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  • Família Golovlev

    Família Golovlev

    Saltykov-Chtchedrine

    7,00 

    Família Golovlev de Saltykov-Chtchedrine.
    Livraria Civilização Editora. Porto, s.d., 412 págs. E.

    Intensamente quente no verão e fria no inverno, a herdade da família Golovliov é o final do caminho. É lá que Arina Petrovna comanda os em- pregados e a família — até ceder o poder ao seu filho Porfírio. Um dos monstros mais memoráveis da literatura mundial, Porfírio é o perfeito hipócrita e maquinador que ataca sem remorsos aqueles que dele se aproximam. Mas no final até ele se revela incapaz de resistir a Golovliovo.

    «… o grande romance A Família Golovliov, o mais sombrio e implacável exemplo de comédia negra na literatura russa do século XIX.» [V. S. Pritchett]

    «A linhagem que começa com Dostoievski, passa por Shchedrin e chega a Hamsun é visível. Assim considerado, A Família Golovliov, um livro estranho e áspero, cujas personagens a um tempo sofrem a doença do nada e aspiram a ela, um livro que é por vezes uma ampla sátira, outras um livro de terror gótico, e outras ainda um anti‑romance, torna‑se cada vez mais moderno com a passagem do tempo.» [James Wood]

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  • Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos

    Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos

    Eduardo Guerra

    7,00 

    Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos de Eduardo Guerra.
    Seara Nova. Lisboa, 1967, 249 págs. B.

    A análise da evolução da economia nacional nos últimos quarenta anos mostra que nela se podem considerar três períodos, que se apresentam suficientemente diferenciados para que se justifique tal divisão. O primeiro termina com o início da década de 50, o segundo vai até 1961 e o terceiro abrange os anos posteriores e deverá ainda prolongar-se, se a actual orientação político–económica não se alterar profundamente.

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  • Era da Incerteza, A

    Era da Incerteza, A

    John Kenneth Galbraith

    7,00 

    A Era da Incerteza de John Kenneth Galbraith.
    Livraria Pioneira Editora. São Paulo [Brasil], 1980, 379 págs. B.

    “As ideias dos economistas e dos filósofos sociais modelam os acontecimentos, mesmo quando disso não temos consciência. Quer uns quer outros tiveram influência decisiva nas rápidas e violentas mudanças por que o mundo tem passado nos últimos duzentos anos. Galbraith traça e analisa essas ideias e suas consequências, desde Adam Smith, Herbert Spencer passando por Marx e Lenine, até Keynes, seus conceitos e acções que de algum modo modelaram a Guerra Fria, as modernas corporações, as perturbações do Terceiro Mundo e os problemas da sociedade urbana contemporânea.”

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  • Ditos Portugueses

    Ditos Portugueses

    José Hermano Saraiva

    7,50 

    Ditos Portugueses de José Hermano Saraiva.
    Publicações Europa-América. Mem Martins

    Cruel depoimento da sociedade do século XVI, esta compilação de ditos alheios retrata com mordacidade a sociedade em que o autor viveu, revelando os aspectos mais secretos e, por vezes, escandalosos das vivências quotidianas. Vem à superfície o Portugal íntimo e profundo, das situações comezinhas, das mesquinharias, da invenja, num tomo irreverente que acusa uma velada preocupação com a situação que se vivia.
    Numa linguagem desbragada e eivada de sarcasmo, denuncia-se um país fendido pela intolerância e pela cupidez, onde se assiste ao naufragar das estruturas morais e ao esboroar das estruturas económicas. Como escreveu José Hermano Saraiva, «é a paciente e dolorosa análise do quadro sombrio que Camões definiu numa síntese célebre: a Pátria metida no gosto da cobiça e na rudeza de uma austera, apagada e vil tristeza».

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  • Deus e a Ciência

    Deus e a Ciência

    Jean Guitton

    7,00 

    Deus e a Ciência de Jean Guitton.
    Editorial Notícias. Lisboa, 1992, 143 págs. B.

