• Poemas Ingleses

    Poemas Ingleses

    Fernando Pessoa

    8,00 

    Poemas Ingleses de Fernando Pessoa.
    Edições Ática. Lisboa, 1974, 229 págs. B.

    Edição bilingue, com prefácio, traduções, variantes e notas de Jorge de Sena e traduções também de Adolfo Casais Monteiro e José Blanc de Portugal.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ultimatum e Páginas de Sociologia Política

    Ultimatum e Páginas de Sociologia Política

    Fernando Pessoa

    10,00 

    Obra com recolha de textos de Drª. Maria Isabel Rocheta e Drª. Maria Paula Morão. Com introdução e organização de Joel Serrão.

  • O Inferno de Bernardo Santareno

    Inferno, O

    Bernardo Santareno

    15,00 

    CHESTER, 6-5-66 — Ian Brady e Myra Hindley, os amantes diabólicos, foram condenados a prisão perpétua, findo o seu julgamento, iniciado a 19 de Abril, no tribunal de Chester. Acusados de terem assassinado Edward Evans, de 17 anos, Lesley Ann Downey, de 10 e John Kilbride, de 12, sempre negaram a sua culpabilidade. O júri reconheceu Brady culpado dos três crimes e Myra Hindley culpada dos dois primeiros e cúmplice do terceiro… O Juiz, ao ler a sentença, acentuou ter sido este um dos processos mais atrozes da história e que os dois acusados tinham sido reconhecidos como culpados das mortes cruéis executadas a sangue frio… Diário de Notícias 7-5-66 Foi com base nesta notícia de um dos mais terríveis casos de assassínios em série da história do Reino Unido que Bernardo Santareno criou um dos mais brilhantes e violentos textos da sua carreira. Passado integralmente numa sala de tribunal onde decorre o julgamento de um casal de assassinos, cujos actos assumem contornos diabólicos, que o autor transmuta em figuras da mitologia, esta é, porventura, a mais acutilante obra de Santareno, na qual tudo é posto em causa: ética, moral, justiça, a própria essência do bem e do mal… Publicado em 1967, O Inferno marcou a transição da produção literária de Santareno a caminho de um cada vez mais activo intervencionismo social.

  • Do Espírito do Tempo por M. Antunes

    Espírito do Tempo, Do

    M. Antunes

    7,00 

    Do Espírito do Tempo por M. Antunes.
    Editorial Ática. Lisboa, 1960, 207 págs. B.

    Os ensaios aqui reunidos já foram publicados. Da vária colaboração dispersa por jornais e revistas o A. coligiu, introduzindo-lhe modifica ções mais ou menos profundas, aquela onde mala acentuada sente a preocupação, que desde muito novo o habitou, de ver claro, de encontrar um sentido nas agitadas correntes culturais que atravessam o mundo de hoje. Daí o título do volume: Do Espírito e do Tempo.

    📝 Assinatura de posse.

  • Cartas de Amor

    Cartas de Amor

    Fernando Pessoa

    10,00 

    Cartas de Amor de Fernando Pessoa.
    Editorial Ática. Lisboa, 1978, 222 págs. B.

    «Por se tratar de uma primeira edição, respeitou-se escrupulosamente a grafia original (sem prejuízo, pois, de em edições ulteriores ela vir a ser actualizada); respeitou-se também o modo bem pouco uniforme como Fernando Pessoa datava as suas cartas; e entendeu-se ainda, quanto ás duas únicas que não trazem data – embora se mostre conjecturável a sua inserção no conjunto -, que o mais prudente seria, por agora, relegá-las para um apêndice, onde igualmente se arquiva uma carta que, não sendo especificamente dirigida à destinatária, esta última teve o cuidado de religiosamente a conservar também (…)» – Introdução.

    🖊️ Dedicatória de oferta

  • Companheiros de Esther de Lemos

    Companheiros

    Esther de Lemos

    8,00 

    Companheiros de Esther de Lemos.
    Editorial Ática. Lisboa, 1962, 763 págs. B.

