• Portugal e as Potências Europeias (1807-1847) de António Pedro Marques

    Portugal e as Potências Europeias (1807-1847)

    António Pedro Marques

    8,00 

    Portugal e as Potências Europeias (1807-1847) de António Pedro Marques
    Livros Horizonte. Lisboa, 1988, 147 págs. B.

    A primeira metade do século XIX, período crucial na história da nossa vida colectiva, foi marcada por constantes ingerências externas nos assuntos internos de Portugal, ingerências levadas a cabo, não só pela “velha aliada” Grã–Bretanha, mas também por outras potências então dominantes no cenário político europeu, designadamente a França, a Espanha e a Áustria.

     

    As interferências diplomáticas e as intervenções militares das potências europeias, que condicionaram a livre evolução da vida política portuguesa, foram originadas, fundamentalmente, pelos interesses económicos, pelas estratégias políticas, ou pelas rivalidades existentes entre essas potências, mas não deixaram de ser consentidas, ou mesmo, em alguns casos, solicitadas pelos governos e monarcas de Portugal.

    Procura-se, pois, apresentar uma análise geral das relações de Portugal com a Europa, tentando-se explicar factores que condicionaram as ingerências estrangeiras em cada uma das principais fases da nossa evolução política no período em causa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668) de Fernando Cortés Cortés

    Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668)

    Fernando Cortés Cortés

    7,50 

    Espionagem e Contra-Espionagem numa Guerra Peninsular (1640-1668) de Fernando Cortés Cortés.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1989, 93 págs. B.

    A obra de Fernando Cortés Cortés dá-nos uma análise lúcida de uma parte, pouco ou nada estudada, da Guerra da Restauração. Com surpreendente clareza, através do uso quase exclusivo de textos. documentais de meados do século XVII, palavras daqueles que foram protagonistas directos dos factos que se historiam, podemos vislumbrar o mundo da espionagem e contra-espionagem portuguesa da altura, e os procedimentos utilizados não só na procura de notícias bélicas do inimigo castelhano como também na protecção da própria realidade.

    Os métodos usuais da espionagem, a aproximação à espionagem organizada, e as práticas habituais da contra-espionagem constituem partes do estudo do presente livro.

    Em suma, uma abordagem fundamental para compreender um período importante da História de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Totalidade e Contradição de José Barata-Moura

    Totalidade e Contradição

    José Barata-Moura

    7,00 

    Totalidade e Contradição: Acerca da Dialéctica de José Barata-Moura
    Livros Horizonte. Lisboa, 1977, 196 págs. B.
    Colecção: Razão e Diálogo | 5

    Tomaremos, portanto, neste trabalho como objecto predominante de consideração duas das categorias que, porventura, melhor nos habilitam e ajudam a compreender e a determinar, nos seus diferentes níveis e instâncias, a dialéctica. Procuraremos debruçar-nos, nomeada e sucintamente, sobre a “totalidade” e sobre a “contradição”. Importa desde já que fique bem claro, todavia, que estas não são as únicas categorias da dialéctica. Importa, igualmente, que se não perca de vista que as questões e as perspectivas que a propósito de cada uma delas levantaremos e tocaremos não esgotam a problemática das referidas categorias. Trata-se, por conseguinte, tão-só de uma consideração indicativa — que procuraremos, dentro das nossas muitas limitações, que seja precisa e rigorosa — de duas categorias fundamentais da dialéctica.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Marx e Hegel de Vasco de Magalhães Viena

    Marx e Hegel

    Vasco de Magalhães Viena

    7,00 

    Marx e Hegel (Marx e o Caso Hegel) de Vasco de Magalhães Viena.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1985, 230 págs. B.
    Colecção: Dialéctica | 7

    Cremos ser esta a primeira vez que se publica em língua portuguesa uma colectânea de estudos de especialistas de renome internacional (incluindo um investigador português), sobre Marx e Hegel. Mais precisamente sobre a posição crítica de Marx em relação a Hegel. Não se trata do desenvolvimento do pensamento de Hegel a Marx, mas de estudar alguns dos aspectos mais salientes da crítica de Marx e de Engels à filosofia de Hegel.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ilustrações e Ilustradores na Obra

    Ilustrações e Ilustradores na Obra

    A. Campos Matos

    20,00 

    Ilustrações e Ilustradores na Obra de Eça de Queiroz de A. Campos Matos.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2001, 262 págs. E. Il.

    Belíssimo álbum, de esmerado apuro gráfico, impresso em papel de superior qualidade, profusamente ilustrado a negro e a cores com cerca de seiscentas gravuras que recriam personagens, episódios, diálogos, cenas e capas/frontispícios das obras de Eça. A recolha das ilustrações da obra de Eça de Queiroz aqui apresentada, abrange um período de 130 anos – entre 1871, data da capa de As Farpas, concebida por Manuel de Macedo, e Outubro de 2001, data do desenho de António inspirado pelos textos da polémica Eça-Pinheiro Chagas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mistério da Estrada de Ponte de Lima: António Feijó e Eça de Queiroz, O

    Mistério da Estrada de Ponte de Lima: António Feijó e Eça de Queiroz, O

    A. Campos Matos

    10,00 

    O Mistério da Estrada de Ponte de Lima: António Feijó e Eça de Queiroz de A. Campos Matos.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2001, 63 págs. E. Il.

