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Eduardo Lourenço
7,50 €
Destroços: O Gibão de Mestre Gil e Outros Ensaios de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2004, 201 págs. B.
Obras de Eduardo Lourenço
«Em consonância com a visão bíblica da vida como milícia, escrever à margem do puro canto, entrar na batalha das opiniões, das crenças, da ideologia de uma época, por conta do presente ou do passado (ou mesmo do futuro), é ceder à inevitável tentação polémica inscrita no coração dos homens, da sua vida como combate de que a Cultura, mesmo a mais sublimante, é apenas máscara ou imaginário refúgio. Caí nela e não estou arrependido.»
Eduardo Lourenço
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Crónicas Quase Marcianas (1993-2007) de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2016, 197 págs. B.
Obras Eduardo Lourenço
«A América que está ou tem tendência — mormente sob o ponto de vista tecnológico — a estar em toda a parte e a intervir cada vez mais abertamente no destino do planeta como um todo, não só presume das suas forças como não pode levar a cabo a sua ‘missão’ providencial sem o consentimento implícito e o apoio da Europa, por mais subalternizada que esteja ou pareça. Vendo bem, esta América tão fora dela e tão dominadora do mundo não está certa de um futuro tão ‘americano’, como agora o imagina e nós europeus temos tendência a crer, hipnotizados pelo exemplo dos exemplos, o do Império Romano.»
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Correspondência com Jorge de Sena de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2003, 206 págs. B.
Obras de Eduardo Lourenço
Organização e Notas de Mécia de Sena
«O que não hesito chamar amizade, ainda que apenas epistolar, destes dois camaradas de letras iniciou-se, creio, com o envio, por Jorge de Sena, do inquérito sobre André Gide que se destinava e foi publicado em Unicórnio, em Maio de 1951. Quando ou como se conheceram pessoalmente não sei exactamente, mas sei que se dedicaram amizade, respeito e admiração mútua por cerca de 28 anos. Para mim, Eduardo Lourenço começou por ser o ‘Faria’, ainda meu contemporâneo na Faculdade de Letras de Coimbra, finalista quando eu, tardiamente ‘caloira’, começava a minha via-sacra de aluna ‘voluntária’, enquanto ele se desenhava já como diferente dos demais.»
Mécia de Sena, «Acerca desta correspondência»
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Do Colonialismo como Nosso Impensado de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2016, 348 págs. B.
Obras de Eduardo Lourenço
Organização e Prefácio de Margarida Calafate Ribeiro e Roberto Vecchi.
«Deste naufrágio de uma raça toda a gente se lembra, excepto os portugueses. Das epopeias que perduram neste país tão folclórico nem uma página o relembra. A História trágico-marítima é a dos portugueses devorados pelo mar e pelos autóctones. Este espantoso silêncio esconde a aventura colonial, a mais pura de toda a história. Tão pura que hesitamos chamá-la colonialista. E, no entanto, ela é certamente uma entre outras, a primeira e a última ainda de pé, sob a indiferença dos trópicos e o esquecimento do mundo. Este esquecimento faz-nos pensar, mas explica-se. Portugal não foi o único país a deixar-se esquecer desta maneira. No tempo das Grandes Descobertas a importância cósmica desta aventura escondia aos olhos da Europa o colonialismo nascente. Mais tarde, a mesma Europa teve também demasiado interesse em esconder, em conjunto, este colonialismo.»
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Eduardo Lourenço
7,50 €
O Canto do Signo: Existência e Literatura (1957-1993) de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2017, 490 págs. B.
Obra Completa de Eduardo Lourenço | 25
“Entre Crítica e Literatura não há nem concorrência, nem oposição, nem convergência. Há comparticipação na mesma liturgia do ‘Imaginário’ que ambas celebram, uma criando-a, a outra lendo-o e recriando-o numa espécie de infelicidade sublime a meio caminho entre o eco e a metáfora.”
