• Vida de Jesus

    Vida de Jesus

    Plínio Salgado

    10,00 

    Vida de Jesus de Plínio Salgado.
    Editorial Ática. Lisboa, 1945, 735 págs. E.

    “(…) Plínio Salgado, que em Vida de Jesus se apresenta ao público português, é um autêntico escritor, com o testemunho de uma vasta obra realizada, de ampla significação, profunda contextura, de luminoso poder artístico. Político, sociólogo, historiador, homem de acção e de espírito, é, porém, no pensador e no artista, que mais flagrantemente a sua natureza se revela. (…)

    📝 Assinatura de posse

  • Poesias de António Patrício

    Poesias

    António Patrício

    20,00 

    Poesias de António Patrício.
    Ática. Lisboa, 1942, 132 págs. E.

    “A poesia [de António Patrício] reflecte a procura do absoluto no amor, a angústia sentimental insatisfeita, o impulso vital nietzschiano. Princípios do simbolismo, decadentismo e saudosismo podem ser encontrados nos seus poemas.”

    ✍🏻 Edição autografada pelo filho do autor.

  • Prosa de Álvaro de Campos

    Prosa

    Álvaro de Campos

    7,00 

    Prosa de Álvaro de Campos.
    Edições Ática. Lisboa, 2012, 416 págs. B.

    Álvaro de Campos, a personagem mais activa, interventiva e penetrante criada por Fernando Pessoa, foi a única que deixou uma prosa (até 2012 amplamente inédita) de uma dimensão idêntica à que se encontra no «Livro do Desassocego» (publicado em 1982). Daí que a publicação da «Prosa de Álvaro de Campos» se possa considerar um acontecimento editorial tão relevante quanto a primeira publicação do «Livro do Desassocego» há exactamente trinta anos. Afinal, a prosa tardia de Campos é contemporânea da prosa tardia do Livro e ambas foram escritas pelo mesmo autor quando este havia já atingido um raro domínio da sua arte. Para mais, foi o próprio Pessoa quem afirmou que o seu semiheterónimo Bernardo Soares se assemelhava em «muitas coisas» ao seu heterónimo Álvaro de Campos. Neste sentido, a presente edição da prosa reunida de Campos vem lembrar, mais uma vez, que Pessoa continua inédito, embora seja esta uma realidade que ainda hoje nos espanta, quer por não a imaginarmos possível, quer por a desconhecermos por completo.

    📘 Plastificado de origem

  • Placeholder

    Poesia I

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    7,00 

    Poesia I de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Edições Ática. Lisboa, 1975, 84 págs. B.

    «Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: Poesia. Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: agon, combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é apesar das ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue.» (Pedro Eiras)

    📕 3ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Estilos de Época na Literatura de Domício Proença Filho

    Estilos de Época na Literatura

    Domício Proença Filho

    7,00 

    Estilos de Época na Literatura de Domício Proença Filho.
    Ática. São Paulo, 1981, 335 págs. B.

    “É um livro sério e original (…). E quando dizemos sério, estamos encarecendo nele o que julgamos essencial numa obra didática: a inteira honestidade de propósitos e de execução, a preocupação de atingir a meta sem hesitações ou desvios, a fundamentação ampla e segura.”

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Espírito da Obra, O

    Espírito da Obra, O

    Nuno Sampaio

    7,00 

    Espírito da Obra de Nuno Sampaio.
    Edições Ática. Lisboa, 1961, 188 págs.B.

    Nos ensaios que figuram neste pequeno volume, colectânea de trabalhos publicados em di- versas revistas de cultura, a maioria profunda- mente remodelados, um ou outro levemente retocado, abordam-se autores tão notáveis e tão difíceis como Tolstoi, Proust, Joyce, Kafka, Constant, Claudel, e quatro dos nossos mais ilus- tres poetas contemporâneos. Cada um deles merecia e exigia um tratado; não podem, por- tanto, sair engrandecidos das escassas páginas que thes foram consagradas. Nestas breves tentativas de interpretação, que são também páginas de homenagem, procurou-se apenas jnão se trair o espírito de obras suficientemente valiosas para reclamarem do crítio uma atitude de lealdades.

    Indice
    O Tempo na «Guerra e Paz de Tolstoi
    Fontes étnicas de Proust
    Ulisses, de James Joyce temas e perspectivas
    O inconsciente e o absurdo na obra de Kafka
    Reflexões sobre a obra de Benjamim Constant
    A obra poética de Paul Claudel
    A frustração na obra poética de Mário de Sá-Carneiro
    O tema da complexidade nas «Poesias» de Álvaro de Campos
    A evolução da poesia de Sofia de Mello-Breyner Andresen
    A poesia de Eugénio de Andrade

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Poesia

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    40,00 

    Poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen.
    Edições Ática. Lisboa, 1959, 87 págs. E.

    «Assim surgia uma língua, nova e límpida. Era o ano de 1944, Sophia publicava o primeiro livro, com o mais justo dos títulos: Poesia. Todos os livros seguintes poderiam receber o mesmo baptismo, o mesmo nome preciso: essa condição de poesia, que é feitura do poema, trabalho oficinal, mas também resgate entre ruínas e morte, renascimento da exaltação. Ou seja: agon, combate pela forma, combate contra as ruínas do mundo, surpresa final das mãos nunca vazias. Pois esta poesia nasce num lugar esgotado, deserto; e é apesar das ruínas que de tudo se ergue o poema. Forte, elemental, sim; mas jorrando do terror, de ruínas que não falam, de uma língua herdada já exangue.» (Pedro Eiras)

    📕 2ª Edição.
    ✍🏻
    Exemplar rubricado pela autora.
    Encadernado. Não conserva a capa de brochra

  • Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen

    Dia do Mar

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    25,00 

    Dia do Mar de Sophia de Mello Breyner Andresen
    Edições Ática. Lisboa, 1961, 95 págs. E.

    Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreveu Gastão Cruz, sobre esta obra: «Uma tensão dialéctica percorre “Dia do Mar”: o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses.»

    📕 2ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Em Vez de Asas Tenho Braços de Maria do Carmo Abecassis

    Em Vez de Asas Tenho Braços

    Maria do Carmo Abecassis

    10,00 

    Em Vez de Asas Tenho Braços de Maria do Carmo Abecassis.
    Editorial Ática. Lisboa, 1973, 226 págs. B.

    Maria do Carmo Abecassis é uma poetisa moçambicana, nascida em Lourenço Marques (atual Maputo), Moçambique. É autora da coletânea de poemas “Em vez de asas tenho braços”, publicada em 1973. A sua escrita, em língua portuguesa, destaca-se pela sensibilidade e força imagética.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Diário de Sebastião da Gama.

    Diário

    Sebastião da Gama

    7,50 

    Diário de Sebastião da Gama.
    Edições Ática. Lisboa, 1967, 344 págs. B.

    Este Diário, que Sebastião da Gama deixou manuscrito, é o registo quotidiano das suas experiências de estagiário do Ensino Técnico, e seria, não se sabe até que altura, o programa da sua carreira de professor, se a Morte lhe não houvesse tão prematuramente posto termo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Ao Serviço de Portugal de António Spínola

    Serviço de Portugal, Ao

    António Spínola

    10,00 

    Importantes intervenções públicas de António de Spínola após o movimento revolucionário de 25 de Abril, para cuja história são elementos fundamentais.

  • Texto Crítica e de Intervenção de Fernando Pessoa

    Texto Crítica e de Intervenção

    Fernando Pessoa

    10,00 

    Reunindo escritos publicados entre 1907 e 1935, este volume reúne uma seleção de ensaios, artigos e intervenções em jornais e revistas onde Pessoa reflete sobre a literatura, a crítica estética e o papel social do escritor. Com clareza e rigor, aborda temas como a nova poesia portuguesa, a crítica literária, o modernismo e a função do poeta na sociedade. Textos de Crítica e de Intervenção não é apenas um espelho do pensamento pessoano sobre arte e cultura, mas também um documento que revela o empenho de Fernando Pessoa na renovação estética e intelectual de Portugal

  • Babel em Redondilhas de Luís de Camões

    Babel em Redondilhas

    Luís de Camões

    6,00 

    Babel em Redondilhas de Luís de Camões [et al.]
    Edições Ática. Lisboa, 2010, 75 págs. Mole.

    No limiar do seu trabalho editorial, Babel entendeu editar estas três obras, não obstante todas as diferenças que separam o seu próprio conceito daquela outra Babel que os nossos clássicos abordaram a partir de uma diferente gama de preocupações. Com efeito, a salvação do homem, hoje, está na construção da mais alta torre a partir da diversidade inumerável das línguas e obras de Babel

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Desaparecido - Breve Tratado de Não Versificação de Carlos Queiroz

    Desaparecido – Breve Tratado de Não Versificação

    Carlos Queiroz

    10,00 

    Terceiro edição deste importante livro de Carlos Queiroz distinguido pelo Secretariado de Propaganda Nacional com o ‘Prémio de Poesia – Antero de Quental’, nesta edição, acrescentada com 20 poemas e ilustrada com um retrato fotográfico do Poeta.

  • Felizmente Há Luar de Luís de Sttau Monteiro

    Felizmente Há Luar

    Luís de Sttau Monteiro

    5,00 

    Felizmente Há Luar de Luís de Sttau Monteiro.
    Editorial Ática. Lisboa, 1969, 164 págs. B.

    Denunciando a injustiça da repressão e das perseguições políticas levadas a cabo pelo Estado Novo, a peça Felizmente Há Luar!, publicada em 1961, no mesmo ano de Angústia para o Jantar, esteve proibida pela censura durante muitos anos. Só em 1978 foi pela primeira vez levada à cena, no Teatro Nacional, numa encenação do próprio Sttau Monteiro.

    Eu sou um homem de teatro concreto, real, de palco. Para mim, o teatro surge quando está no palco, quando estabelece uma relação social, concreta, num povo e num grupo. O livro meramente, ou o texto, tem para mim muito pouco significado, apesar de eu ser um autor teatral. (…) Se vocês são o teatro do futuro, eu sou o do passado. Eu sou um homem para quem só conta o espetáculo.

    Estas são palavras proferidas por Sttau Monteiro e publicadas em Le théatre sous la contrainte, Atas do Colóquio Internacional realizado em Aix-en-Provence, em 4 e 5 de dezembro de 1985, publicadas pela Universidade de Provence, em 1988.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Poesias

    Poesias

    António Patrício

    15,00 

    Poesias de António Patrício.
    Edições Ática. Lisboa, 1954, 131 págs. B.

    Encalhado na foz daquele rio, numa água baixa e morta de revessa, vi a carcassa podre dum navio que a Morte desprezou, deixa morrer sem pressa. Nessa tarde d’inverno e de névoa e de chuva, em que as nuvens no céu eram lúgubres frotas, tinha a miséria duma velha viúva por entre os pios estridentes das gaivotas… Nem um mastro sequer, nem um eco de faina: já a roda do leme apodreceu no lodo… Está morto, está bem morto. Apodrece inconsciente, sem saudade sequer das rotas de miragem em que a espuma sorriu, sorriu perdidamente na cortadora quilha, à rude marinhagem

    📝 Assinatura de posse.