A mostrar 3345–3360 de 7247 resultadosOrdenado por mais recentes

  • Garrett Político

    Garrett Político

    Maria da Graça Garcia

    5,00 

    Garrett Político: Catálogo da Exposição de Maria da Graça Garcia [et al.].
    Biblioteca Nacional. Lisboa, 1999, 100 págs. B.

    A exposição Garrett Politico, que agora vem articular-se com a mais ampla exposição bibliográfica, iconográfica e documental organizada pela Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, constitui um dos contributos da Biblioteca Nacional para que, condignamente, se relembre a memória desse que foi um grande escritor, também por ter sido um grande cidadão. Noutros termos: de um escritor que também foi político, porque os tempos conjugados do Romantismo e do Liberalismo estimulavam o directo e ardoroso empenhamento na vida activa, que era a da cidadania e a da luta por ideais que a estruturavam.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fernando Pessoa Vozes de uma Alma Nómada

    Fernando Pessoa Vozes de uma Alma Nómada

    Zbigniew Kotowicz

    6,00 

    Fernando Pessoa Vozes de uma Alma Nómada de Zbigniew Kotowicz.
    Vega. Lisboa, 1998, 95 págs. B.

    Filósofo com larga experiência como psicanalista, exegeta de apurada sensibilidade estética, Zbigniew Kotowicz é um profundo conhecedor de Portugal e dos portugueses, da vivência lisboeta de cidade à beira-rio, alguém que conhece também o nosso meio rural: o campo de Alberto Caeiro e a melancolia urbana de Álvaro de Campos e de Bernardo Soares. Visando primacialmente a divulgação de Fernando Pessoa, o Autor fornece­-nos várias pistas de leitura sobre a(s) alma(s) do Poeta, num estilo lapidar, incisivo e acessível, reflectindo a vivência subjectiva da sua sensibilidade enquanto leitor e, assim, tomando o seu ensaio sumamente singular, original, único, útil. Fixando-se nas principais máscaras de Pessoa — Caeiro, Reis, Campos e Soares — vai desenrolando o fio que conduz o leitor (mais ou menos versado) no labirinto pessoano, à descoberta das diferentes Vozes de um dos maiores poetas europeus do século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Feira de Cantigas

    Feira de Cantigas

    Denis de Riba-Douro

    15,00 

    Feira de Cantigas de Denis de Riba-Douro.
    Tipografia da Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, 1932[?]., 121 págs. B.

    Livro de estreia dado à imprensa sob o pseudónimo Denis de Riba-Douro, com prefácio de Júlio Dantas: “[…] Em quasi todas as composições desta pequena colectânea há originalidade de conceito, expontaneidade de sentimento, graça simples de expressão, por vezes imprevista, e êsse apurado gôsto, êsse delicado toque, êsse sentido da miniatura, que revelam a mão de uma mulher. Ou eu me engano muito, ou Denís de Rida-Douro será «alguém» na poesia portuguesa.” Denis de Riba-Douro é o pseudónimo literário da poetisa portuense Ilda d’Arriaga Correia Leite. Poemas datados na Aguda [Figueiró dos Vinhos], Ventozelo [Mogadouro] e Portelo [Montalegre] entre 1928 e 1930.

    📝 Assinatura de posse a lápis.
    Obra impressa ao contrário.

  • Família Golovlev

    Família Golovlev

    Saltykov-Chtchedrine

    7,00 

    Família Golovlev de Saltykov-Chtchedrine.
    Livraria Civilização Editora. Porto, s.d., 412 págs. E.

    Intensamente quente no verão e fria no inverno, a herdade da família Golovliov é o final do caminho. É lá que Arina Petrovna comanda os em- pregados e a família — até ceder o poder ao seu filho Porfírio. Um dos monstros mais memoráveis da literatura mundial, Porfírio é o perfeito hipócrita e maquinador que ataca sem remorsos aqueles que dele se aproximam. Mas no final até ele se revela incapaz de resistir a Golovliovo.

    «… o grande romance A Família Golovliov, o mais sombrio e implacável exemplo de comédia negra na literatura russa do século XIX.» [V. S. Pritchett]

    «A linhagem que começa com Dostoievski, passa por Shchedrin e chega a Hamsun é visível. Assim considerado, A Família Golovliov, um livro estranho e áspero, cujas personagens a um tempo sofrem a doença do nada e aspiram a ela, um livro que é por vezes uma ampla sátira, outras um livro de terror gótico, e outras ainda um anti‑romance, torna‑se cada vez mais moderno com a passagem do tempo.» [James Wood]

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos

    Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos

    Eduardo Guerra

    7,00 

    Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos de Eduardo Guerra.
    Seara Nova. Lisboa, 1967, 249 págs. B.

