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  • Pequenos Vigaristas de Gillian Flynn

    Pequenos Vigaristas

    Gillian Flynn

    6,00 

    Pequenos Vigaristas de Gillian Flynn.
    Bertrand Editora. Lisboa, 2016, 76 págs. E.

    Uma jovem astuta tenta sobreviver num universo marginal, mas sobretudo inofensivo. Numa manhã chuvosa de abril, está a ler auras em Palmas Espirituais quando chega Susan Burke. Excelente observadora do comportamento humano, a nossa narradora faz imediatamente o diagnóstico: uma mulher rica e infeliz, ansiosa por um pouco de drama e emoção. Mas quando vai visitar a estranha casa vitoriana onde Susan vive, e que é a causa do seu terror e angústia, percebe que talvez já não seja preciso fingir que acredita em fantasmas… Miles, o enteado de Susan, também não ajuda. Não tarda a que os três se debatam para descobrir onde reside efetivamente o mal, e se existe alguma possibilidade de fuga.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal

    Crónica dos Bons Malandros

    Mário Zambujal

    5,00 

    Crónica dos Bons Malandros de Mário Zambujal.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1980, 144 págs. B.

    Sinto-me sequestrado por estes bons malandros”. Aos livros que fui escrevendo, e outros que venha a escrever, não lhes valem possíveis méritos. Mais de trinta anos depois de saltarem à cena, sem outra pretensão do que fazer sorrir circunstanciais leitores, os bons malandros não arredam pé e ganharam a afeição de gerações sucessivas. Nada mais surpreendente, para quem lhes deu vida, esta longevidade que permite divertir jovens de hoje, tal como acontecera com seus pais e mesmo avós. Aqui se apresenta uma nova (e esmerada) edição de um livro que já galgou pelo cinema e pelo teatro e ameaça novos estrondosos cometimentos. Entretanto, o que o autor ambiciona é o mesmo de sempre: proporcionar prazer de leitura a quem se dispõe à descoberta das singulares aventuras destes bons malandros. Se eles vos divertirem, cumprem o seu destino.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
    📕 7ª Edição.

  • Cônsul Honorário de Graham Greene

    Cônsul Honorário

    Graham Greene

    5,00 

    Cônsul Honorário de Graham Greene.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1973, 385 págs. Mole.

    Graham Greene considerava-o como o seu melhor romance e simultaneamente o que lhe mais custou a escrever. A obra tem como cenário uma cidade da Argentina, mas o pano de fundo é ocupado pela ditadura do general Alfredo Stroessner, que governou o Paraguai durante 35 anos. Um grupo de guerrilheiros paraguaios decide raptar um embaixador americano para exigir como resgate a libertação de presos políticos. Mas quem acaba por ser raptado por engano é Charley Fortnum, um cônsul honorário britânico e bêbado diplomado, sem o mínimo valor de troca em termos políticos. O Governo britânico não está interessado em salvar o seu cônsul, criando uma situação extremamente grave para Fortnum. Tal como todos os livros de Greene, O Cônsul Honorário é um romance de acção, de espionagem e, acima de tudo, um drama moral. O seu enredo engenhoso e o seu humor subtil inspiraram, em 1983, um filme com Michael Caine no magnífico papel de cônsul.

    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Walt

    Walt

    Fernando Assis Pacheco

    15,00 

    Walt de Fernando Assis Pacheco.
    Editorial. Bertrand. Lisboa, 1978, 120 págs. B.

    Este livro é uma prosa acerca dos malefícios da guerra entendidos no tempo do inefável Marcial Caneta, quando se falava do Vietnam «por coisas da causa». «Causa? que ninguém desposava; «coisas que ficaram, alarves, para a gente conhecer enfim como puderam ser, e porquê. Não tenho por isso nenhum remorso de estilo. Eu queria apenas dizer «Gare Matíma de Alcãntara», «Lisboa», num ano qualquer entre 1961 e 1974.

    Meto na prosa soldados, civis, incivis, chulos e putas, eu próprio estou lá, disfarçado de narrador-alferes, choro à bruta, gozo como um cabinda, narro, munto, finto o leitor, apetecia-me mandar o país Portugal ao tota, mas em segunda leitura sou um tipo basto moral e paro a meio palmo do traço proibido – ternuras! Quem grita no salto para o desconhecido é o meu preclaro comandado Frank Camiões.

    📕 2ª Edição.
    ✍🏻 Edição autografada pelo autor.

  • Vida e Obra de José Gomes Ferreira de Alexandre Pinheiro Torres

    Vida e Obra de José Gomes Ferreira

    Alexandre Pinheiro Torres

    25,00 

    Vida e Obra de José Gomes Ferreira de Alexandre Pinheiro Torres.
    Livraria Bertrand. Amadora, 1975, 406 págs. E.

    O drama do Apostolado Poético-Social de 28 de Maio de 1926 ao 25 de Abril de 1974, seguido de uma Antologia Breve de José Gomes Ferreira e de uma Bibliografia organizada por Alexandre Vargas Ferreira». Ilustrado com fotografias a negro.

