• Um Homem Sorri a Morte com Meia Cara de José Rodrigues Miguéis

    Homem Sorri a Morte com Meia Cara, Um

    José Rodrigues Miguéis

    20,00 

    Um Homem Sorri a Morte com Meia Cara de José Rodrigues Miguéis.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 154 págs. B.

    Foi para os aterrados da doença, os obcecados do fim, que eu escrevi estas páginas: para os que queiram saber como se reage num leito de hospital, quando a morte ronda.

    E para aqueles médicos a quem interesse saber como os vêem os seus doentes.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Páscoa Feliz de José Rodrigues Miguéis

    Páscoa Feliz

    José Rodrigues Miguéis

    7,00 

    Editada em 1932, esta é a obra de estreia de José Rodrigues Miguéis e, talvez, uma das suas criações mais pesadas, onde a alienação e a loucura do indivíduo ganham uma expressão que não se encontra noutros trabalhos do autor. Vítima de opressão social, humilhado e derrotado pela vida, o protagonista da história decide dedicar-se ao crime, roubando compulsivamente o patrão. Desligado do mundo e até da sua família, talvez porque ele próprio também cresceu órfão, acaba por cometer um assassinato quando os seus crimes são descobertos. A novela inicia-se já com o seu julgamento e revela toda a sua paranóia e esquizofrenia.

  • Onde a Noite se Acaba de José Rodrigues Miguéis.

    Onde a Noite se Acaba

    José Rodrigues Miguéis

    15,00 

    José Rodrigues Miguéis reatou neste seu livro uma tradição interrompida nas letras portuguesas com a morte de Eça de Queirós: a representação da vida não só nos temas universais, mas em vários pontos do universo. Onde a Noite se Acaba é o lugar de encontro de homens vindos dos quatro pontos cardeais do mundo, mas falando todos a mesma linguagem. Nesta série de contos e novelas, as personagens, quer sejam europeias, americanas ou asiáticas, chocam-se naquele momento actualíssimo em que as forças mais opostas travam a sua batalha decisiva. Novela a novela, página a página, o conflito alarga-se: primeiro dentro do próprio indivíduo, logo na família, depois dentro das classes, e, por fim, entre povos opressores e oprimidos.



    O estilo de Rodrigues Miguéis tem qualquer coisa de saboroso e castiço, inspirado no vernáculo da língua, a que ele junta certo calor poético de temperamento e a concisão, a rapidez e incisão directa dum escritor moderno. Nessa prosa viva e mordente, figuras, factos e paisagens são pintados com um profundo sentido de humanidade e natureza.

  • Léah de José Rodrigues Miguéis

    Léah

    José Rodrigues Miguéis

    7,00 

    Léah de José Rodrigues Miguéis.
    Estúdios Cor. Lisboa, 1959, 351 págs. B.

    Léah e Outras Histórias (1958), provavelmente o mais querido e conhecido livro de José Rodrigues Miguéis, dá-nos a síntese perfeita da vida e da obra deste autor. Dez retratos ambulantes, por entre a Beira Interior, Lisboa e a sua província, Nova Iorque, Bruxelas, ou algures num misterioso país europeu tomado pela autoritarite no ar dos tempos. Dez viagens de partida e chegada às memórias de um amor perdido ou preterido pelo dinheiro, às guerras de faca e alguidar camilianas, ao estudo sociológico das gentes da capital, das passeatas da burguesia regadas a vinho e petiscos, das aventuras de espiões ou das grandes recordações no exílio, aterrando por fim nesse nervo do passado como relíquia que é a Av. Almirante Reis: «Quem quiser saber a história toda deste sítio não tem senão que vir bater à minha porta.» Entremos, pois, neste universo de pura imaginação.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nikalai! Nikalai! de José Rodrigues Miguéis

    Nikalai! Nikalai!

    José Rodrigues Miguéis

    6,00 

    Nikalai! Nikalai! de José Rodrigues Miguéis.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1982, 203 págs. B.

    Entreabriu um olho com dificuldade e tentou ver no escuro. Tinha adormecido havia horas, ou assim supunha, embalado no monótono ping-pang da água que se infiltrava do telhado para cair no balde de zinco, e no plic-ploc inconfundível e mais espaçado das gotas que, escorrendo do rebaixo, ficavam um instante a tremer suspensas da aresta do alizar e depois tombavam desamparadas na bacia do lavatório, ali posta, como o balde além, expressamente para as recolher.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Onde a Noite se Acaba de José Rodrigues Miguéis

    Onde a Noite se Acaba

    José Rodrigues Miguéis

    6,00 

    Onde a Noite se Acaba de José Rodrigues Miguéis. Editoial Estúdios Cor. Lisboa, 1968, 240 págs. B.

    “José Rodrigues Miguéis reatou neste seu livro uma tradição interrompida nas letras portuguesas com a morte de Eça de Queirós: a representação da vida não só nos temas universais, mas em vários pontos do universo. Onde a Noite se Acaba é o lugar de encontro de homens vindos dos quatro pontos cardeais do mundo, mas falando a mesma linguagem (…)”.

    ✒️ Sublinhados a tinta.

  • Páscoa Feliz de José Rodrigues Miguéis

    Páscoa Feliz

    José Rodrigues Miguéis

    5,00 

    Editada em 1932, esta é a obra de estreia de José Rodrigues Miguéis e, talvez, uma das suas criações mais pesadas, onde a alienação e a loucura do indivíduo ganham uma expressão que não se encontra noutros trabalhos do autor. Vítima de opressão social, humilhado e derrotado pela vida, o protagonista da história decide dedicar-se…

  • Páscoa Feliz de José Rodrigues Miguéis

    Páscoa Feliz

    José Rodrigues Miguéis

    25,00 

    Páscoa Feliz de José Rodrigues Miguéis.
    Alfa. 1932, 166 págs. B.

    Editada em 1932, esta é a obra de estreia de José Rodrigues Miguéis e, talvez, uma das suas criações mais pesadas, onde a alienação e a loucura do indivíduo ganham uma expressão que não se encontra noutros trabalhos do autor. Vítima de opressão social, humilhado e derrotado pela vida, o protagonista da história decide dedicar-se ao crime, roubando compulsivamente o patrão. Desligado do mundo e até da sua família, talvez porque ele próprio também cresceu órfão, acaba por cometer um assassinato quando os seus crimes são descobertos. A novela inicia-se já com o seu julgamento e revela toda a sua paranóia e esquizofrenia.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Espelho de Poliedro

    Espelho de Poliedro

    José Rodrigues Miguéis

    6,00 

    Espelho de Poliedro de José Rodrigues Miguéis.
    Editorial Estampa. Lisboa, 1984, 301 págs. B.

    «O Espelho Poliédrico, de José Rodrigues Miguéis (Primeira edição em 1972, pela Estúdios Cor), é um conjunto de textos em que o cronista se assume como “simples narrador de histórias reais e experiências inventadas” (como refere no intitulado “O galo, o estudante e o professor”), embora algumas vezes povoando esses mesmos textos com uma dose de memorialismo, mesmo que tenha registado algo como: “Não escrevo memórias, talvez nunca as escreva: a não ser transpostas em ficção, ou quando um flash de lembrança, como agora, me ilumina.” (em “O Corcundinha”). No final da obra, lá vem a “nota do autor” a explicar que as crónicas são um conjunto vasto e diversificado de “memórias, comentários e ficções” e a indicar a origem – publicadas no Diário de Lisboa, na sua maioria, entre 1968 e 1971, algumas inéditas e outras surgidas em várias publicações periódicas.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.