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Eduardo Lourenço
7,50 €
Da Pintura de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2017, 307 págs. B.
Obras de Eduardo Lourenço
Transcrição, Organização e Prefácio de Barbara Aniello
Um novo livro da colecção «Obras de Eduardo Lourenço» que a Gradiva tem vindo a editar e que desta vez entra pelo mundo da arte, com a pintura em destaque. O percurso de Eduardo Lourenço na descoberta da arte é uma viagem abrangente, em que apresenta uma multiplicidade de pontos de vista e de abordagens, numa obra organizada em três secções: Estética, Exposições, Pintores.
Tendo a pintura como pano de fundo, o filósofo revela uma enorme sensibilidade, uma elevadíssima capacidade de observação e de reflexão, um imenso talento para estabelecer analogias.
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Pessoa Revisitado: Leitura Estruturante do Drama em Gente de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2000, 213 págs. B.
Obras de Eduardo Lourenço | 4
Livro-chave na bibliografia crítica de Fernando Pessoa, Pessoa Revisitado de Eduardo Lourenço, publicado pela primeira vez em 1973, veio abrir novos caminhos para a leitura crítica da poesia daquele que, nas suas palavras «foi uma espécie de aparição fulgurante descida de brumas culturais alheias ao nosso desterro azul, para nele inscrever em portuguesa língua o mais insubornável poema jamais erguido à condição exilada dos homens na sua própria pátria, o universo inteiro».
Considerado um dos mais notáveis exemplos do ensaísmo de Eduardo Lourenço, Pessoa Revisitado é uma entrada privilegiada no universo pessoano por um dos ensaístas portugueses que mais e melhor o leu e sobre o qual tanto escreveu.
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A. de Sousa Silva Costo Lobo
6,00 €
Origens do Sebastianismo: História e Perfiguração Dramática de A. de Sousa Silva Costo Lobo.
Edições Rolim. Lisboa, 1982, 87 págs. B.
Raízes | 2
Prefácio de Eduardo Lourenço
As Origens do Sebastianismo – essa crença messiânica num salvador que irá remir a pátria e exaltá-la ao domínio universal, como escreveu Oliveira Martins -, são o objecto deste estudo de António Costa Lobo, que constitui uma «preciosa referência» para os interessados em descobrir a vida imaginária portuguesa quando o abismo entre a realidade do seu ser histórico e o seu destino ideal e moral nos aparece como intolerável.
Um prefácio de Eduardo Lourenço prolonga e aprofunda esta reflexão sobre um dos grandes mitos da cultura portuguesa – que os tempos hipócritas e frios em que vivemos tornam ainda mais actual.
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Eduardo Lourenço
7,50 €
A Nau de Ícaro seguido de Imagem e Miragem da Lusofonia de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 1999, 214 págs. B.
Obras Eduardo Lourenço
Vamos acabar este milénio, que é quase o da nossa vida de nação autónoma, e entrar no próximo, revisitando e reanimando esse passado a bordo da mesma nau da Índia e dos mares que tivemos de atravessar para lá chegarmos. A forma das nossas festas derradeiramente imperiais será a mais futurista e futurante que o país do século que somos, curioso de tudo e apostado em mostrar que está no presente e nos seus desafios mais exigentes, nos consentirá. Mas o conteúdo… será o da convocação de todos os nossos fantasmas e a sua sublimação. É sob esta forma, sobretudo, que o passado nos é caro.
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Eduardo Lourenço
7,50 €
A Morte de Colombo: Metamorfose e Fim do Ocidente como Mito de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2005, 165 págs. B.
Obras de Eduardo Lourenço | 12
«Recusando-se a celebrar Colombo no quinto aniversário da sua chegada às Antilhas, o continente por ele “descoberto” reescreve a sua própria História e remete-a para a hora-zero de uma “outra História”. Prefere ser o continente nu que era antes da chegada de Colombo e de Cabral no momento mesmo em que o Ocidente vestido só se não despe por razões de clima, empenhado como está em inventar uma inocência que nunca conheceu. Ao fim e ao cabo esta ocultação ressentida de Colombo tanto pode ser tida como “morte de Colombo” e de um Ocidente que tinha nele o seu Ulisses planetário, como a sua autêntica ressurreição, pois o que ele buscava era mesmo o Paraíso.»
Do Prefácio
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Militares e o Poder seguido de O Fim de Todas as Guerras e a Guerra Sem Fim de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2012, 146 págs. B.
