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Ângela Domingues
8,00 €
Portugal e o Brasil: contactos, confrontos e encontros durante os primeiros anos da presença portuguesa no Novo Mundo de Ângela Domingues.
Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1999, 117 págs. B. Il.
Relevante estudo de síntese histórica focado nos primórdios da colonização do Brasil. Escrito pela conceituada investigadora e historiadora Ângela Domingues, o texto apresenta um formato bilingue (Português / Inglês), analisando as dinâmicas de contacto, os choques culturais e as alianças estratégicas que marcaram os primeiros anos da presença portuguesa no Novo Mundo ao longo de quatrocentos e quinhentos. Edição muito cuidada da chancela da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, valorizada graficamente por um magnífico extratexto de 20 páginas com ilustrações e reproduções documentais a cores posicionadas a meio e no final da obra. Um título muito focado e de grande utilidade para colecionadores e bibliotecas especializadas em História do Brasil, Expansão Ultramarina e Relações Luso-Brasileiras
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
📚 Obra bilingue
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Ana Maria de Azevedo
8,00 €
Portugal e as Novas Fronteiras Quinhentistas de Ana Maria de Azevedo.
Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 2000, 89 págs. B.
Interessante obra bilingue (Português / Inglês) de cariz ensaístico e de divulgação histórica sobre a consolidação das rotas marítimas portuguesas no início de quinhentos. O estudo centra-se em três eixos fundamentais da expansão: as expedições dos irmãos Corte-Real à Terra Nova e à Terra do Lavrador, a viagem de um fidalgo de Elvas à Florida e a célebre circum-navegação liderada por Fernão de Magalhães. Edição de cuidada execução gráfica da Imprensa Nacional-Casa da Moeda, enriquecida com bibliografia e um magnífico extratexto de 18 páginas de estampas ilustradas a cores, contendo cartografia histórica e a reprodução detalhada das moedas comemorativas dos Descobrimentos cunhadas no ano 2000. Uma peça de coleção relevante para temáticas da História dos Descobrimentos, Navegações e Numismática Colonial.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
📚 Obra bilingue.
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José Manuel Garcia
8,00 €
PORTUGAL E A REPARTIÇÃO DO MUNDO: DO INFANTE D. HENRIQUE AO REI D. JOÃO II DE JOSÉ MANUEL GARCIA
Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1994. 150 págs. B. Il.
Interessante e rigoroso estudo historiográfico focado na génese e evolução da Expansão Portuguesa. Publicado em 1994 pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, o livro analisa de forma detalhada o processo histórico que liga o nascimento do Infante D. Henrique (1394) à consumação da partilha do globo entre as potências ibéricas através do Tratado de Tordesilhas (1494) sob a égide de D. João II. Escrita por José Manuel Garcia, prestigiado historiador e especialista na Época dos Descobrimentos, a obra destaca-se por fundir erudição científica com uma narrativa acessível, sendo profusamente ilustrada com reproduções a cores de cartografia antiga, iluminuras e documentos iconográficos da época. Um título indispensável para colecionadores e estudiosos da expansão marítima europeia e da diplomacia ibérica de quinhentos
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Características do Exemplar
✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 335g
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Jorge Manuel dos Santos Alves
7,00 €
No panorama geral da história dos descobrimentos e da expansão portuguesa no século XVI, a missionação tem sido, sem dúvida, uma das áreas de investigação mais negligenciadas. Vítima, no passado distante, da sua própria clausunt numa história factual e piedosa, ficou muitas vezes reduzida à expressão de crónica empolgada dos sucessos e revezes de cada uma das ordens religiosas que no ultramar foram missionárias. Vitima, num passado mais próximo, de uma história sobretudo preocupada com a materialidade e o transaccionável, a história das missões foi relegada para um plano historiográfico secundário. Empobreceu-se, empobrecendo o estudo e a compreensão global do fenómeno histórico da expansão dos portugueses no mundo, a que pertence como um dedo a uma mão.
