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  • Portugal Património: Portalegre e Évora (Vol. VIII)

    Portugal Património: Portalegre e Évora (Vol. VIII)

    Álvaro Duarte de Almeida

    10,00 

    Portugal Património: Portalegre e Évora (Vol. VIII) de Álvaro Duarte de Almeida e Duarte Belo.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2006, 343 págs. E.

    Identificámos e inventariámos cerca de 60 000 unidades de património. Atendendo às características desta edição, foram tratadas para publicação cerca de 9000 dessas unidades. O universo do património aqui abordado integra as tipologias implantáveis em cartografia (património imóvel ou em sítio). Excluímos as tipologias do património móvel, do património perecível e do património imaterial.

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  • Planeta dos Macacos

    Planeta dos Macacos

    Pierre Boulle

    6,00 

    Planeta dos Macacos de Pierre Boulle.
    Círculo de Leitores. Lisboa, s.d., 227 págs. E.

    Exploradores espaciais descobrem um planeta onde os humanos são escravizados por macacos inteligentes. Neste clássico de Pierre Boulle, a inversão de papéis revela uma poderosa sátira sobre a condição humana e a fragilidade da civilização. Publicado em 1963, O Planeta dos Macacos inspirou uma das mais célebres sagas do cinema e permanece um marco da ficção científica e da crítica social.

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  • Peregrinação de Fernão Mendes Pinto

    Peregrinação

    Fernão Mendes Pinto

    15,00 

    Peregrinação de Fernão Mendes Pinto.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1996, 2 vols. B.

    Peregrinação é, seguramente, um dos grandes clássicos da literatura de viagens. Uma obra de tal modo importante que cristalizou no panteão dos vultos estelares do cânone universal o nome de Fernão Mendes Pinto, uma das figuras mais extraordinárias de toda a nossa literatura. Editada em 1614, tornou-se logo num sucesso editorial notável, sendo ainda hoje um dos livros portugueses mais traduzidos no mundo. E o caso não é para menos: trata-se de um relato excecional não apenas pelo seu inegável merecimento literário, mas também por constituir um documento histórico de incalculável valor para se conhecer a vida e os costumes dos povos orientais no século XVI, bem como os meandros da presença portuguesa na Ásia, descrita sem condescendências por Fernão Mendes Pinto.

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  • Pensamento de Platão de António Freire

    Pensamento de Platão, O

    António Freire

    10,00 

    Pensamento de Platão de António Freire
    Livraria Cruz. Braga, 1967, 334 págs. B.

    “Dizer que Platão foi grande filósofo, porventura o maior filósofo da antiguidade, é formular apenas meia verdade, correndo o risco de proferir deplorável mentira. Platão foi um dos maiores filósofos de todos os tempos e, sem contestação, o maior criador e impulsionador de sistemas filosóficos. Sem possuir ele próprio uma bem sitematizada e definitivamente elaborada síntese de problemas filosóficos, o Mestre da Academia teve o condão invejável e raro de formar discípulos independentes, originais, abrindo-lhes perspectivas amplas e aguçando-lhe com suas profundas intuições longividentes e com a forma atraente dos seus Diálogos, a subtileza do engenho e a elegância do estilo. (…)” In Prólogo

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  • Pela SociologiaPela Sociologia de Alain Touraine

    Pela Sociologia

    Alain Touraine

    6,00 

    Pela Sociologia de Alain Touraine.
    Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1982, 212 págs. B.

    Ao longo dos seis ensaios que integram o presente livro (O objecto da sociologia; Dez ideias para uma sociologia; Sistemas e conflitos; Relações e conflitos sociais na sociedade pós-industrial; Identidade social e movimentos sociais; O momento da sociologia), Alain Touraine propõe-se analisar a situação e o papel dos estudos sociológicos nas sociedades nossas contemporâneas e ao mesmo tempo definir, por entre o apelo das ideologias e as pressões dos poderes estabelecidos, o lugar que compete aos sociólogos.

    ✏️ Sublinhados a lápis

  • Passagem de Mitla, APassagem de Mitla

    Passagem de Mitla, A

    Leon Uris

    6,00 

    A Passagem de Mitla de Leon Uris.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1989, 347 págs. B.

    Gideon Zadok, jovem e talentoso autor de romance famoso sobre a segunda guerra mundial, sucumbe ao fascínio de Hollywood, destruindo-se. Desesperado para fazer reviver a sua carreira como romancista, parte com a família para Israel, decidido a encontrar material para um novo livro. Aí conhece Natasha Solomon, uma sobrevivente do Holocausto, e juntos vão viver uma pertubadora paixão. Despedaçado pelo amor que sente pela mulher que apoiou ao longo dos primeiros anos de fracasso e rejeição e pelo desejo incontrolável que nutre pela sua alma gémea, Gideon debate-se com uma ambivalência de sentimentos. Na véspera da Guerra do Sinai de 1956, Gideon evacua a família, deixa Natasha e junta-se às forças de Israel. É largado de pára-quedas na junção da Passagem de Mitla, muito perto das linhas inimigas.

