A mostrar 1–16 de 95 resultadosOrdenado por mais recentes

  • QUEDA DA MONARQUIA (1890 1910) DE JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO

    Queda da Monarquia

    Joaquim Veríssimo Serrão

    7,50 

    A QUEDA DA MONARQUIA (1890-1910) DE JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO
    Editorial Verbo. Lisboa, 1995, 543 págs. E.
    🗂️ Colecção: História de Portugal | 10

    Décimo volume da História de Portugal de Joaquim Veríssimo Serrão, considerada a mais completa história de Portugal escrita por um único autor. O volume cobre o período de 1890 a 1910, desde o trauma do Ultimato Britânico até à implantação da República, ilustrado em extratexto sobre papel couché com fotografias, reproduções de documentos e obras de arte a cores, e acompanhado de mapas e índices.

    ──────────────────
    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 1250
    ──────────────────

  • INSTAURAÇÃO DO LIBERALISMO (1807 1832) DE JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO

    Instauração do Liberalismo (1807-1832)

    Joaquim Veríssimo Serrão

    7,50 

    A INSTAURAÇÃO DO LIBERALISMO (1807-1832) DE JOAQUIM VERÍSSIMO SERRÃO
    Editorial Verbo. Lisboa, 1994, 541 págs. E.
    🗂️ Colecção: História de Portugal | 7

    Sétimo volume da História de Portugal de Joaquim Veríssimo Serrão, cobrindo o período de 1807 a 1832, desde as invasões napoleónicas e a transferência da Corte para o Brasil até ao fim da guerra civil entre liberais e absolutistas e à instauração definitiva do regime liberal em Portugal. Ilustrado em extratexto sobre papel couché com fotografias, reproduções de documentos e obras de arte a cores, acompanhado de mapas e índices.

    ──────────────────
    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 1250
    ──────────────────

  • História de Portugal XIV de Joaquim Veríssimo Serrão

    1ª Legislatura à Visita Presidencial aos Açores (1935-1941), Da

    Joaquim Veríssimo Serrão

    10,00 

    Da 1ª Legislatura à Visita Presidencial aos Açores (1935-1941) de Joaquim Veríssimo Serrão.
    Editorial Verbo. Lisboa, 2000, 692 págs. E. Il.
    Colecção: História de Portugal XIV

    Volume XIV da monumental História de Portugal de Veríssimo Serrão, cobrindo a consolidação do Estado Novo entre 1935 e 1941.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Gregos de J. M. Cook

    Gregos, Os

    J. M. Cook

    7,00 

    Os Gregos: na Jónia e no Oriente de J. M. Cook.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 269 págs. B. Il.
    Colecção: História Mundi | 25

    “Está ainda por escrever a história dos gregos do Oriente. Este simples livro será, quando muito, um esboço pioneiro de tal história, matizado, como não podia deixar de ser, pelos preconceitos e predileções do autor. Demonstra no entanto que, embora os nossos conheci mentos acerca dos acontecimentos políticos e militares sejam demasiado escassos para permitir uma narrativa com sequência, não faltam provas relativamente à história cultural e social dos gregos do Oriente.
    O leitor que tiver a paciência de chegar ao fim há-de notar que é na verdade duplo o objectivo desta obra. A primeira parte trata dos diferentes ramos do povo grego que, finda a Idade do Bronze, emigraram rumo a leste, para o litoral da Asia Menor, e a que hoje chamamos gregos do Oriente. Acompanhá-los-emos no desenvolvimento da sua civilização e notaremos o aparecimento de determinadas qualidades de carácter e inteligência que os distinguiram uns dos outros. Devemos ter presente que nunca estiveram isolados dos gregos da Grécia europeia; o Egeu constituiu sempre o foco da civilização grega; e, ao contrário dos seus compatriotas da Itália Meridional e da Sicilia, estes gregos do Oriente nunca se tornaram colonos, seja em que sentido for.
    No século IV a. C. o centro de gravidade do mundo grego começou a deslocar-se para leste; muitos gregos emigraram para os novos reinos de Alexandre no Oriente, e-no que respeita à história da Grécia – o que se passava na metade oriental do mundo grego era muito mais importante do que o que sucedia no Ocidente. Por isso, nos últimos capítulos, em que nos debruçaremos sobre os gregos do Oriente, poderemos, já integrados no assunto, ser testemunhas do apogeu grego e da consolidação final da vida civilizada.” in Prefácio

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ao Fim da Memória: Memórias (1906-1939) de Fernanda de Castro

    Fim da Memória: Memórias (1906-1939), Ao

    Fernanda de Castro

    10,00 

    Ao Fim da Memória: Memórias (1906-1939) de Fernanda de Castro
    Editorial Verbo. Lisboa, 1988, 326 págs. B.