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Luís Filipe Barreto
7,50 €
O lugar e o peso dos Descobrimentos Portugueses no aparecimento e desenvolvimento desta cultura-mundo é decisivo porque o seu pioneirismo (posteriormente seguido da Espanha, Inglaterra, Holanda, etc.) e a sua dispersão planetária (sem qualquer paralelo no mundo renascentista) representam a máxima alimentação deste planetário banco de dados, o máximo contributo para a abertura do Mundo
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José Rodrigues Miguéis
7,00 €
Editada em 1932, esta é a obra de estreia de José Rodrigues Miguéis e, talvez, uma das suas criações mais pesadas, onde a alienação e a loucura do indivíduo ganham uma expressão que não se encontra noutros trabalhos do autor. Vítima de opressão social, humilhado e derrotado pela vida, o protagonista da história decide dedicar-se ao crime, roubando compulsivamente o patrão. Desligado do mundo e até da sua família, talvez porque ele próprio também cresceu órfão, acaba por cometer um assassinato quando os seus crimes são descobertos. A novela inicia-se já com o seu julgamento e revela toda a sua paranóia e esquizofrenia.
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José Rodrigues Miguéis
15,00 €
ONDE A NOITE SE ACABA DE JOSÉ RODRIGUES MIGUÉIS
Estúdios Cor. Lisboa, 1959. 279 págs. B.
Colectânea de contos e novelas de José Rodrigues Miguéis, escritor de Lisboa expatriado nos Estados Unidos desde 1935, reunindo personagens de origens diversas, europeias, americanas e asiáticas, que se cruzam nos momentos em que forças opostas decidem o destino dos indivíduos, das famílias e dos povos. O conjunto retoma uma tradição da prosa portuguesa de representação da vida em vários pontos do mundo, desenvolvida numa escrita de grande densidade lírica e mordacidade social.
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Características do Exemplar
📕 1ª Edição Portuguesa (2ª edição revista; 1ª edição: Rio de Janeiro, 1946)
📝 Assinatura de posse.
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Marguerite Yourcenar
6,00 €
Obra ao Negro é a história de uma dissolução: a da ordem de valores que a Idade Média chegou a admitir como incontestáveis, mas que, mercê de quase imperceptíveis alterações, acabaram por perder o seu sentido, abrindo-se à metamorfose.
Uma personagem, Zenão, concentra em si o desejo de mudança, a vontade de alcançar, num mundo conturbado por conflitos vários, a liberdade de pensar e conceber.
E só um grande escritor poderia acompanhar, de forma simultaneamente tão minuciosa e bela, os contornos dessa personalidade, ao longo do doloroso caminho que a leva a enfrentar e a assumir a própria morte. Acaso se verificará então, nesse decisivo instante, uma das máximas possibilidades da Grande Obra alquímica, o opus nigrum, a tentativa de calcinar as formas para permitir a de Marguerite Yourcenar.
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Manuel Pinheiro Chagas
20,00 €
Morgadinha de Valflor de Manuel Pinheiro Chagas.
Viúva Moré – Editora. Porto, 1872, 143 págs. Dura.
Drama em cinco atos, de Pinheiro Chagas, representado pela primeira vez no Teatro D. Maria II, em abril de 1869, e publicado no mesmo ano, que conheceu sucessivas reedições e foi traduzido em espanhol e italiano. A intriga, sentimental e ultrarromântica, desenrola-se na Beira, em finais do século XVIII, época conturbada de transformações políticas e sociais, e gira em torno do amor impossível, com desfecho trágico, entre Leonor, a morgadinha de Valflor, uma fidalga altiva, e Luís, um humilde pintor em quem ela reconhece a “incontestável superioridade sobre os filhos degenerados da gloriosa nobreza de outrora”.
📕 2ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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José Rodrigues Miguéis
7,00 €
Léah de José Rodrigues Miguéis.
Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 351 págs. B.
Léah e Outras Histórias (1958), provavelmente o mais querido e conhecido livro de José Rodrigues Miguéis, dá-nos a síntese perfeita da vida e da obra deste autor. Dez retratos ambulantes, por entre a Beira Interior, Lisboa e a sua província, Nova Iorque, Bruxelas, ou algures num misterioso país europeu tomado pela autoritarite no ar dos tempos. Dez viagens de partida e chegada às memórias de um amor perdido ou preterido pelo dinheiro, às guerras de faca e alguidar camilianas, ao estudo sociológico das gentes da capital, das passeatas da burguesia regadas a vinho e petiscos, das aventuras de espiões ou das grandes recordações no exílio, aterrando por fim nesse nervo do passado como relíquia que é a Av. Almirante Reis: «Quem quiser saber a história toda deste sítio não tem senão que vir bater à minha porta.» Entremos, pois, neste universo de pura imaginação.
