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  • Três Dias em Olivença

    Três Dias em Olivença

    Hermano Neves

    20,00 

    Três Dias em Olivença de Hermano Neves.
    Casa Ventura Abrantes. Lisboa, s.d., 63 págs. B. Il.

    “Uma circunstância, porém, varreu do meu espírito todas as hesitações. O problema da velha praça portuguesa foi recentemente pôsto em foco, mais uma vez, pelo estudo consciencioso dum erudito professor da Faculdade de Letras, o sr. Dr. Queirós Veloso. É oportuno o ensejo de recordar, com a publicação dêste opúsculo, que meu Pai ocupou a sua pena de jornalista na evocação sentimental dum pedaço da nossa terra que os azares da fortuna levaram para mãos estranhas. Aqui ficam, arrancadas do livro em projecto, meia dúzia de páginas escritas há dezasseis anos, mas vivas de espontaneidade e frescura como se fôssem lançadas hoje para as colunas de um jornal.” Julho de 1932, Mário Neves.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.
    📷24 fotogravuras, extratexto

  • Transição Falhada, A

    Transição Falhada, A

    Fernando Rosas

    10,00 

    A Transição Falhada: O Marcelismo e o Fim do Estado Novo (1968-1974) de Fernando Rosas e Pedro Aires Oliveira.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2004, 374 págs. E.

    O Marcelismo e o fim do Estado Novo (1968-1974). O que falhou realmente no experiência marcelista? O que terá originado o bloqueio do aparente projecto reformista inicialmente proposto? Havia, no Portugal de 1968, condições de viabilidade para um processo de transição a partir do Regime?

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Tio Vânia

    Tio Vânia

    Tchekov

    6,00 

    Tio Vânia de Tchekov.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1978, 167 págs. B.

    A peça O Tio Vânia foi escrita entre 1896 e 1897, logo a seguir a A Gaivota e ainda antes desta estrear. Foi representada pela primeira vez no Teatro de Arte de Moscovo, em Outubro de 1899. Também a este caso se aplica o que escreveu Elsa Triolet em A Vida de Tchékhov: “As grandes peças de Tchékhov […] transgrediam todas as regras da dramaturgia do seu tempo; introduziam na cena a vida quotidiana, as pessoas simples, a linguagem de todos os dias; obrigavam o encenador e os intérpretes a abandonar o que o teatro tinha de teatral, as suas convenções habituais… O diálogo de Tchékhov possui uma particularidade a que é uso chamar-se o seu “antetexto”, espécie de corrente submarina que passa, silenciosa, por detrás das palavras pronunciadas em voz alta.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Terra de Neve de Yasunari KawabataTerra de Neve de Yasunari Kawabata

    Terra de Neve

    Yasunari Kawabata

    7,00 

    Terra de Neve de Yasunari Kawabata.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1968, 177 págs. B.

    Terra de Neve é a história de um amor de perdição passado no meio da edsolada beleza da costa oeste do Japão, uma das regiões mais nevosas do mundo. É aí, numas termas isoladas de montanha, que o sofisticado Shimamura conhece a geisha Komako, que se entrega a ele sem remorsos, sabendo de antemão que a sua paixão não pode perdurar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo nas Palavras

    Tempo nas Palavras

    António Alçada Baptista

    7,50 

    Tempo nas Palavras: Chronicas e Outros Escriptos de Circunstância de António Alçada Baptista
    Moraes Editores. Lisboa, 1973, 234 págs. B.

    Desde 1970 que António Alçada Baptista escreve crónicas com uma certa regularidade. Anteriormente escrevia artigos em que tentava aproximar-se de coisas profundas, como era típico da adolescência do seu tempo, e que estavam de acordo com aquilo que, então, era considerado “cultura”. Mas a verdade é que não era fácil sentir a leveza do mundo num país sem liberdade e numa cabeça cheia de inquietações. Foi através das crónicas que Alçada Baptista encontrou o seu estilo, que hoje achamos tão característico da sua pessoa: a crónica representou a maneira mais natural de se comunicar com o resto do mundo, desdramatizada, simples e eficaz. O autor conseguiu aliar uma visão muito suis generis do mundo com a maneira de comunicar mais funcional para o exprimir. O resultado são mais de trinta anos de crónicas em texto fluído, natural e dotado de uma ironia muito peculiar, e de romances que não representam excepção à regra. Este livro resulta numa colectânea, que podemos considerar como uma breve amostragem do cronista, das crónicas escritas para o jornal A Capital desde 14 de Março de 1972 até 23 de Abril de1974, dois dias antes da Revolução dos Cravos. Anteriormente publicada pela Morais, O Tempo nas Palavras e Outras Crónicas hoje com a chancela da Presença, encontra-se numa edição revista e aumentada, de modo a que revele o seu verdadeiro espírito de testemunho crítico de uma época conturbada e de falsa liberdade, ainda tão recente na História do nosso país.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tempo de Solstícios

    Tempo de Solstícios

    Aurélio Lopes

    7,50 

    Tempo de Solstícios de Aurélio Lopes.
    Mirante. Santarém, 1998, 302 págs. B.

