Bíblia Tinha Razão de Werner Keller. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 428 págs. B.
A verdade histórica da Bíblia, esse livro máximo da história da humanidade, é demonstrada pela arqueologia.
As escavações, os estudos arqueológicos e a erudição histórica foram, pouco a pouco, revelando e comprovando a veracidade dos textos bíblicos. Este livro excepcional, que em poucos dias deu a volta ao mundo com o maior aplauso de todos os credos, é a história viva e apaixonante do mais célebre recanto da Terra, através das páginas da Bíblia e das vicissitudes romanescas da confirmação delas pelas descobertas dos sábios.
Ah King de Somerset Maugham. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 321 págs. B.
São cinco histórias bastante interessantes, que contam a vida de outras pessoas, como as próprias personagens contarism. Situados na Malásia na década de 1950, são vidas britânicas vividas numa bolha. O foco está nas tensões sexuais dentro dos relacionamentos.
Música ao Longe de Erico Veríssimo. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 211 págs. B.
A família Albuquerque se orgulha de ter recepcionado o imperador D. Pedro II numa suposta visita do monarca ao município de Jacarecanga. Apesar de terem sido proprietários da maior estância da região e de se considerarem benfeitores da população da cidade no passado, na década de 30 os Albuquerque estão atolados em dívidas e lutam para não perder o último casarão familiar. A ação é descrita através do olhar a um só tempo inquiridor e ingênuo da professora Clarissa, personagem surgida dois anos antes no romance de mesmo nome. A jovem não compreende o primo Vasco, um rebelde que vive às turras com a família, e não percebe que o primo personifica o amor ainda imaturo que, segundo um poeta que Clarissa aprecia, ‘tem o encanto fugidio e misterioso de uma música ao longe’.
A Queda de Albert Camus. Livros do Brasil. Lisboa, 2008, 113 págs. B.
Num bar de marinheiros em Amsterdão, um homem que se apresenta como juiz-penitente enceta conversa com um desconhecido. Entre copos de genebra e deambulações pelas ruas daquela cidade de canais concêntricos, a fazer lembrar os círculos do inferno, recorda a sua vida passada como respeitável advogado parisiense, insuperável na defesa de causas nobres e nas conquistas amorosas. Mas à medida que a confissão se desenrola as ambiguidades acumulam-se, os motivos ocultos revelam-se, os triunfos desabam.
Narrativa mordaz, de uma ironia brilhante, A Queda descreve uma viagem de decadência até às mais obscuras infâmias do homem moderno. Publicado pela primeira vez em 1956, foi o último livro de ficção lançado em vida por Albert Camus.
Conquista da Energia: Da Descoberta do Fogo à Idade Nuclear de George Russell Harrison.
Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 285 págs. B.
A energia é um dos factores fundamentais para a subsistência humana. Sem as fontes de energia e seu aproveitamento racional os homens não poderiam manter-se à face da terra.
Esta obra descreve, em termos acessíveis a qualquer leitor, o processo mercê do qual a humanidade se apropria e utiliza das fontes de energia e como encara os problemas que a energia coloca.
Livro de divulgação científica elaborado e escrito para o público não-especializado, «A Conquista da Energia é uma obra susceptível de larga difusão, repetindo em Portugal o êxito já alcançado no seu país de origem. Acrescente-se ainda que o texto é ilustrado por forma a que o leitor encontre um complemento do que lhe é dado aprender através de uma leitura tão viva quanto instrutiva.
Nova China: da “Longa Marcha” à “Revolução Cultural” de K. S. Karol. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 518 págs. B. Colecção: Vida e Cultura | 56
K. S. Karol esteve durante quatro meses na China, acompanhado pelo fotógrafo Marc Riboud. Falou com camponeses, operários, directores de fábricas, intelectuais, homens da rua… Dessa viagem nasceu este livro que, muito mais do que uma reportagem, é uma análise, sem concessões, à vida social e política da China de hoje.
Características do Exemplar
🖋️ Assinatura de posse de anterior proprietário
☀️ Lombada desvanecida
Mándálá é um romance de excepcional intensidade, que virá, certamente, contribuir para que os inúmeros admira dores de Pearl Buck possam en contrar novos motivos de pre dilecção por uma obra que não cessa de se enriquecer.
O Tempo e o Vento: Retrato de Erico Veríssimo. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 594 págs. B.
