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  • Primitivo Teatro Português de Luiz Francisco Rebello

    Primitivo Teatro Português

    Luiz Francisco Rebello

    6,00 

    PRIMITIVO TEATRO PORTUGUÊS DE LUIZ FRANCISCO REBELLO
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1977. 118 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Breve | 5

    Ensaio de síntese histórica sobre as origens e a evolução do teatro em Portugal, abrangendo o período que antecede a obra de Gil Vicente e a consolidação do teatro renascentista. O autor, Luiz Francisco Rebello, analisa as manifestações dramáticas medievais, os espetáculos de corte, os momos e os mistérios de pendor religioso, enquadrando as produções no contexto sociocultural da época. O volume inclui notas bibliográficas adicionais orientadas para o estudo da dramaturgia portuguesa primitiva.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 180g
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  • Poses para um Retrato de Época

    Poses para um Retrato de Época

    José Viale Moutinho

    10,00 

    Poses para um Retrato de Época: Camilo Castelo Branco visto pelos seus contemporâneos de José Viale Moutinho [Org.].
    Edições Quasi. Vila Nova de Famalicão, 2005, 338 págs. B.

    Poses para um Retrato na Época é uma antologia de páginas sobre Camilo Castelo Branco da autoria de alguns dos escritores e jornalistas que o conheceram, pessoal e literariamente. José Viale Moutinho pretende com este livro arrolar materiais, com importância inclusive sociológica, que permitam uma maior aproximação ao Homem e ao Escritor. E aqui estão palavras de Ana Plácido, a companheira de Camilo, de Ramalho e de Júlio César Machado, seus amigos, de Ricardo Jorge, de Trindade Coelho e de Júlio Dinis, de Eça e de Bruno, de Silva Pinto e de Oliveira Martins, de Fialho e de Pinheiro Chagas, críticas, narrativas de episódios e de ambientes, bem como alguns documentos parlamentares justificativos da compensação de uma obra literária com uma coroa de visconde…

    Eis, enfim, uma mão-cheia de prefácios, cartas, crónicas, artigos e apenas um breve poema, que constituem os traços, as sombras e a iluminação de um retrato de Camilo, que, intencionalmente, acaba por acontecer apenas a sépia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Reis do Mambo Tocam Canções de Amor de Óscar Hijuelos

    Reis do Mambo Tocam Canções de Amor

    Óscar Hijuelos

    6,00 

    Reis do Mambo Tocam Canções de Amor de Óscar Hijuelos.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1992, 363 págs. E.

    “Um hino ao amor, à vida e à própria música.

    Era o tempo em que, como uma tempestade, a música invadia as cidades e as deixava a dançar. No ar pairavam melodias arrebatadoras que despertavam a sensualidade e convidavam a trepidantes aventuras sentimentais. Vindos do Caribe, mambo, salsa, bolero, rumba ou chá-chá-chá, ritmos melancólicos e apaixonantes, tristes e alegres, faziam vibrar Nova Iorque.

    Os irmãos César e Néstor Castillo eram os Reis do Mambo, os reis das canções de amor, a par de Xavier Cugat, Machito ou Tito Puente.

    Recriando a América dos anos 40 e 50, Óscar Hijuelos compõe uma obra magnífica sobre a paixão, o desejo, a memória e a morte.”

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  • Recordando a Guerra Espanhola de George Orwell

    Recordando a Guerra Espanhola

    George Orwell

    7,50 

    A Revolução Espanhola ocupa um lugar-charneira na obra de George Orwell. A génese dos seus livro mais celebrados, Mil Novecentos e Oitenta e Quatro e A Quinta dos Animais remonta à Catalunha, onde o escritor pela primeira vez apreendeu em profundidade, no decurso da contra-revolução, a prática sinistra da falsificação histórica cientemente organizada.

  • Recados da Mãe

    Recados da Mãe

    Maria Teresa Maia Gonzalez

    3,00 

    «Pode ser que a mãe tenha pedido a esse pássaro para ir ter contigo à tua sala, para te fazer companhia…

    A ideia era boa demais, mas tão apetecível que não resisti a perguntar:

    – Achas que a Mãe, agora, pode falar com os pássaros, Clara?…

    – Porque é que não há-de poder? Ela não está no Céu? Os pássaros não andam por lá também? Então?!

    Os olhos encheram-se-me de lágrimas da mais pura alegria.»

    Da cumplicidade entre duas irmãs e da sua capacidade para enfrentar a mais difícil situação das suas vidas se faz este livro escrito com a mestria e a sensbilidade a que nos habituou Maria Teresa Maia Gonzalez.

  • Romance de uma Sereia

    Romance de uma Sereia

    Eduardo Jorge Brum

    6,00 

    Numa casa à beira-mar, Olíria fecha-se no quarto, onde passa a viver na solidão dos seus sonhos um amor desejado e uma realidade diferente. Num clima de crise profunda, de catástrofe latente, Olíria e as personagens que a rodeiam expressam as suas memórias, anseios e frustrações em in- cursões pelos domínios do erotismo, do fantástico e do absurdo.
    ROMANCE DE UMA SEREIA – uma história em que as mulheres surgem como pólos de atracção, insinuantes e esquivas, tal como sereias que seduzem e que prometem o amor e a felicidade, mas também a perdição e a morte.