    Ao Fim da Memória é um misto de livro de memórias e de diário poético, em que a Autora transfigura o mundo que a envolve e evoca a sua participação, ao lado de António Ferro, na revolução do modernismo brasileiro e nas exposições internacionais de Paris, Nova Iorque e São Francisco. Desfilam nestas páginas grandes escritores com quem conviveu: de Pirandello a Maeterlinck, de Gabriela Mistral a François Mauriac (todos Pré-mios Nobel da Literatura), além de pintores, músicos, romancistas e filósofos, como Picabia, Honegger, Poulenc, Wanda Landowska, Colette, Mircea Eliade é Miguel de Unamuno, os brasileiros Oswald de Andrade, Cecília Meireles ou Tarsila do Amaral e um sem-número de personalidades da nossa vida literária, artística, política e social.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ancien Regime de C. B. A. Behrens

    Ancien Regime

    C. B. A. Behrens

    6,00 

    Ancien Regime de C. B. A. Behrens
    Editorial Verbo. Lisboa, s.d., 214 págs. E. Il.

    É arriscado apresentar este estudo como a primeira tentativa séria de análise ao carácter do Ancien Régime, desde o clássico de Tocqueville a 1856. O termo Ancien Régime foi usado a primeira vez por escritores dessa época para designar retrospectivamente a estrutura social e política da França, que viria a desaparecer com a Revolução. O presente livro demonstra que o termo pode bem ser aplicado a diferentes países e épocas por exemplo à Rússia de fins do século XIX. Está porém em causa a França de entre 1748 e 1789. E aqui se estuda uma sociedade complexa – economia, instituições, crenças e a sua erosão devida a alterações materiais e ideológicas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Os Fenícios de Donald Harden

    Fenícios, Os

    Donald Harden

    7,00 

    Os Fenícios de Donald Harden.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1968, 331 págs. B. Il.
    Colecção: Historia Mundi | 9

    O Povo: suas origens e afinidades;
    Geografia;
    A História dos Fenícios na sua pátria;
    A Expansão Fenícia no Ultramar;
    Cartago: sua origem e história;
    Governo, constituição, estrutura social;
    Religião;
    Língua, Escrita, Textos;
    A Guerra;
    Cidades;
    Indústria;
    Comércio, Viagens e Explorações;
    Arte.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Peru de G. H. S- Bushnell

    Peru

    G. H. S- Bushnell

    7,00 

    Peru de G. H. S- Bushnell
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 213 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 16

    Os Primeiros Caçadores
    Os Primeiros Agricultores
    Período Formativo
    O Período Clássico
    O Pós-Clássico Inicial
    O Pós-Clássico Final I – Período dos Construtores de Cidades
    O Pós-Clássico Final II – Inca

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Citas

    Citas

    Tamara Talbot Rice

    7,50 

    Citas de Tamara Talbot Rice
    Editorial Verbo. Lisboa, 1974, 252 págs. E. Il.
    Colecção: História Mundi | 37

    Índice
    Os Reis Citas
    Antecedentes
    O Povo
    Túmulos
    Bens Terrenos
    A Arte no Mundo Cita
    A Herança Cita
    Sepulturas Mais Importantes dos Citas e Nómadas Aparentados

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Menino do Engenho de José Lins do Rego

    Menino do Engenho

    José Lins do Rego

    3,00 

    Menino do Engenho de José Lins do Rego
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 154 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica Verbo | 47

    Primeiro romance de José Lins do Rego, Menino de Engenho traz uma narrativa cativante composta pelas aventuras e desventuras da meninice de Carlos, garoto nascido num engenho de açúcar. No livro, o leitor se envolverá com as alegrias, inquietações e angústias do garoto diante de sensações e situações por ele vivenciadas pela primeira vez.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Lazarilho de Tormes de Gregorio Marañón

