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  • Soren Kierkegaard

    Soren Kierkegaard

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Soren Kierkegaard de Joaquim Cerqueira Gonçalves
    Edições Colibri. Lisboa, 2010, 243 págs. B.
    Revista Philosophica, nº 35, 2010.

    ASPECTOS FUNDAMENTAIS DA RECEPÇÃO DE KIERKEGAARD EM PORTUGAL
    Elisabete M. de Sousa

    MUNDANIDADE E SECULARIZAÇÃO: UM DIÁLOGO ENTRE KIERKEGAARD E AGOSTINHO
    Márcio Gimenes de Paula

    KIERKEGAARD E O IDEALISMO ALEMÃO. O PROBLEMA DA SUBJETIVIDADE
    Deyve Redyson dos Santos

    KIERKEGAARD: ENTRE LOS PRIMEROS ROMÁNTICOS Y HEGEL
    María J. Binetti

    ALBERT CAMUS, LEITOR DE SØREN KIERKEGAARD
    José Luis Pérez

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Philosophica nº 5 de Joaquim Cerqueira Gonçalves

    Philosophica nº 5

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Philosophica nº 5 de Joaquim Cerqueira Gonçalves.
    Edições Colibri. Lisboa, 1995, 172 págs. B.

    Quinto volume da revista semestral de investigação do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras de Lisboa, dirigida por Joaquim Cerqueira Gonçalves. Compila estudos especializados em filosofia clássica, metafísica, hermenêutica e teoria do conhecimento. Inclui artigos de Giovanni Casertano, Paula Oliveira e Silva, Diogo Ferrer, Adriana Veríssimo Serrão, M. Patrão-Neves e Maria Leonor Xavier.

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    Características do Exemplar
    ✅ Exemplar limpo de anotações e marcas de posse
    Peso: 310g
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  • Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino

    Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Ensino da Filosofia, Filosofia do Ensino de Joaquim Cerqueira Gonçalves [Dir]
    Edições Colibri. Lisboa, 1993, 171 págs. B.
    Revistaa Philosophica, nº 6, 1995.

    Índice dos Artigos

    REFLEXÕES SOBRE O VALOR FORMATIVO DO ENSINO DA FILOSOFIA
    Manuel Ferreira Patricio

    A PROXIMIDADE DO ENSINO DA FILOSOFIA À PROPRIA ESSÊNCIA DO ENSINO
    Olga Pombo

    ENSINAR FILOSOFIA: EDUCAR PARA A LIBERDADE
    Mafalda Faria Blanc

    Os USOS DA FILOSOFIA
    Carlos João Nunes Correia

    OS SENTIDOS DO PRAZER E O PRAZER DOS SENTIDOS. ALGUMAS NOTAS RELATIVAS A PROBLEMATICA DO PRAZER NA PAIDEIA ARISTOTELICA
    Maria José Figueiredo

    FILOSOFIA E FILOSOFAR, HEGEL VERSUS KANT?
    José Barata-Moura

    FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PARA O PENSAMENTO CRITICO
    Alice Santos

    O SENTIDO DO ENSINO DA FILOSOFIA EM JOSE MARINHO
    Paulo Alexandre Esteves Borges

    INTRODUZIR À FILOSOFIA: A FILOSOFIA E O PROBLEMA DA SUA DEFINIÇÃO
    António Pedro Mesquita

    DEVERÁ FALAR-SE DE ÉTICA NO ENSINO SECUNDARIO? VIRTUDES E VÍCIOS DA EDUCAÇÃO PARA A JUSTIÇA NA ESCOLA SECUNDARIA EM PORTUGAL
    Maria Teresa Ximenez

    IMAGEM, PALAVRA E RESPONSABILIDADE
    Cristiana Veiga Simão

    O TEXTO LITERÁRIO COMO PROPEDÉUTICA DO TEXTO FILOSOFICO CONSIDERAÇÕES A PROPÓSITO DE UM PROJECTO DE TRABALHO
    Maria Luísa Ribeiro Ferreira

    PERSONALIZAÇÃO E DIVERGÊNCIA DIDÁCTICA
    José Trindade Santos

    VIRTUALIDADES DO NOVO PROGRAMA DE FILOSOFIA DO 12° ANO
    Adelino Cardoso

    PROBLEMAS E PERSPECTIVAS DA FORMAÇÃO CONTINUA DE PROFESSORUS
    José de Araújo Ribeiro

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  • Educação Estética e Utopia Política

    Educação Estética e Utopia Política

    Leonel Ribeiro dos Santos

    8,00 

    Educação Estética e Utopia Política de Leonel Ribeiro dos Santos (Coord.)
    Edições Colibri. Lisboa,

    O título do livro é também o do colóquio que aproveitou a comemoração do bicentenário da publicação de duas obras marcantes da Filosofia, para sobre elas desenvolver reflexão alargada, com vista, sobretudo, a equacionar as relações entre estética e política.
    Oferece-se, assim, um vasto leque de ensaios sobre temática tão pertinente.