    Num mundo cada vez mais ocupado pela ciência e pelos modelos de pensamento que ela produz, pela tecnologia e pelos modos de vida que ela desencadeia, o discurso filosófico perdeu a sua antiga força de verdade; ameaçado pelas ciências humanas, impotente para produzir sistemas ideológicos que dele fariam pelo menos um guia político, o filósofo parece estar prestes a perder o seu último privilégio: o de pensar.

    Resta a religião. Mas também aí, parece que os saberes saídos da ciência se opõem cada vez mais à ordem profunda das certezas inscritas no sagrado: Deus e a ciência parecem pertencer a mundos tão diferentes um do outro que ninguém sonharia mesmo em correr o risco de os aproximar.

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  • Design e Comunicação Visual de Bruno Munari.

    Design e Comunicação Visual

    Bruno Munari

    7,50 

    Texto ilustrativo daquilo que é o design, de como funciona a lógica criativa dos designers e do uso que estes fazem das técnicas e dos materiais, esta é uma das principais obras de Munari.

  • Curva da Estrada, A

    Curva da Estrada, A

    Ferreira de Castro

    6,00 

    A Curva da Estrada de Ferreira de Castro.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 328 págs. B.

     «… o directório é constituído por arrivistas ambiciosos, que não querem outra coisa senão trepar à custa dos velhos militantes. Não cessam de prometer às massas aquilo que eles sabem muito bem que não lhes podem dar e não hesitam em caluniar aqueles que lhes podem fazer sombra… Para eles, só eles próprios são socialistas verdadeiros; os outros são todos uns reaccionários….» Ferreira de Castro (1898-1974) é um dos mais significativos romancistas portugueses, traduzido e lido em todo o mundo e também dos mais apreciados em toda a vasta comunidade onde se fala a língua portuguesa.

    Alguns dos seus romances retratam um Brasil apaixonante, misterioso e revelador, outros penetram no húmus português e outros ainda ocupam-se dos problemas trágicos de um mundo dilacerado que procura descobrir a sua verdade.
    O que descobrimos, porém, em qualquer dos romances de Ferreira de Castro é a mesma profunda paixão pelo destino do homem, o seu apego a uma verdade fundamental que se alicerça na conquista de um ideal de liberdade humana.
    Não é possível pensar no romance português deste século sem, de imediato nos referirmos a Ferreira de Castro como precursor do neo-realismo, ao seu nome e à sua obra, de tal modo nos surgem como essenciais para a pesquisa do quotidiano.

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  • Contribuição para o Estudo da Questão Agrária

    Contribuição para o Estudo da Questão Agrária

    Álvaro Cunhal

    10,00 

    Contribuição para o Estudo da Questão Agrária de Álvaro Cunhal.
    Edições Avante. Lisboa, 1976, 2 vols.
    Colecção: Reforma Agrária

    Baseando-se numa exaustiva elaboração de dados estatísticos, esta obra revela as leis do desenvolvimento capitalista na sociedade rural portuguesa, demonstra os níveis de expansão capitalista já atingidos e enuncia as linhas da sua progressão futura. E à medida que o vai fazendo, são as próprias teses marxistas-leninistas sobre a questão agrária que encontram nela a confirmação da sua validade.
    É esta superioridade metodológica que permite a Álvaro Cunhal contestar sem apelo certas «estatísticas» oficiais, elaboradas não para revelar mas encobrir a realidade.

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  • Conquista da Energia, A

    Conquista da Energia, A

    George Russell

    6,00 

    Conquista da Energia: Da Descoberta do Fogo à Idade Nuclear de George Russell Harrison.
    Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 285 págs. B.

    A energia é um dos factores fundamentais para a subsistência humana. Sem as fontes de energia e seu aproveitamento racional os homens não poderiam manter-se à face da terra.

