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  • Fernando Pessoa: a Obra e o Homem

    Fernando Pessoa: a Obra e o Homem

    António Quadros

    20,00 

    Fernando Pessoa: a Obra e o Homem de António Quadros.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1981, 2 vols. B.

    Autor de uma obra plurifacetada e por vezes polémica, António Quadros publicou numerosos livros de pensamento, de critica e de estética, como «O Movimento do Homem», «A Teoria da História em Portugal», «O Espírito da Cultura Portuguesa», «Critica e Verdade», «Ficção e Espírito» ou «A Arte de Continuar Portuguès». Como poeta e ficcionista, recordemos «Viagem Desconhecida», «Imitação do Homem», «Ó Portugal, Ser Profundo», bem como os contos de Anjo Branco, Anjo Negro» e de «Histórias do Tempo de Deus», estes galardoados com o Prémio Ricardo Malheiros da Academia das Ciências e com o Prémio de Novelística da Casa da Imprensa.

    📝 Assinatura de posse.

  • Fera do Covão Negro de Raynard Guilliot

    Fera do Covão Negro, A

    Raynard Guilliot

    6,00 

    A história segue seis jovens detetives e o seu cão, que se aventuram na aldeia de Nant-Noir para resolver uma série de ataques misteriosos. Com o auxílio do cão, eles enfrentam desafios e desvendam os enigmas que cercam a região, caracterizando-se como uma narrativa de mistério e aventura.

  • El-Rei Sebastião

    El-Rei Sebastião

    José Régio

    25,00 

    El-Rei Sebastião de José Régio.
    Atlântida. Lisboa, 1949, 189 págs. B.

    A cena representa uma antecâmara nos paços onde habita El-Rei Sebastião. É noite; e só a luz fosca do luar entra por uma janela de balcão aberta ao fundo. Esta janela está escancarada para o céu. Não se vê a lua. No rectângulo da luz esbranquiçada, fria, que entra pela janela e dá na alcatifa do chão, dois vultos se recortam em silhueta: Estão um de cada lado da janela, quase voltando costas ao público, em atitude de quem ficou transido a ouvir. Toda a restante cena abafada em penumbra.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Elói ou Romance numa Cabeça

    Elói ou Romance numa Cabeça

    João Gaspar Simões

    6,00 

    Elói ou Romance numa Cabeça de João Gaspar Simões.
    Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 181 págs. B.

    “Elói ou Romance numa Cabeça” é um romance do escritor português João Gaspar Simões, publicado em 1932. É considerado o primeiro romance português a focar-se na introspecção psicológica, explorando a mente e as emoções do protagonista, Elói, através de uma narrativa que acompanha a sua jornada marcada pelo ciúme e a rutura com a ordem social.

    📕 3ª Edição Revista.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Educação Cívica Segundo António Sérgio

    Educação Cívica Segundo António Sérgio

    José Augusto Gonçalves

    7,00 

    Educação Cívica Segundo António Sérgio: Sua Actualidade de José Augusto Gonçalves.c
    Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo. Lisboa, 2003, 278 págs. B.

    Refira-se ainda que o nosso propósito neste trabalho não consiste em fornecer o receituário para a edificação da escola cidada (acerca da qual efectuamos apenas algumas referências sumárias no início desta Introdução), nem ter a pretensão de exaurir toda a riqueza do pensamento de António Sérgio com o objectivo de detectar a sua contribuição para o desenho institucional desta escola. Visamos sobretudo tornar patente que, no ámbito da (actual) problemática de uma escola promotora de cidadania democrática, não obstante algumas fragilidades, muito pode contribuir o pensamento de António Sérgio, sobretudo a sua concepção de educação civica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Divagações de um Terceiro de Jaime Magalhães Lima

    Divagações de um Terceiro

    Jaime Magalhães Lima

    8,00 

    Divagações de um Terceiro de Jaime Magalhães Lima.
    Câmara Municipal de Aveiro. Aveiro, 1957, 110 págs. B.

    A Câmara Municipal de Aveiro, lançando agora este livro, o canto do cisne no Vale do Suão, não pode ter a pretensão de editar uma obra propriamente popular, que até a ajude nos seus esforços infatigáveis de urbanizar a cidade, mas pode ter o nobre orgulho de prestar a mais sensível das homenagens a quem tanto, pelo faiscar do seu cérebro, pelas fraternas irradiações da sua alma de santo, e até pelos traços patriarcais da sua fisionomia de asceta, tão justamente a mereceu e a conquistou.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dia em que o Sol se Apagou

    Dia em que o Sol se Apagou

    Nuno Gomes Garcia

    7,00 

    Dia em que o Sol se Apagou de Nuno Gomes Garcia.
    Casa das Letras. Alfragide, 2015, 333 pág. B.

