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  • Quadros da História Trágico-Marítima

    Quadros da História Trágico-Marítima

    Rodrigues Lapa

    3,00 

    Uma coleção que explora os eventos trágicos da história marítima, com seleção, prefácio e notas do autor Rodrigues Lapa, trazendo à luz narrativas que marcam a cultura e a identidade marítima portuguesa.

  • Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos

    Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos

    Eduardo Guerra

    7,00 

    Evolução da Economia Portuguesa (1963-1966): e Outros Estudos de Eduardo Guerra.
    Seara Nova. Lisboa, 1967, 249 págs. B.

    A análise da evolução da economia nacional nos últimos quarenta anos mostra que nela se podem considerar três períodos, que se apresentam suficientemente diferenciados para que se justifique tal divisão. O primeiro termina com o início da década de 50, o segundo vai até 1961 e o terceiro abrange os anos posteriores e deverá ainda prolongar-se, se a actual orientação político–económica não se alterar profundamente.

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  • Sindicatos e Socialismo de Henri Krasucki de Henri Krasucki

    Sindicatos e Socialismo

    Henri Krasucki

    3,00 

    “Não basta regozijarmo-nos com o interesse apaixonado que grandes massas dedicam às ideias do socialismo. Para avançar concretamente neste caminho é também, e sobretudo, necessária a clareza nos espíritos de milhões e milhões de trabalhadores.
    Ora não falta confusão que é preciso dissipar, e a reflexão, o debate, devem prosseguir-se à luz do dia para vencer todos os obstáculos: é afinal da consciência e da vontade dos trabalhadores, do seu apoio de massa que depende a realização da unidade sobre bases claras, sérias, e portanto eficazes.
    Não basta falar de socialismo, é preciso ter dele uma ideia correcta e fazer o necessário para criar as condições da sua realização quando o país está sob o domínio das poderosas feudalidades económicas e financeiras.
    Foi para contribuir para esta clarificação necessária, para circunscrever de mais perto certas divergências, especialmente com a C. F. D. T., e responder a um certo número de questões, as mais importantes que se põem a tantos trabalhadores, que Henri Krasucki, secretário da C. G. T., escreveu na Vie Ouvrière uma série de artigos sobre o tema: «Sindicatos e socialismo».” in À Maneira de Apresentação

  • Comemorações e História: A Descoberta da Guiné

    Comemorações e História: A Descoberta da Guiné

    Vitorino Magalhães Godinho

    10,00 

    Comemorações e História: A Descoberta da Guiné de Vitorino Magalhães Godinho.
    Seara Nova. Lisboa, 1947, 61 págs. B

    Até 1840, os descobrimentos vulgarmente designados por henriquinos eram conhecidos quase tão só através da Década Primeira da Asia de João de Barros e de um capítulo da Crónica do Príncipe D. João de Damião de Góis. Trata-se de construções tardias – posteriores de um século à morte do Infante e que hoje sabemos reflectirem muito da mentalidade do século xvi. (Excerto)

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Historiadores Quinhentistas

    Historiadores Quinhentistas

    Rodrigues Lapa

    3,00 

    RAZÕES DA PRESENTE EDIÇÃO. Os trechos foram tirados das primeiras edições, e os de Gaspar Correia foram confrontados com o códice autógrafo guardado na Torre do Tombo. Temos pena de não poder inserir mais páginas, dada a pequenez do espaço, que nos é imposto pela natureza da colecção. Ainda assim, julgamos que os trechos escolhidos darão uma ideia suficientemente clara das tendências e processos da historiografia quinhentista. Com esse objectivo, insistimos nos prefácios, sobretudo nos de Barros, não podendo inserir a Apologia deste último, que precede a Década IV, por suas grandes dimensões. Aí, o grande escritor desabafa os seus queixumes, pela crítica de que era alvo. De Diogo do Couto só damos um trecho, aliás bem interessante e representativo, porque lhe reservamos um espaçoso lugar no volume da História trágico-marítima, com a relação do naufrágio de D. Paulo de Lima, uma das mais emocionantes da famosa colectânea.

  • Duas Formas de Expressão Opostas na História da Arte

    Duas Formas de Expressão Opostas na História da Arte

    Myron Malkiel-Jirmounsky

    7,50 

    Duas Formas de Expressão Opostas na História da Arte de Myron Malkiel-Jirmounsky.
    Seara Nova. Lisboa, 1943, 27 págs. B.