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  • Paciente Silenciosa de Alex Michaelides

    Paciente Silenciosa

    Alex Michaelides

    7,50 

    Paciente Silenciosa de Alex Michaelides.
    Editorial Presença. Barcarena, 2019, 333 págs. B.

    Alice Berenson é uma pintora britânica, jovem e famosa, que vive numa casa sublime nos arredores de Londres com o marido, Gabriel, um conhecido fotógrafo de moda. A vida de ambos parece perfeita. Mas uma noite, quando ele chega a casa depois de uma sessão fotográfica, Alicia mata -o com cinco tiros. E nunca mais diz uma palavra.

    A recusa de Alicia em falar e dar qualquer tipo de explicação sobre a tragédia, transforma-se num mistério que prende a imaginação da opinião pública, e confere a Alicia uma notoriedade sem precedentes. O preço dos seus trabalhos artísticos dispara e ela, a paciente silenciosa, é alvo de um mediatismo implacável. Para evitar isso, é conduzida para uma unidade forense de alta segurança no norte de Londres.

    Theo Faber, um psicoterapeuta criminal, espera há muito pela oportunidade de trabalhar com Alicia. A sua determinação em convencê-la a falar e a desvendar as razões misteriosas que motivaram o assassínio do marido leva-o por um caminho tortuoso, numa busca pela verdade que ameaça consumi-lo…

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  • Outlander de Diana GabaldonOutlander

    Outlander

    Diana Gabaldon

    10,00 

    Outlander: Nas Asas do Tempo de Diana Gabaldon
    Casa das Letras. Porto, 2018, 773 págs. B.

    Claire leva uma vida dupla. Tem um marido num século e um amante noutro…

    Em 1945, Claire Randall, ex-enfermeira do Exército, regressa da guerra e está com o marido numa segunda lua-de-mel quando inocentemente toca num rochedo de um antigo círculo de pedras. De súbito, é transportada para o ano de 1743, para o centro de uma escaramuça entre ingleses e escoceses.

    Confundida com uma prostituta pelo capitão inglês Black Jack Randall, um antepassado e sósia do seu marido, é a seguir sequestrada pelo poderoso clã MacKenzie. Estes julgam-na espia ou feiticeira, mas com a sua experiência em enfermagem, Claire passa por curandeira e ganha o respeito dos guerreiros.

    No entanto, como corre perigo de vida a solução é tornar-se membro do clã, casando com o guerreiro Jamie Fraser, que lhe demonstra uma paixão tão avassaladora e um amor tão absoluto que Claire se sente dividida entre a fidelidade e o desejo… e entre dois homens completamente diferentes em duas vidas irreconciliáveis.

    Vive-se um período excepcionalmente conturbado nas Terras Altas da Escócia, que culminará com a quase extinção dos clãs na batalha de Culloden, entre ingleses e escoceses.

    Catapultada para um mundo de intrigas e espiões que pode pôr em risco a sua vida, uma pergunta insistente martela os pensamentos de Claire: O que fazer quando se conhece o futuro?

    Um misto de ficção romântica e histórica, Outlander – Nas Asas do Tempo já foi publicado em 24 países.

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  • Origens do Romantismo em PortugalOrigens do Romantismo em Portugal de Álvaro Manuel Machado

    Origens do Romantismo em Portugal

    Álvaro Manuel Machado

    6,00 

    Origens do Romantismo em Portugal de Álvaro Manuel Machado.
    Instituto de Cultura Portuguesa. Lisboa, 1979, 95 págs. B.

    “o pré-romantismo em Portugal limitou-se praticamente ao domínio da poesia, quase nunca ousando transpô-lo para, noutros domínios, tentar uma fusão de géneros que está nas origens masi fundas do Romantismo de repercussão universal. Imbuído de retórica classicizante e barroca, não vai muito além de exercícios de estilo importado e de valor literários relativo, com muito pouco da pureza estética renovadora europeia.”

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  • Organização Corporativo de Luiz Supico Pinto

    Organização Corporativo

    Luiz Supico Pinto

    7,50 

    Organização Corporativo de Luiz Supico Pinto.
    Editorial Império. Lisboa, 1945, 40 págs. B.

    Entrevistas concedidas ao «Diário de Notícias» pelo Exmo. Senhor Dr. Luiz Supico Pinto, ilustre Ministro da Economia.

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  • Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo

    Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo

    Direcção-Geral dos Edíficios e Monumentos Nacionais

    10,00 

    Novas Instalações do Governo Civil de Viana do Castelo de Direcção-Geral dos Edíficios e Monumentos Nacionais.
    Ministério das Obras Públicas. Lisboa [?], 1973. B.

