Ilustração Portugueza 1914, 2º Semestre
J. J. da Silva Graça
15,00 €A Illustração Portugueza foi uma revista semanal editada pelo jornal O Século, cuja publicação se iniciou em 9 de novembro de 1903 e cessou em 1924.
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A Illustração Portugueza foi uma revista semanal editada pelo jornal O Século, cuja publicação se iniciou em 9 de novembro de 1903 e cessou em 1924.

A Illustração Portugueza foi uma revista semanal editada pelo jornal O Século, cuja publicação se iniciou em 9 de novembro de 1903 e cessou em 1924.

Um romance notável que perscruta as problemáticas da contemporaneidade de forma incisiva e inteligente estimulando a reflexão sobre o nosso tempo, sobre a nossa sociedade e sobre nós mesmos enquanto protagonistas de uma modernidade contraditória. Sob o disfarce de uma simplicidade narrativa cuidadosamente construída, Pedro Paixão insere reflexões filosóficas sobre a vida e análises profundíssimas sobre o homem finissecular, seus conflitos e suas dúvidas.

Tempos Liberais de Ana Maria Magina.
Desabrochar Editorial. Porto, 1992, 47, págs. E.
No princípio do século XIX, as invasões Francesas arruinaram Portugal. Além do mais, obrigaram a Família Real a deslocar-se para o Brasil e permitiram que a Inglaterra dominasse o nosso País. O Governo Absoluto não conseguia resolver os problemas graves que se punham à Pátria. Abriu-se, então, um novo caminho: a partir de 1820, o Novo Regime começou a implantar-se e, depois de 1834, o Estado passou a ser governado segundo uma lei suprema, ou seja, uma Constituição Política. Os Tempos Liberais instalam, portanto, uma Monarquia Constitucional.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

Colaboram: António Aragão, Fernando Pernes, Cesariny, Manuel de Lima, etc.
O êxito do Jornal de Letras e Artes que inicia agora o terceiro ano de existência com a maior regularidade de publicação – veio confirmar apodicticamente o aumento extraordinário do público culto e ledor. Esta consoladora realidade incentivou-nos a prosseguir no caminho encetado e a ampliar o campo das nossas actividades. Embora aquele jornal trate dos principais eventos literários e artísticos no sentido mais amplo, há problemas fundamentais de cultura que hoje tanto apaixonam as pessoas mais evoluídas e que estão fora do objecto do referido hebdomadário. Além disso impõe-se a maior aproximação dos pensadores, escritores e artistas dos vários países com a publicação dos originais em diversas línguas. Encetamos hoje a primeira fase com a edição de SÍNTESE, simultâneamente em português e espanhol.

A coleção “Grandes Portugueses”, publicada pelas Edições SNI (Secretariado Nacional de Informação), é uma série de livros que abordam a vida e feitos de figuras históricas portuguesas

A grande personagem deste romance não tem vida: é o corpo morto de Eva Perón. Mas Santa Evita, um dos maiores clássicos da literatura em língua espanhola, é também sobre Eva Perón viva, sobre o país que a adorou ou odiou e sobre as imensas contradições da alma humana. «A magia dos bons romances suborna os seus leitores, fá-los comer gato por lebre e corrompe-os ao seu capricho. Confesso que esta o conseguiu comigo, que sou perito velho no que se refere a não sucumbir facilmente às armadilhas da ficção. Santa Evita venceu-me desde a primeira página e acreditei, emocionei-me, sofri, tive prazer e, no decurso da leitura, contraí terríveis vícios e atraiçoei os meus mais caros princípios liberais.

Revoluções Liberais do Século XIX: Industrialização Capitalista, Lutas Sociopolíticas e Modernização Cultural de Juan Sisino Perez.
Atlântico Press. Lisboa, 2018, 144 págs. E.
As Revoluções Liberais do século XIX foram um período de grandes transformações políticas e sociais na Europa, marcadas pela luta contra o absolutismo e a busca por maior liberdade e participação política. Movimentos como a Revolução de 1830 na França, as Revoluções de 1848 em vários países europeus e a Revolução Liberal do Porto em Portugal (1820) representam momentos importantes desta onda revolucionária.
📘 Plastificado de origem

O protagonista, Calisto Elói, um fidalgo transmontano, austero e conservador, é uma espécie de encarnação satírica desse Portugal: eleito deputado, Calisto vai viver para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital, tomando como amante uma prima afastada, Ifigénia, e transitando da oposição miguelista para o partido liberal no governo. Ironicamente, a esposa de Calisto, Teodora, uma aldeã prosaica, imita-o na devassidão: vendo-se desprezada pelo marido, une-se a um primo interesseiro e sucumbe ela própria aos vícios da modernidade.

