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  • O Cemitério das Raparigas de Miguel Esteves Cardoso

    Cemitério das Raparigas, O

    Miguel Esteves Cardoso

    10,00 

    O Cemitério das Raparigas de Miguel Esteves Cardoso
    Assírio & Alvim. Lisboa, 1996, 317 págs. B.
    Colecção: A Phala | 11

    Durante o mês de Dezembro de 1996, grandes cartazes anunciaram, desde Braga a Portimão, o novo livro de Miguel Esteves Cardoso. Foi uma ideia pioneira, na área editorial, da Assírio & Alvim. E dizemos-lhe com convicção, “O Cemitério de Raparigas” é o melhor romance de Miguel Esteves Cardoso. É triste e divertido, afectuoso e cruel, amargo e solitário, como o é o quotidiano dos dias que submergem um homem só, a quem a mulher matou todas as namoradas. Se ainda há quem não perceba como MEC vende tantas dezenas de milhares de livros, deve ler este para aplacar os seus injustificáveis cepticismos.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Baile de Máscaras de Lourenço Pereira Coutinho

    Baile de Máscaras

    Lourenço Pereira Coutinho

    9,00 

    Baile de Máscaras de Lourenço Pereira Coutinho
    Oficina do Livro. Lisboa, 2008, 326 págs. B.

    1805. revelações intensas da vida e dos ambientes da corte de D. João, Príncipe regente, sob ameaça das invasões napoleónicas.

    Portugal, 1805. O general Junot chega à corte portuguesa com instruções claras de Napoleão: vedar o porto de Lisboa aos ingleses, sob pena de ser declarada guerra ao reino de Portugal. Num país que permanece sob constante ameaça, o tenente Vicente Gonzaga envolve-se em missões secretas na corte de Madrid, frequenta bailes em Queluz, luta contra as tropas francesas e apaixona-se por uma misteriosa mulher.

    Baile de Máscaras reúne personagens ficcionadas e figuras históricas, como o infeliz príncipe regente D. João, o talentoso pintor Domingos Sequeira, o inconstante General Junot ou o astuto ministro Araújo de Azevedo. Um quadro da época que recria a atmosfera de um período fascinante, onde convivem emoções intensas e contraditórias, próprias dos grandes romances, da vida… e do amor.

    📕 1ª Edição.
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor

  • Serões do Japão de Wenceslau de Moraes

    Serões do Japão

    Wenceslau de Moraes

    40,00 

    Serões do Japão de Wenceslau de Moraes
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 225 págs. E. Il.

    “Os Serões no Japão” é uma das obras mais emblemáticas do escritor e diplomata português Wenceslau de Moraes (1854–1929), publicada em formato de livro independente pela primeira vez na década de 1920 (cerca de 1922–1925) pela editora Portugal-Brasil. A obra reúne um conjunto de crónicas e textos descritivos que o autor publicou originalmente de forma periódica na prestigiada revista ilustrada portuguesa Serões.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Relance da Alma Japoneza de Wenceslau de Moraes

    Relance da Alma Japoneza

    Wenceslau de Moraes

    40,00 

    Relance da Alma Japoneza de Wenceslau de Moraes
    Portugal-Brasil Sociedade Editora. Lisboa, s.d., 256 págs. B.

    Relance da Alma Japonesa, último testemunho da obra de Wenceslau de Moraes, é muito mais que uma obra literária de valor indiscutível, é uma visão individual mas promotora da literatura, da cultura, da estética e dos valores nipónicos, seus coetâneos. «Não iremos a Tóquio, nem a Cobe, nem a nenhum dos principais centros de atividades do império, já muito mescladas de inovações em estilo europeu, as quais prejudicariam o nosso exame; porque, é evidente, o que nós queremos relancear é o Japão tão japonês, tão puro de adaptações desintegrantes, quanto é possível encontrá-lo nos dias que vão correndo.» Wenceslau José de Sousa de Moraes (Lisboa, 30 de Maio de 1854 – Tokushima, 1 de Julho de 1929) escritor e militar da Marinha Portuguesa. Oficial da Marinha, completou o curso Escola Naval em 1875, tendo prestado serviço em Moçambique, Macau, Timor Português e no Japão. Após ter frequentado a Escola Naval, serviu a bordo de diversos navios da Marinha de Guerra Portuguesa. Em 1885 viaja pela primeira vez até Macau, onde se estabelece. Foi imediato da capitania do Porto de Macau e professor do Liceu de Macau desde a sua fundação em 1894. Durante a sua estadia em Macau casou com Vong-Io-Chan (Atchan), mulher chinesa, de quem teve dois filhos, e estabeleceu laços de amizade com Camilo Pessanha. Entretanto, em 1889, viajara até ao Japão, país que o encanta, e onde regressará várias vezes nos anos que se seguem no exercício das suas funções. Em 1897 visita o Japão, na companhia do Governador de Macau, José Maria de Sousa Horta e Costa, sendo recebido pelo Imperador Meiji. No ano seguinte abandona Atchan e os seus dois filhos, e muda-se definitivamente para o Japão, como cônsul em Kobe.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Quatro Rios de Agustina Bessa Luís

    Quatro Rios, Os

    Agustina Bessa Luís

    20,00 

    Os Quatro Rios de Agustina Bessa Luís
    Guimarães Editores. Lisboa, 1964, 280 págs. B.