  • Regra de Três de José-Augusto França

    Regra de Três

    José-Augusto França

    7,00 

    Regra de Três de José-Augusto França.
    Quetzal Editores. Lisboa, 2003, 249 págs. B.

    Entre o Chiado e o Estoril dos anos 1940, e depois em Paris, até ao fim do século, com gente inventada entre outra, real, em seus ambientes e tempos, João Maria viveu a sua vida de profissão e gosto de pintor, até certo renome internacional – entre quantos amores e desamores? De três em três, contou sete, sempre na certeza de que, em cada très, dois se repetiam. Numa longa carta que vai escrevendo, ao fim da vida, procura ele o sentido desta lei que, de caso em caso, se verifica. Stendhal, se fosse preciso, lhe daria razão. E variada substância lhe dão Aninhas, Bea, Carla, Dora, Estela, Fredy e Gabriella – A, B, C, D, E, F, G, … «Nenhuma moral a tirar da história, que seria indecente fazê-lo!». É este o terceiro romance que José- -Augusto França publica, Depois de Natureza Morta, 1949 e Buridan, 2002. Persistem o teor boémio, as reviravoltas da vida e a ironia do remetente

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  • Problema das Casas Económicas, O

    Problema das Casas Económicas, O

    António Faria

    5,00 

    O Problema das Casas Económicas de António Faria.
    Cosmos. Lisboa, 1948, 193 págs. B.
    Biblioteca Cosmos, 140-141
    7ª Secção – Problemas do Nosso Tempo – 26/27
    Sociais

    Esboço da casa particular; Estudo da utilização das «áreas» e estudo comparativo das mesmas; Estudo das paredes, em função da condutibilidade térmica dos materiais empregados; do custo das paredes; das portas e janelas; Determinação das dimensões das dependências; Considerações sobre poeiras, temperaturas e humidade; Estudo da alimentação e do vestuário.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal Independente

    Portugal Independente

    Ana Maria Magina

    3,00 

    Durou o tempo de uma Dinastia inteira a conquista da Independência de Portugal.



    Efectivamente, foi determinante a grande obra de D. Afonso Henriques, não só em suas façanhas guerreiras como também nas vitórias políticas que conseguiu para fundar a Pátria Portuguesa. Todavia, mostrou-se da maior importância o papel desempenhado pelos Reis, seus sucessores, para manter e fomentar o desenvolvimento geral, entre os séculos XII e XIV. Na parte final desta primeira época, é exactamente a Independência de Portugal que se consolida na Guerra contra Castela, sobretudo no retumbante triunfo da batalha de Aljubarrota.

  • Portugal de Além-Mar de Ana Maria Magina

    Portugal de Além-Mar

    Ana Maria Magina

    2,50 

    Quando chegou o princípio do século XV, Portugal era um país que se encontrava em boas condições para se abalançar a uma grande aventura. Assim começou uma época de glória, o tempo da Expansão Marítima. Em muitas viagens por Oceanos desconhecidos, os navegadores portugueses fizeram os Descobrimentos com suas caravelas e naus que foram até aos confins do Planeta. Desvendaram terras e gentes, realizaram comércio e ergueram fortalezas por toda a parte. No século XVI, Portugal detinha um vasto Império com domínios do Oriente ao Ocidente.

  • Quando a Vida é Primavera de Maria Amália Fonseca

    Quando a Vida é Primavera

    Maria Amália Fonseca

    7,50 

    Quando a Vida é Primavera de Maria Amália Fonseca.
    União Gráfica. Lisboa, 1944, 260 págs. B.

    O livro que vai ler-se é uma estreia literária que promete bom futuro, se a autora insistir na tarefa agora começada com tanta felicidade. Não é obra de escola, nem realista nem romântica, mas tem realidade e poesia: não tomou a realidade tôda, como se fazia há 50 anos, carregando sobretudo no lado infecto, nem tão pouco divagou pelos mundos incertos e inconsistentes de pura fantasia. Escolheu, joeirou, e pôs de tudo um pouco. Não fêz criações fantásticas, absurdas, inverosímeis, nem co piou a realidade em simples fotografia. Fêz o retrato da vida de família, não de uma família observada, mas de uma família de sua criação, composta com elementos de várias origens. Assim procedem os químicos que fazem corpos novos, dotados de propriedades novas, que a medicina aproveita hoje, com grande satisfação, e que a natureza não possuía, dizendo-se por isso que a qui mica faz concorrência ao Criador. Inserem-se, num radical, grupos moleculares que dão o novo corpo, e faz-se isto graças aos recursos da técnica.

    📝 Assinatura de posse.