    A análise da evolução da economia nacional nos últimos quarenta anos mostra que nela se podem considerar três períodos, que se apresentam suficientemente diferenciados para que se justifique tal divisão. O primeiro termina com o início da década de 50, o segundo vai até 1961 e o terceiro abrange os anos posteriores e deverá ainda prolongar-se, se a actual orientação político–económica não se alterar profundamente.

    📖 Exemplar por abrir

  • Era da Incerteza, A

    Era da Incerteza, A

    John Kenneth Galbraith

    7,00 

    A Era da Incerteza de John Kenneth Galbraith.
    Livraria Pioneira Editora. São Paulo [Brasil], 1980, 379 págs. B.

    “As ideias dos economistas e dos filósofos sociais modelam os acontecimentos, mesmo quando disso não temos consciência. Quer uns quer outros tiveram influência decisiva nas rápidas e violentas mudanças por que o mundo tem passado nos últimos duzentos anos. Galbraith traça e analisa essas ideias e suas consequências, desde Adam Smith, Herbert Spencer passando por Marx e Lenine, até Keynes, seus conceitos e acções que de algum modo modelaram a Guerra Fria, as modernas corporações, as perturbações do Terceiro Mundo e os problemas da sociedade urbana contemporânea.”

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Ditos Portugueses

    Ditos Portugueses

    José Hermano Saraiva

    7,50 

    Ditos Portugueses de José Hermano Saraiva.
    Publicações Europa-América. Mem Martins

    Cruel depoimento da sociedade do século XVI, esta compilação de ditos alheios retrata com mordacidade a sociedade em que o autor viveu, revelando os aspectos mais secretos e, por vezes, escandalosos das vivências quotidianas. Vem à superfície o Portugal íntimo e profundo, das situações comezinhas, das mesquinharias, da invenja, num tomo irreverente que acusa uma velada preocupação com a situação que se vivia.
    Numa linguagem desbragada e eivada de sarcasmo, denuncia-se um país fendido pela intolerância e pela cupidez, onde se assiste ao naufragar das estruturas morais e ao esboroar das estruturas económicas. Como escreveu José Hermano Saraiva, «é a paciente e dolorosa análise do quadro sombrio que Camões definiu numa síntese célebre: a Pátria metida no gosto da cobiça e na rudeza de uma austera, apagada e vil tristeza».

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Deus e a Ciência

    Deus e a Ciência

    Jean Guitton

    7,00 

    Deus e a Ciência de Jean Guitton.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1992, 143 págs. B.

    Num mundo cada vez mais ocupado pela ciência e pelos modelos de pensamento que ela produz, pela tecnologia e pelos modos de vida que ela desencadeia, o discurso filosófico perdeu a sua antiga força de verdade; ameaçado pelas ciências humanas, impotente para produzir sistemas ideológicos que dele fariam pelo menos um guia político, o filósofo parece estar prestes a perder o seu último privilégio: o de pensar.

    Resta a religião. Mas também aí, parece que os saberes saídos da ciência se opõem cada vez mais à ordem profunda das certezas inscritas no sagrado: Deus e a ciência parecem pertencer a mundos tão diferentes um do outro que ninguém sonharia mesmo em correr o risco de os aproximar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Design e Comunicação Visual de Bruno Munari.

    Design e Comunicação Visual

    Bruno Munari

    7,50 

    Texto ilustrativo daquilo que é o design, de como funciona a lógica criativa dos designers e do uso que estes fazem das técnicas e dos materiais, esta é uma das principais obras de Munari.

  • Curva da Estrada, A

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    6,00 

    A Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 328 págs. B.

     «… o directório é constituído por arrivistas ambiciosos, que não querem outra coisa senão trepar à custa dos velhos militantes. Não cessam de prometer às massas aquilo que eles sabem muito bem que não lhes podem dar e não hesitam em caluniar aqueles que lhes podem fazer sombra… Para eles, só eles próprios são socialistas verdadeiros; os outros são todos uns reaccionários….» Ferreira de Castro (1898-1974) é um dos mais significativos romancistas portugueses, traduzido e lido em todo o mundo e também dos mais apreciados em toda a vasta comunidade onde se fala a língua portuguesa.