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  • Descartes e o Círculo Cartesiano

    Descartes e o Círculo Cartesiano

    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    6,00 

    Descartes e o Círculo Cartesiano de Joaquim Cerqueira Gonçalves [Dir]
    Edições Colibri. Lisboa, 1993, 171 págs. B.
    Revista Philosophica, nº 8, 1995.

    Índice dos Artigos

    LEITURA MEDIEVAL E MODERNA DE DESCARTES
    Joaquim Cerqueira Gonçalves

    AS METAMORFOSES DA LUZ, OU A RETÓRICA DA EVIDÊNCIA NA FILOSOFIA CARTESIANA
    Leonel Ribeiro dos Santos

    FOUCAULT: DA MORTE DO SUJEITO AO SUJEITO DA MORTE
    José de Almeida Pereira Arêdes

    MATHESIS LEIBNIZIANA
    Adelino Cardoso

    SPINOZA Y EL PODER CONSTITUYENTE
    Juán Manuel Aragüés

    A LEITURA HEGELIANA DE ESPINOZA E DE LEIBNIZ
    Mafalda de Faria Blanc

    O QUE É A FILOSOFIA?
    SENTIDO FILOSÓFICO E VIRTUALIDADES PEDAGÓGICAS DE UMA DEFINIÇÃO DE FILOSOFIA
    António Pedro Mesquita

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  • Religião História e Razão da Aufklarung ao Romantismo de Manuel J. Carmo Ferreira

    Religião História e Razão da Aufklarung ao Romantismo

    Manuel J. Carmo Ferreira

    8,00 

    Religião História e Razão da Aufklarung ao Romantismo de Manuel J. Carmo Ferreira [Coord.]
    Edições Colibri. Lisboa, 1994, 332 págs. B.

    Colóquio comemorativo dos 200 anos da publicação de A Religião dos limites da simples Razão de Immanuel Kant.

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  • Prática: Para uma aclaração do seu sentido como categoria filosófica de José Barata Moura

    Prática: Para uma aclaração do seu sentido como categoria filosófica

    José Barata Moura

    6,00 

    Prática: Para uma aclaração do seu sentido como categoria filosófica de José Barata Moura.
    Edições Colibri. Lisboa, 1994, 110 págs. B.
    Colecção: Forum Lisboa | 4

    O presente volume reporta-se a lições que o autor preparou para um dos cursos que o Departamento de Filosofia da FLL organizou, ao abrigo do Programa Foco. O objectivo, para além de proporcionar instrumento complementar para o trabalho dos alunos, visa precisar alguns contornos pro-blemáticos dos horizontes de utilização da categoria filosófica de «Prática» e, se possível, clarificar o teor da sua intenção significativa.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Foral Antigo de Santarém

    Foral Antigo de Santarém

    Lina Maria Marques Soares

    7,50 

    Foral Antigo de Santarém: Edição Crítica e Estudo de Lina Maria Marques Soares.
    Edições Colibri. Lisboa, 2005, 219 págs. B.

    Chamar ao Foral Antigo de Santarém uma fonte histórica de primeira ordem, é o menos que poderia acrescentar sobre a dissertação de mestrado de Lina Maria Marques Soares. Porque estamos na presença de um livro que vai consideravelmente enriquecer a bibliografia histórica da terra que Garrett definiu como “a princesa das nossas villas”. (Joaquim Veríssimo Serrão)

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  • Garrett às Portas do Milénio

    Garrett às Portas do Milénio

    Fernando Mão de Ferro

    7,50 

    Garrett às Portas do Milénio de Fernando Mão de Ferro [Dir.].
    Edições Colibri. Lisboa, 2002, 239 págs. B.

    Estas minhas interessantes viagens hão-de ser uma obra–prima, erudita, brilhante de pensamentos novos, uma coisa digna do século. Preciso de o dizer ao leitor, para que ele esteja prevenido; não cuide que são quaisquer dessas rabiscaduras da moda que, com o título de Impressões de Viagem, ou outro que tal, fatigam as imprensas da Europa sem nenhum proveito da ciência e do adiantamento da espécie.
    (…)
    Hoje o mundo é uma vasta barataria, em que domina el-rei Sancho.

    Depois há-de vir D. Quixote.

    O senso comum virá para o milénio: reinado dos filhos de Deus! Está prometido nas divinas promessas…

    Almeida Garrett, Viagens na minha Terra, Capítulo II

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  • Pintura Sacra em Tavira (Séculos XV a XX) de Isabel Macieira

    Pintura Sacra em Tavira (Séculos XV a XX)

    Isabel Macieira

    15,00 

    Esta obra (…) constitui um projeto científico de evidente qualidade, que nos vem revelar um acervo artístico ainda maioritariamente desconhecido e, através dele, chamar a atenção para algumas esquecidas mais-valias patrimoniais da cidade de Tavira, contribuindo para a sua salvaguarda, em termos de conservação, e para o seu reconhecimento, em termos de análise histórico-artística. A linha metodológica seguida, que se alargou às pesquisas de arquivo e a obras entretanto desaparecidas, é coerente e pluridisciplinar, o que permitiu revelar algumas peças de alto merecimento artístico, assim comprovando que Tavira – cidade desde 1520 e, em vários momentos históricos, o mais importante centro urbano do Algarve – foi um mercado empreendedor em largas fases da sua existência (Vítor Serrão).