Obras Eduardo Lourenço
«Portugal é, neste momento, um país nu. Quer dizer, um país sem nenhum álibi histórico, entrincheirado na sua confinada faixa atlântica, sem possibilidades de sonhar outro sonho que o seu próprio, caseiro. Nós passámos séculos a fugir de nós mesmos enquanto apenas portugueses. Fuga simultaneamente estelar e criadora que não permitiu nunca que nos encontrássemos connosco mesmos. Fomos sempre outros. Essa fuga é agora impossível. Chegou a hora desse encontro secularmente adiado para o qual ninguém sabe até que ponto estamos colectivamente preparados. […] A nossa aventura histórica é a de um povo que viveu sempre em bicos dos pés, acima das suas possibilidades reais, esperando tudo de milagres que às vezes aconteciam, de dons sebastiões e de caldos de portaria, a ponto de converter esta existência pícara em segunda natureza. Quando os desastres aconteceram descobriu-lhes logo o antídoto, criando a especialidade lusitana por excelência de transfigurar os alcácer-quibires reais em aljubarrotas fictícias.»
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Eduardo Lourenço
7,50 €
O Lugar do Anjo: Ensaios Pessoanos de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2004, 179 págs. B.
«Em determinados momentos, daqueles que dizemos serem momentos de verdade, cada um de nós tem o pressentimento de que a verdadeira realidade, a do mundo, a dos outros e, sobretudo, a nossa, não passa de pura ficção. Aquilo que para o comum dos mortais não é senão uma vertigem passageira foi, para Pessoa, uma vertigem de todos os instantes, de que nem Deus, nem os homens, nem sequer as palavras que criou como se fossem anjos podiam libertá-lo.»
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Eduardo Lourenço
7,50 €
O Labirinto de Saudade: Psicanálise Mítica do Destino Português de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2009, 180 págs. B.
Obras de Eduardo Lourenço | 5
Somos, enfim, quem sempre quisémos ser. E todavia, não estando já na África, nem na Europa, onde nunca seremos o que sonhámos, emigrámos todos, colectivamente, para Timor. É lá que brilha, segundo a nova ideologia nacional veiculada noite e dia pela nossa televisão, o último raio do império que durante séculos nos deu a ilusão de estarmos no centro do mundo. E, se calhar, é verdade.
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Heterodoxia de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2005, 2 vols. B.
Obras de Eduardo Lourenço
«Resistamos à ilusão de supor que tudo pode ser inundado de luz. Deixaríamos de ver. Recusemos o absoluto humano de Calígula, a tentação da unidade a todo o custo, uma vez que sabemos ser a unidade o pretexto do imperador louco para cortar a cabeça ao povo romano. No plano do conhecer ou no plano do agir, na filosofia ou na política, o homem é uma realidade dividida. O respeito pela sua divisão é Heterodoxia.»
Do Prólogo
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Fernando Pessoa, Rei da Nossa Baviera de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2008, 201 págs. B.
Obras Eduardo Lourenço | 17
«Quem sonhou todas estas ficções foi o passeante da Rua dos Douradores, um homem triste por não existir como se sonhava, irmão gémeo por dentro de Luís da Baviera, prisioneiro como ele de idênticos fantasmas. Enquanto se inventava poeta e nos sonhava mais angustiados do que somos, mais perdidos do que ele se sentia, mais tristes do que ele era, ia escrevendo como quem transcreve o sonho que o está sonhando, o livro do seu Desassossego. Não há na nossa literatura prosa mais luminosamente suicidária. Aí se despe da sua própria ficção, oferecendo-se sem resguardas como órfão de tudo, excluído voluntário dos outros e da vida, sonhador de todos os sonhos, sobretudo dos improváveis.»
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Eduardo Lourenço
10,00 €
O Fascismo Nunca Existiu de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2022, 263 págs. B.
Obras de Eduardo Lourenço
«À Democracia cumpre pensar-se como a estrutura mais adequada para que no seu seio se realizem progressivamente as condições de libertação dos indivíduos. A Democracia não tem outro conteúdo que esse mesmo de promover essas condições. Ela não pode ser definida como regime da liberdade senão na medida em que se dá como fim a coexistência e a promoção de todas as formas de liberdade de uma dada sociedade. Por isso mesmo se pode dizer que a Democracia é o único regime que não tem liberdade própria. Ela é prisioneira do mais alto dever de não ter outra que a dos cidadãos. Aparentemente nada mais absurdo.»
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Eduardo Lourenço
7,50 €
A Europa Desencantada: Para uma Mitologia Europeia de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2005, 239 págs. B.
