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Henri Troyat
3,00 €
Aranha de Henri Troyat.
Editorial Inquérito. Lisboa, s.d., 236 págs. B.
Henri Troyat (1911–2007), nascido Lev Aslanovich Tarasov em Moscovo, foi escritor, ensaísta, novelista e historiador francês de origem arménia. Exilado com a família após a Revolução Russa, fixou-se em Paris em 1920, onde estudou Direito e iniciou carreira literária. Vencedor do Prémio Goncourt em 1938, publicou mais de 100 obras, incluindo biografias de Tolstói, Catarina, a Grande e Rasputin. Membro da Academia Francesa desde 1959, destacou-se com La neige en deuil, adaptado ao cinema em 1956.
📌 Carimbo de biblioteca pública.
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Henri Troyat
7,00 €
Rasputine de Henri Troyat.
DIFEL. Lisboa, 1998, 209 págs. B.
Nascido no final do século XIX numa obscura aldeia da Sibéria, Gregório Rasputine surge, na sua juventude, como um mugique semianalfabeto, dado à bebida e às mulheres, mas igualmente atraído pelos segredos da religião. Dotado de um magnetismo incontestável, começa por fascinar e seduzir camponesas e, depois, explorando esse dom, volta-se para os honoráveis membros da Igreja Ortodoxa que descobrem nele um exemplo vivo da simples e sã sabedoria popular, ajudando-o a introduzir-se na melhor sociedade de São Petersburgo, chegando até aos Czares.
Quando eclode a guerra, em 1914, o ódio ao “mugique impostor” congrega, em torno do casal imperial, todos aqueles que receiam ver um charlatão a dirigir sub-repticiamente os destinos da pátria. De conspiração em conspiração, o atroz assassinato de Rasputine, em 1916, precipita a queda do Império dando razão à sua profecia que, se morresse ou fosse abandonado, a família real perderia a coroa e o príncipe herdeiro em seis meses.
Os Romanov só lhe sobreviveriam um ano e meio.
Raramente um homem vindo de tão baixo terá subido tão alto. Raramente um desvio da fé terá engendrado tão grandes convulsões políticas. Raramente o mistério da alma russa, com os seus excessos e as suas contradições, se terá visto tão profundamente incarnado num indivíduo.
Disporia Rasputine de uma das chaves mais seguras para compreender a Rússia?
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Henri Troyat
3,50 €
Vissarion, Klim, Stiopa três homens que envelhecem apolados numa tal riqueza de recordações que a sombra do passado os esmaga. A provação do presidio siberiano, que poderia ter-lhes modificado o carácter, apenas acentua os traços essenciais de cada um. Fiéis a si próprios, enfrentam uma nova vida de homens livres, num exílio trágico. Na verdade,…
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Henri Troyat
3,50 €
Numa suave manhã do mês de Março de 1814, o jovem tenente russo Nicolau Ozareff entra em Paris com as tropas aliados que vão ocupar a capital, Estranho vencedor, na verdade, que foi educado na Rússia por um preceptor francês. fala tão bem francês como russo e sonha apaixonar-se por uma francesa. Seduzido primeiramente por…
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Henri Troyat
5,00 €
Enquanto Existir o Mundo de Henri Troyat.
Livraria Clássica Editora. Porto, 1974, 2 vols. B.
Armavir, na estepe caucasiana: Miguel Danoff, de 12 anos, deve abandonar a sua cidade natal – o pai envia-o para Moscovo. Um primo de Ekaterinodar, Volodia Burine, acompanha-o. Enquanto Miguel é grave e lento, Volodia é brilhante e frivolo. Uma profunda amizade une estes rapazes tão diferentes. Os anos passam. Miguel continua a sonhar com cavalgadas e com a vida ao ar livre; o outro pensa unicamente nas conquistas femininas.
De regresso a Ekaterinodar, Volodia caminha de éxito em êxito. Todavia, Tânia Arapoff recusará o seu pedido de casamento. Volodia reage de tal maneira que Miguel, tendo tomado o partido de Tânia, acaba por desposá-la. Volodia segue-os até Armavir…
E, entretanto, os frémitos antecipados da Revolução fazem-se já sentir nesta Rússia faustosa e violenta do princípio do século até onde nos leva Henri Troyat.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Henri Troyat
3,00 €
A Barynia de Henri Troyat.
Livraria Clássica Editora. Porto, 1968, 487 págs. B.
O primeiro tomo desta grande sequência romanesca evocava a ocupação de Paris de 1814 e 1815 pelas tropas da coligação e tirava o nome de uma associação secreta, «Os Sonhadores da Liberdade». A heroína francesa da história, a bela e ardente Sofia, seguia à Rússia o seu jovem marido, Nicolau Ozareff, ex-oficial da guarda do czar.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.