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  • Queda, A

    Queda, A

    Albert Camus

    6,00 

    A Queda de Albert Camus.
    Livros do Brasil. Lisboa, 2008, 113 págs. B.

    Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.

    Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno. Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em vida por Albert Camus.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quo Vadis de Henryk Sienkiewicz

    Quo Vadis

    Henryk Sienkiewicz

    5,00 

    Quo Vadis? é um romance histórico do escritor polaco Henryk Sienkiewicz, publicado em 1896. A obra é ambientada em Roma durante o reinado do imperador Nero, no século I d.C., e retrata o conflito entre o paganismo e o cristianismo nascente.

    A história segue Marcus Vinicius, um jovem patrício romano que se apaixona por Lígia, uma cristã. Inicialmente, Vinicius tenta conquistá-la à força, mas, ao entrar em contato com os ensinamentos cristãos, passa por uma profunda transformação. Enquanto isso, Roma vive um período de decadência moral sob o governo de Nero, que é retratado como um tirano cruel e egocêntrico.



    O romance inclui figuras históricas como o próprio Nero, o apóstolo Pedro e o apóstolo Paulo, que desempenham papéis fundamentais na conversão de Vinicius. O ponto alto da narrativa é o grande incêndio de Roma, que Nero supostamente ordenou e pelo qual culpou os cristãos, desencadeando uma brutal perseguição.



    Com uma combinação de romance, aventura e reflexão religiosa, Quo Vadis? tornou-se um dos romances históricos mais populares do século XIX. A sua grandiosidade narrativa e a defesa dos valores cristãos contribuíram para que Henryk Sienkiewicz recebesse o Prémio Nobel da Literatura em 1905.

  • Qumrân – O Enigma dos Manuscritos do Mar Morto de Eliette Abécassis

    Qumrân – O Enigma dos Manuscritos do Mar Morto

    Eliette Abécassis

    4,00 

    Desde 1883 que os pergaminhos de Qumrân, que constituem o testemunho mais antigo das origens do cristianismo, vão aparecendo misteriosamente no mercado de Jerusalém. Os beduínos que percorrem as desoladas paragens do Mar Morto encontraram-nos e levaram-nos para a Cidade Santa.
    Nesses pergaminhos encontra-se a resposta para perguntas milenares: Quem matou Jesus Cristo? Quem foram esses sacerdotes e escribas que se exilaram no deserto à espera do fim dos tempos? Quem é esse Messias fervorosamente aguardado pelos judeus?
    No entanto, todos os que se tentaram aproximar da verdade neles contida encontraram um único destino: a morte. Este thriller teológico, baseado nas rigorosas investigações da autora, constitui uma apaixonante viagem no rasto dos manuscritos do Mar Morto.

  • Quarto Mandamento de Orson Wells

    Quarto Mandamento. O

    Orson Wells

    4,00 

    Quarto Mandamento de Orson Wells.
    Público.B.

    Segundo filme de Welles, que foi mutilado pelo estúdio, que contratou um outro realizador para acrescentar um happy-end. História de uma poderosa família e da sua decadência, em que a casa (com o seu pórtico, as suas escadas, a cozinha, os salões) é um elemento central. Apesar das mutilações, vários críticos consideram Ambersons ainda mais genial do que Kane.

    📘 Plastificado de origem

    .

  • Quando a Vóvó era Menina de Maria Isabel Loureiro

    Quando a Vóvó era Menina

    Maria Isabel Loureiro

    6,00 

    Quando a Vóvó era Menina de Maria Isabel Loureiro. Edições Vieira da Silva. 2015, 81 págs. B.

    – Vovó, conta-nos O leitãozinho cor-de-rosa – pede uma neta.

    – Depois, conta-nos a Aventura Perigosa! – lembra a outra.

    É frequente os meus seis netos pedirem que lhes conte uma das minhas histórias verdadeiras. São situações engraçadas que me aconteceram quando era menina. E tantas vezes o fazem, que uma das minhas filhas me sugeriu que as escrevesse. Assim, os teus netos nunca mais se esquecerão das peripécias vividas pela avó, em pequena.

    Foi o que fiz.

    Depois de as ter escrito, pensei que talvez outras crianças gostassem de as ler. Então, publiquei-as.

    E aqui estão, com uma surpresa: nas ilustrações, as carinhas de todas as personagens das histórias são reais!