Quatro Horas Inocentes de Camilo Castelo Branco.
Parceria A. M. Pereira. Lisboa, 1904, 230 págs. B.
«Reúne escritos de vários géneros – duas novelas, páginas de recordações, divagações sentimentais, uma série de sátiras em verso sem vigor e sem graça, e a curiosa narrativa histórica intitulada O Santo de Midões, que não destoaria do elenco dos anteriores volumes de miscelânea» (Da Nota Preliminar).
📕 2ª Edição.
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Quatro Contos Dispersos de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Porto Editora. Porto, 2012, 68 págs. B.
Este livro reúne quatro contos escritos entre 1985 e 2004. O adjetivo “dispersos” incluído no título indica que foram primeiramente editados em publicações diversas e em diferentes datas, concordando com a ausência de ligação entre as várias narrativas.
Estes Quatro Contos Dispersos apresentam-nos, assim, histórias com enredos bem distintos: os preparativos para a execução de um homem; um encontro insólito durante uma viagem de comboio; as deambulações de um músico cego na Lisboa pós-revolucionária; e as histórias de vida e morte de Ana Bote, a mulher do banheiro de uma praia atlântica.
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Estes Quatro Contos Dispersos apresentam-nos, assim, histórias com enredos bem distintos: os preparativos para a execução de um homem; um encontro insólito durante uma viagem de comboio; as deambulações de um músico cego na Lisboa pós-revolucionária; e as histórias de vida e morte de Ana Bote, a mulher do banheiro de uma praia atlântica.

Prevendo o Futuro de Stephen Hawking.
Publicações Europa-América. Mem Martins, 1995, 195 págs. B. Il.
Forum da Ciência | 31
De que modo devemos conceber o futuro? Uma continuidade assente nos actuais padrões de desenvolvimento e conhecimento? Uma ânsia obsessiva em olhar além do presente na esperança única de controlar os acontecimentos futuros? Um misto de crença e ciência ao serviço do nosso desejo de confronto com o inesperado?
Que reserva esse tempo incerto à humanidade?
Hoje em dia, testemunhando a passagem da antiguidade à era da tecnologia e simulação informática, especialistas credenciados prevêm o futuro da humanidade a diversos níveis com base na observação empírica e na teoría científica. Como se desenvolverá a teoria económica, qual o papel futuro da medicina na sociedade, qual a evolução do universo e das religiões são temas objecto de ensaios que preenchem, de uma forma atraente e rigorosa, as páginas deste livro de leitura obrigatória.
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Polícia Militar Através dos Tempos de Leozitor Fioro.
Centro de Pesquisa e Pós-Graduação da PMMG. Brasil, 2013, 251 págs. B.
A publicação de A Polícia Militar através dos Tempos (volume I) confirma ao Coronel Leozitor Floro (foto) o respeitável estalão de Historiógrafo Militar, reconhecido e valorizado por quantos lhe conheçam os produtos históricos, notadamente a Polícia Militar pelo Corpo de Pesquisadores Voluntários, a Academia de Letras “João Guimarães Rosa” e o Centro de Estudos da Gestão da Defesa Social. E isso não é pouco nem singelo! Isso é consagrador de Leozítor Floro como Pesquisador Benemérito Notável da Polícia Militar de Minas Gerais, como possessor de Notório Saber em História Militar e em Historiografia de Polícia Militar, com reconhecida autoridade tecnocientífica nessas Áreas do Saber, de acordo com o art. 1º da Resolução CG/PMMG nº 2998, de 13 de dezembro de 1993, e art. 2º do Regulamento aprovado pela Resolução CG/PMMG nº 3055, de 12 de abril de 1994.
🖊️ Dedicatória de oferta

Poesia e Drama: Estudos Sobre Bernardim Ribeiro, Gil Vicente e as Cantigas de Amigo de António José Saraiva.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2018, 191 págs. B.
O presente volume reúne estudos de António José Saraiva sobre Bernardim Ribeiro, Gil Vicente e as cantigas de amigo. Incursões sobre três momentos capitais na história da evolução das for-mas literárias ou, se se quiser, sobre os fundamentos de que partiram os ímpetos formadores de grande parte do imaginário português.
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Poemas de Nicola Vaptsarov.
Limiar. Porto, 1980, 66 págs. B.
Ele deixou-nos dois ensinamentos: a sua própria poesia, escrita com «palavras simples», da qual foram extraídas definitivamente as raízes da poesia abstracta e do formalismo da Europa e ainda o mandamento incluído na poesia «História», que sempre viverá no futuro. Neles está representado o perfil moral das gerações vindouras, o seu destino, o destino dos elementos que, como a natureza, criam o mundo e a civilização. Graças a este poeta os italianos interessaram-se pela literatura búlgara, ainda pouco conhecida e por aprenderem de Vaptsarov sobre a vida social do homem, tal como foi, como é e como não será. No entanto é preciso salientar o dramatismo de Vaptsarov nas sua obras épicas. A sua experiência como escritor confirma-se através de relações constantes com a língua viva, à qual aspiram todos os poetas do mundo. Não esqueçamos também o homem Vaptsarov, a sua força moral, o seu heroismo espontâneo e a abnegação, com os quais serviu o seu povo. E desiludamos aqueles que acreditam na morte, em nome daquela morte que é “lógica” para o poeta.
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Pajem de Maria Stuart de Walter Scott.
Edição Romano Torres. Lisboa, 1959, 526 págs. B.
Walter Scott (1771-1832) é reconhecido como o pai do romance histórico moderno.
Doutor em Leis, foi advogado, juíz e xérife mas é recordado pelas suas obras literárias. A sua produção estende-se do romance à poesia e ao teatro.
Walter Scott é sobretudo célebre pelos seus romances históricos que encantaram gerações de leitores e contribuíram para um maior conhecimento do passado de Inglaterra e da Escócia.
Obras como Ivanhoe, O Talismã ou Rob Roy, entre muitas outras, tiveram várias dezenas de adaptações cinematográficas, televisivas e teatrais e contam-se ainda hoje entre os livros de aventuras preferidos pelos leitores de todos os tempos.
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