    Alguns dos seus romances retratam um Brasil apaixonante, misterioso e revelador, outros penetram no húmus português e outros ainda ocupam-se dos problemas trágicos de um mundo dilacerado que procura descobrir a sua verdade.
    O que descobrimos, porém, em qualquer dos romances de Ferreira de Castro é a mesma profunda paixão pelo destino do homem, o seu apego a uma verdade fundamental que se alicerça na conquista de um ideal de liberdade humana.
    Não é possível pensar no romance português deste século sem, de imediato nos referirmos a Ferreira de Castro como precursor do neo-realismo, ao seu nome e à sua obra, de tal modo nos surgem como essenciais para a pesquisa do quotidiano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contribuição para o Estudo da Questão Agrária

    Contribuição para o Estudo da Questão Agrária

    Álvaro Cunhal

    10,00 

    Contribuição para o Estudo da Questão Agrária de Álvaro Cunhal.
    Edições Avante. Lisboa, 1976, 2 vols.
    Colecção: Reforma Agrária

    Baseando-se numa exaustiva elaboração de dados estatísticos, esta obra revela as leis do desenvolvimento capitalista na sociedade rural portuguesa, demonstra os níveis de expansão capitalista já atingidos e enuncia as linhas da sua progressão futura. E à medida que o vai fazendo, são as próprias teses marxistas-leninistas sobre a questão agrária que encontram nela a confirmação da sua validade.
    É esta superioridade metodológica que permite a Álvaro Cunhal contestar sem apelo certas «estatísticas» oficiais, elaboradas não para revelar mas encobrir a realidade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Conquista da Energia, A

    Conquista da Energia, A

    George Russell

    6,00 

    Conquista da Energia: Da Descoberta do Fogo à Idade Nuclear de George Russell Harrison.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 285 págs. B.

    A energia é um dos factores fundamentais para a subsistência humana. Sem as fontes de energia e seu aproveitamento racional os homens não poderiam manter-se à face da terra.

    Esta obra descreve, em termos acessíveis a qualquer leitor, o processo mercê do qual a humanidade se apropria e utiliza das fontes de energia e como encara os problemas que a energia coloca.

    Livro de divulgação científica elaborado e escrito para o público não-especializado, «A Conquista da Energia é uma obra susceptível de larga difusão, repetindo em Portugal o êxito já alcançado no seu país de origem. Acrescente-se ainda que o texto é ilustrado por forma a que o leitor encontre um complemento do que lhe é dado aprender através de uma leitura tão viva quanto instrutiva.

    📝 Assinatura de posse.
    Lombada desgastada.

  • Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984) de Eduardo de Sousa Ferreira

    Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984)

    Eduardo de Sousa Ferreira

    10,00 

    Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984) de Eduardo de Sousa Ferreira.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1985, 342 págs. Br.

    Desde 1972 que o International Conference Group on Portugal (ICGP) vem realizando encontros de especialistas das mais variadas áreas científicas e dos mais diversos quadrantes políticos, com o objectivo de se debruçarem sobre os problemas de maior relevância e actualidade para Portugal.

    Os resultados de tais encontros têm tido divulgação mundial, a partir de publicações feitas nos Estados Unidos. Nesta medida, a presente edição portuguesa corresponde à publicação de uma selecção das comunicações apresentadas no III Encontro do ICGP – realizado em Durham, New Hampshire, E.U.A., de 31 de Maio a 3 de Junho de 1985.

    Numa colaboração internacional, os Profs. Sousa Ferreira e Opello Jr. apresentam aqui os documentos do Encontro de maior interesse e relevo para o nosso país. Pelos temas escolhidos e pela qualificação dos autores, esta recolha de textos proporciona um panorama muito amplo e diversificado daquilo que é hoje Portugal.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60 de Cecília Barreira

    Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60

    Cecília Barreira

    8,00 

    Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60 de Cecília Barreira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1993, 412 págs. E.

    A partir de um inquérito a autora apresenta, sob a forma de entrevistas, como várias mulheres (e alguns homens) dos mais diversos quadrantes e profissões (política, cultura, moda, etc), viviam, o que pensavam e como passaram os anos da ditadura de Salazar.

    📘Plastificado de origem

  • Das Coisas Nascem Coisas de Bruno Munari

    Coisas Nascem Coisas, Das

    Bruno Munari

    10,00 

    Uma introdução à arte de “saber projectar”, sobretudo coisas que estão ao alcance de qualquer pessoa. À arte de resolver problemas que atormentam muita gente: como decorar a casa? Como aproveitar o espaço? Que materiais utilizar?

  • Clandestinos

    Clandestinos

    Fernando Namora

    5,00 

    Clandestinos de Fernando Namora.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1980, 272 págs. E.

    Memória da Resistência através de jornadas que empolgam, descida ao labirinto interior do protagonista num movimento para o regresso ao compromisso político, registo do quotidiano burguês entre vulgaridade, luxo, melancolia, análise também dos círculos oposicionistas sem atos nem horizontes ou, em contraste, num jovem, com o irredutível das opções metamórficas, Os Clandestinos, 1972, pela compleição romanesca – ideoleto, personagens (Vasco e Jacinta desde logo), efabulação, mestria compositiva -, por uma singularidade da escrita a renovar-se, é uma obra no topo do percurso de Fernando Namora e da literatura portuguesa legada aos leitores contemporâneos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.