Estas são 48 páginas repletas de estórias de humor e boa disposição em redor dos encontros entre eles & elas, em situações mais ou menos rocambolescas e com um toque q.b. de “picante”! Intencionalmente “desarticuladas”, com um traço quase caricatural, senão mesmo próximo do grotesco, Gürcan Gürsel mantém-se coerente consigo próprio e esmera-se em curtas…
Demolidor: O Homem Sem Medo de Frank Miller. Devir Livraria. Senhora da Hora, 1999. Mole.
É espantoso ele não ser um vilão. Teria todos os motivos para o ser. Nasceu na pobreza. Numa família separada. Passou a infância num bairro miserável e sórdido. Foi ferido, perseguido e espancado por rufias na escola. E, pior que tudo, foi atingido nos olhos com desperdícios tóxicos, ficando cego para toda a vida. Cego, maltratado e empobrecido. Rodeado pela calamidade
As Aventuras Extraordinárias de Adèle Blanc-Sec é uma série criada pelo autor Jacques Tardi. Tem a particularidade de ser uma das poucas colecções de banda desenhada que apresentam como herói principal uma personagem feminina: Adèle Blanc-Sec. A acção das história decorre em Paris nos anos que antecedem a Primeira Guerra Mundial, ou logo nos anos imediatos.
Chances de Horacio Altuna. Meribérica / Liber. Lisboa, 1988, 48 págs. B.
Chances foi criado a “solo” em 1986, já em Espanha, e é uma visão quase apocalíptica, sobre a clonagem humana num mundo miserável e superpovoado. É um mundo completamente sórdido aquele em que decorre a acção de “Chances”. Quem tem dinheiro cria, em clinicas de clonagem, haplontes (seres criados a partir de uma metade simples de cromossoma) do seu próprio DNA. Isto tudo para quando chegavam a velhos e os órgãos começavam a entrar em falência, serviam-se do seu clone haplonte para lhe retirar os órgãos e tecidos necessários para viver bastante mais tempo. O livro começa com uma fuga! Riff, um haplonte, foge do centro onde vivem, estudam e até têm emprego. Para mal dos pecados dele, o corpo do seu “pai” entra em declínio e necessitam rápidamente de substituir órgãos…
Rota de Colisão de Karl Kesel. Abril Controljornal. Linda-a-Velha, 1995. Mole.
O corpo do Super-Homem começou a absorver radiação solar e outras formas de energia num ritmo superior ao normal. As consequências deste fenómeno inexplicável são assustadoras: os seus poderes e o seu corpo não param de crescer. Qualquer pequeno movimento pode devastar uma cidade.
As “Selecções BD, I Série” (1988-1991) tiveram como Director Orlando Campos; Director-Adjunto: Natália Severino; Director Artístico: Luís Macieira; Assistente Editorial Maria José Magalhães Pereira; Grafismo: Rui Campos e como colaboradores permanentes: Geraldes Lino; Miguel Duarte e Rui Garcia.
As “Selecções BD, I Série” (1988-1991) tiveram como Director Orlando Campos; Director-Adjunto: Natália Severino; Director Artístico: Luís Macieira; Assistente Editorial Maria José Magalhães Pereira; Grafismo: Rui Campos e como colaboradores permanentes: Geraldes Lino; Miguel Duarte e Rui Garcia.
As “Selecções BD, I Série” (1988-1991) tiveram como Director Orlando Campos; Director-Adjunto: Natália Severino; Director Artístico: Luís Macieira; Assistente Editorial Maria José Magalhães Pereira; Grafismo: Rui Campos e como colaboradores permanentes: Geraldes Lino; Miguel Duarte e Rui Garcia.
PEREIRA, Maria José, Selecções BD nº 26 (2ª Série). Electroliber. Sacavém, 2000, 82 págs. B.
Neste mês, com o Natal à porta e o prenúncio dos primeiros nevões a rondar o cume das serras, que melhor leitura poderíamos oferecer-lhes do que um lote de histórias inéditas que têm como traço de união o Inverno?
Pato Donald de Walt Disney. Panini Comics. Barcelona, 2003, 206 págs. Mole.
Em seis memoráveis histórias de Walt Disney revelamos o entusiasmo e a fúria do pato mais irascivel do mundo. As primeiras três são de Carl Barks, “o homem dos patos”. Barks envia o Donald para o coração da África negra, para as altitudes dos Andes e, por fim, para a terra dos Vikings, para o primeiro e inesquecível desafio com o afortunado Gastão. De um lado ao outro do globo, o nosso penudo vai em busca de toda a desgraça possível para conquistar a nossa compreensão e simpatia. Já que todos pelo menos uma vez na vida, estivemos como o Donald, em desarmonia com o universo, na difícil procura da felicidade.
