• Correspondência Jorge de Sena - Gullherme de Castilho

    Correspondência Jorge de Sena – Guilherme Castilho

    Jorge de Sena

    8,00 

    Correspondência Jorge de Sena – Gullherme de Castilho.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1981, 131 págs. E.

    Em face deste breve conjunto de cartas, à imagem de üm Jorge de Sena amargo, agressivo e por vezes truculento, uma outra se lhe sobrepõe, Igualmente verdadeira: a do homem sereno e cordial, firme e constante na amizade, ávido de estima e de compreensão humana e literária, mais solicitando conselho do que impondo opiniões.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    A documentação epistolar de quase quatro décadas entre Jorge de Sena e Guilherme de Castilho. sobretudo relativamente às primeiras cartas do autor de Perseguição, mostra bem, embora a maior parte das vezes veladamente, por pudor, (ou por orgulho?) a sua necessidade de ser aceite e amado. Temo sempre intrometer-me, Impor-me; quando, afinal, tanto desejo ser atendido.. Estas palavras de Sena, escritas em 1945, são uma das raras confissões explícitas de um sentimento que, quero crer, determinou em grande parte a sua maneira de ser: se a cordialidade, no campo literário, nem sempre foi o timbre do seu comportamento convivente, a agressividade que por vezes exibiu fol por certo menos ataque que defesa, menos agressão que desforço pela desporporção entre o valor que os outros lhe reconheciam e o que ele próprio, desde sempre, a si se atribuía.

  • Novas Andanças do Demónio de Jorge de Sena

    Novas Andanças do Demónio

    Jorge de Sena

    20,00 

    Novas Andanças do Demónio de Jorge de Sena. Portugália Editora. 1966. 241 págs. B.

    Aviso de Jorge de Sena aos leitores:

    «Todo o mundo sabe que uma das melhores maneiras de soltar o diabo às canelas dos bem-pensantes de todas as cores e feitios é falar nele, com ares de ironia, como se não existisse.»

    Depois das oito perambulações demoníacas de Andanças do Demónio, Jorge de Sena arrebata os leitores com mais oito contos de fantástico realismo nestas Novas Andanças do Demónio, marcadas pela variedade temática e um experimentalismo original.

    O diabo anda a solta em todas estas histórias, desde a transmigração das almas segundo o pensamento bramânico até uma insuspeita noite de Natal que junta romanos e cristãos. Há até lugar para as memórias de um antigo oficial das SS, as tropas da organização paramilitar nazi. A fechar, o lirismo do coup de cœur de dois amantes.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Depois das oito perambulações demoníacas de Andanças do Demónio, Jorge de Sena arrebata os leitores com mais oito contos de fantástico realismo nestas Novas Andanças do Demónio, marcadas pela variedade temática e um experimentalismo original.

    O diabo anda a solta em todas estas histórias, desde a transmigração das almas segundo o pensamento bramânico até uma insuspeita noite de Natal que junta romanos e cristãos. Há até lugar para as memórias de um antigo oficial das SS, as tropas da organização paramilitar nazi. A fechar, o lirismo do coup de cœur de dois amantes.

  • Correspondência de Jorge de Sena

    Correspondência

    Jorge de Sena

    7,50 

    Em face deste breve conjunto de cartas, à imagem de um Jorge de Sena amargo, agressivo e por vezes truculento, uma outra se lhe sobrepõe, igualmente verdadeira: a do homem sereno e cordial, firme e constante na amizade, ávido de estima e de compreensão humana e literária, mais solicitando conselho do que impondo opiniões. A…

  • Post Scriptum II de Jorge de Sena

    Post Scriptum II

    Jorge de Sena

    35,00 

    Post Scriptum II de Jorge de Sena.
    Imprensa Nacional – Casa da Moeda. Lisboa, 1985, 2 vols. B.

    A falta de melhor ponto de partida usámos o ano da publicação de Perseguição (1942) como charneira entre o que poderia chamar juvenilia e se publica aqui sob o título de Post-Scriptum II e a poesia de maturidade, que publicámos com o título de Visão Perpétua. (…) Praticamente todas as linhas poéticas que caracterizam Jorge de Sena estão representadas nos poemas destes primeiros anos: a morte, o cansaço de viver, a renúncia amorosa, as mãos, o erotismo, a problemática religiosa, o sarcasmo, até o panfletarismo e a D. Urraca. Afinal, e excluindo os dois primeiros anos que Jorge de Sena excluia, ao comemorar-se em Quarenta anos de servidão, fixava 1938 como o seu primeiro ano poético, e seriam esses, e para sempre, os seus anos de servidão. Raros poetas haverá que tenham sido tão eles mesmos e tão fiéis a eles mesmos, como este o foi.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.