    No dia 26 de março de 1487 o sol apaga-se subitamente no reino de Portugal. Sem explicação para tão súbitas trevas – que uns atribuem à maldade castelhana e outros à heresia dos judeus -, D. João II envia dois espiões em demanda da solução que restitua a luz ao País e evite o seu definhamento. Com Pêro da Covilhã e Afonso de Paiva irá também, guardado num estojo, um par de olhos de diamante que outrora pertenceram a um menino chamado Mil-Sóis, cujo olhar cegava quem o encarasse, e que são a peça fundamental desta missão.

    Enquanto Pêro da Covilhã narra o seu périplo de Lisboa à Etiópia, das Índias ao reino do Monomotapa, de Meca a Sofala, quase sempre disfarçado de mouro e constantemente perdido em bordéis, Salvador – um embalsamador albino com um estranho passado – ficará de guarda à mulher do espião, por quem nutre há muito um amor secreto, e não cessará de procurar os olhos que possam devolver a luz ao seu irmão Mil-Sóis.

    É uma obra fascinante que inventa um cataclismo improvável para reescrever o período áureo da História de Portugal. Um romance de luz e sombra, de avanços e recuos, que cruza fantasia com rigor histórico. E que, no final, responderá a duas questões essenciais: irá o Sol regressar a Portugal? É a Europa o lugar certo para que Portugal continue a existir?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónicas d'um Stuart de Osvaldo de Sousa

    Crónicas d’um Stuart

    Osvaldo de Sousa

    15,00 

    Crónicas d’um Stuart de Osvaldo de Sousa.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1987, 265 págs. E.

    Album de merecida homenagem à vida e obra de um artista único no seu género. “Artista irreverente, praticante de artes irreverentes, Stuart perdeu-se na vida, no tintol boémio, nas pernas das vielas e calçadas, no quotidiano profissional dos jornais. Diz-se mesmo que o seu génio foi chupado pelas máquinas impressoras, a que dedicou 54 anos a fio da sua existência, sendo poucos os que como ele trabalharam tanto para a imprensa. E ao longo de todo esse período, não cessou de criar verdadeiras obras-primas, prementemente criadas que o tempo não dava tempo à inspiração. (…) Quanto à obra, essa [constituída por milhares de trabalhos] encontra-se dispersa por centenas de coleccionadores e jornais vários. E foi da articulação de todos esses dados que nasceu o presente trabalho, as crónicas de um Stuart que se distinguiu nas artes.” Álbum de cuidada execução gráfica, em bom papel, enriquecido com centenas de reproduções de desenhos avulsos, capas de livros, revistas e músicas, publicidade, cartazes, etc. Um dos capítulos é consagrado a «Stuart e a Caricatura» onde aparecem retratos caricaturais de Camilo, Eça de Queirós, Junqueiro e outros. Edição limitada a 1500 exemplares numerados e autenticados.

    📌 Edição numerada com o número 9.
    Sem sobrecapa.

  • Ciprião de Figueiredo

    Ciprião de Figueiredo

    Côrte-Real e Amaral

    8,00 

    Ciprião de Figueiredo: Exemplo de honra e lealdade de Côrte-Real e Amaral.
    Câmara Municipal de Angra do Heroismo. Angra do Heroismo, 1941, 15 págs. B.

    Este livro traça o retrato de Ciprião de Figueiredo, corregedor dos Açores durante a crise de sucessão de 1580, conhecido pela sua resistência à submissão filipina. Côrte-Real e Amaral evoca-o como símbolo de integridade, patriotismo e lealdade a D. António, Prior do Crato. A obra, de cariz histórico e laudatório, procura reabilitar a memória de uma figura central na defesa da autonomia portuguesa face à dominação espanhola.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Cidade dos Prodígios, A

    Cidade dos Prodígios, A

    Eduardo Mendoza

    5,00 

    Em 1887, Onofre Bouvila, um rapaz pobre do campo, chega a Barcelona e obtém o seu primeiro trabalho como distribuidor de panfletos anarquistas entre os operários que trabalham na construção da Exposição Universal do ano seguinte. A partir daqui, o leitor assiste à espetacular ascensão social de Bouvila, que o vai converter, mediante métodos não muito ortodoxos, num dos homens mais ricos do país. Um extraordinário relato da construção da moderna Barcelona, um dos grandes romances espanhóis do século XX.

