A medida que o delirio se desvanecia, Sá-Carneiro ia tomando consciência de si mesmo, ia-se fazendo opaco, ia-se sentindo homem, ia-se apercebendo da sua natureza de «sujeito». E então que os seus poemas analíticos surgem. Não se pode dizer, porém, que fosse rigorosamente assim. Seja como for: Sá-Carneiro era umas vezes vulcanicamente metafórico, outras quase reflectidamente analitico. Mas na fase derradeira há uma modificação completa. Sá-Carneiro deixa de todo o metaforismo abstracto: faz-se homem concreto. – in Estudo Crítico de João Gaspar Simões.

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informação do livro

Poesias de Mário Sá-Carneiro. Edições Ática. Amadora, 1973, 194 págs. Mole.

[Assinatura de posse]

A medida que o delirio se desvanecia, Sá-Carneiro ia tomando consciência de si mesmo, ia-se fazendo opaco, ia-se sentindo homem, ia-se apercebendo da sua natureza de «sujeito». E então que os seus poemas analíticos surgem. Não se pode dizer, porém, que fosse rigorosamente assim. Seja como for: Sá-Carneiro era umas vezes vulcanicamente metafórico, outras quase reflectidamente analitico. Mas na fase derradeira há uma modificação completa. Sá-Carneiro deixa de todo o metaforismo abstracto: faz-se homem concreto. – in Estudo Crítico de João Gaspar Simões.

Peso 290 g

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