Perante este cenário dramático, a luz ao fundo do túnel para Donald podia ser um comboio. Errado. É, sim, o afecto dos seus sobrinhos, um beijo da Margarida e um humor contagiante.
Super-Homem de Jerry Siegel e Joe Shuster. Panini Comics. Barcelona, 2003, 208 págs. Mole.
Mais rápido do que uma bala, mais poderoso do que uma locomotiva… É um pássaro, é um avião… Não, é o Super-Homem! O primeiro super-herói, pioneiro de um género em constante reinvenção e ícone incontornável da cultura de massas do século XX, criado em 1938 por Jerry Siegel e Joe Shuster.
Neste volume de “Os Clássicos da Banda Desenhada” acompanhamos a evolução do mais popular dos super-heróis num conjunto de histórias que nos levam dos tempos heróicos de Siegel e Shuster até ao ano 2000, com destaque para os dois episódios memoráveis assinados por Alan Moore, um dos maiores argumentistas de BD de sempre, que dá uma outra dimensão ao homem de aço através da sua escrita inimitável.
PEREIRA, Maria José. SELECÇÕES de B.D. nº 18 (2ª Série). Electroliber. Sacavém, 2000, 82 págs. Mole.
Neste número primeiro de uma Primavera anunciada que, para os bedéfilos, nunca chega verdadeiramente antes de meados de Maio, altura em que se inicia a ronda dos Salões e Festivais de BD, com Lisboa e Sobreda à cabeça -, estreia-se o novo Blueberry, criação máxima de JEAN GIRAUD, um artista cuja multifacetada.
Ric Hochet de Duchateau e Tibet. Edições ASA. Porto, 2009, 96 págs. B.
A editora portuguesa Público, em parceria com a ASA, iniciou uma nova coleção, dedicada a antigos heróis da “banda desenhada” – como as histórias em quadrinhos são conhecidas por lá. Os personagens ficaram famosos ao ser publicados na extinta Revista Tintin (edição portuguesa), e são agora resgatados para uma colecção apropriadamente intitulada “Clássicos da Revista Tintin”
Obra com os albuns: Uma Armadilha para Ric Hochet | Ric Hochet contra “O Serpente”
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Obra com os albuns: Uma Armadilha para Ric Hochet | Ric Hochet contra “O Serpente”
Tarzan de Edgar Rice Burroughs. Panini Comics. Barcelona, 2003, 208 págs. Mole.
Criado pelo escritor inglês, Edgar Rice Burroughs, Tarzan é uma das mais conhecidas personagens de ficção de sempre. Nascidas na literatura, as aventuras do homem macaco foram adaptadas ao cinema e à televisão, mas só a Banda Desenhada soube fazer justiça ao universo fantástico imaginado por Burroughs, graças a desenhadores como Harold Foster, Burne Hogart, Russ Manning e Joe Kubert.
Neste número dos Clássicos da Banda Desenhada podemos apreciar o Tarzan elegante e dinâmico de Russ Manning, desenhador que revitalizou a imagem do homem-macaco sem trair o espírito criativo de Burroughs e a sua verdadeira essência romanesca, numa série de adaptações de oito novelas originais de Burroughs, aqui publicados numa nova versão restaurada e colorida.
O Mercenário: As Provas de Vicent Segrelles. Meribérica / Liber. Lisboa, 1990, 48 págs. B.
O Mercenário recebe uma interessante proposta que não pode recusar: ajudar Nan-Tay na protecção e segurança da Ordem da Cratera. Mas primeiro terá de superar algumas provas bastante duras, tão duras que porão em risco a sua própria vida.
O Mercenário terá de enfrentar guerreiros gigantescos, animais monstruosos, espíritos fantasmagóricos e dilemas morais para conseguir o que tanto ambiciona e que é, simplesmente, participar nos segredos desses monges que parecem ter as chaves da sabedoria universal.
Amazónia: As Memórias do Capitão Moulin-Rouge de Gabrion. Meribérica / Liber. Lisboa, 1990, 46 págs. B.
“A Amazónia, reino da água e da terra para todo o sempre entrelaçados, onde não se sabe onde começa uma e acaba outra… inferno ou paraíso, que importa. O tempo parece ter aí parado para sempre.”
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