    O grande público, os profanos, pensam geralmente, segundo uma fórmula de Aristóteles demasiado simplificada, que a arte não é outra coisa senão a imitação da natureza. Porém os artistas, assim como os críticos e os teóricos, protestaram sempre contra esta interpretação servil da actividade mais criadora do homem. A arte para estes é ou a expressão particular do mundo visível que nos rodeia, ou a do mundo interior, dos sentimentos, dos sonhos. Segundo as tendências das diversas épocas, ora reconhecem na natureza o modelo a seguir, ora, revoltando-se contra esta sujeição, preconizam a criação pura como o fim único de tôda a arte digna dêsse nome.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Investimentos Estrangeiros em Portugal

    Investimentos Estrangeiros em Portugal

    Luís Salgado Matos

    4,00 

    Investimentos Estrangeiros em Portugal de Luís Salgado Matos.
    Seara Nova. Lisboa, 1973, 350 págs. B.
    Colecção Que País?, 2

    A questão da nacionalidade dos proprietários do capital, numa perspectiva estratégica, é sempre secundária perante as questões de propriedade do capital e do poder nas unidades de produção. Se bem que o presente estudo se restrinja essencialmente aos aspectos a que habitualmente se chamam económicos, espero que contribuirá pada demonstrar que, numa perspectiva táctica, no momento presente, a questão da nacionalidade dos proprietários do capital é também uma questão secundária.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Considerações Sobre as Artes Plásticas

    Considerações Sobre as Artes Plásticas

    Manuel Mendes

    15,00 

    Considerações Sobre as Artes Plásticas de Manuel Mendes.
    Seara Nova. Lisboa, 1944, 163 págs. B.

    Reunião de crónicas e textos avulsos (1929-1944), com menção da publicação a que correspondem — maioritariamente a Seara Nova —, sobre arte e artistas (Dórdio Gomes, Carlos Botelho, Maria Keil, Veloso Salgado, Simões de Almeida, o Salão dos Modernistas, «os arquitecto no 1.º Salão dos Independentes», Columbano, etc.).

    Ilustrado com 15 desenhos a preto, de António Duarte, Bernardo Marques, Carlos Botelho, Diogo de Macedo, Jorge Barradas, José Tagarro, Maria Keil, Mário Eloy, Ofélia Marques e Stuart de Carvalhais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Segunda Guerra da Indochina, A

    Segunda Guerra da Indochina, A

    Wilfred Burchett

    6,00 

    “…Washington tende a vê-la através da limitada óptica do «anticomunismo»; os povos da Indochina vêem-na através da óptica da sua luta secular pela completa independência e o fim da dominação estrangeira. Acima de tudo, é esta diferença de perspectiva que torna difícil o acordo. Quer fosse a chegada de missionários do Ocidente em proselitismo, quer se tratasse das diversas missões de «auxílio» económico dos E.U.A., os povos da Indochina foram usados sob osmais variados e inocentes pretextos para a imposição do domínio estrangeiro…”

    Obra da autoria do jornalista australiano, Wilfred Burchett, reconhecido pelas reportagens no Japão, após o ataque atómico a Hiroshima, e nas guerras da Coreia e Vietname. Neste livro, analisa a invasão do Camboja e do Laos pelas tropas Norte-Americanas.

  • Peregrinação de Fernão Mendes Pinto

    Peregrinação

    Fernão Mendes Pinto

    3,00 

    Peregrinação de Fernão Mendes Pinto.
    Seara Nova. Lisboa, 1954, 142 págs. B.

    RAZÕES DA PRESENTE EDIÇÃO. Os trechos foram escolhidos de modo que dessem um apanhado geral dos países percorridos por Fernão Mendes Pinto e oferecessem as suas mais belas páginas de narração e descritivo. São ligados uns aos outros por sumários, que dão um resumo da matéria da Peregrinação. A edição escolhida foi a primeira, de 1614, cuja revisão, não é da responsabilidade do autor, pois tinha morrido havia mais de trinta anos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crestomatia Arcaica

    Crestomatia Arcaica

    Rodrigues Lapa

    6,00 

    Crestomatia Arcaica de Rodrigues Lapa.
    Textos Literárias. Lisboa, 1940, 81 págs. B.

    A língua portuguesa, contràriamente ao que muitos supõem, não nasceu em berço doirado. Procede, como é sabido, do latim, mas não daquele latim polido e escrito de Cícero ou de Vergilio, antes do idioma popular, falado por comerciantes, operários e soldados no território da antiga Roma. Foi esse latim vulgar que os colonos roma nos introduziram na Península, após a conquista. Não era um idioma absolutamente diferente do latim culto, literário; mas adoptava um vocabulário e uma sintaxe em parte diversos da língua escrita, o que sucede ainda hoje nas línguas modernas, em que o falar de todos os dias diverge consideravelmente do idioma escrito.

    📝 Assinatura de posse.

  • Viagem à União Soviética e Outras Páginas

    Viagem à União Soviética e Outras Páginas

    Urbano Tavares Rodrigues

    10,00 

    Viagem à União Soviética e Outras Páginas de Urbano Tavares Rodrigues.
    Seara Nova. Lisboa, 1973, 210 págs. B.

    No início dos anos 70 do século passado, Urbano Tavares Rodrigues visitou a União Soviética durante três semanas na companhia de outros escritores portugueses. Esteve em Moscovo e Leninegrado (actual São Petersburgo), no Cazaquistão e no Uzbequistão, no «novo mundo siberiano» e no fabuloso Oriente.