    Tenho a certeza, amiguinhos, de que vão divertir-se a ler as peripécias verdadeiras que vos conto e aprender como era a vida antigamente…

    As avós de hoje, quando eram crianças, também gostavam de brincar, de fazer partidinhas e até de entrar em aventuras!…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Questão de Coimbra de Maria José Marinho

    Questão de Coimbra

    Maria José Marinho

    6,00 

    A revolta nasceu românticae exaltadamente utópica, muitas vezes fulanizada, mas sempre segura e firme:
    “Fomos todos assim, naquela encantada e quase fantástica Coimbra de há uns anos. Um sopro romántico, cálido, mas balsamico, fazia rebentar tumultuariamente as nossas primaveras em borbotões» (Antero de Quental). Com esta exaltação e violência, neste «tumulto mental», os representantes da moderna geração ansiavam por intervir na vida nacional.

  • Quem Disse Que Era Fácil de Bernardo Ferrão.

    Quem Disse Que Era Fácil

    Bernardo Ferrão

    6,00 

    Quem Disse Que Era Fácil de Bernardo Ferrão.
    Porto Editora. Lisboa, 2015, 183 págs. B.

    O modo como António Costa avançou para a liderança do PS, em maio de 2014, quebrando um ciclo que em condições normais só deveria terminar com as legislativas de 2015, dividiu opiniões. Foi aplaudido pelos seus apoiantes «já não era sem tempo»), condenado pelos seus opositores («chegou ao poder através de um golpe de Estado»).

     

    Mas depois de desencadeado o processo já não teve volta: Costa encarnava a esperança, trazia um novo fôlego a um PS pouco entusiasmado com António José Seguro. E essa aura «salvífica» elegeu-o candidato a primeiro-ministro, num inédito processo de primárias, com os votos de mais de 120 mil militantes e simpatizantes – número nunca antes visto numa eleição partidária.

     

    Uma vez secretário-geral do PS, porém, o que se seguiu não foi o esperado «vini, vidi, vici». Teve de superar a detenção de José Sócrates, ultrapassar os contratempos na gestão de Lisboa (nos meses em que acumulou a presidência da Câmara com a chefia do partido), fazer orelhas moucas aos que lhe criticavam a demora em apresentar propostas, lidar com o agravamento da crise grega e, depois do entusiasmo inicial com a vitória do Syriza, constatar que a rebeldia na Europa não paga dívidas. Tudo isto acompanhado por uma estratégia de comunicação anacrónica e pouco eficaz. Quem disse que era fácil?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Que Ainda Ontem Era Milagre de Werner Keller

    Que Ainda Ontem Era Milagre, O

    Werner Keller

    7,00 

    O Que Ainda Ontem Era Milagre: A Descoberta das Forças Misteriosas do Homem de Werner Keller. Publicações Europa-América. Mem Martins, 1977, 374 págs. E.

    Este livro trata de qualquer coisa de extraordinário e fascinante, simultaneamente muito antigo e revolucionariamente novo: os fenómenos misteriosos e ainda hoje inexplicáveis que impressionaram profundamente os homens de todos os continentes e épocas, desde o passado mais remoto, e os estudos e resultados da investigação no campo da parapsicologia.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Parures de Edith Hoffmann

    Parures

    Edith Hoffmann

    10,00 

    Cartonné jaquette. 167 pages. le prix comprends l’expédition en suivi intégrité des textes ni surlignés ni signature ni commentaires en marges la jaquette a des petites traces d’usures du papier sur les bordures des coins et une pliure dans la pellicule transparente sans gravité

  • Pessoa Inédito

    Pessoa Inédito

    Teresa Rita Lopes

    15,00 

    Deste “português à inglesa” publicamos 272 textos. Seguimos a sua infatigável caminhada através da pátria língua portuguesa, demarcando-se dos sebastianistas e dos nacionalistas ferrenhos.



    Zelou pela integridade dessa “língua imperial” [a do 5.º Império, que falaria português] e longamente teorizou sobre a sua ortografia. Cumprindo uma vocação permanente de pedagogo o vemos a querer ensinar os tradutores e os críticos literários a sê-lo. O objectivo é sempre o mesmo, claramente assumido: o de ser um “criador de civilização”. Seguimos-lhe o percurso ao longo da vida-obra, muito particularmente como animador de revistas, de Orfeu e Atena.

  • Próximos 100 Anos

    Próximos 100 Anos: uma previsão para o Século XXI

    George Friedman

    7,00 

    PRÓXIMOS 100 ANOS: UMA PREVISÃO PARA O SÉCULO XXI DE GEORGE FRIEDMAN
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2018. 317 págs. B.