    Apogeu da força, calor e poder fecundante, é a versão estival! Triunfo da luz que se celebra festivamente com o calor de grandes fogueiras erguidas nos lugares mais altos ou mais centrais das aldeias. Pelo Solstício de Inverno novamente as fogueiras são acesas; símbolo votivo de uma realidade mais alta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Temas Ultramarinos

    Temas Ultramarinos

    Manuel Henriques Nazaré

    10,00 

    Temas Ultramarinos de Manuel Henriques Nazaré.
    Ed. Autor. Lisboa, 1989, 74 págs. B.

    O problema habitacional das classes economicamente débeis no Ultramar;
    Ruralato Africano;
    Difusão da Língua Portuguesa.

    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Teeteto

    Teeteto

    Platão

    6,00 

    Teeteto de Platão.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 185 págs. B.

    Nesta obra de Platão, a estrutura do diálogo parece comparativamente simples. Após uma dupla introdução dramática, a segunda das quais gradualmente vai assumindo uma função metodológica, Sócrates lança a pergunta – “O que é o saber?” -, que comandará todo o diálogo. É a ela que Teeteto apresenta as três respostas que constituem o diálogo, cada uma das quais, pela sua autonomia, serve de baliza à argumentação.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sismos e Vulcões de Robert Muir Wood

    Sismos e Vulcões

    Robert Muir Wood

    6,00 

    Sismos e Vulcões de Robert Muir Wood.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1988, 180 págs. B. Il.

    Causas, efeitos e previsões

    Os mais devastadores e impressionantes cataclismos do Mundo. Como surgem os sismos e os vulcões: últimas descobertas sobre estes fenómenos.

    As placas da Terra deslocam-se: zonas de distribuição dos perigos sísmicos em volta do Mundo.

    Previsão e diminuição de prejuízos: o que pode fazer-se?

    Domínio das energias da Terra: como usar o poder dos sismos para aproveitamento de uma enorme fonte de energia.

    Erupções e sismos: desde Tera (1450 a C) até São Salvador (1986).

    Um trabalho importante, com belas fotografias, mapas pormenorizados e um texto claro e pleno de autoridade.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sangue TurvoSangue Turvo

    Sangue Turvo

    Robert Galbraith

    10,00 

    Sangue Turvo de Robert Galbraith
    Editorial Presença. Lisboa, 2022, 790 págs. B.

    Enquanto visita a família na Cornualha para ajudar a cuidar da tia doente, o detetive Cormoran Strike é abordado por uma mulher que lhe propõe investigar o misterioso desaparecimento da sua mãe, Margot Bamborough, ocorrido em 1974. Strike fica surpreendido com aquele pedido inesperado, mas resolve aceitar o desafio. Depois de consultar a sua sócia, Robin Hellacott, que está a atravessar um momento difícil – um divórcio litigioso -, juntos organizam uma ronda de visitas às testemunhas que sobreviveram e um rastreamento pormenorizado dos documentos que ainda estão disponíveis passados quarenta anos sobre o caso.

    Conforme investiga o desaparecimento de Margot, a dupla de detetives depara com uma história diabolicamente complexa, com pistas que envolvem cartas de tarô, um serial killer psicopata e testemunhas nas quais não é possível confiar totalmente. E mais: percebem que mesmo casos que aconteceram há décadas podem ser mortais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Revolucionário Discreto: Nuno Teotónio Pereira Arquitectura (1958-1999) de Pedro Carrilho

    Revolucionário Discreto: Nuno Teotónio Pereira Arquitectura (1958-1999), O

    Pedro Carrilho

    6,00 

    O Revolucionário Discreto: Nuno Teotónio Pereira Arquitectura (1958-1999) de Pedro Carrilho [Coord.]
    Oeiras Valley. Oeiras, 2020, 61 págs. B.

    O que mais impressiona em Nuno Teotónio Pereira é a sua intrínseca honestidade e a sua busca incessante de verdade. Na arquitectura e na vida. Porque são os conceitos e não as formas que sustentam a sua reflexão e a sua prática.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Quando se Tem Mãe de Nuno Montemor

    Quando se Tem Mãe

    Nuno Montemor

    6,00 

    Quando se Tem Mãe de Nuno Montemor.
    União Gráfica. Braga, 1958, 235 págs. B.