    Lazarilho de Tormes

    Gregorio Marañón

    3,00 

    Lazarilho de Tormes de Gregorio Marañón [Pref.]
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 148 págs. B.
    Colecção: Biblioteca Básica Verbo | 44

    «[…] em 1554, La vida del Lazarillo de Tormes y de sus fortunas y adversidades fez um amável trabalho de escândalo […] Julio Cejador detém-se sobre o que teria sido, sob Filipe II, a sua popularidade: “Foi o livro de todos, dos letrados e dos leigos, do baixo povo e das pessoas da alta sociedade. Aventureiros e caminhantes não se esqueciam de o levar na bolsa, tal como estava na mochila de carregadores e soldados. Era visto na sala dos pajens e dos criados, e não menos na alcova das senhoras, na sala das damas e na secretária dos eruditos.” O Lazarilho começava este êxito de best-seller quinhentista pelo estilo, recusando-se aos excessos verbais que os grandes nomes da literatura espanhola então afagavam; apoiava-se numa coloquialidade não conhecida ou pelo menos rara entre os escritores da época. Era, para ouvidos e sentimentos, de um realismo penetrante em linguagem de povo; uma reconhecível visão parodística da vida que então rodeava os seus leitores: visão da Espanha decadente, empobrecida com a emigração para as Américas e com as guerras, a que suscitava esta crítica de amargo humor a uma nova sociedade de burguesia a nascer, com parasitismos e ociosidades, abundância de deserdados e avessa, por descrença, aos méritos do trabalho.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Venâncio e Outros Histórias de Joaquim Paço d' Arcos

    Venâncio e Outros Histórias

    Joaquim Paço d' Arcos

    3,00 

    Venâncio e Outros Histórias de Joaquim Paço d’ Arcos.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1971, 183 págs. B.

    Romancista e poeta de talento, Joaquim Paço d’Arcos, possuidor de uma grande experiência de viajante, aliada a uma notável bagagem de convívio humano, imprime à sua obra de novelista um tom cosmopolita, servido por um estilo claro, luminoso e sóbrio.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia Portuguesa do Século XII a 1915 de Cabral de Nascimento

    Poesia Portuguesa do Século XII a 1915

    Cabral de Nascimento

    4,00 

    Poesia Portuguesa do Século XII a 1915 de Cabral de Nascimento
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 246 págs. B.
    Biblioteca Básica Verbo | 79

    Dos trovadores dos séculos XII a XIV até aos poetas dos primeiros anos deste século, são cento e oito os autores incluidos na presente antologia. A Cabral do Nascimento, crítico e poeta, se deve esta recolha, onde figuram os nomes principais da poesia portuguesa anterior a 1915, o ano do Orpheu.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Nome de Guerra de José de Almada Negreiros

    Nome de Guerra

    José de Almada Negreiros

    3,00 

    Nome de Guerra de José de Almada Negreiros.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 152 págs. B.
    Biblioteca Básica Verbo | 62

    Almada Negreiros, um dos fundadores da famosa revista Orpheu, juntamente com Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, é figura de grande relevo nas artes e nas letras portuguesas. O romance Nome de Guerra, relato ingénuo e filosófico da descoberta de Lisboa por um provinciano, é por certo dos momentos mais altos da sua produção de escritor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Mundo Antigo de Margaret Oliphant

    Mundo Antigo, O

    Margaret Oliphant

    8,00 

    O Mundo Antigo de Margaret Oliphant.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1993, 220 págs. E. Il.

    A espectacular evolução das grandes civilizações, incluindo o Egipto, Pérsia, Grécia, Roma, China e América.

    A ascenção e queda dos grandes impérios desaparecidos e o esplendor redescoberto de cidades lendárias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Contos Bárbaros de João de Araújo Correia

    Contos Bárbaros

    João de Araújo Correia

    3,00 

    Contos Bárbaros de João de Araújo Correia.
    Editorial Verbo. Lisboa, 1972, 140 págs. B
    Biblioteca Básica Verbo | 58

    Data de 1939 a primeira edição de Contos Bárbaros. Os momentos de crueza e de lirismo que povoam estas páginas que têm por cenário a região de Entre Douro e Minho, o tom de humanidade que nelas repassa e o casticismo de uma linguagem sóbria e incisiva fazem de João de Araújo Correia um notável prosador das nossas letras.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.