    Apresentam-se, nesta edição, estreitas e até agora desconhecidas relações de amizade entre o poeta António Feijó e Eça de Queiroz e até surpreendentes afinidades entre ambos. Coincidência extraordinária é Feijó, a caminho de Estocolmo, onde era diplomata, ter ido a Neuilly com a intenção de participar o seu casamento ao casal Queiroz, na altura em que o romancista falecia. Constituem um precioso testemunho os comentários do poeta à personalidade e à obra de Eça de Queiroz, cuja estatueta, modelada por Francisco da Silva Gouveia em 1900, ele tinha sobre a sua secretária chamando-lhe «o nosso ídolo».

    O motivo principal deste livro é, todavia, a publicação integral de O Mistério da Estrada de Ponte do Lima, ou História dos Carecas, divertida efabulação engendrada por António Feijó, em 1880, no jornal O Comércio do Lima, de evidente inspiração queiroziana, que alvoroçou a sua terra natal e permanece, ainda hoje, na memória de muitos pontelimenses. A carta de António Feijó a João Gomes (cap. III), onde o poeta evoca a criação dos «Carecas», 32 anos mais tarde, constitui um dos mais interessantes e mais vivos documentos da sua extensa correspondência. Complementa a edição uma antologia de poemas de António Feijó e algumas cartas inéditas.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa de José Pedro Machado

    Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa

    José Pedro Machado

    75,00 

    Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa: com a mais antiga documentação escrita e conhecida de muitos dos vocábulos estudados  de José Pedro Machado.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1990, 5 vols. Dura.

    Importante e completo dicionário etimológico português, fundamental em qualquer biblioteca pública ou privada, da autoria de José Pedro Machado, incontestada autoridade em trabalhos desta especialidade. Há muito esgotado.

    📕 6ª Edição.
    ✅ Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Bibliotecas, o Público e a Cultura

    Bibliotecas, o Público e a Cultura

    Victor de Sá

    7,50 

    Bibliotecas, o Público e a Cultura: um Inquérito Necessário de Victor de Sá.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1983, 227 págs. B.

    O presente trabalho ultrapassou rapidamente o âmbito regional, inicialmente previsto, para alcançar repercussão nacional. Pode considerar-se hoje uma obra de sociologia cultural. As suas crónicas revestem-se de grande autenticidade. É um trabalho vivo, directo nas intervenções, pleno de calor humano e de fogo criador. Lê-se com a sofreguidão de um romance de acção. E pela variedade de situações que se surpreendem, resulta num manual sugestivo para os animadores culturais.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Tradição Clássica na Literatura Portuguesa de Luís de Sousa Rebelo

    Tradição Clássica na Literatura Portuguesa

    Luís de Sousa Rebelo

    6,00 

    Em A Tradição Clássica na Literatura Portuguesa o autor renova o estudo das influências literárias, dando mais importância à criação individual e à dinâmica da intertextualidade na escrita do que à imitação. A contribuição mais original deste livro reside na caracterização do humanismo português feita ao nível do discurso. Surgem ai temas de perturbante actualidade a liberdade e o poder político; a situação da mulher na sociedade portuguesa de Quinhentos; o problema do outro, entrevisto na perspectiva da expansão imperial – reflexos, às vezes, de tensões ideológicas entre facções da classe dominante.

  • Campo Barroco

    Campo Barroco

    Maria Helena Henriques Saldanha

    6,00 

    Campo Barroco de Maria Helena Henriques Saldanha.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2001, 127 págs. B.

    Campo Barroco apresenta-se como um breve ensaio literário e histórico que pretende satisfazer o interesse de um público diverso. Houve a necessidade de contextualizar, introduzir e comentar as composições poéticas seleccionadas do “Livro do Bordalengo” (homenageando aquele que realizou a compilação poética que serve de fonte de trabalho da presente obra), pois, de outro modo, o estudo realizado poderia ser interpretado de forma incorrecta.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pessoa Inédito

    Pessoa Inédito

    Teresa Rita Lopes

    15,00 

    Deste “português à inglesa” publicamos 272 textos. Seguimos a sua infatigável caminhada através da pátria língua portuguesa, demarcando-se dos sebastianistas e dos nacionalistas ferrenhos.



    Zelou pela integridade dessa “língua imperial” [a do 5.º Império, que falaria português] e longamente teorizou sobre a sua ortografia. Cumprindo uma vocação permanente de pedagogo o vemos a querer ensinar os tradutores e os críticos literários a sê-lo. O objectivo é sempre o mesmo, claramente assumido: o de ser um “criador de civilização”. Seguimos-lhe o percurso ao longo da vida-obra, muito particularmente como animador de revistas, de Orfeu e Atena.