    ✍🏻 Edição autografada por José Gomes Ferreira.

  • Jornadas em Portugal de Antero de Figueiredo

    Jornadas em Portugal

    Antero de Figueiredo

    7,50 

    Jornadas em Portugal de Antero de Figueiredo.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 349 págs. E.

    Colectânea de impressões de viagem contendo a descrição de diversas paisagens e gentes do Norte de Portugal. O autor compõe, «a vibrar de tristeza enamorada», um quadro romântico e de exacerbação pátria, referindo várias personagens da tradição histórica portuguesa, num estilo lírico e cuidado.

    📕 8ª Edição, de Novo Corrigida e Acrescentada
    📝
    Assinatura de posse.
    Lombada da encadernação danificada.

  • Arcas Encoiradas de Aquilino RibeiroArcas Encoiradas de Aquilino Ribeiro

    Arcas Encoiradas

    Aquilino Ribeiro

    20,00 

    Arcas Encoiradas: Estudos, Opiniões, Fantasias de Aquilino Ribeiro.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 290 págs. Mole.

    No âmbito dos estudos etnográficos de Aquilino Ribeiro sobre o Interior português, republica-se agora Arcas Encoiradas.

    «Ainda no quintalejo da planície, mormente na casa há mocinha louçã, ver-se-á luzir a de Alexandria, a dália, o crisântemo bastardo, o nome de despedidas do verão; na horta ser além da couve galega, do cebolinho, dos colondros quando muito medram a alosna, o aipo, a arruda, o alecrim, a alfazema, que entram no condimento das mezinhas com que é vezo seu ou era da sua medicar-se. Mas se a árvore de fruto está na do meio da leira porque a sombra prejudica ao cultivo, com razão dobrada não entra ali planta viva apenas para mimo dos olhos. Ama a terra amor entranhadamente egoísta e a ferocidade lobo insatisfeito. Não lhe toquem no talhadoiro águas; cuidado, a charrua do vizinho não desvie o marco um centímetro para a banda; que a cabra pobre não lhe roa as duas fêveras que se inclinam para o baldio; sem licença não pisem o que é e paga boa décima ao “cães da Fazenda”!»

    📕 1ª Edição.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Desaparecido e Outros Poemas

    Desaparecido e Outros Poemas

    Carlos Queiroz

    15,00 

    Desaparecido e Outros Poemas de Carlos Queiroz.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1950, 142 págs. B.

    Sobre esta obra de Carlos Queiroz, escreve Fernando Pessoa:

    “A beleza do livro começa pelo livro. A edição é lindíssima. A beleza do livro continua pelo livro fora: os poemas são admiráveis.

    Não se pode dizer deste livro o que é vulgar dizer-se, elogiosamente, de um primeiro livro, sobretudo de um jovem: — que é uma bela promessa. O livro de Carlos Queiroz não é uma promessa, porque é uma realização. Cumpriu, sem ter prometido, sem ter tido que prometer.

    Assim se deveria fazer sempre, ou quase sempre. Pertence ao mais íntimo da probidade literária e artística o não se apresentar ao público sem ter plena consciência de que na obra apresentada está tudo quanto em nós haja de forte. Não escrevia Milton um soneto sem que o fizesse como se desse soneto dependesse toda a sua fama futura.

    E que prazer o de se poder escrever isto sem que a amizade que tenho pelo poeta, que é muita, uma só palavra me dite; sem o que o gosto de incitar quem é jovem, e tenho esse gosto, me faça sublinhar uma só frase; de poder escrever isto sem mais entendimentos que com a justiça, sem mais combinações que com a verdade.” — em Textos de Crítica e de Intervenção, Fernando Pessoa.

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Catedral de Vicente Blanco Ibañez

    Catedral, A

    Vicente Blanco Ibañez

    7,50 

    Catedral de Vicente Blanco Ibañez.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 338 págs. B.

    O romance “A Catedral”, de Vicente Blasco Ibáñez, publicado originalmente em 1903. Não se trata de uma catedral real, mas sim de uma obra literária que utiliza a Catedral de Toledo como cenário principal e símbolo da sociedade espanhola do início do século XX.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Luís de Camões de Hernâni Cidade.

    Luís de Camões

    Hernâni Cidade

    15,00 

    Luís de Camões de Hernâni Cidade.
    Livraria Bertrand. Lisboa, s.d., 2 vols. B.

    Do índice:

    Volume I: A Vida do Poeta, O Cânone da Lírica, A formação do poeta, Os temas do poeta e as confidências do homem, O príncipe dos poetas portugueses.

    Volume II: O ambiente histórico em que surgiu o poema, O assunto d’Os Lusíadas, A estrutura clássica d’Os Lusíadas, O estilo épico n’Os Lusíadas, A realidade objectiva no poema, o maravilhoso n’Os Lusíadas, a substância épica n’Os Lusíadas, a substância trágica, A personalidade de Camões através da obra Lírica e Épica.

