• Avieiros de Alves Redol

    Avieiros

    Alves Redol

    5,00 

    Avieiros de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, s.d., 289 págs. B.
    Livros de Bolso Europa-América | 214

    Avieiros é um romance lírico, de um lirismo doloroso e concreto. Documento e sonho vazados na matriz irregular de uma consciência, há nele um gosto fundo, autêntico e viril, de semear na companhia do povo um país para homens livres. Mas um lirismo rigoroso, digamos, sem romantismos fáceis, um pouco como os versos líricos que também moram nas tábuas de logaritmos ou nos foguetões interplanetários.
    Se confessar que este romance me aterrorizou, depois de me deslumbrar, digo a verdade inteira.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fanga

    Fanga

    Alves Redol

    6,00 

    Fanga de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1969, 342 págs. B.

    “Fanga (1943) espécie de primeira síntese na minha obra, nela se investiu e remoçou a experiência iniciada em 1938, que até aí (e ainda hoje) não passara de combate ou diálogo, quantas vezes dramático, entre um homem emotivo, a viver no sangue as evidências mais cruéis do seu tempo, e um escritor insatisfeito que procurava dar àquele a lúcida voz de razões clarificadas num meio danado pelas trevas.
    Fanga – sombra da Idade Média projectada nos nossos dias.
    Senhores vivendo da terra sem nada lhe darem. Servos fecundando a terra sem nada receberem.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Porto Manso de Alves Redol

    Porto Manso

    Alves Redol

    7,00 

    Porto Manso de Alves Redol.
    Editorial Inquérito. Lisboa, s.d.,

    Porto Manso é a abalada para o Norte. Já se inferira da obra anterior que regiões diferentes implicavam regimes diferentes de propriedade, logo mentalidades diversas. Alves Redol parte para o Douro, estagia largamente no Pinhão, faz percursos de rabelo, rio abaixo rio acima toma parte nas lides, aprofunda o viver das gentes, torna-se no duriense que precisava também de ser para nos dar Porto Manso […].

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Fanga de Alves Redol

    Fanga

    Alves Redol

    6,00 

    Fanga de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1958, 257 págs. B.

    “Fanga (1943) espécie de primeira síntese na minha obra, nela se investiu e remoçou a experiência iniciada em 1938, que até aí (e ainda hoje) não passara de combate ou diálogo, quantas vezes dramático, entre um homem emotivo, a viver no sangue as evidências mais cruéis do seu tempo, e um escritor insatisfeito que procurava dar àquele a lúcida voz de razões clarificadas num meio danado pelas trevas.
    Fanga – sombra da Idade Média projectada nos nossos dias.
    Senhores vivendo da terra sem nada lhe darem. Servos fecundando a terra sem nada receberem.”

    📕 4ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Barca dos Sete Lemes, A

    Barca dos Sete Lemes, A

    Alves Redol

    20,00 

    Barca dos Sete Lemes de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Lisboa, 1958, 515 págs. B.

    A tragédia singular de um homem, os problemas dos homens e da sociedade, são-nos patenteados, em páginas enpolgantes de grande tensão dramática, por Alves Redol, em a Barca dos Sete Lemes, um grande romance que assinala uma fase culminante da criação romanesca na obra do grande escritor neo-realista português.

    📕 1ª Edição.
    🖊️Dedicatória de oferta

  • Gaibéus

    Gaibéus

    Alves Redol

    6,00 

    Gaibéus de Alves Redol.
    Editorial Caminho. Lisboa, 1989, 310 págs. B.

    «O romance Gaibéus foi publicado pela primeira vez em 1939. É o ponto de partida da obra romanesca de Alves Redol. Mas é também o ponto de chegada de uma longa reflexão do autor sobre o significado e o papel da arte, o primeiro edifício do programa de uma literatura nova. Dessa reflexão de Redol ficou uma série de artigos publicados em jornais de Vila Franca de Xira, onde vivia — Vida Ribatejana (entre 1927 e 1934) e Mensageiro do Ribatejo (entre 1934 e 1940). De destacar ainda a conferência sobre arte, proferida em Vila Franca em 1936. Fiel ao seu ideário, Redol, antes de escrever Gaibéus, realizou um amplo “trabalho de campo” — deslocou-se repetidas vezes à lezíria, chegou mesmo a instalar-se no campo para recolher dados sobre o trabalho nos arrozais. Os seus blocos de apontamentos contêm numerosas indicações técnicas sobre o cultivo do arroz. As próprias relações familiares lhe serviram de documento — o pai de Redol era oriundo da região de origem dos gaibéus. Hoje Gaibéus é comummente aceite como o romance que marca o aparecimento do neo-realismo em Portugal.

