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Almeida Garrett
5,00 €
Alfageme de Santarém de Almeida Garrett.
Lello 6 Irmão. Porto, 250 págs. E.
Lusitânia
Drama histórico em cinco atos, de Almeida Garrett, cuja ação se desenrola em Santarém, tendo como pano de fundo a crise política de 1383-1385.
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Almeida Garrett
10,00 €
Cartas de Amor à Viscondessa da Luz de Almeida Garrett.
Empresa Nacional de Publicidade. Lisboa, s.d., 116 págs. B.
Rosa Montufar Infante (a quem Garrett dirigiu estas cartas), espanhola, da Andaluzia, era filha dos Marqueses de Silva Alegre. Não a celebrizaram apenas as suas relações com Garrett, a paixão que lhe inspirou, o lugar que ocupou nos últimos anos da sua vida, a partir de 1846. Desde muito nova era admirada como uma das mais belas mulheres do seu tempo. Herdara a beleza da mãe, de quem disse o Marquês de Mendigorria que fora a «mujer mas hermosa de su epoca como se sabe», referindo-se também a «la esplendida belleza de su hija”, cujo retrato reproduzido de uma litografia o volume apresenta.
𓂃🖊 Coordenadas e Anotadas de José Bruno Carreiro
✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
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Almeida Garrett
7,50 €
MITO de raiz popular, crença no regresso de D. Sebastião desaparecido em Alcácer Quibir, o Sebastianismo traduz a nostalgia de uma idade de ouro que passara e o sentimento de humilhação nacional de um povo ocupado pelo estrangeiro, bem como a espera messiânica duma comunidade incapaz de resolver os seus destinos.
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Almeida Garrett
3,50 €
Mas sei que as presentes Folhas Caidas representam o estado de alma do poeta nas variadas, incertas e vacilantes oscilações do espirito que, tendendo ao seu fim único, a posse do Ideal, ora pensa tê-lo alcançado, ora estar a ponto de chegar a ele – ora ri amargamente porque reconhece o seu engano ora se…
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Almeida Garrett
3,50 €
Flores sem Fruto, publicado em 1835, é um conjunto de poemas líricos de Almeida Garrett que reflete a sua visão romântica do amor, da vida e da morte. A obra é dividida em quatro partes: Líricas: poemas que expressam a angústia existencial do poeta e a sua busca por um amor idealizado. Folhas Caídas: poemas…
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Almeida Garrett
6,00 €
Romanceiro de Almeida Garrett.
Círculo de Leitores. Lisboa. E.
Compilação das lendas e romances portugueses de tradição oral ou escrita, produto do trabalho de recolha e de perscrutação da índole genuína da nossa literatura que Garrett teria iniciado ainda na década de 20, aquando do seu exílio em Inglaterra, sob a influência dos trabalhos de Scott, Percy, Lockart e Burger. A recolha reparte-se por três volumes: no primeiro incluem-se Adozinda e outros (Adozinda e Bernal Francês, publicados em Londres, em 1828, entre outros); no segundo e no terceiro estão reunidos os Romances cavalheirescos antigos. Na introdução ao primeiro volume, Garrett diz-se inspirado pelo desejo de dar a conhecer essa “outra literatura que era a verdadeira nacional, a popular, a vencida, a tiranizada por esses invasores gregos e romanos”. Oito anos depois, na introdução ao segundo volume, reforça a ideia da necessidade de “estudar as nossas primitivas fontes poéticas, os romances em verso e as legendas em prosa; as fábulas e crenças velhas, as costumeiras e as superstições antigas; […] o tom e o espírito verdadeiro português, esse é forçoso estudá-lo no grande livro nacional, que é o povo e as suas tradições, e as suas virtudes, e os seus vícios, e as suas crenças, e os seus erros.”
📘Plastificado de origem
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Almeida Garrett
3,50 €
Camões de Almeida Garrett.
Círculo de Leitores, 1984, 394 págs. E.
A obra «Camões» de Almeida Garret é um poema lírico-narrativo, escrito provavelmente durante o primeiro exílio do escritor e é considerada a primeira obra romântica da história da literatura portuguesa. O tema desta obra é a vida de Luís de Camões, em particular, os momentos em que Camões escreveu «Os Lusíadas».
