• Vermelho e o Negro de Stendhal

    Vermelho e o Negro

    Stendhal

    6,00 

    Vermelho e o Negro de Stendhal.
    Portugália Editora. Lisboa, s.d., 459 págs. B.

    «Apesar das numerosas semelhanças entre O Vermelho e o Negro e A Cartuxa de Parma, os dois romances são subtilmente diferentes na sua perspectiva erótica e na representação dos protagonistas de Stendhal. A nostalgia de glória napoleónica não abandona Julien quase até ao fim, mas extingue-se em Fabrizio depois da derrota de Waterloo. O autêntico amor não se apodera de Julien a não ser nos seus últimos dias e, ainda que não existam motivos para duvidar da sua sinceridade, tanto ele como Madame de Renal sabem que não têm futuro, o que constitui um nada negligenciável motivo para intensificar a paixão.»
    «Julien Sorel nada sabe de si próprio; só é capaz de sentir as paixões depois de as simular e tem um inegável talento para a hipocrisia. E, no entanto, Julien mantém o nosso interesse e, mais do que isso, fascina-nos, não somos capazes de sentir antipatia por ele.» [Harold Bloom, O Futuro da Imaginação]

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  • Vermelho e o Preto de Stendhal

    Vermelho e o Preto

    Stendhal

    7,50 

    Vermelho e o Preto de Stendhal.
    Círculo de Leitores. Lisboa, 1978, 507 págs. E.

    Um romance histórico psicológico em dois volumes do escritor francês Stendhal, publicado em 1830. É frequentemente citado como o primeiro romance realista. Definido no período entre o final de setembro de 1826 até o final de julho de 1831, trata das tentativas de um jovem de subir na vida, apesar do seu nascimento plebeu, através de uma combinação de talento, trabalho duro, engano e hipocrisia, apenas para se encontrar traído pelas suas próprias paixões.

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  • O Rosa e o Verde de Stendhal

    Rosa e o Verde, O

    Stendhal

    6,00 

    O Rosa e o Verde de Stendhal.
    Editorial Inova. Porto, 1970, 306 págs. B.

    Como é possível que em mais de uma página das suas novelas, Stendhal atinja por vezes uma altura igual à dos pontos mais altas dos seus romances? Pela simples razão de que esquece, ou quase, a situação tratada. Por outro lado, dedica um cuidado muito especial às personagens. Henri Martineau.

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  • Armance

    Armance

    Stendhal

    6,00 

    Armance de Stendhal.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 249 págs. B.

    Stendhal, autor de Vermelho e Negro e de A Cartuxa de Parma, não obteve qualquer sucesso quando publicou Armance em 1827. Mas, sendo o seu primeiro romance, Armance marca desde logo a superioridade literária do escritor na medida em que, ao invés de optar por soluções fáceis de escrita, Stendhal inclina-se para o leitor dado a certos esforços de reflexão. Percursor do Romantismo, com os seus personagens Octávio de Malivert e Armance de Zohiloff a prosseguirem para um destino trágico e fatal — tendo, no entanto, todas as condições para alcançarem a felicidade —, Stendhal evidencia a distância que o homem tem vindo a interpor entre a alma e a felicidade.

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  • Abadessa de Castro de Stendhal

    Abadessa de Castro

    Stendhal

    4,00 

    Abadessa de Castro de Stendhal.
    Arcádia Editora. Lisboa, 1961, 222 págs. B.

    Héléne de Campireali, filha do mais rico patrício de albano, é bela e jovem.
    Jules é pobre, mas bravo e altivo e possui um carácter de grande nobreza.
    Os seus olhares cruzam-se e o amor nasce.
    Nunca nenhuma paixão foi tão elevada, tão pura: mas, também, nunca nenhum destino foi tão adverso.

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  • Romances e Novelas de StendhalRomances e Novelas de Stendhal

    Romances e Novelas

    Stendhal

    2,50 

    Stendhal era apenas um dos vários pseudónimos usados por Henri Beyle, escritor francês nascido no dia 23 de janeiro de 1783, em Grenoble. Tendo ficado órfão de mãe com apenas sete anos, Henri partiu para Paris em 1799 com o pretexto de se matricular na École Polytechnique mas, no fundo, a sua verdadeira intenção era…