• O Reino do Dragão de Ouro de Isabel Allende

    Reino do Dragão de Ouro, O

    Isabel Allende

    6,00 

    O Reino do Dragão de Ouro de Isabel Allende
    DIFEL. Lisboa, 2003, 303 págs. B.

    A estátua do Dragão de Ouro permanece oculta num pequeno e misterioso reino encravado na Cordilheira dos Himalaias. Segundo reza a lenda, este magnífico objeto, um poderoso instrumento de adivinhação incrustado de pedras preciosas, guarda a paz destas terras. Uma paz que agora, devido à cobiça na alma dos homens, pode vir a ser perturbada.

    Em O Reino do Dragão de Ouro, Isabel Allende convida-nos a entrar numa dupla aventura. Alexander Cold, a sua avó Kate e Nadia Santos, os protagonistas de A Cidade dos Deuses Selvagens, voltam a reunir-se. O leitor viverá com eles as suas peripécias e vicissitudes, na beleza nua e límpida das montanhas e vales dos Himalaias, agora na companhia de novos amigos.

    Mas a escrita mágica da autora também desvela o valor e a simplicidade dos ensinamentos budistas através do lama Tensing, mestre e guia espiritual de Dil Bahadur, o jovem herdeiro do reino, a quem dá a conhecer os valores da compaixão, do respeito pela Natureza, da vida e da paz.

    Um romance esplêndido, para leitores de todas as idades.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Inés da Minha Alma

    Inés da Minha Alma

    Isabel Allende

    6,00 

    Inés da Minha Alma de Isabel Allende
    DIFEL. Lisboa, 2006, 342 págs. B.

    Inés Suárez é uma jovem e humilde costureira, oriunda da Extremadura, que embarca em direção ao Novo Mundo para procurar o marido, extraviado pelos seus sonhos de glória no outro lado do Atlântico. Anseia também por uma vida de aventuras, vedada às mulheres na sociedade do século XVI.
    Na América, Inés não encontra o marido, mas sim uma grande paixão: Pedro de Valdivia, mestre de campo de Francisco Pizarro, ao lado de quem Inés enfrenta as incertezas da conquista e fundação do reino do Chile.

    Neste romance épico, a força do amor prevalece sobre a rudeza, a violência e a crueldade de um momento histórico inesquecível. Pela mão de Isabel Allende, confirma-se que a realidade pode ser mais surpreendente que a ficção, e igualmente cativante.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Número Dez de Sue Townsend

    Número Dez

    Sue Townsend

    7,00 

    Número Dez de Sue Townsend.
    DIFEL. Lisboa, 2003, 266 págs. B.

    O Primeiro Ministro Edward Clare e a sua mulher Adele Floret-Clare (que foi votada como a mulher mais inteligente da Europa e é autora do livro Deus é uma Lésbica) vivem no Número 10 de Downing Street. Jack Sprat é o polícia que está à porta. Há cinco anos, Edward Clare foi eleito Primeiro Ministro com uma vitória esmagadora. Mas agora as coisas estão a começar a correr mal. O amor desapareceu. As pessoas estão a mudar. Ou seja, é um problema muito real. Edward está preocupado.
    Terá conseguido realizar alguma coisa? A única coisa que quer é que as pessoas da Inglaterra de Clare gostem dele e sejam felizes. Como é que ele pode descobrir o que elas realmente pensam? Com a ajuda de Jack Sprat, viajam incógnitos pelo país, até chegarem à casa onde Jack passou a infância. A sua mãe vive em Leicester, também num número 10, mas as semelhanças acabam por aí…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Nome da Rosa de Umberto Eco

    Nome da Rosa, O

    Umberto Eco

    8,00 

    O Nome da Rosa de Umberto Eco.
    DIFEL. Lisboa, 2005, 493 págs. B.

