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  • Marx e Engels de Jean Bruhat

    Marx e Engels

    Jean Bruhat

    5,00 

    O interesse da biografia parece opor-se directamente a um projecto geral mas ela própria tem como pano de fundo o mundo histórico no qual o indivíduo está integrado.

  • Estudos de Economia Teórica e Aplicada

    Estudos de Economia Teórica e Aplicada

    Armando Castro

    7,50 

    Estudos de Economia Teórica e Aplicada de Armando Castro.
    Seara Nova. Lisboa, 1968, 350 págs. B.

    Ao­­ iniciar uma conversa periódica com os leitores dentro dum âmbito sem dúvida restrito e com uma índole particular, em que predominam reflexões tanto sobre questões económicas como questões que duma maneira muito geral poderemos designar por questões teóricas, pode possivelmente perguntar-se que interesse terão semelhantes abordagens. A interrogação neste caso nasce da pretensão de se quererem arrastar os leitores para uma reflexão periódica fora do âmbito de publicações especializadas, onde naturalmente quem estiver especialmente empenhado neste género de leituras terá facilidade em ir colher as indicações que procura.

    📖 Exemplar por abrir

  • Concerto das Buzinas, O

    Concerto das Buzinas, O

    Virgílio Martinho

    10,00 

    O Concerto das Buzinas de Virgílio Martinho.
    Seara Nova. Lisboa, 1976, 174 págs. B.

    «A sala de prisão tem trinta e seis passos por doze de extensão, uma retrete e dois anexos: um grande e outro pequeno. É neste que dormem Passão e Graça. Passão está meio surdo e de vez em quando urina sangue. Graça tem a voz entaramelada e nem sempre encontra as palavras ajustadas para exprimir o que pensa; mas está a recuperar, já consegue ler uma coluna de jornal sem que esta se transforme numa ilegível mancha negra.»

    📕 1ª Edição.
    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Revolução de 1383 de António Borges Coelho

    Revolução de 1383

    António Borges Coelho

    7,50 

    Revolução de 1383 de António Borges Coelho.
    Seara Nova. Lisboa, 1975, 182 págs. B.

    Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista).

    Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crimes da Monarquia

    Crimes da Monarquia

    Alexandre Cabral

    10,00 

    Os Crimes da Monarquia – Julgamento realizado em 1891 no Supremo Tribunal de “Justiça” («Jornal Académico Republicano» de Lisboa) de Alexandre Cabral.
    Seara Nova. Lisboa, 1973, 150 págs. B.

    As peças que constituem o Julgamento de “Os Crimes da Monarquia”, que decorreu no cenário fantasioso do Supremo Tribunal d’A Justiça (de facto, ao que presumimos, numa modesta sala de redacção do «jornal académico repúblicano» que tinha por título “A Justiça”), correspondem aos 14 artigos que sobre o extraordinário Julgamento a folha académica de Lisboa inseriu nas suas colunas de honra de 4 a 21 de Julho de 1891.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.