causa de muitos equívocos.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Problema Econômico Português de Daniel Vieira Barbosa

    Problema Econômico Português

    Daniel Vieira Barbosa

    15,00 

    Problema Econômico Português de Daniel Vieira Barbosa.
    Livraria Tavares Martins. Porto, 1958, 283 págs. B.

    Temos trinta anos duma política que se mostra plenamente capaz de enfrentar o futuro se corajosamente a expurgarmos dos vícios e dos defeitos a que a acomodação no tempo a um estado de tranquilidade e segurança criou particulares condições ambienciais; impõe–se, porém, ponderando devidamente tendências que conscienciosamente se afirmem e respeitando o que se deva e possa considerar como vontade do país, conduzi-la na evolução que é mister incutir-lhe para não só a manter naquele estado de dinamismo que arrasta as multidões, mas para a libertar de alguns conceitos restritivos que se se podem compreender na emergência dos primeiros tempos dum sistema politico não deverão, de forma alguma, perdurar como norma inelutável pela vida fora, como dado perene de actuação governativa, em perigo de acabarem por únicamente servir ao comodismo de alguns numa consequente inutilidade para servir a Nação.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Executivos Interpelam Portugal de João César das Neves

    Executivos Interpelam Portugal

    João César das Neves

    10,00 

    Executivos Interpelam Portugal: Questões-Chave da Nossa Economia de João César das Neves.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1996, 236 págs. B.

    As questões que a economia portuguesa levanta aos nossos executivos constituem o tema central deste livro.

    Na sequência de um curso realizado na Universidade Católica, um grupo de dirigentes empresariais levantou mais de quarenta perguntas concretas sobre a nossa realidade, que são aqui respondidas pelos dois responsáveis científicos desse curso.

    Os temas, tão variados como as preocupações das nossas empresas, vão das políticas sociais à moeda única e da situação das empresas portuguesas ao nosso sistema fiscal.

    A linguagem, simples e acessível mas incisiva e pragmática, procura identificar os problemas, fornecer pistas para a sua análise e isolar algumas linhas gerais de abordagem.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Problema das Casas Económicas, O

    Problema das Casas Económicas, O

    António Faria

    5,00 

    O Problema das Casas Económicas de António Faria.
    Cosmos. Lisboa, 1948, 193 págs. B.
    Biblioteca Cosmos, 140-141
    7ª Secção – Problemas do Nosso Tempo – 26/27
    Sociais

    Esboço da casa particular; Estudo da utilização das «áreas» e estudo comparativo das mesmas; Estudo das paredes, em função da condutibilidade térmica dos materiais empregados; do custo das paredes; das portas e janelas; Determinação das dimensões das dependências; Considerações sobre poeiras, temperaturas e humidade; Estudo da alimentação e do vestuário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.