  • Quadros da História Trágico-Marítima

    Quadros da História Trágico-Marítima

    Rodrigues Lapa

    3,00 

    Uma coleção que explora os eventos trágicos da história marítima, com seleção, prefácio e notas do autor Rodrigues Lapa, trazendo à luz narrativas que marcam a cultura e a identidade marítima portuguesa.

  • Questão de Fé de Jodi Picoult

    Questão de Fé, Uma

    Jodi Picoult

    7,50 

    Questão de Fé de Jodi Picoult.
    Civilização Editora. Porto, 2008, 455 págs. B.

    Em Uma Questão de Fé, Jodi Picoult lança-se uma vez mais numa temática polémica sobre fé, traição, milagres e mistério… mas o fio condutor da narrativa é sempre a força do amor maternal.

    Pela segunda vez no seu casamento, Mariah White apanha o marido com outra mulher, e Faith, a filha de ambos, assiste a cada doloroso momento. Após o inevitável divórcio, Mariah luta contra a depressão e Faith começa a conversar com um amigo imaginário. A princípio, Mariah desvaloriza o comportamento da filha, atribuindo-o à imaginação infantil. Mas quando Faith começa a recitar passagens da Bíblia, a apresentar estigmas e a fazer milagres, Mariah interroga-se se sua filha não estará a falar com Deus. Quase sem se aperceberem, mãe e filha vêem-se no centro de polémicas, perseguidas por crentes e não-crentes e apanhadas num circo mediático que ameaça a pouca estabilidade que lhes resta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Pela segunda vez no seu casamento, Mariah White apanha o marido com outra mulher, e Faith, a filha de ambos, assiste a cada doloroso momento. Após o inevitável divórcio, Mariah luta contra a depressão e Faith começa a conversar com um amigo imaginário. A princípio, Mariah desvaloriza o comportamento da filha, atribuindo-o à imaginação infantil. Mas quando Faith começa a recitar passagens da Bíblia, a apresentar estigmas e a fazer milagres, Mariah interroga-se se sua filha não estará a falar com Deus. Quase sem se aperceberem, mãe e filha vêem-se no centro de polémicas, perseguidas por crentes e não-crentes e apanhadas num circo mediático que ameaça a pouca estabilidade que lhes resta.

  • Queda, A

    Queda, A

    Albert Camus

    6,00 

    A Queda de Albert Camus.
    Livros do Brasil. Lisboa, 2008, 113 págs. B.

    Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.

    Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno. Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em vida por Albert Camus.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quo Vadis de Henryk Sienkiewicz

    Quo Vadis

    Henryk Sienkiewicz

    5,00 

    Quo Vadis? é um romance histórico do escritor polaco Henryk Sienkiewicz, publicado em 1896. A obra é ambientada em Roma durante o reinado do imperador Nero, no século I d.C., e retrata o conflito entre o paganismo e o cristianismo nascente.

    A história segue Marcus Vinicius, um jovem patrício romano que se apaixona por Lígia, uma cristã. Inicialmente, Vinicius tenta conquistá-la à força, mas, ao entrar em contato com os ensinamentos cristãos, passa por uma profunda transformação. Enquanto isso, Roma vive um período de decadência moral sob o governo de Nero, que é retratado como um tirano cruel e egocêntrico.



    O romance inclui figuras históricas como o próprio Nero, o apóstolo Pedro e o apóstolo Paulo, que desempenham papéis fundamentais na conversão de Vinicius. O ponto alto da narrativa é o grande incêndio de Roma, que Nero supostamente ordenou e pelo qual culpou os cristãos, desencadeando uma brutal perseguição.



    Com uma combinação de romance, aventura e reflexão religiosa, Quo Vadis? tornou-se um dos romances históricos mais populares do século XIX. A sua grandiosidade narrativa e a defesa dos valores cristãos contribuíram para que Henryk Sienkiewicz recebesse o Prémio Nobel da Literatura em 1905.

  • Qumrân – O Enigma dos Manuscritos do Mar Morto de Eliette Abécassis

    Qumrân – O Enigma dos Manuscritos do Mar Morto

    Eliette Abécassis

    4,00 

    Desde 1883 que os pergaminhos de Qumrân, que constituem o testemunho mais antigo das origens do cristianismo, vão aparecendo misteriosamente no mercado de Jerusalém. Os beduínos que percorrem as desoladas paragens do Mar Morto encontraram-nos e levaram-nos para a Cidade Santa.
    Nesses pergaminhos encontra-se a resposta para perguntas milenares: Quem matou Jesus Cristo? Quem foram esses sacerdotes e escribas que se exilaram no deserto à espera do fim dos tempos? Quem é esse Messias fervorosamente aguardado pelos judeus?
    No entanto, todos os que se tentaram aproximar da verdade neles contida encontraram um único destino: a morte. Este thriller teológico, baseado nas rigorosas investigações da autora, constitui uma apaixonante viagem no rasto dos manuscritos do Mar Morto.