Hulk: O Último Sobrevivente de Peter David. Edições Devir. Lisboa, 2003. Brochado.
Num futuro pós-nuclear, Bruce Banner, o último sobrevivente da raça humana, vê a sua existência aproximar-se do fim. É assaltado por lembranças e fantasmas do passado e sente que o fim se aproxima, e com ele a paz pela qual anseia. Mas nem isso o Hulk parece disposto a con ceder-the. Não percam a derradeira batalha entre o homem e a monstro, que poderá marcar o próprio fim do universo da Marvel!
Rock Derby de Greg. Edições ASA. Lisboa, 2009, 96 págs. B.
A editora portuguesa Público, em parceria com a ASA, iniciou uma nova coleção, dedicada a antigos heróis da “banda desenhada” – como as histórias em quadrinhos são conhecidas por lá. Os personagens ficaram famosos ao ser publicados na extinta Revista Tintin (edição portuguesa), e são agora resgatados para uma colecção apropriadamente intitulada “Clássicos da Revista Tintin”
Obra com os albuns:
Os Tubarões do Ringue
Os Ladrões de Bonecas
Pânico no Paraíso
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Obra com os albuns:
Os Tubarões do Ringue
Os Ladrões de Bonecas
Pânico no Paraís
Guerra do Enerschmol de Motti. Distri. Lisboa, 1984, 46 págs. E.
Criado em 1948 por José Cabrero Arnal para o L’Humanité, o cão antropomórfico Pif tornou-se um ícone da BD franco-belga. Após brilhar na revista Vaillant, ganhou sua própria publicação, Pif Gadget, em 1969. Arnal, refugiado da Guerra Civil Espanhola, sobreviveu a Mauthausen e encontrou na BD um novo rumo. Com humor cativante e ilustrações expressivas, Pif marcou gerações, tornando-se um sucesso editorial graças às suas histórias e brindes inovadores.
Rourke: A Morte é Sempre Boa de Paul Loup Sulitzer. Edições ASA. Porto, 1992, 48 págs. E.
Chama-se H. H. Rourke. Ainda não tem vinte anos e já uma alcunha o persegue: S.O.B. Rourke, Rourke Son of a Bitch, Rourke, o Filho da Mãe. Alguns dos seus confrades jornalistas acham que ele é mais louco do que os criminosos que persegue. Para não falar na Kate…
Tarzan de Roussado Pinto. Portugal Press. Lisboa, s.d. Dura.
Suplemento ao Jornal do Cuto
Criado por Edgar Rice Burroughs em 1912, Tarzan tornou-se uma das personagens mais populares da literatura. A primeira história em livro, Tarzan of the Apes (1914), deu início a uma série de quase 30 volumes. Criado por macacos após um naufrágio que matou os pais, Tarzan descobre a sua identidade aristocrática, mas nunca se adapta à civilização.
Riquiqui de Roussado Pinto. Portugal Press. Lisboa, 1979. E.
COMPANHEIROS! Se não se importam de conviver um pouco com um velho um velho que fez a sua vida no Oeste, vivendo as mil e uma aventuras que esse tempo proporcionou, então cheguem-se para junto de mim, e nesta minha lareira que é o fim de vida, vamos conversar um pouco, ou antes, deixem que falem um pouco da minha paixão por aventuras… Começo por dizer que me puzeram a alcunha de «Riquiqui», e à força de a ouvir, já esqueci o meu nome verdadeiro. Sou «Riquiqui» por andar a correr por todos os lados, a meter o nariz em tudo! Bem, seja. Portanto, fico apresentado…
Filhos do Capitão Grant de Júlio Verne. Scire. Lisboa, 1977, 62 págs. B.
Desenhos de F. Caprioli. Adaptação da obra de Júlio Verne em Banda Desenhada.
«O mar estava magnífico; podiam facilmente seguir-se à superfície as rápidas evoluções do esqualo, que mergulhava ou se elevava com um vigor surpreendente. Os marinheiros lançaram uma corda forte, munida de um anzol com um bocado de toucinho. O tubarão, apesar, de ainda se encontrar a uma distância de cinquenta metros, cheirou o engodo oferecido à sua voracidade. Aproximou-se rapidamente. Viam-se-lhe as barbatanas, cinzentas na extremidade, negras na base, bater as ondas com violência. À medida que avançava, os seus enormes olhos salientes surgiam inflamados de avidez.»
Cavaleiro Andante – Especial do Natal de Adolfo Simões Muller. Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1956, 99 págs. Dura.
Esta edição é dominada por duas grandes histórias ilustradas: «O Enigma do Castelo» e «A Senda dos da Mistérios», qualquer delas, só por si, valendo bem o que este número custa. Bastará dizer que na Bélgica a história «O Enigma do Castelo» foi publicada num álbum sem mais nada e que importa em mais de três vezes o preço deste número…
📝 Assinatura de posse. ❗ Capa desgastada. Lombada “restaurada” com fita-cola.
