• Música de Praia de Pat Conroy

    Música de Praia

    Pat Conroy

    6,00 

    Música de Praia de Pat Conroy.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1996, 585 págs. B.

    Da placidez eterna de Roma às areias cálidas da Carolina do Sul, o passado e o presente de um homem que ateima em procurar na memória a verdade crua e derradeiramente libertadora.

    Música de Praia é uma narrativa empolgante, sensível, profunda e poderosa, uma viagem inesquecível e reveladora dos mais recônditos segredos do coração humano.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cardeal do Kremlin de Tom Clancy

    Cardeal do Kremlin, O

    Tom Clancy

    7,00 

    Cardeal do Kremlin de Tom Clancy.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1989, 606 págs. B.

    Nos mares tempestuosos da América do Sul, um alvo desaparece no meio de um clarão esverdeado. Nas montanhas soviéticas, junto da fronteira do Afeganistão, um misterioso conjunto de pilares e cúpulas ergue-se na escuridão da noite. Para as duas superpotências mundiais, a prioridade é lançar o primeiro sistema antimíssil da Guerra Fria, e os dois homens encarregados de avaliar a capacidade soviética para o fazer sabem-no bem: o coronel Mikhail Filitov, da URSS, um militar da velha guarda olhado com desconfiança pelo novo círculo de tecnocratas, e Jack Ryan, um famoso analista da CIA.

    Ambos usam todos os meios para chegar à verdade, mas Filitov consegue-o primeiro… e é aí que tudo ameaça desmoronar-se. Porque Filitov, conhecido pelo nome de código Cardeal, é o agente americano mais graduado no Kremlin, e está prestes a ser assassinado pelo KGB. Cabe a Jack Ryan salvá-lo, num alucinante jogo de gato e rato, onde já não é apenas a sobrevivência de Filitov e Ryan que está em jogo, mas também a do mundo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Verdade Sobre Lorin Jones, A

    Verdade Sobre Lorin Jones, A

    Alison Lurie

    6,00 

    Verdade Sobre Lorin Jones de Alison Lurie.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1991, 327 págs. B.

    Considerada pelo jornal The Observer como «a mais elegante e mordaz romancista norte-americana contemporânea», Alison Lurie nasceu em 1926, em Chicago, mas vive desde a infância em Nova Iorque. Docente da Cornell University há mais de duas décadas, estreou-se como ficcionista em 1962, com Love and Friendship. Galardoada pela Academia Americana em 1979, conquistou em 1985 o prestigiado Prémio Pulitzer com o romance Amor no Estrangeiro.

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  • Mundo Melhor para os Nossos Filhos, O

    Mundo Melhor para os Nossos Filhos, O

    Benjamim Spock

    6,00 

    Mundo Melhor para os Nossos Filhos de Benjamim Spock.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1996, 186 págs. B.

    O presente livro não é um manual sobre os cuidados diários a prestar às crianças. Trata, sim, da deterioração da sociedade contemporânea e daquilo que todos nós podemos fazer para oferecermos um mundo melhor a todas as crianças.

     

    As questões aqui abordadas preocupam todos oscidadãos conscientes dos graves problemas que afectam a nossa vida actual a nível pessoal, familiar, profissional e cultural.

    As propostas do Dr. Spock são simples e directas e as soluções apontadas são optimistas e motivantes, permitindo-nos depositar uma grande esperança no mundo que a partir delas poderemos ajudar a construir para os nossos filhos

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Prova de Tubarões

    Prova de Tubarões

    Harvey Mackay

    6,00 

    Prova de Tubarões de Harvey Mackay.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1993, 295 págs. B.

    Imagine que concorre a um emprego, mas não é admitido. Já pensou em convidar o seu concorrente (aquele que ficou com o lugar) para um jantar onde possa descobrir os truques que ele usou e que lhe permitiram obter o tão desejado posto de trabalho?

    • Agradeça os problemas que quotidianamente lhe surgem no emprego. São eles que garantem metade do seu salário. Se tudo corresse bem, se não existissem pessoas difíceis nem situações desagradáveis, era fácil encontrar alguém que desempenhasse as suas funções por metade do seu salário.
    • Lembre-se que o emprego vitalício e o relógio de ouro ao fim de 40 anos de trabalho já pertencem ao passado. Por isso, comece hoje mesmo a aprender a sobreviver para poder prosperar no mundo de amanhã.

