Sonetos Completos

Antero de Quental

20,00 

Título: Os Sonetos Completos
Autor: Anthero de Quental
Edição: Imprensa da Universidade
Ano: 1924
Páginas: 125
Encadernação: Mole

EXCERTO

Escrevendo estas breves páginas à frente dos Sonetos de Anthero de Quental tenho a satisfação íntima de cumprir o dever de tonar conhecida do público a figura talvez mais caracteristica do mundo litterario portuguez, e decerto aquella sobre a lenda mais tem trabalhado. Estou certo, absolutamente certo, de que este livro, embora sem écco no espirito vulgar que faz reputações e dá popularidade, ha-de encontrar um acolhecimento em todas as almas de eleição, e durar emquanto houver corações afflictos, e emquanto se fallar a linguagem portugueza.

 


SOBRE O AUTOR

Antero QuentalAntero Tarquínio de Quental (18 de abril de 1842 – 11 de setembro de 1891). Poeta. Aos dezasseis anos, inicia o curso de Direito. Durante a sua permanência em Coimbra, assume-se como uma figura influente no meio estudantil coimbrão, tomando parte em várias manifestações académicas. Em 1861, publica em edição limitada os Sonetos de Antero, obra dedicada ao poeta João de Deus, e, dois anos depois, os poemas Beatrice e Fiat Lux. Em 1865, publica as Odes Modernas, poesias de romantismo social, acompanhadas de uma “Nota sobre a Missão Revolucionária da Poesia”. Decide aprender o ofício de tipógrafo, primeiro em Lisboa e depois em Paris. Em 1871, organiza as Conferências Democráticas do Casino Lisbonense. Em 1875, publica uma segunda edição das Odes Modernas, atenuando-lhes o cunho revolucionário. Em 1886, publica os Sonetos Completos e o ensaio A Filosofia da Natureza dos Naturalistas. Em 1887, redige a célebre carta autobiográfica a Wilhelm Storck, seu tradutor alemão. Em 1890, publica o estudo filosófico Tendências Gerais da Filosofia na Segunda Metade do Século XIX.

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