    Ester de Lemos: Licenciada em Filologia Românica, pela Universidade de Lisboa, onde foi assistente da Faculdade de Letras (1957-1963, 1971-1974). Cristã convicta e uma resoluta defensora dos ideais do Estado Novo, pugnando pela educação e formação da juventude segundo essa óptica, discordou da atribuição do Prémio Camilo Castelo Branco a Luandino Vieira pela Sociedade Portuguesa de Escritores, deixando, por isso, de manter contacto com Jacinto Prado Coelho, orientador da tese de doutoramento inacabada. Foi deputada à Assembleia Nacional, na IX legislatura (1965-1969).

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • República (1910-35) de Fernando Pessoa

    República (1910-35)

    Fernando Pessoa

    15,00 

    “(…) Na verdade, como o demonstra este livro sobre a República Portugueza, e o evidenciou já no anterior Sobre Portugal e ainda o tornará mais patente o restante espólio que oportunamente será dado a lume, Pessoa escreveu continuamente acerca do seu País e dos problemas que este suscitava à sua busca de entendimento da sua própria inserção no processus nacional(…)”

  • Português, Escritor, 45 Anos de Idade de Bernardo Santareno

    Português, Escritor, 45 Anos de Idade

    Bernardo Santareno

    20,00 

    Português, Escritor, 45 Anos de Idade de Bernardo Santareno.
    Edições Ática. Lisboa, 1974, 301 págs. B.

    Primeira peça de um autor português a subir à cena após o 25 de Abril, Estreada no Teatro Maria Matos com o seguinte elenco: Adelaide João, António Montez, Arminda Taveira, Carlos Santos, Carlos Sargedas, Carlos Veríssimo, Fernanda Borsatti, Irene Cruz, Lurdes Norberto, Luis Cerqueira, Luís Santos, Madalena Braga, Manuel Matos, Rogério Paulo e Vitor de Sousa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Guerra Santa de Luís Sttau Monteiro

    Guerra Santa

    Luís Sttau Monteiro

    10,00 

    Guerra Santa de Luís Sttau Monteiro.
    Edições Ática. Lisboa, 1974, 176 págs. B.

    Luís de Sttau Monteiro exercitou vários géneros literários, como o jornalismo, a ficção (as suas primeiras publicações foram romances) e a escrita dramática, mas foi sobretudo por esta última que cedo atraiu a atenção do público e da crítica. A sua peça de estreia – Felizmente há luar!, em 1961 – foi de imediato proibida de ser levada à cena. Tendo vivido em Londres durante a Segunda Guerra Mundial, por razões familiares, adaptou-se mal à intransigência da ditadura salazarista, destacando-se pelo tom irreverente das suas obras. A perseguição pela PIDE e a censura de que os seus textos foram alvo – Felizmente há luar! (1961) esteve catorze anos impedida de subir à cena, o que só foi possível após a queda do regime – provam o carácter interventivo da sua escrita e a sua estreita ligação com a realidade portuguesa da época. (…) Foi preso pela PIDE em 1967, após a publicação das peças satíricas A Guerra santa e A estátua, onde teceu duras críticas à ditadura e à guerra colonial.

    📕 1ª Edição.
    📝 Assinatura de posse.

  • Angústia para o Jantar

    Angústia para o Jantar

    Luis de Sttau Monteiro

    7,00 

    Angústia para o Jantar de Luis de Sttau Monteiro.
    Edições Ática. Lisboa, 1987, 239 págs. Mole.

    O que levará Gonçalo, um empresário rico e burguês, a encontrar-se para jantar com António, empregado de escritório e pobre, sempre ao dia 15 de cada mês, se nada têm em comum senão terem sido, há mais de 30 anos, colegas no liceu?