    Esta obra descreve, em termos acessíveis a qualquer leitor, o processo mercê do qual a humanidade se apropria e utiliza das fontes de energia e como encara os problemas que a energia coloca.

    Livro de divulgação científica elaborado e escrito para o público não-especializado, «A Conquista da Energia é uma obra susceptível de larga difusão, repetindo em Portugal o êxito já alcançado no seu país de origem. Acrescente-se ainda que o texto é ilustrado por forma a que o leitor encontre um complemento do que lhe é dado aprender através de uma leitura tão viva quanto instrutiva.

    📝 Assinatura de posse.
    Lombada desgastada.

  • Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984) de Eduardo de Sousa Ferreira

    Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984)

    Eduardo de Sousa Ferreira

    10,00 

    Conflitos e Mudanças em Portugal (1974-1984) de Eduardo de Sousa Ferreira.
    Editorial Teorema. Lisboa, 1985, 342 págs. Br.

    Desde 1972 que o International Conference Group on Portugal (ICGP) vem realizando encontros de especialistas das mais variadas áreas científicas e dos mais diversos quadrantes políticos, com o objectivo de se debruçarem sobre os problemas de maior relevância e actualidade para Portugal.

    Os resultados de tais encontros têm tido divulgação mundial, a partir de publicações feitas nos Estados Unidos. Nesta medida, a presente edição portuguesa corresponde à publicação de uma selecção das comunicações apresentadas no III Encontro do ICGP – realizado em Durham, New Hampshire, E.U.A., de 31 de Maio a 3 de Junho de 1985.

    Numa colaboração internacional, os Profs. Sousa Ferreira e Opello Jr. apresentam aqui os documentos do Encontro de maior interesse e relevo para o nosso país. Pelos temas escolhidos e pela qualificação dos autores, esta recolha de textos proporciona um panorama muito amplo e diversificado daquilo que é hoje Portugal.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60 de Cecília Barreira

    Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60

    Cecília Barreira

    8,00 

    Confidências de Mulheres: Anos 50 e 60 de Cecília Barreira
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1993, 412 págs. E.

    A partir de um inquérito a autora apresenta, sob a forma de entrevistas, como várias mulheres (e alguns homens) dos mais diversos quadrantes e profissões (política, cultura, moda, etc), viviam, o que pensavam e como passaram os anos da ditadura de Salazar.

    📘Plastificado de origem

  • Das Coisas Nascem Coisas de Bruno Munari

    Coisas Nascem Coisas, Das

    Bruno Munari

    10,00 

    Uma introdução à arte de “saber projectar”, sobretudo coisas que estão ao alcance de qualquer pessoa. À arte de resolver problemas que atormentam muita gente: como decorar a casa? Como aproveitar o espaço? Que materiais utilizar?

  • Clandestinos

    Clandestinos

    Fernando Namora

    5,00 

    Clandestinos de Fernando Namora.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1980, 272 págs. E.

    Memória da Resistência através de jornadas que empolgam, descida ao labirinto interior do protagonista num movimento para o regresso ao compromisso político, registo do quotidiano burguês entre vulgaridade, luxo, melancolia, análise também dos círculos oposicionistas sem atos nem horizontes ou, em contraste, num jovem, com o irredutível das opções metamórficas, Os Clandestinos, 1972, pela compleição romanesca – ideoleto, personagens (Vasco e Jacinta desde logo), efabulação, mestria compositiva -, por uma singularidade da escrita a renovar-se, é uma obra no topo do percurso de Fernando Namora e da literatura portuguesa legada aos leitores contemporâneos.

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  • Ciência Política à Portuguesa

    Ciência Política à Portuguesa

    Raquel Vaz Pinto

    10,00 

    Ciência Política à Portuguesa: A Disciplina Contadas pelos seus Protagonistas de Raquel Vaz Pinto [Org.]
    Imprensa de Ciências Sociais. Lisboa, 2020, 325 págs. B.