    Nuno de Montemor, pseudónimo de Joaquim Augusto Álvares de Almeida, nasceu em Quadrazais, Sabugal. Ordenado sacerdote, foi capelão e secretário do Exército, acompanhando militares na Primeira Guerra Mundial em França, onde conheceu intelectuais como Augusto Casimiro. Ligado à cidade por laços familiares e sociais, destacou-se pelo Lactário Dr. Proença, apoiando crianças pobres. Escritor prolífico, uniu Literatura e Cristianismo, com obras traduzidas e reconhecidas internacionalmente.

    📕 3ª Edição.
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  • Princípios Informadores do Corporativismo Português

    Princípios Informadores do Corporativismo Português

    Vicente Henrique Varella Soares

    7,50 

    Princípios Informadores do Corporativismo Português de Vicente Henrique Varella Soares.
    Ed. Autor. Luanda, 1941, 50. B.

    O Estado português não crê na representação nacional transmitida pela vontade anónima, e por isso cria uma assemblea assistida em todas as deliberações de um conselho técnico consultivo, constituído nas diferentes especialidades da vida nacional.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Presença do Inimigo de Elizabeth GeorgePresença do Inimigo de Elizabeth George

    Presença do Inimigo, Na

    Elizabeth George

    7,00 

    Presença do Inimigo de Elizabeth George
    Planeta Editora. Lisboa, 1997, 566 págs. B.

    Aclamado como o “rei da desonestidade”, o editor de tablóides Dennis Luxford está habituado a descobrir os pecados e escândalos de pessoas em posições de destaque. Mas quando abre uma carta de aparência inócua endereçada a ele, descobre que outra pessoa também é especialista em desvendar segredos.

    Charlotte Bowen, de dez anos, foi raptada e, se Luxford não admitir publicamente ser o pai da menina, ela morrerá. Mas a existência de Charlotte é o segredo mais ferozmente guardado por Luxford, e reconhecê-la como sua filha lançará mais de uma vida e uma carreira no caos. Luxford sabe que a história da paternidade de Charlotte pode torná-lo motivo de chacota e revelar à sua bela esposa e filho a mentira que viveu durante uma década. Mas não é só a reputação de Luxford que está em jogo: é também a reputação – e a carreira – da mãe de Charlotte Bowen. Ela é subsecretária de Estado do Ministério do Interior, uma das mais importantes ministras e, muito possivelmente, a próxima Margaret Thatcher.

    Sabendo que o seu futuro político está em jogo, Eve Bowen recusa-se a deixar que Luxford prejudique a sua carreira publicando a história ou chamando a polícia. Por isso, a editora pede ajuda ao cientista forense Simon St. James. É um caso que deixa St. James inquieto, pois nenhum dos intervenientes no drama parece reagir como seria de esperar.

    Depois acontece uma tragédia e a New Scotland Yard envolve-se. O inspetor Thomas Lynley descobre rapidamente que o caso envia tentáculos de Londres para o campo, e tem de enganar a morte ao mesmo tempo que investiga o misterioso desaparecimento de Charlotte Bowen. Entretanto, a sua parceira, a Detetive Sargento Barbara Havers, que está a trabalhar sozinha numa parte da investigação e espera fazer o golpe da sua carreira, pode estar mais perto de uma solução sombria – e do perigo – do que qualquer um imagina.

    Na Presença do Inimigo é um romance brilhantemente perspicaz e assombroso sobre ideais corrompidos pelo interesse próprio, sobre os pecados dos pais que se abatem sobre os filhos e sobre as máscaras que escondem as pessoas umas das outras – e de si próprias.

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  • Portugal Olhares Sobre o Património

    Portugal Olhares Sobre o Património

    Duarte Belo

    10,00 

    Portugal Olhares Sobre o Património de Duarte Belo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2008, 309 págs. E.

    Essa viagem teve como propósito efectuar o levantamento e o registo do património natural e cultural existente em Portugal. Na sua maior parte, esse património já estava referenciado e, por isso, em muitos casos o olhar procurou e incidiu em objectos escolhidos previamente, e deteve-se neles de modo mais ou menos previsível. Mas em outros casos, o olhar foi surpreendido pelo inesperado, ou foi simplesmente conduzido a novas formas de abordagem do património já conhecido. Estes são, porventura, os modos de olhar mais estimulantes e os que proporcionam maiores emoções.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Portugal: o Último Descobrimento

    Portugal: o Último Descobrimento

    Helena Vaz da Silva

    7,00 

    Portugal: o Último Descobrimento de Helena Vaz da Silva.
    Editora Valor. Lisboa [?], 1987. E.

    Como tantas vezes, os defeitos de Portugal são o outro lado das suas virtudes. Viajar em Portugal pode ser essa descoberta excitante de que, para além das qualidades que de nós são apregoadas como o sol frequente, a pouca chuva, a temperatura amena, os quilómetros de praias, o peixe fresco, a gente amável, os bons hotéis outras existem, escondidas por detrás dessas e que, uma vez entrevistas, não se esquecem mais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📷 Jorge Barros
    ❗ Bilingue: Português, Inglês