    É verdade que o actual mercado de trabalho não está para graças, mas com este livro poderá aprender muito, divertir-se bastante e, sobretudo, ganhar uma couraça protectora que lhe permitirá ficar totalmente à prova de tubarões.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Gerindo para o Futuro de Peter F. Drucken

    Gerindo para o Futuro

    Peter F. Drucken

    7,00 

    Gerindo para o Futuro de Peter F. Drucken.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1993, 327 págs. B.

    Que modelo de gestão é mais eficiente? No mundo em que vivemos, em mudança acelerada, a resposta a esta pergunta é cada vez mais difícil, pois as verdades de ontem deixaram de funcionar ou perderam a credibilidade.

    Com o seu habitual espírito crítico, inovador e polémico, Peter F. Drucker aborda um vasto conjunto de questões que, no essencial, constituem as principals preocupações do gestor contemporâneo.

    Formulando respostas e propondo conselhos, por vezes desconcertantes, Drucker basela a sua análise na nova realidade da criação de grandes blocos económicos – entre os quais a Comunidade Europeia e toda a obra reflecte a preocupação de que a competitividade deve ser norteada pela perspectiva global e não local ou nacional.

    De extrema actualidade e relevância para os gestores portugueses, a leitura desta obra irá proporcionar novas abordagens de problemas como: controlo de custos, externalização de serviços, política de preços, papel do empreendedor ou necessidade de flexibilizar o trabalho

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Memórias de um Economista

    Memórias de um Economista

    Peter F. Drucker

    8,00 

    Memórias de um Economista: um Homem Entre Dois Mundos de Peter F. Drucker.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1995, 392 págs. B.

    Nunca encontrel uma única pessoa desinteressante. Por mals conformistas, convencionais ou estúpidas que sejam, as pessoas tornam-se fascinantes no momento que falam das coisas que fazem, conhecem ou em que estão interessadas. Cada uma delas transforma-se, então, num Individuo… E são individualidades que, na sua diversidade, se retratam neste livro.

     

    Eesta crença na diversidade, no pluralismo e no carácter único de cada pessoa que marca todos os meus escritos, a começar pelo primeiro livro que escrevi há mais de 50 anos.

     

    Todos os meus livros ou ensaios, quer tratando de política. filosofia ou história: de ordem social ou de instituições sociais; de gestão, tecnologia ou economia, colocam a tónica no pluralismo e na diversidade.

     

    Este é um livro que escrevi para mim. É um livro sobre pessoas. Não é sobre mim, Nenhum dos meus outros livros esteve tanto tempo em gestação; durante 20 anos vivi com as suas personagens na cabeça, comi, bebi, caminhel, falei, acordei e sonhel com elas. Mas nenhum dos meus livros nasceu tão depressa levei menos de um ano a concluí-lo desde que me sentei à frente da máquina de escrever. Não é de certeza o meu livro mais Importante, Mas é aquele de que eu mais gosto.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Gestão numa Época de Grande Mudança de Peter F. Drucker

    Gestão numa Época de Grande Mudança

    Peter F. Drucker

    6,00 

    Gestão numa Época de Grande Mudança de Peter F. Drucker.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1996, 318 págs. B

    Drucker reflecte sobre a nova revolução no comércio e suas implicações na redução de custos; a necessidade de todas as companhias terem uma «teoria de empresa»; e a necessidade de os executivos receberem regularmente os novos tipos de informação relativa aos mercados e à economia em geral, disponibilizados pelas novas tecnologias.

    Analisa ainda a constituição de equipas; as regras para a gestão de empresas familiares; e as «ver- dades absolutas» adquiridas ao longo dos últimos quarenta anos e que começam agora a ser postas em causa.

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  • Kennedy e Salazar de José Freire Antunes

    Kennedy e Salazar

    José Freire Antunes

    7,00 

    ANTUNES, José Freire, KENNEDY E SALAZAR: O LEÃO E A RAPOSA. Difusão Cultural. Lisboa, 1991, 383 págs. B.

    1961 foi o ano mais difícil da história contemporânea das relações entre Portugal e os Estados Unidos.
    Salazar, a caminho dos 73 anos, era como uma velha raposa, segura no seu covil, enfrentando as ameaças com inexcedível argúcia. Kennedy, aos 43 anos, chegara à Casa Branca como um jovem leão, majestático nas características de poder e carisma com que captou a imaginação universal.
    José Freire Antunes tem a arte de nos conduzir minuciosamente pelos labirintos desconhecidos das relações entre os dois aliados na NATO e revela-nos os grandes segredos do dramático conflito entre as políticas de Kennedy e Salazar. O resultado é uma obra profunda, uma investigação notável, uma escrita fascinante.

