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  • Não Vás Minha Gazela

    Não Vás Minha Gazela

    Natércia Freire

    7,50 

    Não Vás Minha Gazela de Natércia Freire
    Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 47 págs. B.

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem  às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

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  • Mulheres de Messina de Elio Vittorini.Mulheres de Messina

    Mulheres de Messina, As

    Elio Vittorini.

    6,00 

    Mulheres de Messina de Elio Vittorini.
    Portugália Editores. Lisboa, 1966, 368 págs. B.

    “As Mulheres de Messina”, de Elio Vittorini, é um romance de ressonância épica e voz coletiva, publicado pela primeira vez em 1949 e revisto pelo autor na edição definitiva de 1964. Nesta obra de profundo realismo social, Vittorini dá corpo à esperança e à fragilidade humanas através da história de um grupo de homens e mulheres — em grande parte sicilianos — que procuram reconstruir a vida num vilarejo em ruínas, no coração de Itália, após o cataclismo da Segunda Guerra Mundial. Entre os escombros, nasce uma comunidade que tenta reinventar o sentido de pertença, num coro de vozes que ecoa a luta pela dignidade e pela solidariedade num mundo devastado.

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  • Um Mosteiro é um Lugar de Maria Alegria Fernandes Marques

    Mosteiro é um Lugar, Um

    Maria Alegria Fernandes Marques

    7,50 

    Um Mosteiro é um Lugar: Lorvão nos Finais do Século XIII de Maria Alegria Fernandes Marques.
    Tipografia Lousanense. Lousã, 2004, 35 págs. B. Il.

    Com a publicação do presente opúsculo, modesto ainda no tamanho, mas profundo na intenção e no conteúdo, deseja a Associação Pro-Defesa do Mosteiro de Lorvão dar início à colecção de Estudos Lorvanenses, com o empenhamento de proporcionar mais um contributo ao melhor conhecimento do Mosteiro que é a razão da sua existência.

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  • Morcego, O

    Morcego, O

    Jo Nesbo

    6,00 

    O Morcego de Jo Nesbo.
    Bis. Alfragide, 2017, 386 págs. B.

    O inspector Harry Hole, da Brigada Anticrime de Oslo, é enviado numa missão a Sydney, na Austrália, para investigar um homicídio. Deve colaborar com as autoridades locais, mas tem instruções para se manter longe de sarilhos. A vítima é uma norueguesa de vinte e três anos, em tempos uma celebridade televisiva na Noruega.
    Harry não consegue ser um simples espectador e, à medida que se envolve na investigação, trava amizade com um dos detetives responsáveis pelo caso. Juntos percebem que estão a lidar com o último de vários homicídios por resolver, e o padrão diz-lhes que estão na presença de um psicopata que atua ao longo do país. Quando estão prestes a descobrir a identidade do assassino, Harry começa a temer que ninguém esteja a salvo, principalmente as pessoas envolvidas na investigação… e os seus receios transformam-se no seu mais profundo pesadelo!

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  • Do Monte Sinai à Ilha de Vénus de Nikos KazantzakiMonte Sinai à Ilha de Vénus

    Monte Sinai à Ilha de Vénus, Do

    Nikos Kazantzaki

    7,00 

    Do Monte Sinai à Ilha de Vénus: Notas de Viagem de Nikos Kazantzaki.
    Prelo. Lisboa, 1969, 208 págs. B.

    “Nikos Kazantzaki não foi só um grande escritor: viajou muito também. Foi, de facto, um escritor que não podia dissociar a sua obra do que se passava à sua volta. E ninguém se parece menos com um ‘homem de gabinete’ do que este pensador que, para pensar, necessitava de espaço, de sol e de vento; (…) Estes cadernos de viagem, (…) fazem-nos penetrar directamente na intimidade desse homem perpètuamente insatisfeito e perpètuamente realizado, perpètuamente em marcha, que foi Kazantzaki (…)”.— retirado do texto da badana.

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  • Modernismo na Arte Portuguesa, OModernismo na Arte Portuguesa de José Augusto França

    Modernismo na Arte Portuguesa, O

    José-Augusto França

    6,00 

    Modernismo na Arte Portuguesa de José-Augusto França.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1980, 115 págs. B.

    Iniciado em 1915 (após uma fase de humoristas) com a polémica futurista de Amadeo e Santa-Rita, o modernismo atravessou a pintura dos anos 20 e 30 de modo plástico (Viana, Dórdio, Botelho), de maneira mundana (Almada, Soares, Barradas), ou por vias do imaginário (Eloy, Júlio, Pedro), teve uma escultura pautada pelas propostas de Franco, viu nascer e morrer o racionalismo na arquitetura – até abdicar o seu sentido na Exposição imperial de 1940.

    📝 Assinatura de posse.