📕 2ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Jaime Lúcio
10,00 €
História de Portugal em Verso de Jaime Lúcio.
Oficina de «O Riomaiorense». Rio Mario, 1968, 184 págs. B.
Jaime Lúcio é um poeta, cuja inspiração não cansa. O verso vive-lhe na alma, corre-lhe no sangue, e os livros dão-nos, com brilho, o testemunho dessa actividade.
A trova popular, tão curiosa e difícil, lá está com seus conceitos, com sua ironia, com sua crítica de costumes e, em todas, o poeta se revela, nesta difícil modalidade.
✍🏻 Edição autografada pelo autor.
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La Fontaine
7,00 €
Convém que as crianças se alimentem de fábulas ao mesmo tempo que sugam o leite… Não há outro meio de acostumar desde muito cedo à sabedoria e à virtude. Em vez de sermos obrigados a corrigir os nossos hábitos, melhor será conseguir torná-los bons enquanto são indiferentes ao bem e ao mal.
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Theophilo Braga.
30,00 €
Estudos da Edad Media: Philosophia da Litteratura de Theophilo Braga.
Livraria Internacional. Porto, 1870, 329 págs. Dura.
Na philosophia da litteratura da Edade Media, predomina a seguinte lei historica: Entre as tradições classicas, propagadas com o uso exclusivo do latim das escholas, e a elaboração das linguas naciones para exprimirem as paixões e necessidades da vida moderna, deu-se uma lucta contínua, continuada até ao se-culo XIX entre as fórmas de arte das Academias e o sentimento do Romantismo. Eis a lei que investigamos n’este livro, estudando a origem da maior parte das lendas seculares da Europa.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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José Cardoso Pires
40,00 €
Primeira das muitas edições que desta obra em poucos meses se publicaram. Trata-se de uma magnífica sátira à figura do Dr. Oliveira Salazar. As ilustrações de Abel Manta, a cores, são impressas em folhas à parte.
Irónicamente, um dos livros que abertamente, versa sobre a censura e o regime, escapa à malha desta, devido a um episódio na Assembleia Nacional, onde numa discussão sobre a liberdade de imprensa, é dado como exemplo. Obviamente que a partir daí já não seria possível à censura retirar o livro das livrarias nem a PIDE poderia perseguir o seu autor.
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John dos Passos.
10,00 €
Dinheiro Graúdo de John dos Passos.
Portugália Editora. Lisboa, 1967, 574 págs. B.
O enredo, peculiar como em todos os romances que compõem a trilogia, é dificilmente resumível, mas impõe-se pela violência dos contrastes em que assenta a sua parte de crítica social, pela pujança dos caracteres, pela precipitação incontrolável dos acontecimentos: dir-se-ia que a América vivia no limiar de medonho apocalipse. A parte inicial funciona intencionalmente como apólogo preparatório à avalanche de ocorrências que simbolizam o desmoronar das estruturas básicas da nação, enquanto que, dispersos pela narrativa, vão surgindo os célebres escorços biográficas de personalidades da época: Henry Ford, Hearst, Rodolfo Valentino, os irmãos Wright, Frank Lloyd Wright, e tantas outras. Mary French, que trabalha num jornal de Pittsburgh, é despedida por ter feito.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Ramada Curto
10,00 €
Diabo em Casa de Ramada Curto.
J. Rodrigues & Cª Editores. Lisboa, 1931, 220 págs. B.
Um salão mobilado com elegância e luxo ao gosto do encenador. Entradas á D. e E. nos dois planos. Todo o fundo envidraçado deita para o jardim, de grandes arvores. Scenario disposto com a maior perspectiva para poder ser iluminado a luzes diferentes. Detalhes essenciaes; a qualquer lado da scena um cacheirão de bric-a-brac peça de museu, com almofada de damasco por fundo Um piano a três quartos á D. alta, coberto com colxas antigas. Dois radiadores electricos.
📕 1ª Edição.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.