    Romance inaugural da trilogia «As Relações Humanas», cujos exemplares, nesta sua primeira edição, são bastante invulgares. Como escreveu José Régio, “Onde quer que um livro de Agustina Bessa Luís apareça em competição com outros seus contemporâneos e nossos conhecidos — todos esses outros passam (ou deveriam passar) a segundo plano”.

    📕 1ª Edição.
    🟡 Lombada danificada e capa com vestígios de humidade.

  • A Poesia Necessária de Joaquim Namorado

    Poesia Necessária, A

    Joaquim Namorado

    20,00 

    A Poesia Necessária de Joaquim Namorado
    Edições vértice. Coimbra, 1966, 82 págs. B.

    Joaquim Namorado, figura marcante do neo-realismo coimbrão, colaborou nas revistas “Vértice”, “O Diabo”, “Sol Nascente” , “Seara Nova”, etc. Integrado na apreciada colecção “Cancioneiro Vértice”, de Coimbra.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Novos Contos do Gin Tonic de Mário Henrique Leiria

    Novos Contos do Gin Tonic

    Mário Henrique Leiria

    350,00 

    Novos Contos do Gin Tonic de Mário Henrique Leiria
    Editorial Estampa. Lisboa, 1973, 183 págs. B.

    «O autor repete preocupadamente a prevenção anteriormente já feita de que qualquer semelhança entre o que se segue e pessoas, coisas ou acontecimentos existentes na realidade é pura e absoluta coincidência. No entanto, continua a não se sentir impedido de verificar que as coincidências têm causas matematicamente prováveis deveras curiosas. Pessoas, bichos, coisas e actos são aparentados objectivamente pelo acaso. Isto tem tudo a ver com o acaso, nada com o autor. Dada a prova, o autor esquiva-se topologicamente e informa que também não é responsável pelas coincidências. Nenhumas…» Mário-Henrique Leiria, 1973

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Minha Mãe Meu Amor de Maria Teresa Horta

    Minha Mãe Meu Amor

    Maria Teresa Horta

    25,00 

    Minha Mãe Meu Amor de Maria Teresa Horta
    Edições Rolim. Lisboa, 1986, 149 págs. B. Il.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Regina Chulum.

    “Minha Mãe Meu Amor” é uma obra poética emblemática da escritora e jornalista portuguesa Maria Teresa Horta, publicada originalmente em 1986. [1, 2, 3]

    Este livro de poesia destaca-se na bibliografia da autora por explorar as complexidades e a intimidade da relação materno-filial através de uma escrita visceral e intimista.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Livro do Povo, O

    Livro do Povo, O

    António Botto

    30,00 

    O Livro do Povo de António Botto
    Livraria Eclética. Lisboa, 1944, 170 págs. B.

    José Régio, um dos principais escritores da geração modernista, dedicou-se à análise da obra de Botto, considerando-o “o mais aristocrata, o mais pessoal intérprete de certos aspetos da sensibilidade contemporânea”. Régio destacou a espontaneidade da elegância de estilo de Botto, a sobriedade dos seus recursos e a sinceridade impúdica e ousada da sua poesia.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lírica de Líquen de Nuno Júdice

    Lírica de Líquen

    Nuno Júdice

    20,00 

    Lírica de Líquen de Nuno Júdice
    Edições Rolim. Lisboa, 1986, 60 págs. B.

    Nuno Júdice (1949-2024) nasceu no Algarve. Professor universitário, assumiu em 2009 a direção da revista Colóquio-Letras da Fundação Calouste Gulbenkian. Publicou o primeiro livro em 1972 e foi um dos mais importantes nomes da poesia contemporânea. Recebeu os mais importantes prémios de literários nacionais e internacionais, entre os quais: Pen Clube (1985), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus (1990), da Associação Portuguesa de Escritores (1995), Bordalo da Casa da Imprensa (1999), Cesário Verde e Ana Hatherly (2003) e Fernando Namora (2004). Em 2013, foi distinguido com o XXII Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana (Espanha); em 2014, com o Prémio de Poesia Poetas del Mundo Latino Víctor Sandoval (México); em 2015, com o Prémio Argana de Poesia, da Maison de la Poésie de Marrocos e o Prémio Literário Fundação Inês de Castro – Tributo de Consagração; e, em 2016, com o El Ojo Crítico Iberoamericano de Radio Nacional de Espanha.

    📕 1ª Edição
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Import-Export de Ruy Cinatti

    Import-Export

    Ruy Cinatti

    25,00 

    Import-Export de Ruy Cinatti
    Ed. Autor. Lisboa, 1974, 36 págs. B.

    Edição de autor, publicada logo após a Revolução de 25 de Abril.