    Ensaio de geopolítica e análise estratégica da autoria do conceituado politólogo norte-americano George Friedman, fundador da Stratfor (conhecida como a “CIA privada”). Recorrendo a modelos históricos de previsão de longo prazo, o autor traça um panorama lúcido e provocador sobre as grandes tendências que moldarão o equilíbrio de poder global até ao final de novecentos. O livro analisa o declínio de potências tradicionais, o surgimento de novos conflitos regionais e as transformações demográficas e tecnológicas que redefinirão a economia e a soberania das nações nas próximas décadas.

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    Características do Exemplar
    📖 Exemplar por abrir.
    Peso: 390g
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  • Português que nos Pariu

    Português que nos Pariu

    Angela Dutra de Menezes

    6,00 

    PORTUGUÊS QUE NOS PARIU: Uma visão brasileira sobre a história dos portugueses DE ÂNGELA DUTRA DE MENEZES
    Editorial Civilização. Porto, 2007. 189 págs. B.

    Através de uma linguagem bem-humorada e liberta da rigidez dos manuais didácticos, a jornalista e escritora brasileira narra os acontecimentos que ditaram a formação da identidade luso-brasileira. Velejando contra a corrente historiográfica tradicional, a autora desconstrói mitos e propõe uma perspectiva inovadora — um autêntico “olhar índio” sobre as caravelas de Pedro Álvares Cabral e as idiossincrasias dos colonizadores que cruzaram o Atlântico. Um ensaio satírico, descontraído e historicamente rigoroso sobre as heranças culturais deixadas em terras de Vera Cruz.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 315g
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  • Porque Não São Negros os Buracos Negros Robert M. Hazem

    Porque Não São Negros os Buracos Negros Robert M. Hazem

    7,50 

    Porque Não São Negros os Buracos Negros de Robert M. Hazem.
    Dinalivro. Lisboa, 1998, 276 págs. B.

    Com prefácio do conhecido cientista Stephen Jay Gould, são abordadas neste livro algumas das grandes questões nas fronteiras da ciência. A primeira interrogação dá o título da obra: Matéria Negra: onde está o universo ausente?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pequeno Tratado da História Univeral de Nicolau Fiirmino

    Pequeno Tratado da História Univeral

    Nicolau Firmino

    6,00 

    PEQUENO TRATADO DA HISTÓRIA UNIVERSAL DE NICOLAU FIRMINO
    Livraria H. Antunes / Tipografia do Jornal do Fundão. Fundão, 1963. 175 págs. B.

    Obra de pendor didáctico e pedagógico da autoria do prestigiado professor e latinista Nicolau Firmino (1907-2001). Nascido com o propósito de dotar os estudantes e o público em geral de um esqueleto conceptual de consulta rápida, o livro sintetiza com invulgar clareza as grandes etapas, marcos cronológicos e evoluções civilizacionais da humanidade ao longo dos séculos. Uma edição de autor de tiragem muito cuidada, impressa nas prestigiadas oficinas do Jornal do Fundão e ampliada nesta que é a sua oitava edição oficial.

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    Características do Exemplar
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 180g
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  • Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa de Fernanda Frazão

    Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa

    Fernanda Frazão

    10,00 

    Pequeno Dicionário de Autores da Língua Portuguesa de Fernanda Frazão.
    Amigos do Livros Editores. Lisboa, 1983, 418 págs. E.

    Primeira edição deste muito útil dicionário que procura fornecer os dados biobibliográficos essenciais sobre os mais importantes escritores de língua portuguesa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • País Sem Rumo de António de Spínola

    País Sem Rumo

    António de Spínola

    10,00 

    PAÍS SEM RUMO DE ANTÓNIO DE SPÍNOLA
    Editorial Scire. Lisboa, 1978. 457 págs. B. Il.

    O antigo Presidente da República, Marechal António de Spínola, descreve o movimento do 25 de Abril, os complexos acontecimentos políticos que lhe sucederam e faz um balanço crítico das respectivas consequências para a Nação. Dividida em quatro partes fundamentais («A génese da Revolução», «A Revolução», «A Descolonização» e «Reflectindo»), a obra constitui um polémico e crucial testemunho histórico escrito com base na experiência directa do autor enquanto exerceu as mais altas responsabilidades políticas e militares no período de transição democrática. O volume encerra com um valioso conjunto de 23 anexos que transcrevem e documentam as teses defendidas na obra.

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    Características do Exemplar
    📕 1.ª Edição.
    ✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    Peso: 620g
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