• Será Deus o Dr. Freud? de Yvette K. Centeno

    Será Deus o Dr. Freud?

    Yvette K. Centeno

    10,00 

    Será Deus o Dr. Freud? de Yvette K. Centeno
    Escritor. Lisboa, 1995, 99 págs.
    🔢 Edição Numerada: 164

    Escrevo teatro como escrevo um poema: em estado de paixão pelas palavras. Rasga-se um palco na cabeça, mundo dentro do mundo. Ao escrever sobe uma cortina. O que se passa lá atrás? Só vendo.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Hotel Locarno

    Hotel Locarno

    António Mega Ferreira

    7,00 

    Hotel Locarno de António Mega Ferreira
    Sextante Editora. Porto, 2015, 142 págs. B.

    Da solidão sem esperança do xerife de Rio Bravo à busca sem horizonte num lugar qualquer do Alentejo, treze contos em que se contam desencontros e incompreensões, como os quartos fechados de um hotel romano, sem portas de comunicação uns com os outros. Um conferencista que se precipita na memória de um nome amado, um cadete da marinha que faz da dissimulação o seu livre-trânsito para a liberdade, um diplomata incapaz de resistir ao perfume de uma baiana e de tolerar o aroma de um fruto tropical, uma criança que nunca será capaz de perdoar ao pai uma recusa que lhe nega a possibilidade de ser sujeito da História, são outras tantas almas desiludidas e errantes que se acolhem à sombra protetora do Hotel Locarno. De passagem. Rumo a outro hotel qualquer.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa

    Vida no Céu, A

    José Eduardo Agualusa

    7,50 

    A Vida no Céu de José Eduardo Agualusa
    Quetzal Editores. Lisboa, 2013, 186 págs. B.

    «Depois que o mundo acabou fomos para o céu.» Assim começa este romance. Na sequência de um desastre de proporções bíblicas – o Dilúvio -, os ricos das grandes cidades constroem enormes dirigíveis e vão viver para o céu. Os pobres improvisam balões, que prendem uns aos outros, ligados a redes, formando imensas aldeias flutuantes. Carlos Tucano nasce numa destas aldeias. É, portanto, um filho do céu. Esta é a sua história. Carlos deixa a aldeia onde nasceu e parte à procura do pai, desaparecido numa tempestade. Ao longo desta peregrinação, vai-nos dando a ver a vida no céu, com os seus prodígios, os seus mistérios, e também os seus desa- certos, ao mesmo tempo que estabelece ligações com toda uma galeria de personagens extraordinários – uma curandeira e sonhadora profissional sul-africana, um pirata indonésio arrependido, um navegador solitário cego, além de uma jovem adolescente rebelde, Aimée, que conhece no mais belo dirigível do mundo – o Paris.

    Segundo o Dicionário dos Nefelibatas, incluído no livro, as nuvens (água em estado onírico) são o alfabeto do céu.

    Este romance ajuda-nos a decifrá-las.

    📕 1ª Edição.
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  • Mataram o Sidónio Pais de Francisco Moita Flores

    Mataram o Sidónio Pais

    Francisco Moita Flores

    7,50 

    Mataram o Sidónio Pais de Francisco Moita Flores
    Casa das Letras. Alfragide, 2010, 295 págs. B.

    O assassínio do Presidente da República Sidónio Pais, ocorrido em 1918, é um mistério. Apesar de a polícia ter prendido um suspeito, este nunca foi julgado. A tragédia ocorreu quando Lisboa estava a braços com a pneumónica, a mais mortífera epidemia que atravessou o séc. XX e, ainda, na ressaca da Primeira Guerra Mundial. A cidade estava exaurida de fome e sofrimento. É neste ambiente magoado e receoso que Sidónio Pais é assassinado na estação do Rossio em Dezembro de 1918.
    Francisco Moita Flores constrói um romance de amor e morte. Fundamentado em documentos da época, reconstrói o homicídio do Presidente-Rei, utilizando as técnicas forenses e que, de certa forma, continuam a ser reproduzidas em séries televisivas de grande divulgação sobre as virtualidades da polícia científica.
    Os resultados são inesperados e Mataram o Sidonio é um verdadeiro confronto com esse tempo e as verdades históricas que ao longo de décadas foram divulgadas, onde o leitor percorre os medos e as esperanças mais fascinantes dessa Lisboa republicana que despertava para a cidade que hoje vivemos. E sendo polémico, é terno, protagonizado por personagens que poucos escritores sabem criar. Considerado um dos mestres da técnica de diálogo, Moita Flores provoca no leitor as mais desencontradas emoções que vão da gargalhada hilariante ao intenso sofrimento. Um romance que vem da História. Uma história única para um belo romance.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Suprêmes Visions d’ Orient

    Suprêmes Visions d’ Orient

    Pierre Loti

    75,00 

    Suprêmes Visions d’ Orient de Pierre Loti.
    Calmann-Lévy Editeurs. Paris, 1921, 316 págs. E

    No seu último livro, Pierre Loti revisita as suas derradeiras viagens a Constantinopla e Andrinopla, entre 1910 e 1913, num tom profundamente melancólico e contemplativo. Marcado pela consciência do fim — do verão, do Oriente e da própria vida — o autor evoca um mundo em desaparecimento, feito de minaretes brancos e cafés tranquilos, ameaçado pela modernidade europeia.