    Testemunho poético da ebulição do período revolucionário português.

    Ruy Cinatti (Londres, 1915 – Lisboa, 1986), poeta, agrónomo e antropólogo, viveu profundamente os últimos impérios coloniais portugueses — Timor (1946-1948, 1951-1955), onde foi chefe dos Serviços Agronómicos e realizou estudos de antropologia cultural, e as ilhas africanas (São Tomé, Cabo Verde, Angola). Entusiasmou-se com o 25 de Abril, mas a invasão de Timor pela Indonésia em 1975 abalou-o profundamente. Entre 1966 e 1974, numa fase de intensa criatividade poética após crise psicológica, organizou treze livros de poesia, dos quais este é um dos últimos. Obra caracterizada pela liberdade métrica e lexical, integração de temáticas não convencionalmente poéticas, e relação particular com espaços e populações ultramarinas. Prémios Antero de Quental (1958), Nacional de Poesia (1968), Camilo Pessanha (1971). Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique (1992, póstumo).

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fogo no Mar de João Falcato

    Fogo no Mar

    João Falcato

    25,00 

    Fogo no Mar de João Falcato
    Coimbra Editora. Coimbra, 1945, 178 págs. B.
    Colecção: Novos Prosadores

    “Esta é a história verdadeira da viagem do cargueiro ‘Mello’, que uma explosão inexplicável consumiu em fôgo nas águas sombrias do mar sem fim Mais lágrimas silenciosas, avivando a dôr de muitos que ficaram órfãos, de muitas mães que ficaram sem amparo, de muitas mulheres que ficaram viúvas, êste livro vai fazer cair nos seus rostos tocados pela desgraça (…)”.— retirado da Introdução.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fátima de António Botto

    Fátima

    António Botto

    20,00 

    Fátima: poema do mundo de António Botto
    Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 1955,

    Primeira edição, numerada e assinada pelo autor [chancela], publicada com a finalidade de solenizar a entrega de uma cópia da imagem de Nossa Senhora do Rosário às autoridades eclesiásticas do Rio de Janeiro por ocasião do Trigésimo Sexto Congresso Eucarístico, e com aprovação e imprimatur Cardeal Patriarca de Lisboa D. Manuel Gonçalves Cerejeira.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    🔢 Edição Numerada: 10171

     

  • Arte Tempo de Vergílio Ferreira

    Arte Tempo

    Vergílio Ferreira

    10,00 

    Arte Tempo de Vergílio Ferreira
    Edições Rolim. Lisboa, s.d., 45 págs. B.
    Colecção: Ensaio

    Retomo aqui uma questão que me pus há quarenta anos, ou seja quando a reflexão me era particularmente um modo de me entender. Que relação há entre o “belo” perguntava-me eu e aquilo de que ele é no tempo uma expressão

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos

    Fernando Pessoa

    30,00 

    Antologia de Poemas Portugueses Modernos por Fernando Pessoa e António Botto
    Editorial Nobel. Coimbra, 1944, 190 págs. B.

    Esta selecta, ou Antologia, de poemas portugueses modernos deve ser entendida como a escôlha daqueles que nos parecem não só os melhores, senão também os mais representativos, entre os que foram escritos em certo período — em o período literário português a que conviemos connosco chamar moderno (…)”. Poemas de: Camilo Pessanha, Gomes Leal, Mário de Sá Carneiro, Eugénio de Castro, Antero de Quental, Augusto Gil, Guerra Junqueiro, Ângelo de Lima, Alberto Osório de Castro, Júlio Dantas, Cesário Verde, António Sardinha, João de Deus, António Feijó, João Lúcio, António Nobre, João de Barros, António Patrício, Mário Beirão, Miguel Torga, José de Almada Negreiros, Guilherme Braga, José Régio, Gonçalves Crespo, Afonso Duarte, Luís Montalvor, Teixeira de Pascoais, Carlos Queiroz, Vitorino Nemésio, Alfredo Guisado, Florbela Espanca, etc. Além destes e de alguns mais, é de notar a subtil inclusão também dos vários heterónimos de Fernando Pessoa […] No essencial, desconto dado a um ou outro nome hoje caído no natural esquecimento, a modernidade de um tal florilégio permanece incontestável.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

     

  • Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira

    Rosa Minha Irmã Rosa

    Alice Vieira

    25,00 

    Rosa Minha Irmã Rosa de Alice Vieira
    Editorial Caminho. Lisboa, 1979, 108 págs. B.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Isabel Sabino.

    Mariana, filha única, tem dez anos quando Rosa nasce. Agora vai partilhar tudo com a irmã: o quarto, o tempo dos pais, o afeto da família – incluindo a Avó Elisa que desconfia do progresso, e a Tia Magda, que tem um dente de ouro, uma fala que mete medo e só gosta de estrelícias e antúrios.

    Mas pelo menos a recordação da Avó Lídia e a amizade de Rita ela não quer dividir com mais ninguém. Será que Rosa vai continuar a ser «uma intrusa»?

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.