  • Escola e o Aluno de Maria Corda Costa

    Escola e o Aluno, A

    Maria Corda Costa

    5,00 

    A obra discute temas atuais do ensino primário: aprendizagem individualizada e socializada (trabalho de grupo, perspetivas psicológicas e didáticas), interdisciplinaridade (base teórica e histórica), avaliação (competências intelectuais, rendimento e técnicas docimológicas), organização das turmas (questionamento do modelo tradicional e abertura à comunidade) e investigação docente (metodologias para o professor como experimentador). Apesar das diferenças culturais e históricas entre Portugal e Itália, as reflexões apresentadas são uma fonte relevante para o contexto educativo português.

  • Mitologia Fadista de António Osório

    Mitologia Fadista, A

    António Osório

    7,00 

    Mitologia Fadista de António Osório.
    Livros Horizonte. Lisboa, 2016, 119 págs. B.

    A Mitologia Fadista insere-se nesta linha e constitui a mais desenvolvida inquirição ideológica sobre o fado, cancro da vida e da cultura nacionais, segundo Lopes Graça. Desde as origens até pouco antes do 25 de Abril, procura o autor desvendar, neste livro, o fenómeno fadista nas suas principais implicações e pontos de apoio, pondo bem a claro o que ele comporta de aniquilante e servil.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Vocabulário de Filosofia

    Vocabulário de Filosofia

    Armand Cuvillier

    7,00 

    Vocabulário de Filosofia de Armand Cuvillier.
    Livros Horizonte. Lisboa, s.d., 213 págs. B.

    É notório que em todos os domínios do pensamento e da atividade humanas, a linguagem é sempre um grave problema a equacionar e a resolver. Cada ciência, como aliás cada ramo das artes ou dos desportos, tem a sua terminologia própria; e o sentido dos termos-chave não coincide normalmente com o seu uso quotidiano. Por mais que isso nos desagrade, a filosofia não escapa a esse fenómeno. Acresce que o pensamento filosófico percorreu já alguns milénios, atravessou culturas díspares, meditou sobre temas bastante diversos e em contextos linguísticos totalmente diferentes. Essa longa caminhada deixou marcas no uso dos termos. Sem falar do preciosismo de certos pensadores, deleitados em rodear de hermetismo o seu difícil cogitar… Este Vocabulário de Filosofia propõe-se aplanar as dificuldades em que tropeçam os principiantes: oferece definições acessíveis, tanto dos termos filosóficos como de algumas palavras da linguagem corrente que podem ser tomadas em sentido filosófico. Por vezes o preciso emprego do vocábulo é esclarecido por meio de breves exemplos.

    📝 Assinatura de posse.

  • Arquitectura Gótica em Portugal de Mário Tavares Chicó

    Arquitectura Gótica em Portugal

    Mário Tavares Chicó

    15,00 

    Arquitectura Gótica em Portugal de Mário Tavares Chicó.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1968, 237 págs. E.

    A época da expansão da arquitectura gótica é uma das mais brilhantes da arte europeia. É a época em que em França e em Inglaterra, nos países escandinavos e na Península aparece um estilo que é novo sob os aspectos da estrutura e da decoração e que constitui uma das manifestações mais originais da civilização ocidental. A essa época pertencem em França as catedrais de Paris, Laon, Bourges, Chartres e Amiens e em Portugal os grandes conventos de Alcobaça, Batalha e Santa Maria de Belém, as catedrais de Évora, Viseu, Silves e Guarda e numerosos mosteiros e castelos edificados no centro e no sul do país. Depois de descrever os monumentos que representam a fase inicial da Arte Gótica no nosso país, o Professor Mário T. Chicó estuda as igrejas das ordens mendicantes e a sua influência no Mosteiro da Batalha e em numerosas igrejas manuelinas. Analisa ainda as construções renascentistas em que se mantêm vestígios estruturais e decorativos do novo estilo e a escultura que aparece nos princípios do século XIII e adquire considerável importância no fim da Idade Média e no reinado de D. Manuel.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Veterinários e Outros Animais

    Veterinários e Outros Animais

    George Stilwell

    4,00 

    Veterinários e Outros Animais de George Stilwell.
    Livros Horizonte. Lisboa, 1999, 172 págs. B.

    Descubra o marasmo que é uma aventura do Indiana Jones, comparada com o dia-a-dia de um veterinário de província.

    Conheça estranhas e tenebrosas personagens: Russita, a porca que se transforma em enormes mandíbulas fincadas na perna do veterinário enquanto este tenta capturar os seus ensurdecedores filhotes; Tobias, o poldro-espetada; 35, a vaca-camelo e tantos outros adoráveis bichos que juraram conseguir acordar os veterinários a qualquer hora.

    Conheça os donos, que mantêm vivo o campo que a Europa desprezou: os agricultores resistentes às novas tecnologias; o emigrante desesperado e desajeitado; o vaqueiro do tempo da Implantação da República e as senhoras contemporâneas das Invasões Francesas.

     

    Conheça a verdadeira província portuguesa e não a que os ministros visitam! E finalmente conheça os verdadeiros heróis desta história, os veterinários de campo, que com generosidade e alegria tentam escapar à demência

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.