Poema lírico-narrativo, datado do primeiro exílio de Garrett, em 1826, que aborda um episódio lendário da história nacional relacionado com a época evocada no título (D. Branca ou a conquista do Algarve): a história de amor infeliz entre a infanta D. Branca e o rei mouro Aben-Afan. Repudiando a mitologia greco-latina e druídica em favor do “maravilhoso” popular nacional, Garrett terá pretendido, como confirma numa nota à “Memória ao Conservatório Real”, de 1844, escrita a respeito do Frei Luís de Sousa, convidar os jovens escritores a “entrar por sua antiga história a descobrir campo, a colher pelas ruínas de seus tempos heroicos os tipos de uma poesia mais nacional e mais natural”. D. Branca, a par do poema Camões, publicado um ano antes, é considerada uma das obras fundadoras do gosto romântico na literatura portuguesa.
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Almeida Garrett
7,50 €
Frei Luíz de Sousa de Almeida Garrett.
Empresa Lusitânia Editora. Lisboa, s.d., 248 págs.
Drama representado pela primeira vez em 1843, publicado em 1844, é considerado a obra-prima do teatro romântico e uma das obras-primas da literatura portuguesa.
O enredo, inspirado na vida do escritor seiscentista Frei Luís de Sousa, de seu nome secular D. Manuel de Sousa Coutinho, tem como pano de fundo a resistência à dominação filipina.
Na célebre memória “Ao Conservatório Real” que acompanha a peça, Garrett critica o modo como na sua época se pretende fazer o drama, com um excesso de violência e de imoralidade, e alega ter desejado “excitar fortemente o terror e a piedade”, usando de contenção e simplicidade.
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Almeida Garrett
3,00 €
Nos três livros (Lírica de João Mínimo, Fábulas e Contos, Odes Anacreônticas) em que se divide a LÍRICA estão as três primeiras épocas da existência do mancebo. As impressões e aspirações da infância que desponta à puberdade, os instintos da glória, do amor e do patriotismo suspiram no primeiro livro, que se sente escrito no sossego da casa paterna à repousada sombra das faias e das laranjeiras da sua ilha no meio do Atlântico,” e logo depois às margens clássicas do Mondego, nas horas vagas dos estudos superiores. O segundo livro é nova era para o poeta e para o patriota. Alceu imberbe, tribuno de dezasseis anos, levanta-se com a revolução, destitui todos os ídolos velhos, e não canta senão hinos à liberdade. O profundo sentimento monárquico lá ressumbra todavia sempre dos mais exaltados cantos com que se insurge a sua musa revolucionária. Vê-se que, apesar de todo o impeto que leva essa carreira, jamais há-de precipitá-lo na anarquia. O irreconciliável inimigo dos déspotas e dos hipócritas não há-de ser nunca o amigo dos demagogos, nem blasfemará jamais contra Deus e contra a religião em nome da liberdade que adora como emanação do seio divino.
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Almeida Garrett
10,00 €
Viagens na Minha Terra de Almeida Garrett.
Editorial Verbo. Lisboa, 1983, 255 págs. E. Il.
📷 Ilustrado Lima de Freitas
Esta é a odisseia que Almeida Garrett fez pelas terras do seu país. Aí visitou as ruas e os cafés, as igrejas e os túmulos, ouvindo pelo caminho uma história de amor em tempos de guerra, vivida por Carlos, que luta pelos liberais, e sua prima, Joaninha, a menina dos rouxinóis. Neste impressionante relato sem igual na história da literatura portuguesa, o autor não deixa dúvida sobre os seus intentos: «protesto que de quanto vir e ouvir, de quanto eu pensar e sentir se há-de fazer crónica». Quanto tempo permeia então uma ida de Lisboa a Santarém? Quanto tempo baste para se percorrer uma e outra vez as Viagens na Minha Terra. Publicado em volume em 1846, com este texto Almeida Garrett desenhou não só uma deambulação entre as duas cidades portuguesas, mas pelo Portugal dos homens e das ideias do século XIX.
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