    A política é uma construção coletiva; a ciência política, também. Este livro é sobre alguns dos protagonistas que, em Portugal, abriram caminhos ou lideraram a caminhada no campo da Ciência Política. Mas não é apenas sobre eles, é também com eles. São os próprios que recordam o seu percurso, as suas dúvidas e os resultados atingidos.

    E quem puxa o fio à meada são cerca de trinta estudantes de pós-graduação das mais importantes instituições do país, que aceitaram o desafio colocado pelos coordenadores para entrevistarem algumas das figuras de referência na sua formação enquanto cientistas políticos.

    Neste livro, a história encontra-se com o futuro – e são os próprios protagonistas a relatarem esse encontro.

    Falha em termos editoriais nas duas primeiras páginas do livro. Não afecta o texto.

  • Carro de Jagrená de Mário Ceitil

    Carro de Jagrená

    Mário Ceitil

    5,00 

    A partir de uma experiência de mais de vinte anos em actividades de consultoria, formação e docência académica, nas áreas da Gestão de Recursos Humanos e da Psicologia Social e das Organizações, o autor desenvolve um conjunto de reflexões em torno dos grandes problemas que afectam o quotidiano das pessoas, num mundo organizacional cada mais turbulento, caracterizado pela imprevisibilidade, pela desregulação dos mercados e das estruturas económicas e pelas inseguranças em relação ao futuro.

    Um mundo organizacional onde a Gestão de Recursos Humanos é chamada a ter um papel cada vez mais actuante e decisivo, na difícil conciliação entre, por um lado, a imperatividade estratégica das empresas, na sua busca incessante por melhores resultados e os esforços das pessoas, na construção de percursos profissionais compatíveis e conciliáveis com as naturais aspirações a uma vida pessoal plena, com espaço, com vivências emocionalmente intensas e com sentido de projecto.

    Um mundo que nos alicia em permanência para novos e mais ousados desafios mas que, também, como na alegoria do “Carro de Jagrená”, nos pode levar por percursos cuja dinâmica pode escapar ao nosso controlo e ameaçar despedaçar-nos.

    Ao longo dos diversos artigos que compõem esta obra, sucedem-se temas tão diversos como a Gestão dos Processos de Mudança nas Organizações, as novas tendências na Gestão de Recursos Humanos, a Inteligência Emocional, a Gestão das Competências… e os riscos de insucesso que espreitam em cada esquina dos percursos para a excelência.

    Alternando o texto técnico com o artigo de opinião, o rigor da análise com a discursividade fluida da crónica de costumes, o autor dá-nos, assim, uma sugestiva visão pessoal, plasmada por uma longa, intensa e diversificada experiência profissional sobre os grandes temas da gestão das pessoas nos contextos, difíceis, da nossa modernidade organizacional.

  • Burro Morto e a Mulher Guilhotina de Jules Janin

    Burro Morto e a Mulher Guilhotina

    Jules Janin

    5,00 

    Burro Morto e a Mulher Guilhotina de Jules Janin.
    Amigos do Livro Editores. Lisboa, s.d., 266 págs. E.

    Jules Janin (1804–1874) foi um destacado crítico literário e escritor francês, conhecido como o “príncipe dos críticos”. Colaborou com diversos jornais e revistas parisienses, ganhando notoriedade pelas suas críticas teatrais no Journal des Débats, onde escreveu durante mais de 30 anos. Com um estilo vivo e irónico, Janin influenciou gerações de leitores e dramaturgos. Também escreveu romances, contos de viagens e ensaios, embora tenha sido no jornalismo que se afirmou com mais força. Em 1870, foi eleito para a Academia Francesa, consagrando uma carreira marcada pela paixão pela literatura e pela defesa do teatro como arte maior. A sua escrita continua a ser uma referência do espírito crítico e do gosto literário do século XIX

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.