  • Mito Americano de Eric Gaument

    Mito Americano, O

    Eric Gaument

    6,00 

    Mito Americano de Eric Gaument.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1971, 220 págs. B.

    O Mito Americano, de Eric Gaument, é uma análise crítica das bases económicas e ideológicas dos Estados Unidos. O autor desmonta a narrativa do “sonho americano”, revelando as desigualdades e contradições do capitalismo que sustentam o país. Com uma abordagem lúcida e provocadora, Gaument questiona o sucesso americano e as suas consequências sociais e políticas.

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  • O Ministro de Henrique de Sousa e Melo

    Ministro, O

    Henrique de Sousa e Melo

    7,00 

    O Ministro de Henrique de Sousa e Melo.
    Agência Portuguesa de Revistas. Lisboa, 1974, 176 págs. B.

    «O Ministro» é, porventura, o livro mais inesperado que se publica neste dealbar de 1974, em Portugal. Inesperado por retratar, de forma a um tempo indirecta e directa, os problemas quotidianos, que se vivem entre nós à luz do dia ou nos nebulosos bastidores da política e da economia; inesperado por marcar a reaparição, após vinte anos de silêncio, de um escritor largamente premiado desde os seus tempos de adolescente, a quem a advocacia nunca conseguiu extinguir o gosto de comunicar emoções, ansiedades e experiências; e inesperado, finalmente, pela coragem e pelo desassombro de penetrar nos difíceis caminhos da vida de um Ministro de Investimentos isolado numa selva de interesses antagónicos de que se pressente um fim próximo, mas que arrasta nas suas convulsões um pouco de todos nós.

    📕 1ª Edição.
    📖 Exemplar por abrir

  • Milagrário PessoalMilagrário Pessoal

    Milagrário Pessoal

    José Eduardo Agualusa

    7,00 

    Milagrário Pessoal de José Eduardo Agualusa.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 2010, 190 págs. B.

    Iara, jovem linguista portuguesa, faz uma incrível descoberta: alguém, ou alguma coisa, está a subverter a nossa língua, a nível global, de forma insidiosa, porém avassaladora e irremediável. Maravilhada, perplexa e assustada, a jovem procura a ajuda de um professor, um velho anarquista angolano, com um passado sombrio, e os dois partem em busca de uma colecção de misteriosas palavras, que, a acreditar num documento do século XVII, teriam sido roubadas à “língua dos pássaros”. Milagrário Pessoal é um romance de amor e, ao mesmo tempo, uma viagem através da história da língua portuguesa, das suas origens à actualidade, percorrendo os diferentes territórios aos quais a mesma se vem afeiçoando.

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  • Mestre InesquecívelMestre Inesquecível

    Mestre Inesquecível, O

    Augusto Cury

    6,00 

    O Mestre Inesquecível: Jesus, o maior formador de educadores da história de Augusto Cury.
    Lua de Papel. Alfragide, 2013, 213 págs. B.

    Jesus, o maior formador de educadores da história. Como é possível transformar 12 jovens incultos nos maiores mestres da história? O Mestre Inesquecível revela como Jesus transformou os apóstolos em educadores, ensinando-lhes os valores como a tolerância ou a paciência.

    O apóstolo Pedro era um poço de defeitos: inculto, imaturo, precipitado. Por mais de uma vez embaraçou Jesus em público. Mas tinha muitas virtudes também, pois era sincero, honesto. Jesus, que tinha uma especial predileção por Pedro, viu nele o que ninguém tinha visto: um diamante em bruto. Apercebeu-se de que era possível valorizar o que ele tinha de melhor, torná-lo no seu digno sucessor. O trabalho de Jesus com Pedro é apenas um exemplo de como a educação opera verdadeiros milagres.

    O Mestre Inesquecível fecha com chave de ouro a série Análise da Inteligência de Cristo, através da qual o psiquiatra Augusto Cury nos revela as principais facetas da personalidade de Jesus. Neste livro, o foco é a capacidade de formar educadores, usando como exemplo o assombroso trabalho de Cristo junto dos seus apóstolos. Perante um grupo de doze jovens inseguros, sem cultura e sem mundo, Jesus ensinou-os a pensar; e, mais importante ainda, ensinou-os a ensinar, fazendo deles mestres cuja mensagem viria a mudar o curso da humanidade.

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  • Um Mês na URSS de Alberto Moravia

    Mês na URSS, Um

    Alberto Moravia

    6,00 

    Um Mês na URSS de Alberto Moravia.
    Livro do Brasil. Lisboa, s.d., 161 págs. B. Il.

    “Um Mês na URSS”, de Alberto Moravia, é o relato vívido da viagem do autor à União Soviética, onde observa de perto o quotidiano, a cultura e as contradições de um regime em plena Guerra Fria. Com o seu olhar crítico e humano, Moravia descreve as cidades, as pessoas e a ideologia que moldavam o país, revelando tanto o fascínio como as limitações do sistema soviético. Uma obra que mistura reportagem, reflexão política e literatura de viagem.