    Assombrado pela passagem inexorável do tempo, Loti revela-se aqui no auge da sua maturidade literária, contrariando a imagem de mero cronista de exotismos felizes. Paralelamente, assume uma posição política firme, defendendo a causa turca e a preservação do Império Otomano, ainda que por vezes enverede por posições controversas.

    Entre a nostalgia, o desencanto e a reflexão sobre o choque de civilizações, esta obra surge como um testemunho intenso e crepuscular de um escritor que observa, com lucidez e inquietação, o fim de uma era.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fronteira de Abril de Modesto Navarro

    Fronteira de Abril

    Modesto Navarro

    7,50 

    Fronteira de Abril de Modesto Navarro.
    Alfaómega. Lisboa, 1979, 295 págs. B.
    Colecção: Autores | 2

    “Este livro é composto de contos e textos, definir de situações no campo, na vila, na cidade, desde a 1ª República até ao 25 de Abril e depois, num crescendo de luta, de dificuldades, de mudança e de vitória.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Confudir a Cidade com o Mar de Richard Zimler

    Confudir a Cidade com o Mar

    Richard Zimler

    10,00 

    Confudir a Cidade com o Mar de Richard Zimler
    Oceanos. Alfragide, 2008, 212 págs. B.

    Em Confundir a Cidade com o Mar, Richard Zimler aborda temas muito diversos, centrando-se sempre nas relações humanas e nos sentimentos que atravessam gerações e que, num dado momento, mudam para sempre o rumo da vida dos intervenientes.

    Num registo muito diferente dos romances a que o autor já nos habituou, os 16 contos, que nos levam da Europa aos Estados Unidos, da Argentina ao Brasil, dos anos 50 à actualidade, abordam questões tão pungentes e controversas como o racismo, a homossexualidade, a emigração e a dificuldade de relacionamento entre as pessoas.

    Por vezes escritos com uma crueza quase chocante, estes contos levam-nos a uma reflexão sobre a essência do ser humano e de como as situações que se nos deparam podem alterar irremediavelmente a forma como olhamos o mundo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

     

  • O Salto de Cavalo de Luís Cajão

    Salto de Cavalo, O

    Luís Cajão

    10,00 

    O Salto de Cavalo de Luís Cajão
    Edições Ágora. Lisboa, 1973, 259 págs. E.

    Tradutor de literatura policial, romancista, compositor e letrista, nascido em 1920, na Figueira da Foz, José Luís Cajão frequentou a Escola de Regentes Agrícolas de Coimbra, tendo exercido a função de engenheiro agrário em S. Tomé e Príncipe. Tendo-se dedicado também ao estudo da música, entrou para a RDP como assistente de programas musicais, tendo posteriormente exercido o cargo de diretor do setor de Língua Portuguesa no Departamento de Programas Internacionais. A sua ficção conjuga o realismo social com a perspetiva cinematográfica do romance de aventura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Hoje Estarás Comigo no Paraíso de Bruno Vieira Amaral.

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso

    Bruno Vieira Amaral.

    7,50 

    Hoje Estarás Comigo no Paraíso de Bruno Vieira Amaral
    Quetzal Editores. Lisboa, 2017, 363 págs. B.

    Em Hoje Estarás Comigo no Paraíso, Bruno Vieira Amaral, desenha uma investigação do assassínio do primo João Jorge – morto no bairro em que ambos viviam no início dos anos 80 – e usa essa investigação como estratégia de recuperação e construção da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai.

    Na reconstituição da personalidade e do percurso da vítima, da noite em que tudo aconteceu, na apropriação que o narrador faz de uma ligação com João Jorge (mais ou menos forjada pelos mecanismo da memória) – e de que faz parte essa busca mais ampla das dobras do tempo e do esquecimento – são utilizados os mais diversos materiais: arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura, propriamente dita – como uma possibilidade de verdade, sempre.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • A Floresta em Bremerhaven de Olga Gonçalves

    Floresta em Bremerhaven, A

    Olga Gonçalves

    7,50 

    A Floresta em Bremerhaven de Olga Gonçalves
    Seara Nova. Lisboa, 1975, 163 págs. B.