    📷 Ilustrado
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  • Revelação de Michael Crichton

    Revelação

    Michael Crichton

    6,00 

    Revelação de Michael Crichton.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1994, 430 págs. B.

    Tom Sanders dava aquela promoção como certa e. obviamente, ficou surpreendido quando o lugar foi ocupado por Meredith Johnson, com quem vivera dez anos atrás. Mas as suas surpresas não se ficava por aqui: Meredith convida-o a reviverem os bons tempos e embarcam numa nova aventura. Perante a recusa de Tom, a nova directora acuso-o de a assediar sexualmente. O pesadelo de Tom Sanders estava prestes a começar. Resumir este romance a um bem contado caso de assédio sexual significaria esquecer todos os outros importantes ingredientes que o autor reuniu para construir a intriga deste seu novo thriller. Mais do que uma história de relações entre sexos, é uma cativante reflexão sobre as relações de poder nos locais de trabalho, sobre os obscuros interesses que levam à fusão de empresas e, como não podia deixar de ser, sobre os incríveis progressos da tecnologia, nomeadamente no domínio da realidade virtual. Partindo de uma inversão de papéis num caso de assédio sexual e tendo como pano de fundo uma complexa maquinação jurídica e financeira, esta é a “Revelação” de Michael Crichton no seu melhor estilo.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Cozinha Moderna de Manuel Luís Goucha

    Cozinha Moderna

    Manuel Luís Goucha

    20,00 

    Cozinha Moderna de Manuel Luís Goucha.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1993, 302 págs. E.

    Há de tudo nesta obra. Receitas rápidas e económicas, que a vida é uma pressa e nem sempre bonda o dinheiro. Outras mais elaboradas, como que para jantas domingueiras, que ainda é quando a família se reúne à mesa com vagar. Também as há sofistica das, receitas de festa e circunstância, como que para celebrar aqueles momentos que acontecem uma vez na vida.

    📝 Assinatura de posse.

  • Motim em Green River de Tim Willocks

    Motim em Green River

    Tim Willocks

    5,00 

    “Motim em Green River talvez seja o melhor romance de sempre sobre a prisão. É um livro de uma alquimia sombria: um ambiente turbulento, personagens brilhantemente retratadas, uma narrativa de pura adrenalina, escrita com um ritmo e um estilo geniais. Tim Willocks conduz-nos numa viagem inesquecível aos infernos. Aconselho vivamente a sua leitura.”

  • Morte no Estádio de Francisco José Viegas.

    Morte no Estádio

    Francisco José Viegas

    7,50 

    Morte no Estádio de Francisco José Viegas.
    Difusão Cultural. Lisboa, 1991, 239 págs. B.

    Um famoso futebolista do FC Porto é assassinado num bar irlandês em plena Foz. Para Jaime Ramos, inspetor da Polícia Judiciária do Porto, e Filipe Castanheira, que interrompe um exílio autoimposto nos Açores, há vários implicados no crime: Alexandra, a mulher da vítima, Susana, casada com outro futebolista e amante do morto, Serafim, o amante da amante, e outras figuras mais ou menos sombrias que evocam as relações obscuras do mundo do futebol. Enquanto as investigações decorrem, vão emergindo as muitas paixões que envolvem todas as personagens — a de Jaime Ramos e de Filipe Castanheira pela comida; a de Jorge Alonso, o dono do bar irlandês, pela Irlanda, e de quase todos pelo futebol – suposto móbil do livro. São essas paixões que acabam por dar sentido à falta de sentido da vida.

    📕 1ª Edição.
    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Toque Clássico, O

    Toque Clássico, O

    Jonh K. Clemens

    5,00 

    O Toque Clássico de Jonh K. Clemens
    Difusão Cultural. Lisboa, 1993, 223 págs. B.

    É sobretudo pela visão, sempre renovado, do lado humano da gestão que o grande administrador se distingue do ges for mediano.

    Facilidade no dominio das relações humanas e profundos conheci mentos financeiros, contabilisticos ou informáticos são, sem dúvida, factores de extrema importância, mas o grande administrador é particularmente reconhecido por imprimir um toque clássico à sua liderança.

    Recorrendo aos grandes clássicos da civilização ocidental, este é o primeiro livro a propor a resolução dos modernos problemas da gestão e liderança a partir das lições retiradas de uma riquíssima sabedoria colectiva.

    Escritos por autores da Antiguidade Clássica, do Renascimento e da Era Industrial, os textos aqui reunidos oferecem uma perspectiva humanista da gestão e ajudam a compreender melhor a complexa arte de liderar.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.