    Um estudioso descobre casualmente a tradução francesa de um manuscrito do século XIV: o autor é um monge beneditino alemão, Adso de Melk, que narra, já em idade avançada, uma perturbante aventura da sua adolescência, vivida ao lado de um franciscano inglês, Guilherme de Baskerville.
    Estamos em 1327. Numa abadia beneditina reúnem-se os teólogos de João XXII e os do Imperador. O objecto da discussão é a pregação dos Franciscanos, que chamam a igreja à pobreza evangélica e, implicitamente, à renúncia ao poder temporal.
    Guilherme de Baskerville, tendo chegado com Adso pouco antes das duas delegações, encontra-se subitamente envolvido numa verdadeira história policial. Um monge morreu misteriosamente, mas este é apenas o primeiro dos sete cadáveres que irão transtornar a comunidade durante sete dias. Guilherme recebe o encargo de investigar esses prováveis crimes. O encontro entre os teólogos fracassa, mas não a investigação do nosso Sherlock Holmes da Idade Média, atento decifrador de sinais, que através de uma série de descobertas extraordinárias, conseguira no final encontrar o culpado nos labirintos da Biblioteca.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Rainha e Eu de Sue Townsend

    Rainha e Eu

    Sue Townsend

    6,00 

    Rainha e Eu de Sue Townsend.
    DIFEL. Lisboa, 1993, 279 págs. B.

    Depois de cerca de quarenta anos no trono de Inglaterra, ser realojada numa habitação social de uma cidade da periferia constitui um choque para a Rainha. De facto, é um pesadelo.
    Mas quando o Partido Republicano do Povo consegue uma inesperada vitória nas eleições – graças a uma subliminar lavagem do cérebro do eleitorado por técnicos descontentes da televisão -, o seu primeiro acto no Governo é ordenar à Família Real que desocupe o Palácio de Buckingham e se mude para Hell Close. Enquanto as tapeçarias Aubusson são cortadas à medida e o Ticiano salvo por acaso aguarda para ser pendurado nas paredes de estuque, a Família Real prepara-se para sua nova vida próxima da classe trabalhadora.
    Este cenário constrangedor é o ponto de partida para a maldosamente divertida e atraente nova novela de Sue Townsend.
    A Rainha e Eu é uma brilhante ficção subversiva para os anos noventa e vindouros.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Baudolino de Umberto Eco

    Baudolino

    Umberto Eco

    10,00 

    Baudolino de Umberto Eco.
    DIFEL. Lisboa, 2007, 470 págs. B.

    Na zona do baixo Piemonte onde, anos depois, virá a surgir Alexandria, Baudolino, um pequeno camponês fantasioso e aldrabão, conquista o imperador Frederico Barbarroxa e torna-se seu filho adoptivo. Baudolino vai fabulando e inventando mas, quase por milagre, tudo o que imagina produz História. Assim, entre outras coisas, constrói a mítica epístola do Prestes João, que prometia ao Ocidente um reino fabuloso, no longínquo Oriente, governado por um rei cristão, que abalou a fantasia de muitos viajantes sucessivos, incluindo Marco Polo…
    …A história de um crime impossível, um conto fantástico, teatro de invenções linguísticas hilariantes, este livro celebra a força do mito e da utopia…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Pêndulo de Foucault de Umberto Eco

    Pêndulo de Foucault

    Umberto Eco

    10,00 

    Pêndulo de Foucault de Umberto Eco.
    DIFEL. Lisboa, 2005, 563 págs. B.

    Nos nossos dias, três redactores editoriais italianos, cansados da rotina, são levados pela curiosidade e sede de cultura a retomar a curiosa história de um segredo dos Templários. Um segredo que os Cavaleiros teriam ocultado no momento da extinção da ordem e da condenação à morte dos seus dirigentes em 1312. A descoberta de um “Plano” centenário para dominar o mundo vai levar os três homens muito longe na procura da verdade.
    Umberto Eco consegue assim, num mesmo livro, misturar romance histórico, aventura e mistério. O resultado é um inquietante relato que nos faz pensar: poderá ser verdade? Poderemos ser todos vítimas de uma enorme conspiração de proporções cósmicas?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Gertrud de Hermann Hesse

    Gertrud

    Hermann Hesse

    7,00 

    Gertrud de Hermann Hesse.
    DIFEL. Lisboa, 2001, 152 págs. B.