    Em cada paragem falou com pessoas, conheceu as suas casas, entrou em museus, palácios, igrejas, livrarias, até num hospital, devido a doença repentina, sem se coibir de fazer perguntas, por mais incómodas que fossem. Queria descobrir a «verdadeira sociedade colectivista» e os impactos da «grande revolução tecnocientífica».

    Foi uma viagem apaixonada, de um militante do Partido Comunista, mas também uma viagem de indagação, de verificação, de questionamento. De alguém que sabia que apenas poderia reter «informações forçosamente limitadas, impressões forçosamente subjectivas».

    O resultado é um livro que surpreende pela lucidez cristalina das suas observações, nunca obscurada pela sombra do entusiasmo propagandístico e ideológico.

    Numa prosa admirável, plena de ritmo e sugestivas descrições, Urbano Tavares Rodrigues revela a independência de espírito que sempre marcou a sua obra.

    Um documento para a história contemporânea portuguesa.

    📕 1ª Edição.

  • Estudos Dispersos

    Estudos Dispersos

    Moniz Barreto

    7,50 

    Estudos Dispersos de Moniz Barreto.
    Portugália Editora. Lisboa, 1963, 341 págs. B.

    Crítica literária: «O Sr. Eça de Queirós» Estudo de Psicologia.; «Miragens Seculares» por Teófilo Braga; «Mariana Alcoforado» por Luciano Cordeiro; «Goa Antiga e Moderna» por Frederico Dinis de Ayala; «Dissonâncias» por Tomás Ribeiro; «Fastos da Ditadura Militar no Brasil» por Frederico de S.; «Um Ano de Crónica» por Manuel da Silva Gaio; «Só» por António Nobre; «A Inglaterra de Hoje» por Oliveira Martins; «A crise do lirismo» A propósito de Os Simples; «Um livro de história» Revista de educação e ensino.

    📝 Assinatura de posse.

  • Questões Morais e Sociais na Literatura IV de Raul Brandão

    Questões Morais e Sociais na Literatura IV

    Raul Brandão

    10,00 

    Questões Morais e Sociais na Literatura IV de Raul Brandão.
    Seara Nova. Lisboa, 1942, 124 págs. B.

    Estudos publicados pelo autor em folhetos independentes e que foram consagrados a vários autores. Este volume é dedicado a Raúl Brandão.

    📝 Assinatura de posse.

  • Vida do Arcebispo de Fr. Luiz de Souza

    Vida do Arcebispo

    Fr. Luiz de Souza

    7,00 

    Vida do Arcebispo de Fr. Luiz de Souza.
    Seara Nova. Lisboa, 1961, 96 págs. B.

    Cheio de pureza, de graça, de religiosa gravidade, de compassado movimento, sensível à ironia branda do moralista, exacto na expressão das ideias, animado de uma bondade que o embebe de finura e de modéstia, o estilo de Fr. Luís de Sousa aparece-nos como um dos que mais apuraram a nossa língua e contribuíram para a fazer abandonar de todo as asperezas e incertezas de 500, tornando-a um instrumento maleável e sólido nas mãos dos futuros escritores.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Sinfonia do Vento de Sarmento de Beires

    Sinfonia do Vento

    Sarmento de Beires

    25,00 

    Sinfonia do Vento de Sarmento de Beires.
    Edição Seara Nova. Lisboa, 1924, 101 págs. E.

    Livro de poesia de José Manuel Sarmento de Beires (1892-1974) foi oficial do exército português e pioneiro da aviação mundial. Licenciado em Engenharia Civil pela Universidade do Porto em 1916, termina em 1917 o primeiro Curso de Pilotagem da Escola de Aviação de Vila Nova da Rainha, onde teve como instrutor Sacadura Cabral. A 13 de maio de 1920 realizou o primeiro voo noturno em Portugal e a 18 de outubro do mesmo ano, com Brito Paes, realizou o primeiro voo até à ilha da Madeira, onde não aterrou, devido ao nevoeiro. Em 1924, realizou com Brito Paes e Manuel Gouveia o primeiro raide aéreo Lisboa-Macau, que originou o livro De Portugal a Macau. Em 1927, com Jorge Castilho e Manuel Gouveia, realizou o mais longo voo noturno da história da aviação até à época, atravessando o Atlântico Sul desde a Guiné até Fernando Noronha, no Brasil, apenas com navegação astronómica. Sobre ele escreveu a narrativa Asas que naufragam, cuja reedição está em curso. Ligado ao Grupo da Seara Nova, foi um forte opositor ao regime instaurado em 1926, tendo sido preso em 1933 e exilado no Brasil. Amnistiado em 1951, foi reintegrado na Reserva como Major e promovido a Coronel por distinção (1972). Herói nacional, foi agraciado com altas condecorações do Estado português.

    📝 Assinatura de posse.