    Os serviços do Governo Civil ficaram distribuídos pelos quatro pisos do edifício: no rés-do-chão, localizaram-se com acessos directos do átrio principal, os serviços de contacto com o público, nomeadamente a secretaria e o sector de passaportes, e as instalações destinadas a reuniões de autarquias locais e outras organizações de interesse público; no 2.° piso entrepiso, os núcleos dos arquivos de consulta corrente e arrecadações; no 3. pavimento andar nobre os gabinetes do Governador, do secretário particular e do secretário do Governo Civil, as salas de espera e de visitas e o salão nobre, com possibilidade, sempre que se justifique, de poder englobar a referida sala de visitas e a sala de estar da residência; finalmente, np 4º piso, amplos arquivos e arrumações.

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  • Um Mosteiro é um Lugar de Maria Alegria Fernandes Marques

    Notas Históricas Acerca da Passagem dos Franceses por Barroso em 1809

    Fernando Braga Barreiros

    10,00 

    Notas Históricas Acerca da Passagem dos Franceses por Barroso em 1809 de Fernando Braga Barreiros.
    Câmara Municipal de Montalegre. Montalegre, 1993, 46 págs. B. Il.

    As pesquizas sobre a história de Montalegre e do seu termo levaram-me, com alguma frequência, a encontrar artigos escritos pelo oficial do exército Fernando Braga Barreiros sobre a região de Barroso. A princípio pensei tratar-se de um barrosão interessado em conhecer melhor as raízes do seu povo. Curioso primeiro, interessado a seguir, procurei conhecer melhor esta figura de investigador.

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  • Noite Roxa, A

    Noite Roxa, A

    Urbano Tavares Rodrigues

    6,00 

    A Noite Roxa de Urbano Tavares Rodrigues.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1976, 273 págs. B.

    «E, ao reler esta extraordinária narração de 1956, percebo melhor o poder da literatura e o significado presente de um acto de fé consubstanciado nesse esforço de dimensionar em humano o universo deferente ou hostil, os comportamentos e as acções detectáveis ou evanescentes. Sem os truques que se aprendem no torno deste ofício da escrita; desprovido da comoção descritiva que, por vezes, faz da sua prosa uma coisa inerte e pouco expressiva (para o meu gosto, acrescento); irradiado de uma (embora generosa) preocupação de «interveniência»; com o olhar frio dos homens de muito mundo, cansados e lúcidos (à maneira de um Cavaleiro de Oliveira, de um D. Luís da Cunha, de um Frei António das Chagas). Urbano Tavares Rodrigues redigiu a sua mais autêntica, mais livre, mais interveniente peça literária. Que é, também, e para mim, a sua mais genuína obra-prima.»

    📕 4ª Edição.
    𓂃🖊 Prefácio Baptista-Bastos.

  • Uma Noite de Augusto de Castro

    Noite, Uma

    Augusto de Castro

    7,50 

    Uma Noite de Augusto de Castro
    Fomento de Publicações. Lisboa, s.d., 79 págs. B.

    Dirigida por Manuel do Nascimento, Colecção Novela, que “nasce como um protesto contra a maior parte das publicações baratas que enxameiam o mercado do livro. Baixo preço foi tomado como sinónimo de falta de qualidade, com a agravante de se atirarem  às costas do público todas as responsabilidades, afirmando que ‘ele’, essa entidade vaga, não quer outra coisa. Acompanharão cada um dos pequenos volumes de ‘Colecção Novela’ uma pequena biografia do seu autor e uma bibliografia, prestando-se a uma séria iniciação literária.

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  • Nó do Problema de Graham Greene

    Nó do Problema

    Graham Greene

    6,00 

    Nó do Problema de Graham Greene.
    Editora Ulisseia. Lisboa, 1956, 318 págs. B.

    Em O Nó do Problema, Graham Greene mergulha nas profundezas da consciência humana através de Scobie, um agente da polícia que serve num estado da África Ocidental durante a guerra. Honesto até ao limite e incapaz de ser corrompido, Scobie vive dividido entre o dever e a compaixão. Quando o amor surge de forma inesperada, vê-se preso num dilema moral que o leva a trair os seus próprios princípios. Entre a fé, a culpa e o desejo, Greene constrói um retrato intenso de um homem que, ao tentar fazer o bem, desencadeia a sua própria destruição.

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  • O Natal de Mr. Krank de John Grisham

    Natal de Mr. Krank, O

    John Grisham

    6,00 

    O Natal de Mr. Krank de John Grisham.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 2003, 159 págs. E.

    Imagine um ano sem Natal, sem centros comerciais cheios, sem festas de escritório, sem bolos de fruta e sem presentes indesejados. Era só isso que os Krank desejavam quando decidiram que, pelo menos uma vez, iriam passar por cima do feriado de Natal, partindo de viagem num cruzeiro para as Caraíbas. No entanto, conforme este casal está prestes a descobrir, ignorar o Natal traz consequências enormes. Grisham dá-nos uma imagem cómica mas por vezes assustadora de como toda a comunidade se volta contra os Krank, que cada vez se sentem mais pressionados para se conformarem. Um clássico conto dos tempos modernos, um hilariante ponto de vista sobre o caos e a agitação em que a tradição de Natal se tornou.

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