    Um texto de uma beleza formal absolutamente espantosa, que revela a irredutibilidade da arte (música) à vida. A música assume-se exclusiva, devoradora da capacidade das personagens de amar, de (sobre)viver à realidade quotidiana. Acresce que é uma história de um amor frustrado que encontra a voz sóbria e contida no narrador. Hermann Hesse consegue, com um acervo notável de palavras, compor uma sonata melancólica e resistente que ecoa a temática difícil do princípio do século da arte contra a vida e, ao mesmo tempo, antecipa metaforicamente as pulsões destruidoras que estiveram na origem do 3º Reich. Este é um texto de inúmeras que poderá ser lido a um sem número de níveis. Pela sua beleza frágil e aura nostalgia esta obra reconciliará todos os “descrentes” de Hesse e maravilhará os (muitos) admiradores do autor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Caim e Abel

    Caim e Abel

    Jeffrey Archer

    6,00 

    Caim e Abel de Jeffrey Archer.
    DIFEL. Lisboa, s.d., 442 págs. B.

    Caim e Abel

    Com sua narrativa ágil e envolvente, Jeffrey Archer conduz brilhantemente a saga de William Kane e Abel Rosnovski, dois empresários de sucesso dispostos a levar sua rivalidade às últimas conseqüências.

    Caim, filho de um poderoso banqueiro de Boston, tinha o mundo a seus pés e fora formado para comandar o império dos pais. Abel nasceu numa floresta em Slonim, na Polónia. A sua mãe morreu no parto e ele foi adotado por uma família pobre e criado junto com outros seis irmãos.

    Sobrevivendo às dificuldades da infância e aos horrores da Primeira Guerra Mundial, Abel imigra para os Estados Unidos, onde torna-se proprietário de uma rede de hotéis. Enquanto isso, Caim herda a fortuna do pai e assume a presidência do banco, lutando com todas as armas para transformá-lo em uma das mais importantes instituições financeiras do país.

    Ao longo de 65 anos, Caim a Abel casam, têm filhos, experimentam fracassos e vitórias, passam por dramas pessoais e profissionais, mas nunca deixam de nutrir um desejo incontrolável de destruir a vida e o património do outro.

    Com uma trama extremamente bem construída, Caim e Abel apresenta um panorama histórico das transformações da sociedade, dos costumes e da política no século XX, além de proporcionar uma deliciosa leitura.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Bosque dos Pigmeus de Isabel Allende

    Bosque dos Pigmeus, O

    Isabel Allende

    6,00 

    O Bosque dos Pigmeus de Isabel Allende.
    DIFEL. Lisboa, 2004, 217 págs. B.

    Depois da Amazónia e dos Himalaias – cenários dos primeiros livros da trilogia -, desta vez a aventura decorre em África, onde Nadia e Alexander acompanham a avó Kate em mais uma expedição da International Geographic.

    Uma série de peripécias e os ciúmes de um elefante vão animar a semana que o grupo passa num safari. Mas o aparecimento de um padre espanhol vai alterar completamente os planos de terminar a reportagem e voltar para a capital, arrastando todo o grupo para um bosque misterioso habitado por pigmeus. Aí, e seguindo o rasto de dois missionários desaparecidos, instalam-se numa aldeia governada pelo rei Kosongo, pelo comandante Mbembelé e pelo bruxo Sombe, um triunvirato assustador que escraviza os pigmeus e o seu próprio povo para enriquecer com o contrabando.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Senhor das Trevas de Alberto Vázquez-Figueroa

    Senhor das Trevas, O

    Alberto Vázquez-Figueroa

    6,00 

    O Senhor das Trevas de Alberto Vázquez-Figueroa.
    DIFEL. Lisboa, 2002, 241 págs. B.