Nós as Mulheres 3: Os Homens e Tudo o Mais que nos Rodei de Maitena. Editorial Presença. Lisboa, 2004, 79 págs. B.
Este é o terceiro volume da divertida série «Nós, As Mulheres», a banda desenhada já consagrada em muitos países como a grande revelação da literatura humorística. Genial na arte de captar comportamentos e circunstâncias, Maitena consegue transpor em “quadradinhos” esse mundo tão especial que é o das mulheres. Um olhar feminino, que nada tem de feminista, leva-nos ao riso mesmo sem querermos, tal a fluidez do seu humor. Um livro para todos os que gostam de estar de bem com a vida.
Apontamentos de Raphael Bordallo Pinheiro sobre a Picaresca Viagem do Imperador de Rasilb pela Europa de Raphael Bordallo Pinheiro. Bedeteca. Lisboa, 1996. B.
Esqueçamos as cronologias onde se espartilham as vidas dos artistas. Esqueçamos os enquadramentos históricos que podem ajudar a perceber as personagens. Esqueçamos, finalmente e por um só instante, os argumentos dirimidos por quem sabe e que dão estes Apontamentos como a primeira das histórias aos quadradinhos narrada por um talento português. Deixemos tudo para trás e entremos, com a surpresa na mala de mão, nesta viagem do Imperador que só tem dezasseis mil e duzentos réis para ver o mundo». Logo a viagem deixa de ser desse Imperador de chinelos. Um estilo aparentemente – e só na aparência! – solto e descuidado puxa-nos pelos olhos para uma girandola vertiginosa. Como se não bastasse o ritmo com que dispara farpas de inesperada agressividade a academias, o?a-vontade com que faz estilhaçar em gargalhadas os temas de alta política ou as pequenas observações de quotidiano, ou um texto cheio de sabor e engenho com que nos mantém em vibração, tudo é servido por uma genial mestria gráfica que se mantém hoje, aqui e agora, vivaz. Pois. Em 1872, um Raphael Bordallo Pinheiro de dimensão ainda completamente por reconhecer concedia-se a libertinagem de forçar todos os meios para cumprir o seu fim de dizer um mundo novo: usar os paréntesis numa história em imagens, mudar de estilo, imitar desenhos infantis, inventar sinais icónicos, quebrar regras de leitura. ou imprimir cadências tão diferentes que ora conta uma discussão inútil em seis cenas ora percorre numa só quatro países e várias regiões. A estes podiam facilmente somar-se outros exemplos para provar que estamos perante um caso maior de uma grande arte narrativa. Bordallo, como ninguém, define com o seu prazer de contar, a sua pressa em opinar, a sua estética nervosa as linhas com que se cose uma linguagem. Moderna, porque não lhe chegam palavras e imagens em separado para lançar tão explosivas emoções. – João Paulo Cotrim
Où Voulez-Vous en Venir? de Dany. Editions P&T Production. Bélgica, 1998, 74 págs. E.
Dany a reçu des cieux le don de raconter des histoires. Par modestie, il soutient que ce sont de tierces per- sonnes, parents, amis ou collègues, qui les lui racontent. C’est faux, bien sûr. Le tout est de son cru. Son imagination debridée ena a faile narrateur impénitent qui, 1. pour la quatrième fois, se manifeste de façon éblouissante dans le présent album,
Guia dos Quarentões de Tybo. Edições ASA. Porto, 2003, 48 págs. E.
É a todas estas questões e a muitas outras que se colocam a todos quantos se aproximam, que já são ou que estão prestes a deixar de ser quarentões, que O Cuin dos Quarcatões em Banda Desenhada dá resposta. Especialmente concebido pelos célebres quarentões Tybo e Goupil, este álbum ajuda-o a entrar na idade madura com jovialidade e humor pois, apesar de tudo, há na vida momentos muito piores!
Os Anjos de Jakob Klemencic. Edições Polvo. Lisboa, 2000, 16 págs. Mole.
Eslovénia, 1968.
Autodidacta do desenho, estudou História de Arte na Universidade de Liubliana onde, a partir de 1994, trabalha como bibliotecário.
Desde 1993 que as suas histórias curtas e ilustrações têm vindo a ser publicadas em diversas revistas da Eslovénia (integra o colectivo Stripburger, a única revista de Banda Desenhada eslovena), Holanda. Bélgica. França e Estados Unidos da América e antologias, tais como: Wind (Bélgica). Superstate Funnies e Monkey Punk (Reino Unido).
Os Anjos é a história com que se estreia em livro e é. simultaneamente, a sua primeira publicação em Portugal, onde já esteve exposto na mostra “Novos Ventos” do Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora de 1999.
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