Maria Sem Deus de Manuel de Campos Pereira. Livraria Bertrand. Amadora, 1956, 308 págs. B.
Também o donjuanismo e o donquixotismo femininos aparecem bem nítidos nos romances de Campos Pereira, no exacerbado anseio amoroso da mulher que procura o amor (Manuela, por exemplo, em «Ingénuas»), e no sonho da mulher que espera o seu ideal (Dulce, também em «Ingénuas»). É claro que nem em Manuela está um donjuanismo feminino puro, nem em Dulce está um donquixotismo feminino puro. As duas tendências eróticas misturam-se, coexistem, embora com predomínio duma delas, como sucede nos personagens masculinos, conforme explicámos acima. Susana e Eugénio, das «Pobres Susanas», na evolução dos seus sentimentos, não são, exclusivamente, ela, uma platónica do amor, ele, um sensual materialista.
OBSESSÃO DE MAYA BANKS Bertrand Editora. Lisboa, 2013. 373 págs. B.
Romance de ficção adulta de Maya Banks, primeiro volume da trilogia Breathless. Gabe Hamilton, empresário de sucesso, reencontra Mia Crestwell, irmã mais nova do seu melhor amigo, numa gala de inauguração e decide conquistá-la, apesar dos laços de amizade que o ligam ao irmão dela. O romance explora o desenvolvimento de uma relação intensa entre duas personagens de mundos distintos que tentam equilibrar desejo, confiança e vulnerabilidade emocional.
────────────────── Características do Exemplar
✅ Sem marcas, assinaturas ou sublinhados.
Peso: 515g
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Os Amantes, os Bons, os Maus e os Outros de Shere Hite e Kate Colleran.
Bertrand Editora. Venda Nova, 1992, 303 págs. B.
Que se passa com os novos relacionamentos amorosos? Tudo está a mudar e como?
Padrões que você conhece e aprecia, mensagens duplas dos homens, homens que agem como astros, comentários maldosos, sabotagem, mudança do contrato emocional, violência emocional – e depois a nova sexualidade, o flirt e o poder, as discussões, o medo de outras mulheres, a insegurança, a solidariedade, a falha, a recuperação.
O mundo das relações homem/mulher nas suas transformações permanentes e o que, do lado de cada mulher, pode ser inventariado e melhorado.
Os Conquistadores do Mar de Serge Bertino. Bertrand. Lisboa, s.d., 158 págs. E.
Os conquistadores do mar traçaram novas rotas, descobriram mundos, procuraram dias de acesso a longínquos continentes, levaram a cabo missões científicas e prepararam, enfim a exploração moderna dos oceanos. Ficamos perplexos com tanta coragem, sob este aspeto, a epopeia dos conquistadores do mar ilustra admiravelmente a de todos os homens que, ao longo dos séculos aprenderam a dominar o planeta Terra. É um facto que quase três quartos da sua superfície são cobertos por águas salgadas.
Eles sempre existiram… os Extraterrestres de Wilhelm Selhus. Livraria Bertrand. Lisboa, 1978, 186 págs. B. Il.
Associando os conhecimentos parciais do campo das ciências naturais com os da arqueologia, o Prof. Selhus prova-nos, com rigor científico, que os deuses do Universo vieram à Terra em foguetões, que a força atómica já então era conhecida e que o homem só nasceu graças a manipulações genéticas. Com esta sua obra, a cúpula dos seus duzentos trabalhos científicos já publicados, o Prof. Selhus vem revolucionar não só os nossos já conservadores conceitos sobre a origem da vida, como até a própria História.
ELES SEMPRE EXISTIRAM constitui por si só uma verdadeira revolução científica…
A obra de Fernando Namora, onde o escritor e o médico se confundem, para dar lugar “a um dos mais perduráveis livros do realismo moderno”. Na primeira série, é o físico que prepondera; na segunda série, é o psicólogo, o observador e estilista que se se revelam.
Encontros de Fernando Namora. Livraria Bertrand. Amadora, 1981. 273 págs. B.
“Uma antologia de entrevistas concedidas a várias publicações. Pelas suas páginas perpassam as linhas mestras de um dos escritores cuja personalidade mais marcou as ultimas décadas da nossa literatura.” Diário de Notícias
A Gata e a Fábula de Fernanda Botelho. Livraria Bertrand. 1973. 327 págs. B.
O caso de A Gata e a Fábula implica ainda o regresso a uma obra que tem no seu cerne a própria revisitação das origens, do mundo da infância das suas personagens, representantes, aquando da sua publicação, de uma geração que então se afirmava e questionava no suspenso mundo do pós-guerra português – tal como uma nova geração de escritores que então procurava novos caminhos para a nossa literatura. […]Talvez uma das características fundamentais de todo o percurso de Fernanda Botelho seja a forma como a sua obra sempre conseguiu escapar a rótulos e a apreciações convencionais, revelando uma integridade inexcedível na sua constante e pessoalíssima busca por uma expressão justa da condição humana nesse Portugal da segunda metade do século XX. Reflectindo o carácter inovador da sua escrita, a reacção crítica aos seus romances foi sempre plural, ainda que virtualmente unânime a considerar a autora um talento excepcional no panorama da literatura portuguesa contemporânea. Na sua crítica original a A Gata e a Fábula, Gaspar Simões, com efeito, salientaria a forma como Fernanda Botelho, desde o seu primeiro livro, se apresentara “com os pés bem assentes na terra e os olhos bem abertos para uma condição social da mulher que de maneira alguma se compadece com idealizações”.