    Um médico abnegado, entregue de corpo e alma aos seus pacientes e à investigação, recebe uma visita inesperada: um homem que se identifica como sendo o diabo. Obviamente considera-o um louco, mas as provas apresentadas pelo desconhecido são de tal forma contundentes que se vê obrigado a rever as suas crenças.
    Posteriormente, o maléfico visitante oferece-lhe algo que todos os cientistas do mundo gostariam de possuir: o segredo da cura do cancro. Mas em troca deverá entregar-lhe a sua alma… O médico enfrenta um difícil dilema moral, mas acaba por aceitar.
    É este o ponto de partida de uma insólita aventura, uma azarada viagem ao outro lado do mundo através dos caminhos do bem e do mal.
    Com O Senhor das Trevas, moderna recriação do pacto de Fausto, Alberto Vázquez-Figueroa oferece-nos um dos romances mais surpreendentes, originais e provocadores da sua extensa produção. Um verdadeiro desafio para o leitor.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • O Reino do Dragão de Ouro de Isabel Allende

    Reino do Dragão de Ouro, O

    Isabel Allende

    6,00 

    O Reino do Dragão de Ouro de Isabel Allende.
    DIFEL. Lisboa, 2003, 303 págs. B.

    A estátua do Dragão de Ouro permanece oculta num pequeno e misterioso reino encravado na Cordilheira dos Himalaias. Segundo reza a lenda, este magnífico objeto, um poderoso instrumento de adivinhação incrustado de pedras preciosas, guarda a paz destas terras. Uma paz que agora, devido à cobiça na alma dos homens, pode vir a ser perturbada.

    Em O Reino do Dragão de Ouro, Isabel Allende convida-nos a entrar numa dupla aventura. Alexander Cold, a sua avó Kate e Nadia Santos, os protagonistas de A Cidade dos Deuses Selvagens, voltam a reunir-se. O leitor viverá com eles as suas peripécias e vicissitudes, na beleza nua e límpida das montanhas e vales dos Himalaias, agora na companhia de novos amigos.

    Mas a escrita mágica da autora também desvela o valor e a simplicidade dos ensinamentos budistas através do lama Tensing, mestre e guia espiritual de Dil Bahadur, o jovem herdeiro do reino, a quem dá a conhecer os valores da compaixão, do respeito pela Natureza, da vida e da paz.

    Um romance esplêndido, para leitores de todas as idades.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Chave Maldita, A

    Chave Maldita, A

    James Rollins

    8,00 

    A Chave Maldita de James Rollins.
    DIFEL. Lisboa, 2010, 378 págs. B.

    Na Universidade de Princeton, um famoso geneticista morre num laboratório de alta segurança contra riscos biológicos. Em Roma, um arqueólogo do Vaticano é encontrado morto na Basílica de São Pedro. Em África, o filho de um senador norte-americano é assassinado às portas de um campo da Cruz Vermelha. Estas três mortes, em três continentes diferentes, têm algo terrível em comum: todas as vítimas são marcadas a fogo com a cruz druida pagã. Estes homicídios altamente invulgares obrigam o comandante Gray Pierce e a Força Sigma a entrar numa corrida contra o tempo para resolver um enigma que remonta a séculos atrás, a um hediondo crime contra a humanidade oculto num críptico códice medieval.

    A primeira pista é encontrada numa múmia num pântano inglês – um segredo que ameaça a América e o resto do mundo. Ajudado por duas mulheres do seu passado, Gray terá de juntar as peças deste puzzle terrível. Porém estas revelações terão um preço elevado e, para poder salvar o futuro, Gray terá de sacrificar uma das mulheres que o acompanham. E isso pode não ser suficiente, dado o verdadeiro caminho da salvação se revelar numa negra profecia apocalíptica.