    Eis o mundo que Alves Redol nos apresenta no seu primeiro romance. História da alienação de uma comunidade de trabalhadores, ficamos a saber até que ponto são explorados, e até que ponto essa exploração se deve à falta de união com outras comunidades de jornaleiros. Gaibéus é, assim, o romance do divórcio entre ganhões, uns procurando resgatar algumas bouças ou sulcos que ainda lhes pertencem, outros alheios ao que seja possuir qualquer chalorda ou mesmo canteiro. História simbólica do embate de duas diferentes mentalidades, a desunião entre gaibéus e rabezanos é triste e profético paradigma das oposições, ainda hoje bem marcadas, entre os camponeses dos minifúndios e os dos latifúndios. Redol acreditava que seria possível o “casamento” entre uns e outros quando descobrissem que a mesma fome os une. É disso exemplo simbólico a parábola dos quatro jovens rabezanos e dos três jovens gaibéus.» – Alexandre Pinheiro Torres

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Reinegros de Alves Redol

    Reinegros

    Alves Redol

    10,00 

    Reinegros de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1972, 375 págs. E.

    Este é um romance póstumo de Alves Redol e retrata a época conturbada da transição da monarquia para a república, com a principal personagem, Reinegro, trabalhador na estiva das embarcações, que acredita que a vinda da nova ordem social o libertará da exploração a que está sujeito.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos

    Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos

    Alves Redol

    2,50 

    Constantino Guardador de Vacas e de Sonhos de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1975, 115 págs. B.

    Com doze anos, o Constantino ainda não deitou corpo, mas lá esperteza não lhe falta.

    O pior é a escola: gosta mais de andar aos peixes e aos pássaros. E acabou por apanhar uma raposa sem sequer ir à caça. Enquanto guarda as vacas, o Constantino sonha é em ser serralheiro de navios e fazer um barco que o leve até Lisboa.

    Amanhã mesmo deita mãos à obra.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Olhos de Água de Alves Redol

    Olhos de Água

    Alves Redol

    30,00 

    Olhos de Água de Alves Redol.
    Centro Bibliográfico. Lisboa, s.d., 342 págs. B.

    «Olhos de Água» é o retrato duma pequena vila ribeirinha, múltipla nos seus aspectos, nas suas alegrias e nas suas tragédias, desenrolando-se diante de nós, numa pintura viva, salpicada duma ironia consciente, mas sempre real e humana, onde paira muitas vezes, o sopro duma sensibilidade de comovente lirismo que agiganta essa vilória a um plano de dramática universalidade”. Primeira edição.

    📕 1ª Edição.
    👨🏻‍🎨 Ilustrações de Lima de Freitas

  • Barca dos Sete Lemes de Alves Redol

    Barca dos Sete Lemes

    Alves Redol

    7,00 

    A tragédia singular de um homem, os problemas dos homens e da sociedade, são-nos patenteados, em páginas enpolgantes de grande tensão dramática, por Alves Redol, em a Barca dos Setye Lemes, um grande romance que assinala uma fase culminante da criação romanesca na obra do grande escritor neo-realista português.

  • Histórias Afluentes de Alves Redol

    Histórias Afluentes

    Alves Redol

    6,00 

    Histórias Afluentes de Alves Redol.
    Publicações Europa-América. Mem Martins, 1972, 240 págs. B.

    Histórias Afluentes, que ora publicamos em Obras Completos de Alves Redol, é um livro de contos. Contas que quase sempre se apresentam como aflorações ricas ou compadecidas de tempos que inexoravelmente se vão distanciando, espécie de excertos recuperados de memórias. É a vendedeiro de figos, rapariguinha descalça que certo dia ateou num jovem de 14 anos um deslumbramento de sonho que não mais se apagaria, o pequeno vagabundo que chara o castigo infligido a Teu Nome, o cãozito seu companheiro, que, num rasgo de audácia, se erguera a proporções verdadeiramente humanas;  a criança que recebeu pelo Natal, uma prenda extraordinária que lhe trazia apelo do mar e da aventura. Mas, lado a lado com estas recordações poéticas entremezes satíricos como o do burlesco pantomineiro que era o Pai dos Mortos. Há, porém, neste livro uma novidade a acentuar os temas africanos, fruto da amarga experiência de Alves Redol durante três anos de permanência em Angola E esta experiência que constitui o fundo de alguns dos notáveis contos de Histórias Afluentes, narrados todos eles num estilo límpido, depurado e coloquial, que revela a maturidade de um grande escritor

    📝 Assinatura de posse.