“Construir a Europa por irresistível pressão das forças económicas e uma lógica que é hoje planetária, como sonâmbulos, não é projecto que entusiasme ninguém. Uma utopia europeia assumida só é digna de ser vivida como vitória da Europa sobre a Europa, da ficção de si mesma que, consciente ou inconscientemente, tem condicionado o seu destino, contra a sua realidade. Em suma, do triunfo da sua sublime não-identidade sobre os fantasmas da sua alucinada identidade.”
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Eduardo Lourenço
7,50 €
Esquerda na Encruzilhada ou Fora da História: Ensaios Políticos de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2009, 167 págs. B.
Obras Eduardo Lourenço | 18
Não se pode ganhar uma partida de xadrez sem o adversário cometa erros. Esta máxima não é apenas verdadeira para o mais subtil e cruel dos jogos que os homens inventaram. Se neste momento a esquerda europeia está,ou parece estar,numa situação particularmente melindrosa,é talvez apenas por ter imaginado que os erros ou pecados políticos,sociais e económicos só podiam ser cometidos pela Direita,ou,talvez melhor,que a Direita é a expressão,nessa ordem,da História como pecado.
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Eduardo Lourenço
7,50 €
O Espelho Imaginário: Pintura, Antipintura, Não-Pintura de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 2023, 237 págs. B.
Eduardo Lourenço aborda a temática da pintura de prismas diversos e analisa a obra de alguns pintores bem conhecidos, onde se incluem Klee, Velázquez, Picasso ou Vieira da Silva. Além de artistas internacionais, são objecto da sua atenção artistas nacionais de décadas relativamente recentes.
Uma obra de elevada riqueza de análise, que ilustra bem porque é que Eduardo Lourenço é considerado um dos grandes pensadores portugueses.
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Eduardo Lourenço
7,50 €
O Esplendor do Caos de Eduardo Lourenço.
Gradiva Publicações. Lisboa, 1998, 125 págs. B.
«[…] incorporámos o inferno no quotidiano do mais fascinante e atroz dos séculos. Basta passar em revista o imaginário deste fim de século — da ficção à música, do cinema ao teatro, da biologia à tecnologia — para ter uma ideia do ponto a que chegou um mundo onde o horror se tornou invisível, consumido como pura virtualidade, para ter uma ideia da metamorfose da cultura humana. Pode discutir-se se a desordem em que estamos mergulhados — desde a económica até à da legalidade e da ética — releva ou não, em sentido próprio, do conceito de caos. Do que não há dúvidas é de que o habitamos como se fosse o próprio esplendor.»
📝 Assinatura de posse.
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Miguel Real
15,00 €
Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa de Miguel Real.
Quidnovi. Matosinhos, 2008, 415 págs. B.
Com a publicação de Labirinto da Saudade, 1978 constitui-se como o ano de absoluto triunfo da visão cultural heterodoxa desencadeada em 1949 por Eduardo Lourenço, então com 26 anos. O autor tem agora 55 anos, exilou-se voluntariamente de Portugal, ensinou na Alemanha, no Brasil, em várias cidades de França e escreveu cerca de meia centena de artigos avulsos, coligidos em vários livros.
De proposta considerada fracassada pelo próprio em 1960, a visão heterodoxa, lançada inicialmente contra o domínio omnipotente das ortodoxias católica e comunista, demorou trinta persistentes e solitários anos a afirmar-se e a consolidar-se por via da criação de 1. – uma nova teoria da crítica literária, superando as metodologias biografistas de fundo psicológico, social ou estilístico; 2. – um novo desenho historiográfico das relações entre as duas mais importantes revistas culturais portuguesas da primeira metade do século XX, Orpheu e Presença; 3. – uma nova visão da poesia e do romance portugueses; 4. – uma nova definição do ser português marcado por um «irrealismo prodigioso» e uma «hipertrofia da identidade nacional»; 5. – uma crítica ferocíssima ao predomínio da razão clássica na filosofia em Portugal por via da influência de António Sérgio e da entronização cultural da «Filosofia Portuguesa» por Álvaro Ribeiro; 6. – uma nova teoria da representação, erigindo a «ausência de sentido» do ser, o «nada», e o «sentimento trágico» como motores do pensamento europeu contemporâneo.
Finalmente, em 1978, todas estas teorias pessoais avulsas se cruzam para dar origem a Labirinto da Saudade, um dos mais importantes livros sobre cultura portuguesa publicados no último quartel do século XX.
Dividido em quatro partes, «Questão Cultural», «Questão Estética», «Questão Filosófica» e «Questão Política», Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa evidencia o imenso rasgão cultural produzido pela visão heterodoxa no seio da cultura portuguesa entre 1949 e 2000.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
📌 Carimbo: Oferta do Editor.