Os Conquistadores da Terra de Serge Bertino. Bertrand. Lisboa, 1979, 155 págs. B.
De Alexandre, o Grande, que ambicionava um império imensamente vasto, a Hillary, que venceu o Evereste e procurou levar além do possível os limites da resistência humana, Os Conquistadores da Terra permitiram-nos desenhar, pouco a pouco, a verdadeira face do nosso
planeta.
Os dezasseis grandes exploradores que, através dos séculos, foram reunidos neste volume marcaram com a sua personalidade e com a sua acção a evolução económica e política do Mundo. Eles foram escolhidos em função dos móbiles, das mentalidades, dos métodos e dos meios que, da Antiguidade aos nossos dias, arrastaram os homens pelas sendas do desconhecido. Assim, cada um deles é representativo da sua época.
Erica Jong reúne, agora, neste seu fascinante livro, o melhor das suas reflexões sobre assuntos tão actuais como o caso Clinton ou a vida e morte da Princesa Diana. Neste polémico e provocador ensaio, Erica Jong oferece, com acuidade e humor, análises claras mas críticas do martírio de Hillary Clinton, defendendo convincentemente que o casal Clinton revolucionou as instituições do casamento e ajudou a Nação americana a crescer sexualmente. Diferente, imprevisível e entusiástica, Jong aborda nesta colectânea de textos temas como a política, a pornografia, a maternidade e a escrita, sem perder de vista a defesa de uma nova política de acordo entre os sexos.
Abecedário dos Inventos de António Gomes de Almeida. Bertrand. 1993. 381 págs. E.
Novas e velhas informações, segredos, descrições e histórias de inventos e de inventores contadas em tom ligeiro pelo Ilustre Divulgador Professor Thareko, Diplomado pela Universidade Livre de Ghatafunho.
Passagem para a Atlântida de Andrew Collins. Bertrand Editora. Lisboa, 2001, 558 págs. B.
Há cerca de dois mil anos, o poeta e filósofo grego Platão escreveu sobre um império insular fabuloso situado no Extremo Ocidente. Deu-lhe o nome de Atlântida. Desde então, filósofos, historiadores e exploradores debateram a sua verdade e procuraram em vão a sua localização. O ponto de vista dos académicos é o de que a Atlântida estava localizada no Mar Mediterrâneo. Uma investigação apurada das pistas deixadas por Platão sugere que se situava em frente a um continente acessível aos viajantes. Quem terão sido esses exploradores e que papel poderão ter desempenhado na edificação da lenda da Atlântida? O que poderá ter causado os tremores de terra e os dilúvios que conduziram à destruição do hemisfério ocidental? Ter-se-á afundado todo o império insular da Atlântida ou apenas parte dele? Ainda mais importante, onde é que está localizado nos dias de hoje? Neste livro surpreendente, Andrew Collins reconstitui a história de Platão e vai à procura da verdadeira Atlântida. As suas conclusões dramáticas chocaram o mundo erudito. Não só demonstra a existência anterior da Ilha Atlântida como também revela a sua actual localização…
Homem Mutante de Robert Clarke. Bertrand Editora. Lisboa, 1990, 203 págs. B.
O HOMEM MUTANTE é uma contribuição decisiva para uma cada vez mais ampla teoria do conhecimento e das suas complexas ramificações, Jornalista que tem realizado programas televisivos de grande audiência, ROBERT CLARKE apresenta um livro bem interessante e acessível para desvendar muitos dos segredos que só os homens da ciència conhecem ou estudam
URSS: Mal Amada, Bem Amada de Fernando Namora. Bertrand Editora. Amadora, 1986, 161 págs. B.
Neste livro, mais uma vez viandante sem véus preconcebidos, sempre indaga dor, mesmo através do imaginário, a União Soviética abre-lhe horizontes de descoberta que se desdobram nas mais várias direcções. Novos e quantas vezes, decerto, inesperados horizontes. Namora encara-os de frente, com largueza identi ficante ou contrastante, não só em panorâmicas observadas mas em personagens e situações efectivamente vividas ou rea listicamente imaginadas, numa origina lidade de construção «em sábia mistura de crónica e romance» que já Eduardo Lourenço justamente acentuou em comentário a Diálogo em Setembro.
Muros de Júlio Machado Vaz. Bertrand Editora. Lisboa, 1995, 362 págs. B.
Vidas. Emoções. Dias que se resolvem, noites que se atrapalham de incertezas. Júlio Machado Vaz, conhecido psiquiatra, especialista em sexologia, experimenta desta feita os domínios da ficção. Uma ficção inundada dos muitos rostos e pessoas que conheceu no trabalho e fora dele. Sem compartimentos estanques, extravasa, a cada página, a sensibilidade de quem sabe ouvir.
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