  • Cântico dos Cânticos de Salomão

    Cântico dos Cânticos

    Salomão

    6,00 

    O Cântico dos Cânticos de Salomão, também conhecido como Cantares, é um livro poético do Antigo Testamento que celebra o amor romântico entre um homem e uma mulher. Atribuído ao rei Salomão, o livro é uma coleção de cânticos nupciais e é considerado uma obra de grande lirismo, com um forte componente erótico, mas que também exalta o amor conjugal, a fidelidade e a beleza física

  • Campo Barroco

    Campo Barroco

    Maria Helena Henriques Saldanha

    6,00 

    Campo Barroco de Maria Helena Henriques Saldanha.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2001, 127 págs. B.

    Campo Barroco apresenta-se como um breve ensaio literário e histórico que pretende satisfazer o interesse de um público diverso. Houve a necessidade de contextualizar, introduzir e comentar as composições poéticas seleccionadas do “Livro do Bordalengo” (homenageando aquele que realizou a compilação poética que serve de fonte de trabalho da presente obra), pois, de outro modo, o estudo realizado poderia ser interpretado de forma incorrecta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bibliografia das Monografias Locais V

    Bibliografia das Monografias Locais V

    Carlos Medeiros

    20,00 

    Bibliografia das Monografias Locais: Síntese Temática das Artes e Ofícios Tradicionais – Região Autónoma da Madeira de Carlos Medeiros.
    IAPMEI. Lisboa, 1994, 370 págs. B.

    O artesão com as suas mãos humaniza cada objecto que vai criando o qual, mesmo quando não assinado, leva a sua marca e o seu sentir.

    As artes e os ofícios tradicionais ligam assim, fazedor e produto feito, num equilíbrio quase sempre conseguido e que, em grande medida, é consequência do modo de aprender e dos materiais que utilizam.

    Cada aprendiz é introduzido pelo mestre na arte de fazer, reproduzindo o ciclo antes em si encetado, processo que permite que cada um patine o que aprendeu através da sua personalidade e do percurso de construir objectos.

    As lãs e o linho, os vimes, as argilas e os barros, os metais e muitos dos outros materiais que usam são quase sempre trabalhados sem lhes alterar o natural que lhes é próprio.

    O hoje das artes tradicionais passa por combinar esse saber e estar com as achegas das novas tecnologias e do design, de modo a o passado se projectar num presente viável que abra as portas a um futuro promissor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • António Nobre: Precursor da Poesia Moderna

    António Nobre: Precursor da Poesia Moderna

    João Gaspar Simões

    5,00 

    António Nobre: Precursor da Poesia Moderna de João Gaspar Simões.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 87 págs. B.

    “Poucos poetas como António Nobre terão exercido uma influência tão poderosa nas recentes tendências da poesia nacional. Poucos poetas como ele terão sido tão naturalmente originais. Poucos terão devido tão pouco à poesia estrangeira. Eis o precursor da poesia moderna portuguesa que mais activa influência continua a exercer”.

    📝 Assinatura de posse.

  • Um Ano na Corte de João Andrade Corvo

    Ano na Corte, Um

    João Andrade Corvo

    7,00 

    Um Ano na Corte de João Andrade Corvo.
    Lello & Irmão Editores. Lisboa, 1981, 2 vols. Mole

    “Um Ano na Corte” é um romance histórico escrito por João de Andrade Corvo, publicado originalmente em dois volumes entre 1850 e 1851 na Revista Universal Lisbonense. A obra insere-se numa fase inicial do romance histórico português e é significativa pelo modo como cruza a ficção com episódios e personagens reais do século XVII, nomeadamente o conturbado final do reinado de D. Afonso VI.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Amsterdão de Ian McEwan

    Amsterdão

    Ian McEwan

    6,00 

    Amsterdão de Ian McEwan.
    Gradiva Publicações. Lisboa, 2022, 179 págs. B.

    A terrível e inesperada morte de Molly Lane, uma conhecida figura da sociedade londrina, vai despoletar uma cadeia de acontecimentos totalmente imprevisíveis. Uma irresistível comédia negra que marca o regresso de um dos mais celebrados romancistas contemporâneos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.