    Nunca vi nada que não fosse lógico. Tudo tem uma lógica, muito embora esteja por vezes escondido. É a isso que chamamos o segredo das coisas. O que distingue os homens lúcidos dos inconscientes é que os primeiros procuram descobrir a lógica das coisas, ao passo que os segundos julgam que as coisas surgem por si próprias e procuram, não a sua lógica, mas a sua rima.

    Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.

    📕 9ª Edição.

    Num texto de grande intensidade dramática, que haveria de revelá-lo como um dos maiores vultos da literatura portuguesa Pós-Guerra, Luís de Sttau Monteiro denuncia, com uma ironia por vezes contundente, o quadro social e político português resultante das condições, e das contradições, impostas pelo Estado Novo.

  • Distância de Teobaldo Virgínio

    Distância

    Teobaldo Virgínio

    10,00 

    Distância de Teobaldo Virgínio.
    Editorial Ática. Lisboa, 1973, 153 págs. B.

    Distância marca a estreia literária de Teobaldo Virgínio no âmbito da ficção. Publicado pela primeira vez em 1963, em Sá da Bandeira, Angola, esta sua obra logo suscita a atenção de um escritor e crítico tão conceituado como Luís Forjaz Trigueiros que não hesita em considerá-lo um dos novos e mais prometedores escritores cabo-verdianos. Teobaldo, à semelhança de outros escritores cabo-verdianos, jamais olvidou a sua verdadeira identidade mantendo-se sempre preso, fisicamente, emocionalmente, espiritualmente e até culturalmente, à casa materna, à sua terra, às suas origens. Lendo Distância ou qualquer outro dos seus livros, seja de prosa ou poesia, lá encontraremos esse sentimento profundo que subjaz à sua crioulidade e dá vida autêntica a todas as suas personagens e histórias.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • As Mãos de Abraãozacut de Luís de Sttau Monteiro

    Mãos de Abraãozacut

    Luís de Sttau Monteiro

    7,00 

    Uma das mais importantes produções dramáticas de Sttau Monteiro, esta estreada pela Companhia «Teatro-Estúdio de Lisboa» em 1969. Com interesse para a bibliografia de Abraão ben Samuel Zacuto, astrónomo de origem judaica que serviu na corte de D. João II, tendo sido expulso de Portugal por não ter aceitado a sua conversão ao catolicismo.

  • Poesias de Mário Sá-Carneiro

    Poesias

    Mário Sá-Carneiro

    8,00 

    Poesias  de Mário de Sá-Carneiro.
    Editorial Ática. Lisboa, 1946, 190 págs. B.

    Muito tenho já falado de poesia e, no entanto, ¿quando teria eu dito o essencial? Sempre que leio um poeta com a intenção de o estudar ou compreender, sinto que mais se arreiga em mim a convicção de que é impossível reduzir a categorias lógicas a essência da poesia. Pasmo até que seja possível aplicar raciocínio e lógica ao que por natureza é estranho ao raciocínio e à lógica. E isto não é ver dade só dos poetas modernos. É verdade de tôda a poesia. Bem certo é que na poesia moderna há divórcio entre a lógica e a expressão poética. Mas, de maneira geral, esse divórcio é comum a toda a poética: existe mesmo na poesia didáctica.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesias de Álvaro de Campos

    Poesias

    Álvaro de Campos

    7,50 

    Poesias de Álvaro de Campos.
    Editorial Ática. Lisboa, 1969, 325 págs. B.

    “Álvaro de Campos nasceu em Tavira, no dia 15 de Outubro de 1890 (às1,30 da tarde, diz-me o Ferreira Gomes; e é verdade, pois, feito o horóscopo para essa hora, está certo). Este, como sabe, é engenheiro naval (por Glasgow), mas agora está aqui em Lisboa em inactividade (…) Como escrevo em nome desses três?… Caeiro por pura e inesperada inspiração, sem saber ou sequer calcular que iria escrever. Ricardo Reis, depois de uma deliberação abstracta, que subitamente se concretiza numa ode.

    📝 Assinatura de posse.