    Quando este livro ia a imprimir alguém me disse: Há nele um excesso que reflete bem o tempo em que se vive. Isto não pode ser lido entre quatro paredes, com um tecto em cima, com luz eléctrica.
    Esta leitura deve ser feita ao ar livre, no meio da rua. Então, desejei contá-lo ao leitor solitário. O.G.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo

    Biografia Involuntária dos Amantes

    João Tordo

    7,50 

    Biografia Involuntária dos Amantes de João Tordo
    Alfaguara. Carnaxide, 2014, 415 págs. B.

    Uma viagem de descoberta de um amor antigo que começa com a leitura de um manuscrito. O narrador não poderia adivinhar (porque nunca podemos saber as verdadeiras consequências dos nossos actos) que a leitura desse manuscrito teria o mesmo efeito sobre a sua vida.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 1ª Edição.

  • Viagem no Meu Jardim de Augusto de Castro

    Viagem no Meu Jardim

    Augusto de Castro

    10,00 

    Viagem no Meu Jardim de Augusto de Castro.
    Livraria Clássica Editora. 1943, 261 págs. B.

    Augusto de Castro, diplomata, jornalista, cronista, dramaturgo e ficcionista, foi, durante algumas décadas, sobretudo como director do Diário de Notícias, uma figura influente no nosso meio intelectual e social. Concluiu o curso de Direito em Coimbra, em 1903, dirigindo, aos 20 anos, no Porto, o diário A Província, de que fora colaborador influente Oliveira Martins

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Três Histórias de Amor de Yvette K. Centeno

    Três Histórias de Amor

    Yvette K. Centeno

    7,50 

    Três Histórias de Amor de Yvette K. Centeno.
    Edições ASA. Porto, 1993, 254 págs. E.

    Quando, em 1962, Y. K. Centeno se estreou na ficção nacional com Quem, se eu gritar imediatamente se tornou notória a emergência na nossa literatura de uma voz inovadora e pessoal, marcadamente jovem e feminina, que buscava no sentimento amoroso o Leit-motiv de uma incessante questionação existencial. Não só quem nos odeia (1966) e As Palavras, Que Pena (1972) vieram concluir um tríptico sobre o amor e sobre a sua (im)possibilidade que ainda hoje permanece como uma referência incontornável da literatura portuguesa contemporânea.
    São esses três romances curtos que, sob o título de Três Histórias de Amor e reelaborados pela Autora, se propõem agora a uma nova geração de leitores, que seguramente encontrarão neste eco dos anos 60 muitas das suas vivências e interrogações de hoje.

    📕 1ª Edição.

  • Alguns Eventos de Júlio Pomar

    Alguns Eventos

    Júlio Pomar

    7,50 

    Alguns Eventos de Júlio Pomar
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1992, 71 págs. B.

    Júlio Pomar (Lisboa, 10 de janeiro de 1926 — Lisboa, 22 de maio de 2018). Frequentou a Escola de Arte Aplicada António Arroio e a Escola de Belas-Artes do Porto. Lá, integrou um movimento que se autointitulava «Os Convencidos da Morte» e organizou a primeira Exposição da Primavera, no Ateneu Comercial, com a participação de artistas antifascistas. Em 1950, realizou em Lisboa uma exposição individual na Sociedade Nacional de Belas Artes, onde apresentou obras marcantes da pintura portuguesa. Até 1975, o seu trabalho incide principalmente no retrato, com recurso ao desenho e à pintura. Substituiu o óleo pelo acrílico. Tem uma Fundação com o seu nome.

    📕 1ª Edição.

  • Marketing (1959-1969)

    Marketing (1959-1969)

    Fernando Namora

    10,00 

    Marketing (1959-1969) de Fernando Namora.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1969, 185 págs. B.

    Marketing é a segunda incursão de Fernando Namora no campo da poesia — a primeira tinha sido feita com As Frias madrugadas — e marca um momento decisivo na trajectória artística do grande escritor. A tal ponto é nova e inovadora a sua dimensão, que bem podemos dizer que estamos perante um novo Fernando Namora, encarando de frente a confusa problemática do mundo moderno, com todo o seu ritual de dramático, ridículo, de alienações e de vedetismo. Marketing é, portanto, um livro sibilino e sarcástico que tem nos seus poemas, de funda intenção satírica, mais uma faceta de Fernando Namora.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Jardins de Eva de Yvette K. Centeno

    Jardins de Eva, Os

    Yvette K. Centeno

    8,00 

    Os Jardins de Eva de Yvette K. Centeno.
    Edições ASA. Porto, 1998, 247 págs. E.

    Novelas experimentais, onde transcende o interesse da autora pela filosofia hermética, elas marcam um ciclo posterior a Três Histórias de Amor (título já publicado nesta mesma colecção) e comprovam o lugar único de Y. K. Centeno no panorama da ficção portuguesa contemporânea.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.