  • Noite e a Fuga de Joseia Matos MiraNoite e a Fuga Verso

    Noite e a Fuga, A

    Joseia Matos Mira

    6,00 

    A Noite e a Fuga de Joseia Matos Mira.
    Edições Colibri. Lisboa, 2000, 156 págs. B.

    «O homem saltou lesto do comboio, que logo arranca fumegante como monstro que na sua lentidão procura escapar a um inimigo mais poderoso. O homem relanceou o olhar e viu a minúscula estação e os campos desertos de plantas e árvores; uma leve neblina parecia desprender-se do solo ameaçando adensar-se e já envolvia tudo de inesperada brancura; avançava a custo o homem, porque o Sol não raiava e o nevoeiro era cada vez mais profundo. Cego, tacteando com os pés à procura de terra firme. Um vulto aproximou-se e sofrendo da mesma cegueira vem ao encontro dele. Assim pertinho, era uma mulher, toda de negro vestida. Estava ali, corpo contra corpo quase, bem lhe via os olhos esbraseando como lumes, a idade não conseguia nem discerni-la. «Estranho», disse, «você parece não ter substância», disse-o ela ou ele talvez, ou seria só um pensamento que pairando o homem captou. E a voz dela fez ouvir-se na compacta brancura: «Onde fica a Aldeia das Pedras?» O homem arregalou o olhar. E mirando o vulto que de mulher flutuante parecia, pálida como a Lua, inquiriu numa voz que vibrava naquela atmosfera irreal, quase fantástica: «Onde fica a Aldeia das Pedras?» «Se você também procura siga-me, sou exímia a descobrir caminhos e sempre encontro o que procuro.» «Sendo assim, sigo-a.» E a convicção confirmava-se na voz dele. O vulto flutuante avançou-se-lhe, ele seguiu-o arrastando com os pés calçados de fortes botas as pedras que lhe obstruíam o caminho. Como num sonho, a mulher continuava um pouco à frente, leve, sem substância, o vestido longo e negro mal tocando o solo. Depois de uns minutos de silêncio ela virou-se e perguntou. O homem sentiu um arrepio, ao deparar com aquele rosto espectral.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Kifófo Hombo: Cabra-CegaKifofo Hombo Verso

    Kifófo Hombo: Cabra-Cega

    Francisco Martins da Silva

    7,00 

    Kifófo Hombo: Cabra-Cega de Francisco Martins da Silva.
    Edições Colibri. Lisboa, 2011, 224 págs. B.

    «– Estás a morar onde? – No bairro do Ferrovia, onde trabalha uma amiga da minha mãe, em casa de um sôringénhéro de lá. Mas, o meu tio Miro e o meu primo Mingas vêm me buscare, hoje de noite. – Vêm buscar-te? Vais sair com eles à noite? – Vão me levare lá na base deles no Mosangoo. – Base? O que é isso? É como a base dum triângulo, que a gente multiplica pela altura e divide por dois, para saber a… – Que triângulo, Xandee? Eh-eh-eh, tão matumbo, eheheh. Deixa… Diz na Dona Armanda que eu… que eu lh’agradeçoo. – o olhar frio hesitou, desviou-se por um instante e humedeceu-se um pouco. O pequeno Alexandre sentiu os olhos encherem-se repentinamente de lágrimas. Um sobressalto agudo fez-lhe disparar o coração que ecoou dentro da cabeça. Concentrou-se no pacotinho de ginguba, levando à boca, rápida e mecanicamente, as sementes envoltas em açúcar.»

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.

  • Elvas-Caia (nº7)Elvas Caia

    Elvas-Caia (nº7)

    José António Rondão Almeida

    7,00 

    Elvas-Caia de José António Rondão Almeida.
    Colibri. Lisboa, 2009, 407 págs. B.

    Preparar o futuro, através da abordagem de questões significativas dedicadas à temática da Raia, é um dos objectivos desta publicação periódica, que já no seu sétimo número continua a ser uma das mais importantes publicações periódicas transfronteiriças. Através de um conjunto significativo de artigos – a cujos autores agradecemos a colaboração –, a reflexão sobre as questões referentes aos vários campos do saber é debatida e exposta nestas páginas, chegando ao grande público, sendo, desta forma, uma importante fonte de conhecimento e de consulta obrigatória para todos os interessados na região raiana. (…) O conhecimento, a preservação e valorização do património cultural continuam a pautar as decisões desta Câmara Municipal, (…), quer através da recuperação do seu património arquitectónico, quer através de acções de divulgação e valorização, âmbito em que se insere esta revista cultural, a qual continua a revelar aos seus leitores o que está por revelar e se assume como um espaço permanentemente aberto ao investigador a título individual.

    Livro sem marcas, assinaturas ou sublinhados.