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  • Filho de Agar de Hall Caine

    Filho de Agar

    Hall Caine

    7,50 

    Filho de Agar de Hall Caine.
    Livraria Clássica Editora. Porto, 1955. E.

    Thomas Henry Hall Caine nasceu a 14 de maio de 1853 e morreu a 31 de agosto de 1931. Teve cinco irmãos e viveu grande parte da sua vida em Liverpool. Casou com Mary Chandler e teve dois filhos. Hall Caine foi romancista, dramaturgo, contista, poeta e crítico britânico. Na sua vasta obra cabem temas como o adultério, o divórcio, a violência doméstica, os direitos das mulheres e o preconceito religioso. Foi um autor muito publicado e adorado pelo público, vendendo milhares (…)

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  • Glória aos Vencidos

    Glória aos Vencidos

    Henry Troyat

    5,00 

    Glória aos Vencidos de Henry Troyat.
    Livraria Clássica Editora. Lisboa, 1971, 354 págs. B.

    No princípio desse Dezembro de 1825 Nicolau Ozareff leva, em S. Petersburgo, uma vida exaltante e perigosa. Pertencendo à sociedade secreta da União do Norte, desejaria dedicar-se inteiramente à causa dos seus camaradas, mas é constantemente distraído das suas preocupações políticas pelo receio de que sua muIher, Sofia, que ficou na casa familiar de kachtanovka, tenha tomado conhecimento da sua infidelidade e se tenha desinteressado dele. Esteve quase a abandonar os seus negócios e a correr para junto dela. Os acontecimentos impedem-no disso. Há mais de três semanas que o imperador Alexandre I morrera, a sua sucessão continua por assegurar. Enquanto que em S. Petersburgo as tropas prestaram juramento ao grão-duque Constantino Pavlovitch, herdeiro natural, este, que renunciou ao trono para viver em Varsóvia, faz proclamar imperador seu irmão, o grão-duque Nicolau Pavlovitch.

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  • Fisiologia da Mulher

    Fisiologia da Mulher

    Paulo Mantegazza

    5,00 

    Fisiologia da Mulher de Paulo Mantegazza.
    Livraria  Clássica Editora. Lisboa, s.d., 333 págs. B.

    Quando por hábito ou por devoção, por curiosidade ou por amor assistis à missa na igreja, – sejais ou não sejais crentes, – há um momento em que devereis abrir bem os olhos e sentir abalado o coração. É quando o sacerdote, inclinando humildemente o corpo diante do altar, em que cintila o cálice doirado na penumbra do templo, bate no peito com a mais profunda submissão, exclamando repetidas vezes: Domine, non sum dignus!  Seja êste rito uma recordação da antropofagia ou um mito histórico, pouco importa. O que é, de facto, é uma das cenas mais comoventes, um dos quadros mais humanos da história das religiões.

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  • D. Francisco Manuel

    D. Francisco Manuel

    Rui Chianca

    10,00 

    D. Francisco Manuel de Rui Chianca
    Livraria Clássica. Lisboa, 1914, 184 págs. E.

    Ainda que muito até hoje se haja escripto – n’estes últimos tempos – sobre a longa cadeia de martyrios que foi a vida de D. Francisco Manuel, não me parece desarrazoado lembra-la n’um rápido esboço para que a saibam como devem todos aquelles portuguezes quea não conheçam e a recordem como merce os que já n’ella encontraram a tranquila tristeza que nos vem da leitura de velhas máguas alheias.

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