    A Força Sigma enfrenta a maior ameaça à humanidade numa aventura que nos leva do Coliseu de Roma aos picos cobertos de neve da Noruega, das ruínas de abadias medievais aos túmulos perdidos de reis celtas. E um talismã enterrado por um santo, um antigo artefacto a que chama a Chave Maldita, encerra em si o maior dos pesadelos.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Heróis

    Heróis

    Ray Loriga

    6,00 

    Heróis de Ray Loriga.
    DIFEL. Lisboa, 1998, 171 págs. B.

    Um jovem encerrado no seu quarto, nos seus sonhos e na sua música vai-nos falando, de uma forma desordenada e com uma linguagem directa, da sua tristeza e do seu desencanto face a um sufocante mundo exterior de perfeição imposta. Mundo que vai ficando cada vez mais distante e incompreensível e ao qual ele contrapõe um mundo de sonhos e imaginação, de amigos e de rock and roll, de cerveja e de «cavalo»; de viagens e de fugas vividas no recinto fechado de um quarto. Afirmando-se uma estrela ao lado de outras já reconhecidas, dialoga em sonhos com elas e anseia por uma rapariga loira, convertendo-se na personagem principal e quase única da ficção que é a sua própria.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Mapa dos Ossos, O

    Mapa dos Ossos, O

    James Rollins

    8,00 

    Mapa dos Ossos de James Rollins.
    DIFEL. Lisboa, 2006, 508 págs. B.

    Alguns segredos deveriam permanecer enterrados… Durante um serviço religioso apinhado numa catedral da Alemanha, intrusos armados com vestes de monges desencadeiam um pesadelo de sangue e destruição. Não vão à procura de ouro, mas sim de algo bem mais valioso: os ossos dos Magos que prestaram homenagem ao Salvador… um tesouro que pode dar novos contornos ao mundo.

    Com o Vaticano em tumulto, a Sigma Force de Grayson Pierce entra em ação, buscando um antigo mistério que percorre as Sete Maravilhas do Mundo e termina à porta de uma ordem secreta antiga, mística e aterradora. Porque são estes que têm planos para as relíquias roubadas e alterar assim o futuro da humanidade… quando a ciência e a religião se unem para libertar um horror que não se via desde as origens do tempo…

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Brumas de Avalon: Rainha Suprema

    Brumas de Avalon: Rainha Suprema

    Marion Zimmler Bradley

    6,00 

    Brumas de Avalon: Rainha Suprema de Marion Zimmler Bradley.
    DIFEL. Lisboa, 1991, 315 págs. B.

    O clássico As Brumas de Avalon regressa ao mercado português para dar a conhecer a uma nova geração esta história mágica e intemporal centrada nas mulheres que, por detrás do trono de Camelot, foram as verdadeiras detentoras do poder. A misteriosa Morgaine é meia-irmã de Artur e grã-sacerdotisa da brumosa Avalon, terra encantada onde o verdadeiro conhecimento é preservado para os vindouros. Para Morgaine existe um objetivo fundamental: afastar a Bretanha da nova religião que vê a mulher como portadora do pecado original. A bela rainha Gwenhwyfar jurou fidelidade ao rei Artur, o Rei Supremo, mas não consegue esquecer a paixão que sente por Lancelot, exímio cavaleiro e melhor amigo de Artur. Quando o seu dever de concebe um herdeiro para o trono falha, Gwenhwyfar convence-se de que é vítima de um castigo divino e entrega-se de corpo e alma à religião de Cristo. As hostilidades aumentam inevitavelmente entre ambas as mulheres que detém o poder em Avalon e Camelot. Conseguirá Artur conciliar dois mundos antagonistas sob os estandartes reais e resistir aos Saxões? Se Morgaine tudo fará para proteger a sua herança matriarcal e desafiar a nova religião que cresce, já Gwenhwyfar não hesitará em persuadir Artur a trair os seus juramentos?

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.