Neste volume que conclui a segunda parte de “O tempo e o vento”, Rodrigo Terra Cambará enfrenta as contradições de seus afetos privados e reafirma sua inteireza ética e sua coragem. No fim do Estado Novo e da Segunda Guerra Mundial, a família Terra Cambará não se reconhece no país que ajudou a construir.
Cartas de Inglaterra e Crónicas de Londres de Eça de Queiroz Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 348 págs. B.
Neste livro, em que se reúnem as Cartas de Inglaterra e as Crónicas de Londres, Eça de Queiroz dá-nos uma imagem por vezes divertida da vida inglesa e vários comentários de actualidade internacional. Colocado num ponto de observação extraordinário, Eça de Queiroz podia dar largas ao seu génio, comentando livremente e sem rebuços a vida do seu tempo.
Correspondência de Fradique Mendes de Eça de Queiroz. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 237 págs. B.
O criador literário infunde sempre nas figuras a que dá corpo e consistência alguns aspectos de si próprio. Esta verdade aplica-se também, e plenamente, a Eça de Queiroz. Fradique, até certo ponto, reflecte a personalidade riquissima do seu autor. Mas, como acentua Jong, não é menos verdade que é a imagem das reflexões e aspirações de um grupo de jovens largamente abertos às ideias inovadoras.
Contos de Eça de Queiroz. Livros do Brasil. Lisboa, s.d., 268 págs. B.
No prefácio dos “Azulejos do Conde de Arnoso”, emite Eça a sua opinião sobre o conto: “No conto tudo precisa de ser apontado num risco leve e sóbrio: das figuras deve-se ver apenas a linha flagrante e definidora que revela e fixa uma personalidade; dos sentimentos, apenas o que caiba num olhar, ou numa dessas palavras que escapa dos lábios e traz todo o ser; da paisagem somente os longes, numa cor unida”. O enredo é simples, linear. Não é analítico. Há neles concentração de ação, tempo e espaço. Eça realiza-se também como contista.
Num romance altamente provocador, Irving Wallace explora o mundo da terapia “especializada» que carac- teriza um dos aspectos mais singulares da revolu- ção sexual nos Estados Uni- dos. Mas, o que de facto impressiona no novo livro de Wallace é a denúncia que deixa em suspenso sobre os que, à custa de um tipo próprio de medi- cina, se colocam à margem da lei, utilizando, para alcançar os seus objectivos, os mais variados subterfú- gios que, inclusivamente, podem recorrer à prostitui- ção. É essa a base da intriga que decorre numa dispendiosa clínica da Cali- fórnia. Pela mão de Wallace, o leitor penetra nas zonas obscuras e interditas de um mundo de que nem sequer suspeita e no qual a sexo- logia não passa de um sim- ples pretexto, de um negó- cio ou, afinal, da forma nova como se exercem costumes tão velhos como o mundo.
Os cadáveres semicalcinados e irreconhecíveis de Adolf Hitler e Eva Braun, encontrados numa cave fortificada junto à Chancelaria após o colapso do III Reich, seriam realmente deles? Um professor, determinado a descobrir a verdade, é misteriosamente assassinado. Entretanto, outros investigadores tentam esclarecer este enigma histórico, mas forças ocultas recorrem à violência para impedir a identificação…
Neste seu romance inédito, o autor faz reviver todo o requinte do Clube Everleigh, o famoso bordel das irmãs Minna e Aida Everleigh, as quais, segundo Jack Lait, «são para o prazer aquilo que Cristo foi para a cristandade. Entre os frequentadores do Clube contavam-se Karen, a elegante e sensual secretária do Mayor, envolvida numa…
História comovente de uma pérola enorme, de como foi descoberta e de como se perdeu, levando com ela os sonhos bons e maus que representava. História também de uma família e da solidariedade especial entre uma mulher, um pobre pescador índio e o filho de ambos. Baseada num conto popular mexicano, A Pérola constitui uma…
Em Destino Desconhecido, uma jovem chamada Elsa é assassinada e roubada, em resultado de uma conspiração tenebrosa que envolve milionários e implica a intervenção do Inteligence Service. Em Poirot e os Erros da Dactilógrafa, o famoso detective desvenda um assassínio por envenenamento, partindo de um texto dactilografado que continha um erro capital.
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