Esta passagem de «O Canto do Signo» é emblemática do pensamento que constitui o fio condutor ao longo de todas as páginas deste volume. Aqui se reúnem artigos e ensaios que se encontravam dispersos, escritos entre os anos 50 e 90. As três grandes partes ocupam-se, a primeira, da crítica literária e da sua relação com o texto; a segunda, constituída por textos mais propriamente “críticos”, analisa obras de importantes autores portugueses, de Eça a Vergílio Ferreira, de Camilo a Agustina e a Jorge de Sena, entre vários outros; a terceira parte faz um balanço sobre a literatura portuguesa, nomeadamente a partir dos anos 40, situando-a em relação a novas (e inovadoras) formas de pensar os problemas da criação literária.
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Do Brasil: Fascínio e Miragem de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2015, 269 págs. B.
Obras Eduardo Lourenço
Organização e Prefácio de Maria de Lourdes Santos
O Brasil, na sua unicidade, é plural. Assim é este novo livro, em que habita o ensaio, a carta, o diário, o discurso, a entrevista. E onde o autor percorre temas como a filosofia, o ensino, a literatura, o cinema, bem como as relações entre Brasil e Portugal.
Os textos, parte deles inéditos, situados entre 1945 e 2012, acolhem uma visão conhecedora de quem pensa há várias décadas aquele imenso país que o mar juntou à história de Portugal. «Pensar o Brasil, a imensidão do seu espaço, permite pensar o ser português […]», refere, no Prefácio, Maria de Lourdes Soares, organizadora deste volume. Quando fala dos outros, é também a nós que se refere.
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Antero ou a Noite Intacta de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2007, 162 págs. B.
«Não há na nossa literatura, nem mesmo Camões, poeta tão naturalmente universal como Antero de Quental, dada a natureza ideal e intemporal da sua inspiração e o conflito que a alimenta, pura interpretação do espírito por si mesmo no meio de um mundo incompreensível. Nenhum objecto empírico, natural ou histórico, é, ao menos nos Sonetos, matéria determinante da sua poesia. Os Açores como qualquer outro. É como se estivesse só no Universo, ilha pura, sem qualquer arquipélago.»
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Fernando Galhano
7,50 €
Páginas de Cultura e Arte de Fernando Galhano.
Caixotim Edições. Porto, 2005, 121 págs. E.
“Páginas de Cultura e Arte” é o título do volume que reúne textos dispersos (e algumas ilustrações) publicados por Fernando Galhano nas páginas de O Comercio do Porto. O livro tem prefácio do Professor Pedro Prista e inclui, no final, uma breve resenha biográfica sobre o Autor.
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Valéry Giscard d' Estaing
6,00 €
Princesa e o Presidente de Valéry Giscard d’ Estaing.
Guerra e Paz Editores. Lisboa, 2010, 183 págs. B.
A Princesa e o Presidente conta a história entre Jacques-Henri Lambertye, Presidente de França, e Patrícia, a Princesa de Cardiff. Nestas páginas, o leitor assiste aos seus primeiros encontros e ao nascimento de um amor que, rapidamente, se tornará o centro das suas vidas agitadas. Tendo como pano de fundo os palácios da república francesa e da monarquia britânica, a aproximação entre ficção e realidade é evidente, fazendo-nos crer que, até hoje, ninguém saberia a verdadeira história de amor daquela que o autor apelida de Princesa de Cardiff.
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Stephen Schneck
7,00 €
Porteiro da Noite de Stephen Schneck.
Editora Arcádia. Lisboa, s.d., 312 págs. Dura.
Neste seu livro, onde vigorosas metáforas se misturam a máximas já gastas, a chocarrice à ironia, Schneck afasta, como uma gargalhada, as pretensões dos convencionalismos, oferecendo-nos uma ultrajante paródia dia «vida em liberdade ociosa» que se toma a sério a si própria.
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Augusto Pereira Brandão
10,00 €
Aventura Portuguesa de Augusto Pereira Brandão.
Editorial Verbo. Lisboa, 1991, 234 págs. E. Il.
Livro com texto de Augusto Brandão e fotografia de Michael Teague, numa boa impressão. No fim conta com uma série de mapas do “Império Comercial e Património Construido” e um breve dicionário de Figuras e Lugares da Aventura Portuguesa bem como uma cronologia da mesma.
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Nicholas Sparks
6,00 €
Uma Promessa para Toda a Vida de Nicholas Sparks.
Editorial Presença. Lisboa, 2003, 326 págs. B.