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  • Memorial do ConventoMemorial do Convento

    Memorial do Convento

    José Saramago

    7,00 

    Memorial do Convento de José Saramago.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1984, 357 págs. B.

    «Um romance histórico inovador. Personagem principal, o Convento de Mafra. O escritor aparta-se da descrição engessada, privilegiando a caracterização de uma época. Segue o estilo: “Era uma vez um rei que fez promessas de levantar um convento em Mafra… Era uma vez a gente que construiu esse convento… Era uma vez um soldado maneta e uma mulher que tinha poderes… Era uma vez um padre que queria voar e morreu doido”. Tudo, “era uma vez…”. Logo a começar por “D. João, quinto do nome na tabela real, irá esta noite ao quarto de sua mulher, D. Maria Ana Josefa, que chegou há mais de dois anos da Áustria para dar infantes à coroa portuguesa a até hoje ainda não emprenhou (…). Depois, a sobressair, essa espantosa personagem, Blimunda, ao encontro de Baltasar. Milhares de léguas andou Blimundo, e o romance correu mundo, na escrita e na ópera (numa adaptação do compositor italiano Azio Corghi). Para a nossa memória ficam essas duas personagens inesquecíveis, um Sete Sóis e o outro Sete Luas, a passearem o seu amor pelo Portugal violento e inquisitorial dos tristes tempos do rei D. João V.» (Diário de Notícias, 9 de outubro de 1998)

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  • Melodias de Sala: Parte I e II

    Melodias de Sala: Parte I e II

    P. A. de Menezes

    25,00 

    Melodias de Sala: Parte I e II. De P. A. de Menezes.
    Casa Moreira de Sá. Braga, 1906, 249 págs. E.

    Esta rara coletânea reúne uma variada seleção de melodias para sala, abrangendo temas de carácter profano e religioso, popular e erudito, incluindo ainda coros e hinos. A obra, associada ao antigo Colégio de São Fiel — uma das mais prestigiadas instituições jesuítas do século XIX, situada nas faldas da Serra da Gardunha — reflete o ambiente cultural e musical do seu tempo.

    Presume-se que o autor, Padre António de Menezes, tenha reunido e composto várias destas peças, destinadas a momentos de convívio e elevação espiritual. Entre as composições destaca-se o Hymno da Peregrinação Nacional ao Sameiro (1904), evocando o fervor mariano do santuário bracarense.

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  • Mediterrâneo e o Mundo Mediterrânico (Vol.I)

    Mediterrâneo e o Mundo Mediterrânico (Vol.I)

    Fernand Braudel

    15,00 

    Mediterrâneo e o Mundo Mediterrânico (Vol.I) de Fernand Braudel.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1983, 693 págs. B. Il.

    “A obra histórica mais significativa do nosso tempo”: assim classificou o New York Times o presente livro de Fernand Braudel. Discípulo de Marc Bloch e Lucien Febvre, director da revista Annales (a famosa revista francesa que impôs uma nova visão da História), professor no Collège de France, presidente da VI secção da École des Hautes Études, primeiro administrador da Maison des Sciences de l’Homme, é sem dúvida o nome mais importante da historiografia contemporânea.

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  • Máscaras, As

    Máscaras, As

    Maria, Rainha da Roménia

    6,00 

    As Máscaras de Maria, Rainha da Roménia.
    Guimarães Editores. Lisboa, s.d., 212 págs. B.

    Maria de Saxe-Coburgo-Gota (1875–1938), neta da rainha Vitória e do czar Alexandre II, casou-se em 1893 com Fernando I da Roménia, tornando-se rainha em 1914. Destacou-se na Primeira Guerra Mundial pelo apoio à causa aliada e pelo trabalho humanitário. Foi figura influente na modernização da Roménia e na diplomacia europeia. Após a morte do marido, retirou-se da vida pública e morreu no castelo de Pelişor.

    📝 Assinatura de posse.

  • Maravilha Viagem do Cabral, A

    Maravilha Viagem do Cabral, A

    Metzner Leone

    6,00 

    Maravilha Viagem do Cabral de Metzner Leone.
    Amigos do Livro. Lisboa, 1970, 287 págs. E. Il.

    A vida de Pedro Álvares Cabral permanece envolta em mistério, mas a sua viagem extraordinária rumo ao Brasil está magistralmente documentada. Entre a carta de Pêro Vaz de Caminha e o relato do Piloto Anónimo, este livro enfrenta o desafio de recontar a epopeia marítima que mudou a História, equilibrando a fidelidade às fontes com uma voz moderna e envolvente.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.