    📕 4ª Edição. Revista e Alterada.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

    Volume II: O ambiente histórico em que surgiu o poema, O assunto d’Os Lusíadas, A estrutura clássica d’Os Lusíadas, O estilo épico n’Os Lusíadas, A realidade objectiva no poema, o maravilhoso n’Os Lusíadas, a substância épica n’Os Lusíadas, a substância trágica, A personalidade de Camões através da obra Lírica e Épica.

  • Almanaque Bertrand (1958) de M. Fernandes Costa

    Almanaque Bertrand (1958)

    M. Fernandes Costa

    10,00 

    Almanaque Bertrand (1958) de M. Fernandes Costa.
    Bertrand Editora. Lisboa, 1957, 375 págs. B.

    Almanaques de informação diversa constituída por artigos de actualidades, conhecimento genérico, literatura, ciência acontecimentos, etc. bem como diversas fotografias, desenhos, caricaturas, jogos e passatempos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Terras Velhas Semeadas de Novo de Antunes da Silva

    Terras Velhas Semeadas de Novo

    Antunes da Silva

    7,50 

    «É um livro histórico, este Terras Semeadas de Novo. Nele perpassam as ansiedades e as vicissitudes dos operários da gleba, a evolução de uma sociedade agrária anacrónica, egoísta e feudal, para uma outra mais justa e rica de potencialidades criadoras, no caminho de uma maior produção agrícola. Antunes da Silva conta-nos neste volume casos inesquecíveis de calor humano que nos põem em presença de um dos mais importantes e quentes temas da actualidade, que é o cooperativismo agrícola e a reforma agrária.»

  • Romance Lírico: o Percurso de Vergílio Ferreira de Rosa Maria Goulart

    Romance Lírico: o Percurso de Vergílio Ferreira

    Rosa Maria Goulart

    10,00 

    Romance Lírico: o Percurso de Vergílio Ferreira de Rosa Maria Goulart.
    Bertrand Editora. Lisboa, 1990, 360 págs. B.
    𓂃🖊 Prefácio de Vitor Manuel Aguiar e Silva

    «Este livro de Rosa Goulart, Romance Lírico. O Percurso de Vergilio Ferreira, apresentado originariamente como dissertação de doutoramento na Universidade dos Açores, é um esplendido e amadurecido fruto do espírito novo que permitiu que a Universidade portuguesa, no seu ensino e na sua investigação, tenha deixado de ter medo da literatura contemporânea e, sobretudo, da literatura contemporânea escrita por autores ainda vivos»
    Do Prefício de Vítor Manuel de Aguiar e Silva

    📝 Assinatura de posse.

  • Viamorolência

    Viamorolência

    Urbano Tavares Rodrigues

    10,00 

    Viamorolência de Urbano Tavares Rodrigues.
    Livraria Bertrand. Lisboa, 1976, 151 págs. B.

    «Manuela explicou por que razão me fizera esperar duas horas. Ouvia-a, inquieto, supliciado. Tive ganas de a esbofetear, mas não cheguei a fazê-lo. Depois até lhe pedi desculpa por esse refreado assomo de violência. Ela chorou. Beijámo-nos, em pleno Terreiro do Paço, às duas da manhã, sob as arcadas. Um sujeito, que passava, de olhar turvo, gritou: Vão para um quarto! Não podem fazer isso noutro lado? Tenham vergonha!»

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Terra do Nosso Pão de Antunes da Silva

    Terra do Nosso Pão

    Antunes da Silva

    7,50 

    Terra do Nosso Pão, um livro proibido de circular quando acabava de se esgotar a primeira edição e que Mário Sacramento considerou uma das melhores obras de Antunes da Silva, veio na sequência de Suão, o seu livro mais conhecido do público português. Sobre certos valores fundamentais da vida do homem alentejano. pensamos que este livro supera Suão na visão antecipada dos acontecimentos que estão a gerar-se no nosso meio rural, para além das admiráveis páginas de poesia que encerra, abordando problemas da reforma agrária flagrantemente actuais.

  • Repórter no Vietname de José da Câmara Leme

    Repórter no Vietname

    José da Câmara Leme

    8,00 

    «Nascido em Moçambique em 1927, Câmara Leme integrou já como militar uma expedição a Macau por alturas da chegada às fronteiras da colónia portuguesa das topas comunistas e em 1955 alista-se na Legião tendo combatido na Argélia até 1960. Trabalhou em Angola na segurança da Companhia Mineira do Lobito, depois do que, já na Metrópole, publica este “Chegar é já em si bastante”. Em 1968 ao serviço do jornal “Diário Popular” de Lisboa, conheceu outra guerra, voltou a arriscar a vida numa guerra, mas agora como jornalista cobrindo inúmeros combates: Vietname. Em 1970 publica novo livro, “Repórter Português no Vietname”.»