Taylor McAden é bombeiro voluntário e está habituado a enfrentar o perigo. Perante incêndios devastadores e acidentes fatais, não hesita em arriscar a vida para salvar o próximo. É apenas na intimidade que ele não assume riscos. As suas relações amorosas são intensas, mas passageiras. Por isso, quando o carro de Denise Holton se despista e Taylor a salva, os dados estão lançados para mais uma breve paixão.
Mas a terrível dimensão do acidente só é revelada quando Denise recupera e pergunta pelo filho. Afinal, ela não seguia sozinha no carro. Kyle, de quatro anos e com dificuldades de aprendizagem, desapareceu.
As buscas pelo menino começam de imediato, numa operação que se revelará diferente de todas as outras. Por uma vez, Taylor terá de dar mais do que a sua força física. Terá de ganhar o único tipo de coragem que nunca teve, a coragem de amar.
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Albert Camus
6,00 €
Possessos de Albert Camus.
Edição Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 289 págs. B.
O malogrado autor cuja obra «Livros do Brasil tem publicado (A Peste, A Queda, O Estrangeiro, O Exílio e o Reino, O Avesso e o Direito) não só foi dramaturgo em Caligula, O Equivoco, Os Justos e Estado de Sitio, mas deixou uma vasta série de adaptações de textos dramáticos, originalmente peças de teatro ou romances, a que atribuía excepcional valor, não à história ou anedota, mas às verdades profundas que as acções convencionais e as formas literárias escondiam sob a sua roupagem tradicional. Para Camus, o entrecho é menos importante que a sua ressonância. Assim ele criou imagens cénicas novas para obras de Lope de Vega, Faulkner, Ésquilo, Calderon e finalmente para Dostoievski, que Camus considerava o maior profeta do nosso tempo, um criador cuja influência se mostrou mais determinante que a do próprio Marx. A escolha dos Possèdès, essa grandiosa obra de Dostoievski, para exercer sobre ela a sua teoria do Teatro concentrado, nu e eficaz, não foi sem razão nem por mero exercício dramático. Nos Possessos (em russo Os Demónios) encontra-se prevista a aventura de um povo que desconhecendo os princípios sociais caminha para a perdição julgando salvar-se.
📝 Assinatura de posse.
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R. A. Salvatore
6,00 €
Pátria de R. A. Salvatore
Saída de Emergência. S. João do Estoril, 2010, 301 págs. B.
Bang | 110
Nas profundezas da terra e rodeada de trevas eternas, esconde-se a imensa cidade proibida de Menzoberranzan. Habitada pelos drows, os temidos elfos negros, Menzoberranzan é governada por um complexo sistema de Casas em constante batalha. No meio de uma dessas batalhas nasce uma criança com olhos cor púrpura. A criança, Drizzt Do´Urden, destinada a tornar-se príncipe de uma das Casas, cresce num mundo vil onde a sua própria família não hesita em conspirar, trair e assassinar.
Surpreendentemente, Drizzt desenvolve um sentido de honra e justiça completamente estranho à sua cidade. Mas haverá lugar para ele num mundo onde a crueldade é a maior virtude?
Venha descobrir Drizzt, o elfo negro, uma das personagens mais lendárias da fantasia. E acompanhe-o na épica e intrépida jornada para longe de um mundo onde não tem lugar… em busca de outro, na superfície, onde talvez nunca o aceitem.
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Carlos de Oliveira
5,00 €
Pequenos Burgueses de Carlos de Oliveira.
Publicações Dom Quixote. Lisboa, 1972, 207 págs. B.
«Pequenos Burgueses» foi publicado pela primeira vez na Coimbra Editora, em 1948. O texto definitivo, que aqui se reproduz, é o da 7ª edição, Livraria Sá da Costa Editora, Lisboa, 1981, tendo sido corrigidos alguns lapsos. Com este volume damos por terminada a publicação das obras de Carlos de Oliveira.
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Teixeira de Vasconcelos
7,00 €
Prato de Arroz Doce de Teixeira de Vasconcelos.
Civilização Editora. Porto, 1983, 324 págs. E.
Romance, de Teixeira de Vasconcelos, cuja ação se desenrola no Porto, entre 1846 e 1847, reconstituindo a revolta da Maria da Fonte e as lutas civis subsequentes.
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